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4.30.2010

Olivetto: propaganda mundial está com baixa auto-estima

Os corredores do prédio da rua Novo Horizonte, em Higienópolis, já estão quase desertos. A famosa “lixeira”, abarrotada de troféus que a W e o Washington Olivetto ganharam, está sendo esvaziada. Aos poucos, os “recém-casados” W e McCann Erickson, como diz Olivetto, preparam-se para viver sob o mesmo teto, na Vila Clementino, sede da McCann. E foi na antiga residência semivazia da W que Olivetto recebeu a equipe do Adnews para falar sobre os planos dessa união, crise de auto-estima na propaganda brasileira, boas campanhas e sua função na nova agência.

Quando a W/GGK surgiu, em 1986, sacudiu o mercado publicitário. A mesma coisa aconteceu em 1989, quando se desvinculou da empresa suíça e virou W/Brasil. Como você vê o impacto da fusão WMcCann para a propaganda brasileira?

A gente não chama de fusão, mas de casamento. É proposital a palavra casamento. No comunicado já colocamos um série de princípios nossos, ideologias, em que se embute um raciocínio que eu particularmente gosto muito, que mostra que essa agência, evidentemente, deve ser boa para os clientes e para a gente, mas precisa também ser boa para a propaganda brasileira, no sentido de ser um bom momento de aumentar a auto-estima da propaganda nacional, que está meio baixa. E acho que essa agência veio para fazer isso.

Você acha que esse casamento com a McCann vai ser revolucionário para a propaganda brasileira?

Não tenho dúvida. Tive o privilégio na minha vida – aliás, esse sempre foi o meu grande sonho – de participar das duas grandes revoluções da propaganda brasileira: na DPZ, em que fiquei por 14 anos, e depois na W. Eu acho que essa vai ser a terceira. Até porque essa junta todos os projetos de ser o mais agressivo possível com a maturidade adequada. Trata-se de uma agência que está com a máquina todinha montada para ser absolutamente competente, seja no mundo analógico ou no digital. Então ela pode ser essa terceira revolução, sem dúvida. Ela foi posicionada para isso.

Por que você acha que a propaganda brasileira está com baixa auto-estima?

No mundo inteiro a propaganda está com baixa auto-estima. Existe uma crise criativa que é conseqüente do conteúdo tomando uma surra da forma. Muitas vezes a forma vem sendo usada para esconder a falta de conteúdo, em vez de valorizar um bom conteúdo. No caso da propaganda brasileira, nos últimos tempos, muitos brasileiros começaram a achar que está se fazendo propaganda melhor na Argentina do que no Brasil.

E você concorda com isso?

Não, acho que no volume ainda não está, mas a propaganda argentina melhorou bastante nos últimos anos. Então é um momento bom para fazer isso. Ou seja, a WMcCann vem para fazer publicidade que cumpre com suas obrigações de vender produtos e construir marcas, mas tem essa ambição maior de fazer coisas que caiam na cultura popular, que transformem o consumidor em mídia. E nós vamos fazer isso, e acho que isso vai ser bom para todo o mercado.

No comunicado que vocês soltaram, vocês afirmam que pretendem promover a volta da criatividade embasada no lugar da mediocridade teorizada. Quando isso aconteceu com a publicidade brasileira?

Eu diria o seguinte, o auge da boa propaganda brasileira foi nos anos 80, quando a gente tinha total consciência da “fundamentalidade”, por exemplo, do planejamento, mas tinha uma leveza de linguagem que foi se perdendo com o tempo. Então quando digo que deve ser embasado, mas espontâneo, é isso: o máximo de informação, o máximo de planejamento, o máximo de pesquisa, e depois botar uma idéia divertida nisso, que dê cara de gente. Hoje você tem muitas campanhas que olha e pensa assim: “Meu Deus, essa campanha, na sala de reuniões, deveria ser melhor do que quando entrou no ar”. Porque possivelmente a campanha tinha toda uma discussão e uma comprovação teórica muito boa, mas não tinha o humano, o brilhante, o sedutor das grandes campanhas. E é isso que nós queremos fazer, queremos voltar com tudo, com a criatividade espontânea, apesar de embasada.

A W nasceu com a idéia de ser a agência mais criativa, não a maior. Só que com a McCann tem o plano de estar entre as cinco maiores do Brasil. Isso é uma contradição ou é uma conseqüência do atual mundo dos negócios na propaganda?

Acho que uma conseqüência. Apesar de que a W, durante um longo período, chegou a estar entre as cinco maiores. E nem por isso perdeu seu brilho. E a gente gosta da idéia de ser a primeira em qualidade, uma das cinco maiores em receita. Mas em receita, não em faturamento, porque faturamento tem números fantasmas. Fora isso, a gente até já nasce como a maior do Rio, né? O que é bem bacana, porque o Rio está com um spotlight muito forte em cima com a proximidade da Copa 2014 e das Olimpíadas também, em 2016.

Qual a semelhança entre a WMcCann e a W/GGK?

Com a W/GGK pode ter alguma semelhança, só que a GGK era um grupo de pequeno porte, de características predominantemente européias. E a McCann WorldGroup é um grupo de enorme porte, de características mundiais. Dá a impressão que cada vez é mais difícil sobreviver no mercado como uma agência 100% nacional…É verdade. Eu acho que sempre existirá, como sempre existiu, espaço para duas ou três agências nacionais, caso, até semana passada, nosso, da Talent, e da DPZ. Agora, para um projeto de imortalizar uma marca mundialmente, que eu vinha planejando para a minha vida, era muito importante estar atrelado a uma empresa absolutamente internacional, até a mais consagrada delas internacionalmente, pioneira e tal. Mas acho que ainda existe espaço para agências 100% nacionais, com o cotidiano cada vez mais difícil, sem dúvida.

O que muda em termos de filosofia?

Do meu ponto de vista, muda pouquíssima coisa ou não muda nada. Mais do que mudar, acrescentam-se coisas. Ou seja, acho que a gente ganha possibilidades de uma série de coisas com o grupo Interpublic, que a McCann investiu milhões de dólares, seja nas áreas de tecnologias, de empresas paralelas, de produção de conteúdo, de merchandising em filme. Esse grupo é muito completo nisso, o que se acrescenta à nossa máquina. Agora, por outro lado, todos esses recursos não servem para nada se você não tiver grandes idéias. Então a filosofia é ter grandes idéias.

A W vai voltar a se inscrever em festivais?

Até por uma certa necessidade dos grupos internacionais, e por causa da auto-estima deles, a gente vai ter uma presença nos concursos internacionais e nacionais, mas de uma maneira muito criteriosa, sem nenhuma avidez, sem nenhuma fissura. Só aqueles mais prestigiados, com peças muito selecionadas, sem nenhum exagero. Não será tão radical quanto a não se inscrever, como estava sendo a W, nem tão obsessivo e fissurado como algumas agências são.

Vai ter inscrição em Cannes neste ano?

Para este ano, as inscrições se encerraram agora, e são poucas, pelo que estou sabendo, tanto por parte do que era a W como por parte do que era a McCann. Ou seja, não vai ter nenhuma peça WMcCann ainda. Mas tem da W, por exemplo, em mídia, tem o caso da Braskem construindo uma usina no autódromo, que é espetacular. Tem o filme da Wizard, que o Julinho Xavier da Silveira dirigiu e pediu para eu escrever, que é muito forte. Eu soube ontem que da ex-McCann, hoje WMcCann, tem a do MasterCard com o Pelé, que é um filme momentâneo, muito encaixado no contexto do festival, que acontece neste ano junto com a Copa.

Falando em Copa, como que a WMcCann vai se preparar para atender a demanda decorrente dos próximos grandes eventos esportivos que vão acontecer no Brasil, a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016?

Ah, isso acontece naturalmente. Não é nem que a gente se prepara, o próprio mercado, a própria demanda acabam estabelecendo o ritmo da agência. Isso é muito fácil. É claro que vamos estar muito atentos, porque são dois eventos que geram muitas oportunidades, e, claro, que a gente pretende aproveitar todas as oportunidades, em todos os tipos de mídia.

O que você destaca de positivo hoje na propaganda?

Ah, tem muita coisa. Existe uma crise, mas há campanhas muito boas. Uma campanha que me encanta por estar em todas as mídias com o mesmo talento, em todas as possibilidades, é o trabalho feito para a Skol. O trabalho da Skol não é só bom em comercial de televisão, o Skol Beats é legal. Vou dar um exemplo dos meus sócios da McCann, que é a campanha “Priceless”, da MasterCard, “Não tem preço”. É uma campanha completíssima no mundo todo. Eu vi um negócio do “Priceless” em dezembro, em Nova York, que achei sensacional. É o seguinte: você entrava em qualquer taxi e via naquela televisãozinha um comercial da Mastercad que partia do princípio de que se você estava nessa época de dezembro, próximo ao Natal, dentro de um taxi, é porque você estava precisando comprar um presente para alguém.

O comercial dizia para você ligar para tal operadora e então um cara atendia a chamada e perguntava o que você desejava, para quem você queria comprar um presente. Você respondia e ele perguntava como era a pessoa, a idade, e de três coisas que ela gosta, como tipo de música, livros e comida. O atendente também perguntava quanto você queria gastar com o presente. Então ele passava uma lista de livros, por exemplo, que se encaixavam no perfil da pessoa, você escolhia, e o atendente perguntava também se você queria comprar por telefone ou pessoalmente. Se você dissesse pessoalmente, ele passaria alguns endereços de livrarias que ficavam na rua em que você estava, onde vendiam o livro.

É um barato essa integração, isso não tem preço. Outra campanha maravilhosa: eu ia ser presidente do AdFest, na Tailândia, que foi cancelado por problemas políticos. Mas como eu ia ser presidente do júri, eles me mandaram o material anteriormente. Vi uma campanha da Austrália, que é uma delícia. Era de um chocolate que no ano passado, quando a campanha foi feita, era o quarto mais vendido da Austrália. Eles fizeram uma campanha que atingia todas as mídias, que era assim: eles passaram a patrocinar o quarto colocado no campeonato de futebol australiano, os caras que chegaram em quarto lugar na natação, todos os caras que chegaram em quarto lugar na corrida, a quarta colocada no Miss Austrália, davam um presente de chocolate para quem morava em casas de número quatro. É fantástico, um trabalho exuberante.

Por que não temos campanhas assim no Brasil?

Acho que por diversas razões. Você tem desde características de abrangência do país ainda, o Brasil ainda é um país que, pela proporção geográfica, por uma série de coisas, muitas vezes é mais objetivo, mais barato, mais eficiente dar tiros de canhão para atingir milhões de pessoas, e atinge mesmo. A WMcCann ontem foi parar no noticiário no Jornal Nacional, pelo o William Bonner. Em meio minuto meu telefone tocou e depois surgiram nove recados na caixa postal. Enquanto eu atendia um, entraram mais nove recados sobre o mesmo assunto. Aqui, na W, e na WMcCann será igual, a gente não apresenta mais nenhum trabalho que não tenha esse tipo de abrangência. Só que, às vezes, não tem dinheiro para fazer tudo.

Qual vai ser sua função como Chief Creative Officer do McCann Worldgroup da América Latina e Caribe e, depois, como embaixador criativo do McCann Worldgroup?

A minha dedicação total é com a WMcCann. Em relação à América Latina, é bacana para a propaganda brasileira, porque nunca teve isso de o pessoal do continente se reportar ao Brasil. Então, quando quiserem orientação, eles vêm para o Brasil, e, eventualmente, é claro, vou fazer visitas por lá. Primeiro, quero ajudar o máximo e atrapalhar o mínimo possível, porque eles têm o trabalho deles lá; quero incentivá-los muito a fazer o que marcou a minha vida no Brasil, e acho que dá para fazer em cada um desses países, que é a propaganda que cumpre a função de vender e construir a marca, mas que tenha uma cara local, acho bacana isso.

Quero incentivar os argentinos a fazerem propaganda para argentinos, os mexicanos a fazerem propaganda mexicana, e assim por diante. Essa será a minha função por sete anos. Dedicação total à WMcCann e essa orientação para a turma. Daqui a sete anos, saio do dia a dia, da loucura de chegar na agência às 7h15 e sair à noite. E como embaixador criativo da McCann Worldgroup vou fazer encontros com o pessoal da agência de Londres e discutir tendências com eles, ou vou fazer uma palestra para o pessoal da agência de Roma, ou participar de uma prospecção na agência do México. Vira uma coisa no mundo, mas perde esse dia a dia obsessivo e fica mais eventual.

Por Marcelo Gripa e Sílvia Haidar

Fonte: Gogojob com informações do AdNews

4.29.2010

Google é a marca mais valiosa do mundo

Nesta quarta-feira, a Millward Brown divulgou os resultados do BandZ, ranking que indica o valor das marcas. Neste ano, o Google repetiu o feito anterior e se manteve na ponta; segundo a pesquisa, o valor da empresa é estimado em US$ 114,2 bilhões.

Das marcas brasileiras, o Bradesco era a única representante desde o ano passado, quando estreou no BrandZ, na 98ª posição. Neste ano, porém, a Petrobras também garantiu a sua vaga e, mais, ultrapassou o banco, ficando com o 73º lugar – com valor estimado em US$ 9,675 bilhões.

O Top 5 do ranking passou por mudanças significativas: a IBM, antes quarta colocada, agora ocupa a vice-liderança com US$ 86,3 bilhões. A Apple pulou da sexta para a terceira posição, com valor estimado em US$ 76,344 bilhões; depois dela, aparecem Microsoft (US$ 76,344 bi) e Coca Cola (US$ 67,983 bi) – as duas empresas caíram duas posições cada em relação a 2009.

Nota-se que as empresas de tecnologia ganharam maior relevância neste ano, com quatro representantes ocupando as primeiras posições do ranking. Somados os valores das 100 marcas mais bem avaliadas, o número ultrapassa os US$ 2 trilhões, o que revela um crescimento de 4% desde o quarto ano do BandZ – que tem cinco de existência.

Confira a lista das 10 marcas mais valiosas:

1ª Google, US$ 114,260 bi

2ª IBM, US$ 86,383 bi

3ª Apple, US$ 83,153 bi

4ª Microsoft, US$ 76,344 bi

5ª Coca-Cola, US$ 67,983 bi

6ª McDonald’s, US$ 66,005 bi

7ª Marlboro, US$ 57,047 bi

8ª China Móbile, R$ 52,616 bi

9ª GE, US$ 45,054 bi

10ª Vodafone, US$ 44,404 bi

Fonte: Gogojob com informações da AdNews

3.26.2010

Internautas não lembram de propaganda online

Levantamento da Millward Brown Brasil reafirma a necessidade de relevância para marcas se relacionarem com consumidores.

Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.

Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.

O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.

Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.

Fonte: M&M Online

3.16.2010

O que as empresas buscam nas Redes Sociais?

Estudos realizados pela empresa Deloitte com mais de 400 companhias apontam que elas estão buscando participar das comunidades virtuais, principalmente para realizar propaganda espontânea e fidelizar os seus clientes.
Quando o assunto se trata de obstáculos, as empresas acham que fazer com que as pessoas participem e atrair membros para as suas comunidades, estão entre as maiores barreiras encontradas atualmente para conseguir sucesso na mídias sociais

Principais objetivos corporativos do uso de redes sociais.

01. Gerar propaganda boca-a-boca – 38%
02. Aumentar a lealdade dos consumidores – 34%
03. Aumentar a presença do produto/marca – 30%
04. Trazer ideias externas para a empresa – 29%
05. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente – 23%
06. Aumentar as vendas – 22%
07. Melhorar a eficácia das relações públicas – 20%
08. Melhorar a relação com parceiros – 19%
09. Inovar os modelos de negócio – 17%
10. Reduzir gastos com suporte ao cliente – 16%
11. Reduzir gastos com aquisição de clientes – 15%

Os maiores obstáculos para o sucesso nas redes sociais.

01. Conseguir pessoas que participem – 30%
02. Atrair membros para a comunidade – 24%
03. Fazer com que as pessoas voltem – 21%
04. Encontrar tempo para gerenciar a comunidade – 19%
05. Encontrar pessoas para popularizar seu perfil – 14%
06. Conseguir verba para mais funções – 13%
07. Falta de experiência no gerenciamento de comunidades – 12%
08. Conseguir verba para facilitadores – 10%

Fonte: Argoblog que traduziu o texto original em inglês do Information Week.

3.15.2010

'Twitter de voz' que faz sucesso na Índia prepara chegada ao Brasil

Com o Bubbly, as pessoas se conectam por meio do número de celular; recados chegam por voz e podem ser enviados de uma só vez para os seguidores.

Uma empresa com escritórios na Califórnia e em Cingapura prepara a chegada ao Brasil de um serviço que ela classifica como "Twitter de voz" onde, em vez de texto, os seguidores recebem mensagens gravadas no celular.

Trata-se do Bubbly, um serviço de blog de voz da Bubble Motion que, mesmo estando ainda em testes, já arrebatou cerca de 500 mil usuários na Índia, onde começou a operar em fevereiro.

"O Bubbly permite que pessoas se conectem socialmente via celular, apenas com a voz", resume o presidente e CEO da Bubble Motion, Tom Clayton, em comunicado.

Os planos de crescimento rumo ao Brasil foram detalhados por Clayton à Advertising Age e incluem também o Japão, o Oriente Médio e a Europa. Mas o executivo não especificou quando esses lançamentos poderão ocorrer.

Parceria

O Bubbly é oferecido em parceria com operadoras de telefonia. Para usar o blog de voz, basta que a pessoa envie um código numérico para sua operadora e começar a gravar as mensagens, que atualmente podem ter no máximo um minuto de duração.

Para tornar-se seguidor de alguém no Bubbly, basta enviar para o serviço o número do celular de quem você quer seguir. O envio da mensagem é gratuito, mas o recebimento é pago. Os lucros são divididos entre a operadora e a Bubble Motion.

Entre as aplicações sugeridas pela empresa para o Bubbly estão a comunicação de astros do cinema e da TV com seus fãs, e o envio de mensagens por líderes espirituais e religiosos a seus seguidores.

Na Índia, por exemplo, a adesão dos astros de cinema de Bollywood Kareena Kapoor e Aamir Khan ao serviço fez com que em duas semanas de atividade o número de usuários alcançasse 500 mil. O número real dos celulares das celebridades é preservado.

No entanto, também é possível criar redes baseadas em famílias, escolas e amizades, o que permite a comunicação imediata em massa por recados de voz entre múltiplos grupos.

Fonte: IDG Now!

Bubbly – a nova “bomba” do social media

Ladies and Gentlemen… aqui está Bubbly, a nova “bomba” do social media.

Ganha o status de “bomba”, porque em quatro semanas, o Bubbly, conseguiu captar 500 mil utilizadores na Índia sem qualquer investimento em comunicação.

O Bubbly pode ser descrito como uma espécie de Twitter em versão voz.

O serviço permite seguir amigos e celebridades que partilham mensagens sonoras que, em geral, duram 30 segundos. Qualquer utilizador pode divulgar as suas mensagens gratuitamente, mas os seguidores, caso as queiram ouvir, têm de pagar. Na Índia, a adesão de estrelas de Bollywood ajudou a popularizar o serviço. A BBC foi a primeira grande marca de media a aderir ao projecto, aproveitando o Bubbly para divulgar notícias de última hora.

O projecto é detido pela americana Bubble Motion, que tem escritórios em Silicon Valley e Singapura, e que já disse que o projecto irá alargar-se ao projecto ao Japão, às Filipinas, à Indonésia e ao Brasil.

O primeiro serviço da empresa consistiu no BubbleTalk, que permite enviar mensagens de voz entre telemóveis e que tem cerca de cem mil utilizadores.

Fonte: Web Marketing Tuga

3.12.2010

"Não subestimem as redes sociais"

Muitas companhias já estão usando as mídias sociais para se relacionar com os consumidores. Mas nem todas da forma correta. Mais um motivo para ouvir o que Charlene Li, uma das maiores especialistas nesta perigosa relação com a internet, tem a dizer.

Em 2009, ela foi apontada pela revista norte-americana Fast Company como uma das mulheres mais influentes na área de tecnologia. É coautora do livro Groundswell: Fenômenos sociais nos negócios, um manual repleto de dicas, exemplos e estatísticas para o bom uso das mídias sociais nos negócios. Ela, que é fundadora do Altimeter Group, especializada em estratégias online, vem ao Brasil falar para mais de 500 executivos em seminário da HSM no final de março. Em entrevista exclusiva à DINHEIRO, Charlene explica por que os empresários não devem subestimar as redes sociais.

DINHEIROO que a sra. quer dizer com a expressão “groundswell” (ground-swell, em inglês, quer dizer algo como “forte e profunda ondulação no oceano” ou “repentina acumulação de forças”)?

CHARLENE Li – O groundswell é um movimento espontâneo de pessoas que conseguem o que precisam umas das outras graças às novas tecnologias, como as redes sociais, em vez de irem atrás de empresas, instituições ou governos. Quando nos juntamos online, uma grande força, que é muito difícil de ser parada, se forma. Não víamos isso no passado.

DINHEIROMas por que as empresas devem prestar atenção ao "groundswell"?

CHARLENE – Não se trata apenas da multidão envolvida, mas da possibilidade realmente assustadora de que algum concorrente entenda este fenômeno primeiro e se aproveite dele de uma forma melhor e mais rápida. Mas esta não é a única ameaça. Outra tendência é de que pessoas conectadas e trabalhando de forma colaborativa já podem hoje concorrer com as empresas. E haverá cada vez mais produtos criados dessa maneira que competem com os produzidos pelas grandes empresas. Tudo isso pode ser uma ameaça ou uma oportunidade para as corporações. E para isso ser uma oportunidade é preciso compreendê-la.

DINHEIRO Qual a importância das redes sociais para os negócios?

CHARLENE – Essencial. E há muitas maneiras de usá-las a favor dos negócios, como divulgação e para estreitar relacionamentos. O que está acontecendo afeta, sobretudo, a maneira como as pessoas conversam umas com as outras. Elas compartilham suas opiniões sobre produtos e marcas. Mesmo os funcionários podem estar falando de suas empresas. Há muitas formas diferentes de redes sociais. Mas seja você uma pequena empresa, seja uma grande companhia, precisa aprender a lidar com as mídias sociais.

DINHEIROO que vem primeiro: as pessoas ou a tecnologia?

CHARLENE – As pessoas, sem dúvida. A tecnologia só tem sentido se ela servir para que nos conectemos. Seja lá o que você ou sua empresa queiram, a tecnologia pode ajudar a conseguir. No livro, proponho um método de quatro etapas para desenvolver estratégias online, que chamamos de Post (acrônimo em inglês de pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia). Primeiro, descubra como as pessoas com as quais quer se comunicar usam a tecnologia. Depois, estabeleça os objetivos, como impulsionar o marketing online. A terceira etapa é identificar de que maneira você quer mudar as relações com os clientes. Quer que eles estejam mais comprometidos com a empresa ou prefere que difundam mensagens entre seus conhecidos? Responder a essa pergunta ajuda a planejar a estratégia e medir seus avanços. Por último, vem a tecnologia. Por exemplo: a equipe de marketing da P&G criou uma comunidade no site beinggirl.com, depois de avaliar que meninas entre 12 e 15 anos visitam redes sociais. Assim, conseguiu atingir um público difícil de ser envolvido pelas campanhas tradicionais.
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“A internet vai se tornar mais móvel. Quase tudo o que você precisa fazer conseguirá pelo celular”
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DINHEIROToda empresa precisa ter um blog ou uma conta no Twitter?

CHARLENE – Absolutamente não. Muitas companhias não necessitam ter um blog ou estar em uma rede social. O segredo está em identificar a ferramenta correta, o que vai depender do público com quem você quer falar e do claro entendimento dos objetivos dessa relação. Mas todas as empresas precisam, ao menos, estar atentas ao que as pessoas estão fazendo e dizendo em seus blogs ou perfis do Twitter. Mudar o seu posicionamento e a sua relação pode ser algo muito difícil. Por isso, comece com um plano modesto, mas com potencial de crescimento.

DINHEIROQual o canal mais eficiente para se desenvolver uma marca?

CHARLENE – Entendo que não se trata de um único canal. Alguém pode dizer: “Tenha um blog, essa é a solução. Afinal, todo mundo tem um blog.” Isso não é uma verdade absoluta. O seu caminho talvez passe por um blog, mas talvez passe por uma rede social, se uma boa quantidade de consumidores a estiver usando. No final, tudo depende da relação que as pessoas querem estabelecer. Então, se você está falando em desenvolver a sua marca não há um único caminho. A melhor forma de olhar para isto é pensar em quem quero atingir: são os meus clientes, meus funcionários, meus parceiros ou todos os três?

DINHEIROMas como os executivos que desejam estabelecer um canal de comunicação com os seus clientes e consumidores devem agir?

CHARLENE – Neste caso, a primeira questão a ser respondida é: por que um executivo quer estabelecer um relacionamento com o público? Qual o tipo de relação que ele deseja criar? Clientes, consumidores e a audiência em geral precisam e querem entender qual o motivo para a sua presença online. É por que você quer me vender alguma coisa? Ou então por que você quer saber a nossa opinião sobre algo? Entendo que um objetivo claro é o primeiro passo para um bom canal de comunicação.

DINHEIROA sra. pode contar um exemplo de uma grande companhia que soube responder de forma efetiva a uma grave crise online?

CHARLENE – Sim, há muitos exemplos no livro, mas destaco um episódio envolvendo a Johnson & Johnson, que não está lá. Ela criou uma campanha voltada para as mães para divulgar uma linha de remédios para dores musculares. De repente, quase dois meses depois, um monte de gente em blogs e no Twitter começou a protestar. A campanha foi acusada de usar um tom impróprio para divulgar o remédio para mães que carregam seus bebês em suportes junto ao corpo. A peça trazia uma série de frases que tentavam se conectar com as mães ressaltando as dores causadas pelo ato de se carregar uma criança e mostrava o remédio como solução para elas. Alguns críticos notaram que a peça tratava os bebês como acessórios. “Vestir seu bebê parece estar na moda” era a frase que abria um dos vídeos. Em 48 horas, a Johnson & Johnson tirou a campanha do ar e a vice-presidente de marketing da companhia começou a se desculpar com blogueiros pessoalmente. A Johnson & Johnson foi hábil em lidar com essa crise e falar com a imprensa, criando inclusive o seu próprio blog para tratar do assunto. Paralelamente, a empresa encontrou mães que haviam usado o produto e estavam dispostas a dar os seus testemunhos sobre os efeitos positivos do tratamento. Logo, a empresa colocou alguns vídeos no YouTube com depoimentos dessas mães. Essa virada, é claro, só foi possível porque ela já tinha construído previamente sua credibilidade junto ao público. O melhor dos mundos, no entanto, é quando você consegue criar uma relação tão forte com uma parcela do público que ela mesma defenda você.

DINHEIROQual a importância de ouvir nas redes sociais?

CHARLENE – Total. Só assim você pode se antecipar ou ao menos ter conhecimento de uma crise que pode estar se formando. Empresas como a HP e Dell não costumam esperar que o consumidor ligue para a empresa para reclamar de alguma coisa. Ao primeiro sinal, elas costumam entrar em contato com os clientes insatisfeitos em seus blogs ou no Twitter e perguntam: “O que está acontecendo? Como posso lhe ajudá-lo?” Isso é algo que você não poderia fazer no passado. E essa é a forma mais proativa que uma empresa que presta um serviço pode agir. Além disso, a relação que se estabelece entre cliente e empresa é outra.

DINHEIRONos últimos anos vimos a ascensão da web 2.0 e das redes sociais. O que a sra. espera para os próximos anos?

CHARLENE – A internet vai se tornar cada vez mais móvel e interligada, quase tudo que você precisa fazer conseguirá pelo telefone. Dessa forma, poderemos estar conectados a qualquer hora e em qualquer lugar. E as redes sociais vão estar em toda parte. Elas vão se tornar como ar. Estaremos sempre conectados, mas precisamos manter um equilíbrio, não devemos nos tornar escravos da tecnologia. E é assim que lido com ela.

DINHEIROQual a sua principal mensagem para os executivos brasileiros?

CHARLENE – Não subestimem as redes sociais. As comunidades online que você usa na sua vida pessoal, como passatempo, podem e devem ser usadas no seu trabalho, para que a empresa em que você trabalha possa atingir seus objetivos. As companhias que conseguem fazer isso bem estabelecem uma relação de confiança com o público, mas o controle é relativo. A principal razão para muitas empresas não participarem dessa revolução é que elas temem não estar no controle do que as pessoas vão dizer. E o meu ponto é que tudo isso não vai embora de uma hora para outra. Então é preciso aprender a lidar com isso e, se possível, tirar proveito desse movimento.

fonte: ISTOÉ Dinheiro

3.10.2010

Por que as mensurações matam a criatividade?

Quando as decisões de marketing são baseadas em números, perdemos a vontade de sermos criativos, diz executivo de agência digital.

Assim como o vídeo matou as estrelas do rádio, as mensurações estão acabando com a criatividade. Quando a economia cai bruscamente, os anunciantes ficam nervosos. E quando as vendas seguem o mesmo caminho, os clientes param de aprovar idéias criativas e começam a se debruçar sobre números.

Nenhum cliente dirá abertamente que o caminho criativo, trilhado por sua agência, pelos complicados universos das mídias sociais e do branding online está errado. Mas eles não economizarão em hipocrisia ao dizer que os números não apóiam a criatividade. Assim, nos tornamos absolutamente talentosos no campo das mensurações.

Hoje, a maioria das agências está ajudando os clientes a adaptarem as novas soluções tecnológicas para se comunicarem melhor com seus consumidores, desenvolvendo e usando poderosas ferramentas que propiciam um novo patamar de mensuração sofisticada. Mas será que não fomos longe demais?

Recentemente, travei uma árdua batalha com um cliente determinado a deixar os números ditarem toda uma nova estratégia criativa.

O fato é que a criatividade não pode ser quantificada. E a costumeira dependência e demanda de nossos clientes (e de nós mesmos) por mensurações é exatamente o porquê de a criatividade estar indo para o espaço.

Quando as decisões de marketing são baseadas em números, perdemos completamente nossa vontade de "perder" tempo sendo criativos. Fomos permanentemente proibidos de cairmos na tentação de voltarmos a seguir apenas as nossas intuições. Claro que não estou advogando pela morte da mensuração, apenas exponho um diferente ponto de vista no qual a criatividade representa a vanguarda.

Estamos nos esquecendo de que a preferência por uma marca é baseada em conexões emocionais. Nenhuma ferramenta de mensuração irá mudar isso. Ponto. Mais importante, são as novas e grandes ideias - e não números mastigados - que, após a experiência inicial, permanecem na mente das pessoas. São elas que realmente fazem uma marca se conectar com um consumidor, propiciando recalls dela hoje e no futuro, como provam diversos estudos de cases.

Ao descrever sua teoria de "stickiness" em publicidade, Malcolm Gladwell conta que, há cerca de quatro décadas, o legendário Les Wunderman, temendo a perda de um cliente de longa data (a Columbia House Records), se lançou em uma disputa ferrenha com a poderosa McCann Erickson. Guiada por suas sofisticadas pesquisas e os números resultantes delas, a McCann propôs uma cara campanha massiva em horário nobre que incrementou em 19,5% as reações do público, em uma concorrência da Columbia.

Ao mesmo tempo, Wunderman sugeriu uma ação mais barata, que misturava uma caça ao tesouro com um brinde. Ele sabia, porém, que sua idéia estabeleceria uma conexão e engajaria seu público alvo. Pois bem: Wunderman conseguiu o espantoso índice de 80% de aumento nos mercados aos quais ele aspirava, aniquilando totalmente com os números da McCann.

Sem dúvida, será necessário estabelecer certos dogmas para contestar firmemente a metodologia corrente dos clientes. Para estarmos seguros, teremos que nos aproveitar de áreas menos populosas. A compreensão das mídias sociais não é a resposta para tudo. É hora, mais uma vez, das grandes ideias criativas - para desafiar as convenções e verificar o que a criatividade pode fazer por sua marca.

Como os anunciantes continuam a se basear em mensurações, alcançar um posicionamento exclusivo para uma marca está se tornando um trabalho cada vez mais difícil. Talvez o jeito mais rápido de encerrar este ciclo é se lembrar, sempre, que as grandes ideias não surgem de estatísticas - mas com certeza elas podem entregar números melhores para seus clientes.

* Patrick Sarkissian, CEO da Sarkissian Masoni, agência de inovação digital

Fonte: M&M Online com informações do Ad Age.

3.02.2010

50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site [parte 1]

Saiba como criar, organizar, administrar e divulgar a sua marca virtualmente – além de atrair clientes e vender mais pela internet.

Manter um site bombando é indispensável nos dias de hoje. Uma presença marcante na rede divulga a marca, estreita o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders e impulsiona as vendas. Com a cultura empresarial cada vez mais interativa, estar bem posicionado na internet e saber utilizar as redes sociais torna-se a cada dia mais importante. Pequenas Empresas & Grandes Negócios reuniu 50 dicas para você desenvolver o site dos seus sonhos.

1>>>DELINEIE UMA ESTRATÉGIA

Uma das dicas para ter um bom site está na ponta da língua de todos os especialistas: saiba exatamente o que você espera dele. "Muitas vezes as empresas querem tudo, e isso não é possível", diz Raquel Horta, da Mapa Digital. Se a intenção da empresa for vender pela rede, o site deve ser desenhado de uma maneira; se a ideia for apenas divulgação, de outra. "O empreendedor deve focar no objetivo real do projeto para só então definir recursos e funcionalidades", afirma Alexandre Nucci Soncini, diretor da agência especializada WX7.

2>>> ANALISE A CONCORRÊNCIA

Se você está montando o seu primeiro site, é interessante observar quais são as páginas e os recursos utilizados pelos seus concorrentes. "Não deixe de buscar referências no setor", diz Raquel Horta, da Mapa Digital.

3>>>ESTUDE O PÚBLICO

Invista em pesquisas para saber o que o seu público quer ver em um site. Caso a empresa não possua recursos para contratar uma agência de pesquisa, a ferramenta Google Analytics é uma boa alternativa para identificar o perfil dos seus consumidores. "É importante saber quem acessa o seu site", explica Raquel Horta. A fabricante de preservativos Blowtex, por exemplo, identificou um desejo entre os internautas de ter mais do que informações sobre os seus produtos e resolveu criar uma área com dicas de baladas e shows. Hoje, essa é uma das seções do site com mais acessos, segundo Marco Martinez, diretor da empresa.

4>>>DEFINA QUEM VAI DESENVOLVER O SITE

Com o avanço da tecnologia, ferramentas de criação de sites estão à disposição dos usuários nos grandes portais por preços a partir de R$ 15 por mês. Os recursos são mais limitados do que quando se recorre a uma agência. Neste caso, gasta-se no mínimo R$ 4 mil - dependendo do projeto, o custo pode chegar a R$ 50 mil, segundo Darcy Barbará Filho, da WT11.

5>>>INVESTIGUE AS AGÊNCIAS

Existem diversas formas de desenvolver um site, mas, se optar por uma agência, o ideal é averiguar sua infra-estrutura e recursos. "Precisamos de uma empresa que ofereça forte suporte e equipe para atender à nossa demanda de atualização", diz Thiago Chan, analista de marketing da fabricante de automóveis Troller. Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, afirma que é fundamental avaliar os trabalhos anteriores da agência, além de checar com clientes como ela funciona.

6>>> NÃO ABANDONE O SITE

Se você não pode contar com uma agência para abastecer o seu site, vá com calma na hora de colocar recursos que exijam atualização. "O tamanho do seu site tem que ser proporcional ao seu tempo para gerenciá-lo", alerta Alexandre Nucci Soncini, diretor da WX7. Um site com diversas áreas e conteúdo desatualizado afasta os usuários e acaba com a credibilidade da empresa.

7>>> NÃO SAIA DA ESTRUTURA PADRÃO

Apesar de relativamente jovem, a internet já criou padrões universais. Uma barra de canais e áreas do site na vertical à esquerda ou na parte superior horizontal da tela são comuns no Brasil. Inventar estruturas muito sofisticadas e inovadoras pode ser pouco funcional. "Se revolucionar, muita gente não vai saber mexer", diz Darcy Barbará, da WT11.

8>>> TORNE A NAVEGAÇÃO ROTATIVA

Ao acessar a página da fabricante de doces La Passione, os clientes encontram, além das opções de produtos, um link para agendar uma degustação ou entrar em contato com os proprietários. Esses links não ficam restritos à página inicial. De qualquer ponto do site os consumidores podem mandar mensagens à equipe da La Passione. "O ideal é que o site não tenha fim. Que cada seção tenha um link para a próxima e para fazer contato com a empresa", explica Soncini, da agência WX7. Segundo o empresário, isso também faz com que o tempo de retenção dos usuários no site aumente consideravelmente.

9>>> DIFERENCIE-SE NO CONTEÚDO

Inovação é fundamental para se destacar entre milhões de páginas que surgem todos os dias. "Todo mundo está na web. É preciso fazer com que o público-alvo se identifique com o seu site", diz Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. No caso da fabricante de preservativos Blowtex, além dos produtos e dos dados institucionais, a empresa disponibiliza uma série de informações relacionadas a temas de interesse do seu público, como dicas de sedução e de motéis.

10>>> SAIBA USAR INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS

Se o intuito é vender pela rede, a parte institucional do site deve ser enxuta. "Mas se o objetivo for apenas apresentar o negócio, essa seção pode ser recheada de informações. Principalmente se a empresa prestar serviços e os clientes tiverem a necessidade de entrar em contato com os seus profissionais", diz Raquel Horta, da Mapa Digital. Segundo Juliana Constantino, diretora da agência Click, um erro corriqueiro é tentar reproduzir a estrutura hierárquica da companhia na internet. "O consumidor não precisa saber informações sobre o departamento jurídico ou de contabilidade", exemplifica.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site [parte 2]

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11>>> TOME CUIDADO COM AS CORES

O visual do site pode ser decisivo para o sucesso na rede. "Cores muito fortes irritam as pessoas e cores pastel acabam relaxando demais o usuário. O ideal é ter um meio termo", diz Soncini, da agência especializada WX7. Segundo ele, a mescla de tons é importante para não mexer no emocional dos consumidores. "Cores muito escuras, por exemplo, deixam os usuários nervosos e fazem com que eles queiram sair rápido do site", afirma Darcy Barbará Filho, sócio da desenvolvedora de sites WT11. Nos textos, é importante ter contraste. "Nada de site vermelho com letras cor-de-rosa", recomenda Barbará. Uma boa saída é combinar cinza, branco e azul, ou então usar tom sobre tom. "Um laranja mais escuro com um laranja mais claro funciona bem", diz.

12>>> NÃO UTILIZE JARGÕES

Esqueça siglas e termos específicos da área de atuação da sua empresa. Os consumidores não estão acostumados com a terminologia peculiar a um setor. "Isso dificulta a compreensão e acaba restringindo o público", diz Juliana Constantino, da agência Click. O ideal é explicar os conceitos e os serviços do site em linguagem simples, acessível a leigos e especialistas.

13>>>ESCREVA CORRETAMENTE

Nada de "assúcar", "caza" ou "os produto são". Erros gramaticais são capazes de limar a credibilidade de um site. Se o objetivo da página for vender algum produto ou serviço, as chances de concluir o negócio diminuem consideravelmente quando há erros ortográficos, segundo Alexandre Nucci Soncini, diretor da WX7. "Não precisa e nem deve ser um português erudito, mas não pode haver erros. As pessoas ficam receosas em comprar", afirma.

14>>> EVITE MENSAGENS DE FÉ

"Louvado seja Deus", "Jesus Cristo é o senhor", "Deus é amor." Tudo isso pode ser muito importante para você, mas não para os seus clientes. Manifestações de fé costumam restringir o público do site. "Esse é um erro muito comum. Os empresários precisam ter em mente que o site é para os clientes, não para a empresa", afirma Barbará Filho, sócio da desenvolvedora de sites WT11.

15>>>BOLE TEXTOS CURTOS

Não deixe aflorar o José Saramago que existe dentro de você. Parágrafos curtos e diretos são ideais para a internet. "O texto deve ter, no máximo, 30 linhas", diz Alexandre Nucci Soncini, da agência WX7. Além disso, o interesse dos consumidores precisa sempre ser contemplado.

16>>>FUJA DAS MÚSICAS DE FUNDO

Gosto musical varia de pessoa para pessoa. Portanto, em vez de arriscar, é melhor deixar de fora aquela música tão importante para você. Ninguém gosta de abrir um site e ser obrigado a ouvir uma música pré-escolhida. "Isso pode repelir os usuários", afirma Darcy Barbará Filho, sócio da WT11. Exceções são válidas para empresas que trabalham com música e instrumentos.

17>>> DOSE AS ANIMAÇÕES E O FLASH

Você viu o site daquela multinacional cheio de recursos de animação e quer fazer igual? Cuidado, pode ser perigoso. Esse expediente é indicado para sites totalmente institucionais (e, mesmo assim, com cautela). "É preciso ter uma dosagem para não ridicularizar e infantilizar a imagem da empresa", diz Darcy Barbará Filho, da WT11. Sites desenvolvidos em flash podem ser uma ótima alternativa para quem trabalha com produtos de apelo visual, segundo Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus. No entanto, se a sua ideia é ter um site para vendas ou com poucos recursos, o flash deve ser evitado. "Pode ficar pesado em alguns computadores", alerta.

18>>>COLOQUE FOTOS DE PESSOAS

"Ao longo do tempo, percebi que a foto de uma pessoa ajuda a ampliar o número de acessos de um site", conta Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, que trabalha com sites desde 1999. "Quando passamos a utilizar fotos de pessoas no nosso layout, o número de e-mails de interessados subiu muito. Acho que é porque a página fica menos fria", diz.

19>>>INVISTA NA QUALIDADE

Qualquer traço de amadorismo pode comprometer a imagem da sua empresa. Se você vai expor produtos na rede, é fundamental ter fotos feitas por profissionais. Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, pagou entre R$ 200 e R$ 300 por foto exibida em seu site. "Por estarmos no ramo de alimentação, não poderia ser de outra forma. Precisamos despertar o desejo nos consumidores", diz Karam.

20>>>MOSTRE-SE COM CAUTELA

Transparência é uma característica muito valorizada pelos consumidores. Mas cuidado para não dar um tiro no próprio pé. Barbará Filho, da WT11, conta que, certa vez, um cliente orgulhoso de seu processo de produção postou no site fotos dos funcionários nas linhas de montagem. No entanto, eles estavam sem equipamentos de proteção, o que rendeu uma multa ao empresário.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

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21>>>DISPONIBILIZE UM JOGO NO SITE

Um jogo no site pode ser um extra interessante para atingir seu público-alvo. A fabricante de preservativos Blowtex disponibiliza quatro jogos no seu site. "Essa ferramenta traz muitos acessos ao site, mas precisa ser renovada com frequência", diz Marco Martinez, diretor de marketing da empresa. Segundo Juliana Constantino, diretora da Agência Click, jogos online são fáceis de desenvolver e atraem os internautas.

22>>>INSIRA "DÚVIDAS FREQUENTES"

Existem muitas etapas no processo de venda dos seus serviços ou produtos? Crie uma seção de "dúvidas frequentes" para o seu site. Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, afirma que essa é uma parte muito acessada do seu site. "Os usuários normalmente não gostam de ler grandes textos. Essa seção facilita o acesso a informações de maneira rápida", diz. Segundo Regina, o recurso facilita o contato futuro, já que o usuário se certifica de que a empresa oferece exatamente o que ele procura.

23>>> NÃO USE CONTADOR

Ninguém precisa saber que mil, duas mil, três mil ou milhões de pessoas acessaram o seu site. "Se o endereço não for muito procurado, a divulgação pode ser muito ruim para a imagem da empresa", diz Barbará Filho, da WT11. Segundo ele, com ferramentas como o Google Analytics, hoje é possível analisar com mais afinco o perfil dos consumidores - uma informação, aliás, que só interessa às empresas.

24>>>OFEREÇA VERSÕES EM OUTROS IDIOMAS

Se a sua empresa busca clientes ou fornecedores estrangeiros, é fundamental ter um site com uma ou mais opções de idiomas. Marco Martinez, da Blowtex, diz que a empresa tem um site em inglês voltado aos clientes externos. Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa de legalização de estrangeiros no país, conta que, apesar de normalmente tratar com o RH das empresas, a versão extra do site ajuda a esclarecer os processos para os executivos de outros países, o que dá mais transparência e credibilidade.

25>>>RESPONDA SEMPRE

Pode ser e-mail, carta, telefone, blog, perfil em comunidade social. O importante mesmo é ter um canal aberto de comunicação com os clientes. Um e-mail com dúvidas ou sugestões deve ser prontamente respondido. Caso contrário, corre-se o risco de perder um futuro negócio. "Todo feedback é muito bem-vindo e visto com bons olhos pelos consumidores", diz Pablo Caldas, da agência Full Haus.

26>>>MODERE OS COMENTÁRIOS

Se você optou por uma área para comentários no site da sua empresa, saiba que opiniões de todos os tipos podem aparecer. É importante deixar um canal aberto com os consumidores, mas toda atenção é necessária com o conteúdo das mensagens. "Vale a pena barrar comentários com palavras de baixo calão, palavrões e conteúdo duvidoso", diz Alexandre Nucci Soncini, diretor da agência especializada WX7. Mas não se deve censurar mensagens críticas. "Nenhuma empresa agrada a 100% das pessoas. Se houver somente mensagens positivas, o site perde a credibilidade", afirma.

27>>>FOQUE NOS CLIENTES

O escritório de arquitetura e gerenciamento de obras Kemp tem clientes espalhados por diversas cidades do Brasil. Por isso, a empresa desenvolveu uma área específica para que eles possam acompanhar, diariamente, o andamento das obras. Além disso, um e-mail é enviado ao cliente avisando que há novas informações no site da empresa. "Antes, eu precisava ligar para avisar que havia enviado um e-mail, mas as fotos eram pesadas e várias informações ficavam de fora", diz Rogério Moraes, sócio do escritório.

28>>>RESERVE UMA ÁREA PARA FUNCIONÁRIOS

Para controlar os funcionários espalhados pelo Brasil, o escritório de arquitetura e gerenciamento de obras Kemp optou por criar uma espécie de ponto eletrônico. Em uma área do site destinada aos funcionários, Rogério Moraes, sócio do Kemp, controla a entrada e saída de cada um, assim como as atividades executadas durante o dia. "Consigo identificar o IP da máquina em que ele bateu o ponto. Não tem como fazer isso de casa", diz Moraes. O executivo ainda recebe um relatório especificando onde cada funcionário trabalhou durante o mês. "Acompanho quanto cada funcionário trabalhou por obra", afirma.

29>>>ESTREITE O RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES

Se a sua empresa trabalha com fornecedores de vários estados do Brasil, uma área para relacionamento com eles pode ser uma boa alternativa. Se a empresa não tiver como manter um contato físico com os fornecedores, é necessário organizar, pelo site, compras e pedidos, afirma Darcy Barbará, da WT11.

30>>>FIRME PARCERIAS

A Livraria Phylos tem fechado parcerias com empresas para ampliar o mix de produtos do site e capitalizar com anúncios. A primeira foi com a Naturalli Dacor, de artigos de decoração, mas Mauro Pereira da Silva, proprietário do site, afirma que está em negociação com outras sete empresas. "Cobramos 5% de comissão pelos produtos vendidos no nosso site", explica. Além de parcerias de vendas, o executivo também firmou um acordo com a WT11, agência desenvolvedora de sites, para disponibilizar um banner na Phylos. O site da livraria atua como revendedor da agência, ficando com 20% dos R$ 6 mil cobrados por uma loja eletrônica a cada cliente que descobre a WT11 pelo site.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

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31>>>FIQUE DE OLHO NAS COMUNIDADES

São muitas as redes colaborativas na internet hoje em dia. Estar atento ao que falam sobre sua empresa e aproveitar para angariar visitantes para o seu site é fundamental. No entanto, é preciso tomar cuidado na hora de participar dessas redes. Nunca tente esconder a sua ligação com a empresa. As pessoas percebem e rejeitam elogios anônimos e gratuitos, alerta Raquel Horta, da Mapa Digital.

32>>>ENTRE NO ORKUT E NO FACEBOOK

Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, tem um perfil no site de relacionamento Orkut no nome da empresa. Segundo ele, 30% dos contatos feitos por intermédio do Orkut acabam em negócio. O empresário considera a ferramenta tão eficiente que vai contratar nos próximos meses um profissional apenas para ficar explorando as comunidades do site. "O segmento de casamento é muito envolvido com internet. As pessoas nos conhecem pelo Orkut e depois nos procuram", diz Karam. Com o objetivo de atrair público para o site da La Passione Doces, ele mantém no seu perfil dados da empresa e fotos dos produtos. O Facebook ainda não faz tanto sucesso no Brasil como o Orkut, mas já tem uma massa crítica que não pode ser desprezada. "O Orkut já está estabelecido, mas o Facebook tem um público mais antenado e moderno", explica Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. Dependendo do perfil da marca, pode ser interessante usar o Facebook para atrair stakeholders para o site.

33>>>CRIE UM BLOG

Quanto mais transparente for a sua empresa, melhor. Um blog corporativo é uma ótima ferramenta, mas, se não houver transparência, perde a credibilidade. Além disso, é importante saber o que os usuários querem ver no blog. Por meio dos e-mails que chegavam à empresa, Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, por exemplo, percebeu que existia uma demanda por um diário virtual. A empresa vai disponibilizar a partir deste mês um blog em que os usuários poderão enviar perguntas e dúvidas a serem respondidas pelos advogados da Visto Brasil.

34>>>DISPONIBILIZE RSS FEEDS

Hoje em dia, na internet, toda empresa deve tentar ao máximo divulgar o conteúdo do seu site. Uma forma eficiente de fazer isso é utilizar o RSS feeds - listas de renovação de conteúdo de um determinado site em que os usuários incluem o link dos arquivos em seu programa agregador e recebem as atualizações sem precisar visitar o site. O recurso fideliza o público e ainda atrai consumidores interessados, diz Pedro Caldas, da Full Haus.

35>>>ABUSE DO YOUTUBE

Vídeos de empresas no YouTube, quando caem no gosto do público, são acessados por milhões de pessoas ao redor do mundo e funcionam como uma barata e eficiente maneira de divulgação e atração de público para o site. "Não é necessária uma superprodução. Tem que ser algo curioso, relevante, que tenha a ver com o que o seu público quer", diz Pedro Caldas, da Full Haus. Para conseguir levar as pessoas do YouTube para o seu site, é importante colocar o endereço tanto no vídeo quanto no perfil da página da empresa.

36>>>PENSE NO FLICKR

No final do ano passado, a fabricante de automóveis Troller, da Ford, optou por uma nova estratégia de atração de internautas para sua página na internet: a utilização do Flickr, site de compartilhamento de fotos, para divulgar imagens de ralis e de carros. Um mês depois, o número de visitantes novos havia aumentado 15% e o número de page views crescera 80%. "Pensamos na ferramenta para trazer as pessoas do Flickr para o nosso site", diz Thiago Chan, analista de marketing da empresa.

37>>>DESENVOLVA UM SITE PARA CELULAR

O Brasil fechou o mês de abril com 154,6 milhões de celulares e uma densidade de 80,98 aparelhos por grupo de 100 habitantes. Desse total, existem 4,95 milhões de celulares 3G, de acordo com dados de abril da consultoria Teleco. Diante desses números, os grandes portais já desenvolveram sites específicos para serem acessados do celular, mas, com a base de smart phones que o Brasil tem, torna-se viável para pequenas e médias empresas. Segundo Juliana Constantino, da agência Click , os custos de produção são menores para desenvolver um site para celular.

38>>>MANDE NEWSLETTERS E E-MAILMARKETING

Na hora de efetuar uma compra na loja virtual Calumax, o consumidor escolhe se gostaria de receber ou não uma newsletter com ofertas. Hoje, cerca de 30 mil pessoas recebem o boletim cada vez que a empresa decide fazer promoções. "Desse total, 25% interagem com o nosso site", explica Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax. Segundo Raquel Horta, da Mapa Digital, usar newsletter ou e-mailmarketing para atrair usuários exige cuidados. É preciso que seja de fato uma informação relevante. "Não se pode ficar lotando a caixa de e-mails das pessoas com qualquer coisa", alerta.

39>>>EXPLORE A PÁGINA DE CADASTRO

Se a intenção é vender pela rede, uma ficha de cadastro é necessária. Mas registrar dados de visitantes pode também ser uma ferramenta interessante para fazer um banco de dados e, posteriormente, utilizá-lo em estratégias de divulgação. De acordo com Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus, o usuário do site precisa ter a possibilidade de se cadastrar sem precisar comprar, mas nunca se deve exigir informações para ter acesso ao conteúdo. "Isso espanta as pessoas", diz Caldas.

40>>>DIVULGUE CLIENTES SATISFEITOS

Não são poucas as vezes que Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa especializada na regularização de estrangeiros no Brasil, ouviu de um cliente que a decisão em optar pelos serviços da empresa foi baseada nas referências disponibilizadas no site. "É sempre saudável apresentar casos de sucesso. Colocamos no nosso site depoimentos de antigos clientes. Isso sempre serve de indicação para os futuros interessados", explica Silva, que afirma já ter conseguido fechar negócios por conta desse tipo de divulgação.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

3.01.2010

Como as 100 maiores empresas do mundo utilizam as mídias sociais?

A Burson-Marsteller lançou recentemente a edição 2010 do estudo que descreve a maneira como as 100 maiores empresas do mundo (em receita) segundo o ranking da revista Fortune utilizam as mídias sociais. Foram 48 empresas da Europa, 29 dos Estados Unidos, 20 da Ásia e 3 da América Latina. Os dados foram coletados entre novembro de 2009 e janeiro de 2010. O resultado é bem interessante.

Segundo a pesquisa:

• 79% das empresas utilizam pelo menos uma plataforma de mídia social. A maior incidência é na Europa, com 88%, seguida pelos EUA, com 86%. A Oceania é onde houve a menor incidência, com a presença de apenas 50% das empresas. Apenas 20% utilizam as 4 plataformas avaliadas (Twitter, Facebook, Youtube e blogs corporativos).

• A plataforma mais utilizada é o Twitter, com presença de 65%. Logo em seguida, vem o Facebook (54%), Youtube (50%) e blogs corporativos (33%).

Twitter

• Das empresas que utilizam a ferramenta (65%), a média é de 4,2 contas, sendo que empresas como AT&T, Nokia e Samsung possuem pelo menos 15.

• Das européias e norte-americanas, mais de 70% utilizam o serviço de microblogging. A menor afinidade está entre os asiáticos (40%), que utilizam, principalmente, para se comunicar com seus stakeholders ocidentais.

• A média de tweets é de 27 por semana e 38% das empresas reponde às micropostagens de outros usuários.

• A média de seguidores por empresa é de 1.489, e a de pessoas seguidas é de 731.

Facebook

• Menos popular do que o Twitter (54%), o Facebook tem maior aderência nos EUA, onde 69% das empresas possuem uma fan page.

• Apenas 59% das empresas presentes no Facebook mantém suas páginas ativas, com uma média de 3,8 posts por semana.

• O números de seguidores é maior do que o do Twitter. A média é de 41.000 seguidores nas fan pages das 100 maiores empresas.

YouTube

• Metade da amostra tem um canal no YouTube. Entre as norte-americanas, 59%, e entre latino americanas apenas 33%.

• 68% das que possuem um canal possuem atividade freqüente. A média é de 10 vídeos ao mês.

• Os vídeos postados por essas empresas tem, em média, 40.000 views por mês.

Blogs Corporativos

• Apenas 1/3 das 100 maiores possui blog corporativo. O número cresce entre as asiáticas, com 50% e cai entre as européias, com apenas 25%.

• A média de posts mensais é de 7. Entre os asiáticos – que mais utilizam o serviço – é de 14.

Fonte: CHmkt

Grandes empresas aderem ao Twitter

Das 100 maiores empresas do mundo segundo a revista Fortune, 47 têm conta ativa no microblog.

Ficou definitivamente para trás o tempo em que o Twitter era apenas a mídia social queridinha dos usuários de Internet. Em 2009, a ferramenta do singelo passarinho azul consolidou-se como uma poderosa arma de relacionamento para gigantes multinacionais.

Segundo estudo da Society New Communications Research, uma em cada três empresas presentes na lista das 500 maiores da revista Fortune tinham uma conta ativa no Twitter no ano passado.

Por conta ativa no Twitter entenda-se alimentar o micro-blog com ao menos um post a cada trinta dias.

A parcela de grandes empresas twitando sobe de 35% para 47% entre as cem primeiras do ranking da Fortune. O índice sobre para impressionantes 80% no topo da lista: dentre as Top 5, apenas a ExxonMobil não aderiu ao Twitter, enquanto o Walmart, a Chevron, a ConocoPhillips e a General Electric atualizam suas contas constantemente.

As companhias da área de seguros são as maiores adeptas do microblog, seguidas pelas do ramo de alimentação.

Ainda em respeito às novas mídias, a pesquisa apontou que 20% das empresas presentes na Fortune 500 mantém um blog corporativo de relacionamento, 19%usam podcast e 31% aderiram ao videoblog.

Fonte: M&M Online

1.13.2010

7 dicas para a sua empresa usar bem mídias sociais

Consultor sugere estratégias para garantir que você adote soluções do tipo de forma consciente e forte.

O mercado corporativo começa a usar redes sociais de forma estratégica, mas muitos executivos ainda têm dúvidas sobre como gerenciar bem essas ferramentas de comunicação. A utilização mais forte de Twitter, Facebook e outras ferramentas de mídia social é apontada pela consultoria Gartner como uma das principais tendências para o mercado de tecnologia da informação em 2010.

Na avaliação da empresa que desenvolve soluções colaborativas online Direct Labs, este será o ano da profissionalização do uso dessas tecnologias. O consultor de mídias sociais da Direct Labs, Diego Monteiro, diz que muitas empresas agem por impulso na hora de aderir ao uso de ferramentas de web 2.0 e acabam comentendo erros que podem comprometer sua marca. Confira sete dicas preparadas pelo especialista a respeito do uso eficiente de redes sociais pelas corporações.

1- Comece monitorando sua marca: O primeiro passo, e também o mais fácil, é a criação de um monitoramento simples para entender o que estão falando sobre você, sua marca e/ou produtos nas mídias sociais. Essa estratégia pode trazer informações imprescindíveis para você entender qual é o status da sua marca na web.

"Dependendo do porte e da estratégia da empresa, essa etapa pode envolver também ferramentas de busca automática de dados, o que que não dispensa o trabalho manual para análise", afirma Monteiro. A partir daí, você pode pensar em ações adequadas para atuar nas mídias sociais.

2- Defina sua equipe: Como o trabalho manual não é dispensável, é necessário ter muito bem definido quem na equipe atuará com mídias sociais. É muito importante definir quem da sua equipe atuará com as mídias sociais. Em geral, esse trabalho é destinado a profissionais de marketing e comunicação que entendam muito bem do seu negócio, que tenham disposição para falar pela empresa, sejam usuários das principais redes sociais e estejam sempre conectados.

"A dedicação integral de pessoas e o número de funcionários que vai trabalhar na área depende muito do quão estratégico o trabalho for para as operações da empresa. Respostas rápidas são um grande diferencial e exigem um cuidado maior na definição da equipe", ressalta Monteiro.

3- Defina sua linha de comunicação: É preciso tomar cuidado na estratégia que você vai usar para interagir nas mídias sociais. Por isso, a melhor dica é seguir um padrão. Definir uma linguagem (formal ou informal) para ser usada sempre, o público-alvo, a abordagem ideal (adotando uma comunicação mais pessoal ou institucional), a periodicidade de seus posts (no blog corporativo, no Twitter, no Slideshare ou qualquer outra mídia social) e um tempo máximo para responder às interações dos usuários. A linha de comunicação define as ações que serão tomadas em casos de crises e a postura adotada diante de críticas. Em ambos os casos, transparência é essencial.

A definição da linguagem também estabelece, de certa forma, o público que vai acompanhar a companhia no Twitter, por exemplo. Por isso, deve ser bem estudada pelo plano estratégico. "Às vezes é mais importante ter 2 mil seguidores relevantes no Twitter usando determinada linguagem do que possuir 20 mil seguidores sem relevância para a estratégia da corporação", observa o especialista.

4- Crie seus canais sociais (Twitter, Blog, Youtube, Flickr, etc.): Muitas empresas tomam esse passo muito antes do que deveriam. O conceito base aqui é "estar presente onde seus clientes estão". Se os usuários gastam a maior parte do tempo visitando canais sociais, estar presente nesses locais é essencial. Um detalhe importante é que tais canais devem ser criados seguindo uma premissa: você realmente estará presente diariamente neles, atualizando e se relacionando. Canais sociais deixados de lado definitivamente não são bem vistos pelos usuários, assim como interações não-respondidas.

5- Relacione-se, interaja: O mais importante quando você insere sua empresa/marca nas mídias sociais é interagir com o usuário. Isso é essencial para que ele se sinta ouvido e para que entenda o quanto a opinião dele é importante para você. Todo o tipo de interação relevante do usuário deve ser respondido o mais rápido possível. Dê atenção especial para seus usuários mais ativos: os evangelizadores e destruidores de sua marca.

6- Produza conteúdo: Neste estágio, você já tem uma equipe, uma linha de comunicação, canais socias e já se relaciona com alguns usuários. Gerar conteúdo é um passo importante para estreitar a relação com essas pessoas, gerar valor, manter todos informados de novidades e mostrar que a empresa é viva, dinâmica e atualizada. Muitas empresas já geram muito conteúdo, mas deixam-no restrito ao site institucional, newsletters ou campanhas específicas.

Um trabalho de spreading (replicar o conteúdo em seus canais sociais) é muito importante para, mais uma vez, estar onde o usuário está. Não dá para esperar que o usuário visite o seu site. Nessa etapa é muito importante seguir as definições da linha de comunicação adotada. Em alguns casos é necessário voltar e refazer esse trabalho.

"Pela experiência, o que mais funciona é mostrar a cara das pessoas que representam a instituição, adotar um díalogo com informalidade, falar em primeira pessoa. Algumas empresas, como a Google, adotam essa estratégia com sucesso", opina Monteiro.

7- Fique de olho no mercado e em concorrentes: É possível também encontrar diversas oportunidades explorando seu mercado nas mídias sociais. Uma boa maneira de fazer isso é monitorar comentários sobre palavras-chaves relacionadas ao seu negócio. Trabalhar com esses dados e se relacionar com os usuários pode render pesquisas valiosas e uma nova fonte de identificação de possíveis clientes.

Segundo Monteiro, "o trabalho de acompanhamento da concorrência dá indicadores para avaliar o próprio desempenho. Ter um crescimento de 50% no índice de menções de um mês para o outro pode não significar nada se não houver base de comparação, já que as redes sociais também estão muito sujeitas a sazonalidades".

Fonte: Computerworld

1.11.2010

Elvis - e seus lucros - não morreram

Depois de 33 anos de seu falecimento, o Rei do Rock continua sendo uma das celebridades mais lucrativas do planeta, de acordo com a Forbes.

A teoria de que Elvis não morreu realmente parece ter se incorporado na mente e no coração de muitos fãs. E, assim como a memória do cantor, os rendimentos e faturamentos gerados pelo nome do Rei do Rock estão bem vivos.

Mesmo 33 anos depois de sua morte, Elvis Presley continua sendo uma das celebridades mais lucrativas do planeta. De acordo com o ranking de 2009 feito pelo site da revista Forbes, a companhia Elvis Presley Enterprises - que administra os direitos autorais das obras do astro - conseguiu arrecadar um montante de US$ 55 milhões no ano passado.

As altas cifras comprovam que nem a morte é capaz de ofuscar o brilho de um astro do porte de Elvis. E, o que já foi considerado um alto lucro pela Forbes.com pode ficar ainda maior em 2010, ano em que o rei do rock completaria 75 anos de idade.

Para celebrar o aniversário - comemorado nessa próxima sexta-feira, 8 - está planejada uma série de atividades e eventos em homenagem à memória do cantor. A residência em que ele habitava irá sediar uma festa, com direito a bolo e a exposição de trajes antigos de Elvis. Além disso, também devem acontecer maratonas cinematográficas com filmes estrelados por ele e um cruzeiro marítimo temático, voltado aos seus fiéis fãs.

O Rei do Rock também deverá ganhar um aplicativo na maior rede social do mundo, o Facebook, e irá inspirar uma boneca Barbie, da Mattel, que será fabricada com referências na canção "Jailhouse Rock". Além disso, a coleção de biografias e livros a respeito do cantor - que já ultrapassa a quantidade de 50, em todo o planeta - ganhará três novas obras agora em 2010.

Com informações da Reuters.
Fonte: M&M Online

Knnor e Nokia lançam o serviço "O que cozinhar hoje?"

Aplicado foi desenvolvido pela agência Cubo CC e pela Super Digital

O aplicativo "O que cozinhar hoje?", criado pela agência Cubo CC em parceria com a Super Digital, chega ao mercado com objetivo de acabar com os momentos de dúvidas no momento de decidir qual será o prato do dia. A iniciativa, resultado de uma parceria entre a Knorr, marca presente no portfólio da Unilever, e a Nokia, disponibiliza mais de 500 receitas, dicas, soluções e outras ferramentas presentes no cotidiano do universo gastronômico.

Uma das vantagens do serviço é o fato de integrar o aparelho, o que elimina a necessidade de conexão com a internet. Em um primeiro momento o serviço estará presente em uma versão especial do Nokia 5530, à venda nas lojas da rede Carrefour. Outros modelos de aparelhos, com o aplicativo, serão comercializados a partir de fevereiro no Nokia Store SP e na loja virtual da marca, além da principais redes varejistas do País.

Funcionalidades do aplicativo Knorr, como lista de compras, criação de galeria de receitas favoritas e busca de pratos por ingredientes, ocasião e perfil poderão ser acessados de qualquer aparelho. Já os celulares mais sofisticados ainda oferecerão os serviços de timer, calendário de receitas e buscas por custo ou valor calórico dos pratos sugeridos.

Os jovens chefs gastronômicos em destaque no cenário brasileiro foram prestigiados e contribuíram com quatro receitas exclusivas para o aplicativo Knnor
Fonte: M&M Online

Avatar: diretor confirma a sequência

Filme já é a segunda maior bilheteria da história

Os fãs de Avatar podem ficar tranquilos. Segundo informações do site americano Worst Previews, o diretor James Cameron confirmou que o blockbuster terá uma sequencia nas telonas.

"Sim, haverá outro (filme)", afirmou o diretor, respondendo uma pergunta da platéia, após uma apresentação de Avatar em Hollywood. A expectativa é que a história acabe por se transformar em uma trilogia.

Lançado em 18 de dezembro, Avatar já é a segunda maior bilheteria da história do cinema, com arrecadações superiores a US$ 1,13 bilhão. O topo do ranking é ocupado por outra obra de Cameron: Titanic, que ultrapassou ou US$ 1,8 bi.

Fonte: M&M Online

Fonte: M&M Online

12.16.2009

PepsiCo investe em branding e lança sua rede social

A PepsiCo inaugura comunidade online aberta ao público: a rede social "Snack Life", e convida consumidores a expressar opiniões sobre produtos e ações da companhia.

Com a iniciativa, a PepsiCo espera ampliar o diálogo sobre as marcas da empresa.

“Estamos convidando nossos consumidores a participar da 'vida' da marca que ele aprecia. Em contrapartida, vamos entender o que pensam e quais expectativas têm sobre os nossos produtos”, declara Roberto Angelino, diretor de marketing da PepsiCo.

O Snack Life já possui cerca de 430 usuários.

Para estimular os insights, os “Snackrs”, como são denominados os usuários na rede, recebem informações sobre os próximos lançamentos da empresa, em primeira mão, participam de jogos e têm acesso aos aplicativos (fotos, mensagens, links e vídeos).

A PepsiCo anuncia ainda que outras ações estão sendo planejadas.

“Na web, as pessoas estão interessadas em conversar, é isso que a Snack Life proporciona. Nós queremos participar dessa conversa. Da rede poderá surgir uma embalagem mais prática, uma ação que atenda determinada região, por exemplo. Estamos convidando todos os consumidores e definindo um novo modelo de negócios para o futuro, muito mais colaborativo”, completa Angelino.

A agência Cubocc é responsável pelo desenvolvimento da rede Snack Life.

Fonte: Clube de Criação de São Paulo

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