Mesmo sem ter ainda a mesma quantidade de usuários que o Facebook, o Twitter é tão reconhecido quando a rede social nos EUA. O que comprova essa afirmação é um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela Edison Research, que recebeu o nome de “Twitter Usage in America 2010”.
A pesquisa revelou que, neste ano, 87% da população local conhece o microblog. A marca encosta no patamar alcançado pelo Facebook, que é de 88%. Há um assunto abordado pela pesquisa que também envolve o mercado publicitário.
De acordo com o levantamento, 50% dos usuários acreditam que a publicidade não teria efeito nenhum no seu modo de usar o serviço e 16% o usariam ainda mais. Em contrapartida, 19% dos pesquisados afirmaram que diminuiriam o uso do Twitter, enquanto 15% pretendem interromper o uso, caso este comece a veicular anúncios.
O estudo revela ainda que cerca de dois terços dos usuários do microblog utilizam seu serviço de postagens através de telefones celulares. Esse estudo foi formulado a partir de entrevistas telefônicas realizadas com 1.753 norte-americanos e depois comparado com dados coletados nos últimos três anos.
No Brasil
A disputa entre os dois sites também acontece em território tupiniquim. Por aqui, eles ainda não chegam nem perto da audiência do Orkut, mas brigam ferozmente entre si, no que se trata de preferência dos usuários. Uma pesquisa recente da Serasa revelou que o Facebook cresceu 804% a partir de abril do ano passado, enquanto o Twitter subiu 768%.
No entanto, essa pesquisa ressaltou que “o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente”.
Na audiência dentre as redes sociais, porém, os dois não chegam nem perto da rede social do Google. O Orkut responde por 62,14% do número de usuários. O Facebook segue com 2,35% e o Twitter com apenas 1,91% do total.
Fonte: Gogojob com informações da AdNews
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5.03.2010
Internet novamente é destaque
Resultado divulgado pelo Projeto Inter-Meios revela que Internet cresceu 33,9% em janeiro e fevereiro
A internet faturou R$ 144,7 milhões no bimestre. Esse número foi divulgado pelo Projeto Inter-Meios relativo a janeiro e fevereiro. A verba publicitária investida em mídia chegou a R$ 3,245 bilhões, contra R$ 2,597 bilhões do mesmo período de 2009, aumento de 24,96% em comparação aos dois primeiros meses do ano passado. Assim ficou o crescimento: internet (33,9%), TV aberta (32,7%) e TV por assinatura (33%). A TV aberta teve R$ 2 bilhões de faturamento e a TV Paga registrou R$ 106,4 milhões.
Segundo os resultados divulgados, a internet conclui o primeiro bimestre do ano com participação de 4,46% do mercado publicitário brasileiro, à frente da TV por assinatura, com 3,28%. A TV aberta permanece na ponta, com 63,19% dos investimentos nacionais.
Os meios revista, rádio e mídia exterior também se saíram bem no período. As revistas faturaram R$ 197,3 milhões, valor 17,6% superior ao de janeiro e fevereiro de 2009. O rádio registrou incremento de 19%, atingindo R$ 149,8 milhões. E a mídia exterior ampliou seu faturamento em 22,1%, com R$ 119 milhões. Os jornais tiveram R$ 428 milhões faturado no bimestre e foi apenas 1,7% maior que o do ano passado. Já os meios cinema ficou com -8,9% e Guias e Listas teve -4,3%, com R$ 8,4 milhões e R$ 40,7 milhões, respectivamente.
Confira aqui o site do Projeto Inter-Meios com todas as informações
Fonte: Proxxima News
A internet faturou R$ 144,7 milhões no bimestre. Esse número foi divulgado pelo Projeto Inter-Meios relativo a janeiro e fevereiro. A verba publicitária investida em mídia chegou a R$ 3,245 bilhões, contra R$ 2,597 bilhões do mesmo período de 2009, aumento de 24,96% em comparação aos dois primeiros meses do ano passado. Assim ficou o crescimento: internet (33,9%), TV aberta (32,7%) e TV por assinatura (33%). A TV aberta teve R$ 2 bilhões de faturamento e a TV Paga registrou R$ 106,4 milhões.
Segundo os resultados divulgados, a internet conclui o primeiro bimestre do ano com participação de 4,46% do mercado publicitário brasileiro, à frente da TV por assinatura, com 3,28%. A TV aberta permanece na ponta, com 63,19% dos investimentos nacionais.
Os meios revista, rádio e mídia exterior também se saíram bem no período. As revistas faturaram R$ 197,3 milhões, valor 17,6% superior ao de janeiro e fevereiro de 2009. O rádio registrou incremento de 19%, atingindo R$ 149,8 milhões. E a mídia exterior ampliou seu faturamento em 22,1%, com R$ 119 milhões. Os jornais tiveram R$ 428 milhões faturado no bimestre e foi apenas 1,7% maior que o do ano passado. Já os meios cinema ficou com -8,9% e Guias e Listas teve -4,3%, com R$ 8,4 milhões e R$ 40,7 milhões, respectivamente.
Confira aqui o site do Projeto Inter-Meios com todas as informações
Fonte: Proxxima News
4.23.2010
28% das empresas fazem publicidade online
Associação Comercial de São Paulo realizou 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos
Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo mapeou a Internet e descobriu que 28% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micros e pequenas empresas, sendo realizadas 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo. As ações mais utilizadas foram links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.
Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, revela que o internauta recorre aos buscadores, principalmente o Google, para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. "Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página", ressalta.
Segundo a pesquisa, as peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas. "Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente", finaliza Sandra.
Fonte: Proxxima
Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo mapeou a Internet e descobriu que 28% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micros e pequenas empresas, sendo realizadas 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo. As ações mais utilizadas foram links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.
Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, revela que o internauta recorre aos buscadores, principalmente o Google, para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. "Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página", ressalta.
Segundo a pesquisa, as peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas. "Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente", finaliza Sandra.
Fonte: Proxxima
Web deve bater rádio em publicidade em 2010
Agências, anunciantes e veículos, mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil e concluiu que neste ano o mercado como um todo deverá crescer 11,8% por aqui. O destaque fica por conta da mídia online: o crescimento será de 29,2% e, segundo a Zenith, deve fazer com que o meio ultrapasse o rádio no bolo publicitário.
Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.
No ano passado, os dois meios praticamente empataram: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.
Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da internet pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.
Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.
O Brasil, junto com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.
A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.
Fonte: Redação AdNews
Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.
No ano passado, os dois meios praticamente empataram: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.
Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da internet pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.
Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.
O Brasil, junto com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.
A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.
Fonte: Redação AdNews
4.09.2010
Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo
Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.
A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.
Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.
No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.
Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.
A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.
Fonte: Gogojob com informações da Meio & Mensagem
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.
A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.
Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.
No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.
Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.
A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.
Fonte: Gogojob com informações da Meio & Mensagem
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Comportamento,
Internet,
Midia Digital,
Pesquisa,
Revista
3.26.2010
Internautas não lembram de propaganda online
Levantamento da Millward Brown Brasil reafirma a necessidade de relevância para marcas se relacionarem com consumidores.
Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.
Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.
O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.
Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.
Fonte: M&M Online
Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.
Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.
O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.
Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.
Fonte: M&M Online
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TV
3.16.2010
Twitter @anywhere
Com tantas empresas, jornais e personalidades usando o Twitter para divulgar conteúdo, imagine poder continuar ligado nas twittadas de seu site preferido sem ter que sair dele. Pois é. É isso que a @anywhere, nova plataforma anunciada durante a SXSW por Evan Williams, CEO do Twitter, promete.
A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado (como já é possível fazer aqui no blog do Link, por exemplo). Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.
A tecnologia aberta e a API (Application Programming Interface) do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.
Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.
A @anywhere é uma forma de atrair usuários para o microblog, mas o lançamento frustrou mais uma vez a expectativa de um anúncio sobre uma plataforma de propaganda ou qualquer outra forma de monetizar o Twitter (apesar das recentes parcerias com Google e Microsoft). A ideia é ótima, principalmente para nós e para os sites que não vão perder leitores que mudam de página e não voltam mais. Mas e o Twitter, ganha dinheiro como?
A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado (como já é possível fazer aqui no blog do Link, por exemplo). Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.
A tecnologia aberta e a API (Application Programming Interface) do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.
Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.
A @anywhere é uma forma de atrair usuários para o microblog, mas o lançamento frustrou mais uma vez a expectativa de um anúncio sobre uma plataforma de propaganda ou qualquer outra forma de monetizar o Twitter (apesar das recentes parcerias com Google e Microsoft). A ideia é ótima, principalmente para nós e para os sites que não vão perder leitores que mudam de página e não voltam mais. Mas e o Twitter, ganha dinheiro como?
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O que as empresas buscam nas Redes Sociais?
Estudos realizados pela empresa Deloitte com mais de 400 companhias apontam que elas estão buscando participar das comunidades virtuais, principalmente para realizar propaganda espontânea e fidelizar os seus clientes.
Quando o assunto se trata de obstáculos, as empresas acham que fazer com que as pessoas participem e atrair membros para as suas comunidades, estão entre as maiores barreiras encontradas atualmente para conseguir sucesso na mídias sociais
Principais objetivos corporativos do uso de redes sociais.
01. Gerar propaganda boca-a-boca – 38%
02. Aumentar a lealdade dos consumidores – 34%
03. Aumentar a presença do produto/marca – 30%
04. Trazer ideias externas para a empresa – 29%
05. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente – 23%
06. Aumentar as vendas – 22%
07. Melhorar a eficácia das relações públicas – 20%
08. Melhorar a relação com parceiros – 19%
09. Inovar os modelos de negócio – 17%
10. Reduzir gastos com suporte ao cliente – 16%
11. Reduzir gastos com aquisição de clientes – 15%
Os maiores obstáculos para o sucesso nas redes sociais.
01. Conseguir pessoas que participem – 30%
02. Atrair membros para a comunidade – 24%
03. Fazer com que as pessoas voltem – 21%
04. Encontrar tempo para gerenciar a comunidade – 19%
05. Encontrar pessoas para popularizar seu perfil – 14%
06. Conseguir verba para mais funções – 13%
07. Falta de experiência no gerenciamento de comunidades – 12%
08. Conseguir verba para facilitadores – 10%
Fonte: Argoblog que traduziu o texto original em inglês do Information Week.
Quando o assunto se trata de obstáculos, as empresas acham que fazer com que as pessoas participem e atrair membros para as suas comunidades, estão entre as maiores barreiras encontradas atualmente para conseguir sucesso na mídias sociais
Principais objetivos corporativos do uso de redes sociais.
01. Gerar propaganda boca-a-boca – 38%
02. Aumentar a lealdade dos consumidores – 34%
03. Aumentar a presença do produto/marca – 30%
04. Trazer ideias externas para a empresa – 29%
05. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente – 23%
06. Aumentar as vendas – 22%
07. Melhorar a eficácia das relações públicas – 20%
08. Melhorar a relação com parceiros – 19%
09. Inovar os modelos de negócio – 17%
10. Reduzir gastos com suporte ao cliente – 16%
11. Reduzir gastos com aquisição de clientes – 15%
Os maiores obstáculos para o sucesso nas redes sociais.
01. Conseguir pessoas que participem – 30%
02. Atrair membros para a comunidade – 24%
03. Fazer com que as pessoas voltem – 21%
04. Encontrar tempo para gerenciar a comunidade – 19%
05. Encontrar pessoas para popularizar seu perfil – 14%
06. Conseguir verba para mais funções – 13%
07. Falta de experiência no gerenciamento de comunidades – 12%
08. Conseguir verba para facilitadores – 10%
Fonte: Argoblog que traduziu o texto original em inglês do Information Week.
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A metodologia 8 Ps do Marketing Digital
O método de trabalho da Publiweb se apóia em 8 passos bem definidos chamados os “8 Ps do Marketing Digital”. O método foi criado pelo próprio diretor da Publiweb, Conrado Adolpho, e tem sido comprovado pelo mercado dia a dia pelos resultados de nossos clientes.
O método 8 Ps contempla uma série de passos que as empresas devem seguir para que tenham sucesso em sua estratégia de marketing digital e para que saibam o que devem fazer a cada etapa. O modelo 8 Ps baseia-se em explorar de forma sinérgica as melhores ferramentas que a internet oferece hoje para o mercado com o objetivo de estruturar sistematicamente o que atualmente é feito de forma empírica e amadora pela maior parte das empresas.
Nossa metodologia é um processo cíclico que se renova a cada período fazendo com que a empresa tenha um resultado cada vez melhor a cada dia.
Conheça a metodologia dos 8 Ps e entenda porque a Publiweb é a empresa ideal para ser sua parceira em estratégias de marketing digital.
1ºP – PESQUISA
Nesse primeiro passo a Publiweb pesquisa os hábitos de busca no Google, que revelam intenções de compra e necessidades do mercado, e, a partir daí, traça-se um perfil bem mais preciso do público-alvo.
A Publiweb também pesquisa o público-alvo em blog, fóruns e redes sociais para entender suas necessidades e desejos, desse modo, aliando as duas informações, traçamos um perfil mais preciso do consumidor para passarmos para a próxima etapa.
2ºP: PROJETO
A partir do momento que a Publiweb tem as informações sobre os hábitos de busca do público-alvo, foram criadas as condições para que seja desenvolvido um projeto de marketing digital para a empresa.
Tal projeto contempla os aspectos a serem desenvolvidos no site, a estratégia de marketing digital a ser implementada, as palavras-chave a serem otimizadas para o Google e outros aspectos fundamentais para o sucesso do negócio.
3ºP: PRODUÇÃO
Após o desenvolvimento e aprovação do projeto do segundo P, a Publiweb passa para a fase de programação. Nessa etapa transformamos o que antes era uma idéia, em algo tangível.
A Publiweb conta com uma competente equipe de programadores, jornalistas, arquitetos de informação para entregar o projeto com critérios rígidos e custo, qualidade e prazo.
4ºP: PUBLICAÇÃO
Após o site estar com toda a sua estrutura pronta, a Publiweb aloca uma equipe de jornalistas para escrever o conteúdo do site segundo critérios de otimização para o Google e segundo técnicas persuasivas para o consumidor.
Essa etapa é dividida em duas partes: publicação de conteúdo para o site e publicação de conteúdo em outros sites (como YouTube, SlideShare e outros). A Internet sem conteúdo não é nada e é justamente tal estratégia que gera uma imagem de credibilidade muito melhor para a empresa.
5ºP: PROMOÇÃO
Dependendo dos objetivos de marketing da empresa, a etapa da promoção é muito importante para gerar “buzz” no mercado. São essas ações que geram resultados de venda a curto prazo.
A Publiweb confecciona a estratégia e o desenvolvimento de Hotsites promocionais, campanhas em links patrocinados, campanhas de e-mail marketing e outras ações ativas por parte da empresa são necessárias para que aumentar os resultados
6ºP: PROPAGAÇÃO
Uma vez que a empresa tem conteúdo relevante para o consumidor, que foi gerado no quarto P, e ações promocionais, desenvolvidas no quinto P, é importante propagar tais atividades em redes sociais, fóruns, blog e afins.
A Publiweb mantém uma equipe de profissionais responsáveis por divulgação da marca da empresa em ferramentas de web 2.0 para, com isso, transformar o consumidor em veículo e gerar credibilidade.
7ºP: PERSONALIZAÇÃO
A Publiweb tem a consciência de que a empresa deve, não somente atrair continuamente novos clientes, mas vender cada vez mais para clientes antigos, através do marketing de relacionamento.
Desenvolvemos para a empresa estratégias de marketing de relacionamento via web fidelizando e vendendo mais produtos e serviços para clientes que já conhecem a empresa.
8ºP: PRECISÃO
A maior vantagem da internet é a capacidade de mensuração de resultados de toda e qualquer ação realizada. A Publiweb tem profissionais especializados em métricas para que mostre ao cliente o retorno alcançado e direcionar as próximas ações.
A partir do momento que a Publiweb mede tais resultados, conhece-se melhor o público-alvo e volta-se para o primeiro passo melhorando a cada ciclo as ações dos outros Ps.
Fonte: Publiweb
O método 8 Ps contempla uma série de passos que as empresas devem seguir para que tenham sucesso em sua estratégia de marketing digital e para que saibam o que devem fazer a cada etapa. O modelo 8 Ps baseia-se em explorar de forma sinérgica as melhores ferramentas que a internet oferece hoje para o mercado com o objetivo de estruturar sistematicamente o que atualmente é feito de forma empírica e amadora pela maior parte das empresas.
Nossa metodologia é um processo cíclico que se renova a cada período fazendo com que a empresa tenha um resultado cada vez melhor a cada dia.
Conheça a metodologia dos 8 Ps e entenda porque a Publiweb é a empresa ideal para ser sua parceira em estratégias de marketing digital.
1ºP – PESQUISA
Nesse primeiro passo a Publiweb pesquisa os hábitos de busca no Google, que revelam intenções de compra e necessidades do mercado, e, a partir daí, traça-se um perfil bem mais preciso do público-alvo.
A Publiweb também pesquisa o público-alvo em blog, fóruns e redes sociais para entender suas necessidades e desejos, desse modo, aliando as duas informações, traçamos um perfil mais preciso do consumidor para passarmos para a próxima etapa.
2ºP: PROJETO
A partir do momento que a Publiweb tem as informações sobre os hábitos de busca do público-alvo, foram criadas as condições para que seja desenvolvido um projeto de marketing digital para a empresa.
Tal projeto contempla os aspectos a serem desenvolvidos no site, a estratégia de marketing digital a ser implementada, as palavras-chave a serem otimizadas para o Google e outros aspectos fundamentais para o sucesso do negócio.
3ºP: PRODUÇÃO
Após o desenvolvimento e aprovação do projeto do segundo P, a Publiweb passa para a fase de programação. Nessa etapa transformamos o que antes era uma idéia, em algo tangível.
A Publiweb conta com uma competente equipe de programadores, jornalistas, arquitetos de informação para entregar o projeto com critérios rígidos e custo, qualidade e prazo.
4ºP: PUBLICAÇÃO
Após o site estar com toda a sua estrutura pronta, a Publiweb aloca uma equipe de jornalistas para escrever o conteúdo do site segundo critérios de otimização para o Google e segundo técnicas persuasivas para o consumidor.
Essa etapa é dividida em duas partes: publicação de conteúdo para o site e publicação de conteúdo em outros sites (como YouTube, SlideShare e outros). A Internet sem conteúdo não é nada e é justamente tal estratégia que gera uma imagem de credibilidade muito melhor para a empresa.
5ºP: PROMOÇÃO
Dependendo dos objetivos de marketing da empresa, a etapa da promoção é muito importante para gerar “buzz” no mercado. São essas ações que geram resultados de venda a curto prazo.
A Publiweb confecciona a estratégia e o desenvolvimento de Hotsites promocionais, campanhas em links patrocinados, campanhas de e-mail marketing e outras ações ativas por parte da empresa são necessárias para que aumentar os resultados
6ºP: PROPAGAÇÃO
Uma vez que a empresa tem conteúdo relevante para o consumidor, que foi gerado no quarto P, e ações promocionais, desenvolvidas no quinto P, é importante propagar tais atividades em redes sociais, fóruns, blog e afins.
A Publiweb mantém uma equipe de profissionais responsáveis por divulgação da marca da empresa em ferramentas de web 2.0 para, com isso, transformar o consumidor em veículo e gerar credibilidade.
7ºP: PERSONALIZAÇÃO
A Publiweb tem a consciência de que a empresa deve, não somente atrair continuamente novos clientes, mas vender cada vez mais para clientes antigos, através do marketing de relacionamento.
Desenvolvemos para a empresa estratégias de marketing de relacionamento via web fidelizando e vendendo mais produtos e serviços para clientes que já conhecem a empresa.
8ºP: PRECISÃO
A maior vantagem da internet é a capacidade de mensuração de resultados de toda e qualquer ação realizada. A Publiweb tem profissionais especializados em métricas para que mostre ao cliente o retorno alcançado e direcionar as próximas ações.
A partir do momento que a Publiweb mede tais resultados, conhece-se melhor o público-alvo e volta-se para o primeiro passo melhorando a cada ciclo as ações dos outros Ps.
Fonte: Publiweb
Marcadores:
8Ps,
Comportamento,
Concurso,
Internet,
Marketing,
Midia Digital,
Pesquisa,
Publicações
3.15.2010
Internet é principal fonte para decisão de compra da mulher brasileira
Público feminino já passa mais tempo no PC do que na TV e usa web para pesquisar características de produtos e preços, informa pesquisa.
A internet já é a principal mídia usada pelo público feminino no Brasil, ultrapassando a TV, de acordo com estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 6 mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.
Em janeiro, as mulheres representaram 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira – aumento de um ponto percentual em relação a dezembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online. Elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV.
Entre as categorias mais navegadas pelo público feminino, estão sites de livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos, informa o analista do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
Para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, destaca a pesquisa da Sophia Mind. Das entrevistadas, 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.
A web também é usada para pesquisas de preços – 70% das mulheres procuram em sites de busca de preço as melhores oportunidades para economizar na hora de adquirir produtos.
Mídias sociais
As redes sociais são usadas por 60% das mulheres para comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas. A opinião de outras mulheres sobre determinado produto é fundamental para elas – mais da metade já comprou algo por indicação em rede social.
A compra pela internet é uma prática cada vez mais comum entre o público feminino. Mais da metade das entrevistadas afirmaram ter feitos compras pela web, sendo os principais produtos livros e revistas (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%).
Publicidade na web parece não incomodar as mulheres. Das entrevistadas, 97% não se importam de receber banners ou e-mail marketing com produtos de interesse, promoções ou cupons de desconto.
Uso pessoal
As mulheres também usam a internet para ganhar mais tempo para si mesma e para a família. Enquanto observam seus filhos brincando, por exemplo, pelo laptop, lêem conteúdos de interesse (80%), notícias (78%) ou algum tipo de diversão (68%).
Já as redes sociais são uma boa maneira de manter contato com familiares e amigos (97%). Muitas internautas também acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos (75% das mães usam as redes para mostrarem fotos dos filhos a parentes).
Entre as redes sociais, o Orkut é a mais popular, sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de visitação.
Fonte: IDG Now
A internet já é a principal mídia usada pelo público feminino no Brasil, ultrapassando a TV, de acordo com estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 6 mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.
Em janeiro, as mulheres representaram 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira – aumento de um ponto percentual em relação a dezembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online. Elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV.
Entre as categorias mais navegadas pelo público feminino, estão sites de livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos, informa o analista do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
Para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, destaca a pesquisa da Sophia Mind. Das entrevistadas, 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.
A web também é usada para pesquisas de preços – 70% das mulheres procuram em sites de busca de preço as melhores oportunidades para economizar na hora de adquirir produtos.
Mídias sociais
As redes sociais são usadas por 60% das mulheres para comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas. A opinião de outras mulheres sobre determinado produto é fundamental para elas – mais da metade já comprou algo por indicação em rede social.
A compra pela internet é uma prática cada vez mais comum entre o público feminino. Mais da metade das entrevistadas afirmaram ter feitos compras pela web, sendo os principais produtos livros e revistas (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%).
Publicidade na web parece não incomodar as mulheres. Das entrevistadas, 97% não se importam de receber banners ou e-mail marketing com produtos de interesse, promoções ou cupons de desconto.
Uso pessoal
As mulheres também usam a internet para ganhar mais tempo para si mesma e para a família. Enquanto observam seus filhos brincando, por exemplo, pelo laptop, lêem conteúdos de interesse (80%), notícias (78%) ou algum tipo de diversão (68%).
Já as redes sociais são uma boa maneira de manter contato com familiares e amigos (97%). Muitas internautas também acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos (75% das mães usam as redes para mostrarem fotos dos filhos a parentes).
Entre as redes sociais, o Orkut é a mais popular, sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de visitação.
Fonte: IDG Now
Marcadores:
Comportamento,
Internet,
Midia Digital,
Mulher,
Redes Sociais
3.12.2010
Que tipo de tuiteiro você é?
A maioria dos que usam o Twitter pode ser classificada em 10 categorias.
Descubra seu perfil. =]
A diversidade de tuiteiros no Twitter é justamente o que torna este microblog tão atraente e viciante. Sempre haverá alguém, em algum lugar, com uma mensagem de 140 caracteres que valha a pena ser lida.
Ocorre que, bem ou mal, a maioria de nós pode ser classificada em uma categoria de tuiteiro. Por pura diversão, o IDG Now! tentou criar categorias para os diferentes tipos de usuário: aqueles a quem amamos, aqueles que odiamos, e aqueles a quem amamos odiar. (Sim, eles existem: afinal, você sempre pode parar de seguir alguém, se não gostar de seus tweets.)
Confira a lista e veja se você se enquadra em algum deles.
1::O político
Definição: Você só queria descobrir sobre o que aquela pessoa pensa sobre, digamos, estratégias de marketing ou pacotes de CRM. Aí, a próxima coisa que você recebe em seu Tweetdeck é uma versão mal acabada de Paulo Francis ou Arnaldo Jabor.
Buzzwords: Lula, Serra, Dilma, FHC, Sarney, Collor, Aécio, Ciro
Tweet típico: "Queria o Lula de novo" ou "Isso nunca aconteceria no governo do FHC"
2::O frasista
Definição: Seja ele um "empreendedor sério" ou um apenas um executivo bonachão, este autoproclamado titã nunca leu uma frase ligada a negócios que não pudesse ser tuitada para todo o mundo ler.
Buzzwords: Jack Welch, Constantino Junior, Six Sigma, Steve Jobs, Abílio Diniz, Peter Drucker
Tweet típico: “As oportunidades de negócio são como ônibus, sempre há outra a caminho.” – Richard Branson
3::O egoísta
Definição: Todo tuiteiro a-do-ra quando alguém retuíta (RT) suas mensagens. Mas o RT de RTs vai mais longe: ele gosta é de retuitar as mensagens das pessoas que retuítam seus tweets (pegou?).
Buzzwords: Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu
Tweet típico: RT @zezinho: RT @eueueueu Novo post no blog: “10 blogues fundamentais” incluindo o meu, é claro : ) RT e leia meu blog.
4::O DJ
Definição: Já não era legal quando, antes de o Twitter existir, esse cara enchia os ouvidos do primeiro que surgisse na sua frente com seu conhecimento superior de música e da grandiosidade de artistas que ninguém conhece. Isso ficou muito, mas muito pior com o Twitter.
Buzzwords: Móveis Coloniais de Acaju, LP, Kate Bush, Rufus Wainright, vinil, Elliott Smith
Tweet típico: “Olhe só essa faixa esquecida dos Pixies” ou “Não perca o show do Arcade Fire no Orpheum. Eu estarei lá”
5::O carente
Definição: Este tuiteiro que dispara mensagens em série precisa avisar para todo o mundo que esteve ausente por 15 minutos, e que agora voltou à sua mesa. Se ele estiver longe por, digamos, um dia, vários tweets nos lembrarão da sua ausência. Ótimo. Nós realmente sentimos sua falta.
Buzzwords: almoço, no portão, estacionamento, caminhando, na academia, sala VIP, caféééé
Tweet típico: “Hora de parar, carrinho. Preciso achar uma padaria.”
6::A máquina de tweets
Definição: Para esta pessoa, nunca existiu um pensamento aleatório que não merecesse ser tuitado para a multidão que o segue. Seu lema: “Vale tudo!”
Buzzwords: secador de cabelo, TV, mãe, pão, chefe, unhas, “Lost”
Tweet típico: “Meu cachorro é tãããão lindo!” ou “Qual será a data de vencimento do iogurte que comprei ontem?”
7::O sem-noção
Definição: Você pensou ter descoberto algo interessante nas mensagens daquele novo tuiteiro. Aí decidiu seguir esta pessoa.... E então teve um lampejo: “Meu Deus, o que foi que eu fiz!!”
Buzzwords: aborto, casamento gay, genocídio, pornô, racismo, terrorismo
Tweet típico: Bloqueie este tuiteiro antes que ele escreva algo ainda mais assustador!
8::O fã
Definição: Ela quer fervorosamente ser mencionada ou retuitada por @huckluciano (Luciano Huck, com 1,7 milhão de seguidores) ou @ivetesangalo (Ivete Sangalo, com 670 mil).
Buzzwords: maravilhoso, Lindsey, divertido, bonitão, legal, fantástico, Paris e Britney
Tweet típico: “@huckluciano @ivetesangalo e @claudialeitte estão tuitando neste instante. Legal! @britneyspears: AMEI seu novo visual!”
9::A tímida
Definição: Ela simplesmente levou quatro meses para entrar no Twitter, e suas ruminações com argumentos contra e a favor ocuparam uma dúzia de páginas. (Os a favor superaram por pouco os contra.) Calma, escolher uma imagem ainda vai levar algum tempo. Total de tweets em um ano: 7.
Buzzwords: novela, Jonas Brothers e RT (porque geralmente ela fica muito assustada para tuitar algo original)
Tweet típico: “Algum estudante da faculdade Tal vai assistir ao jogo hoje à noite?”
10::O networker
Definição: Ele ou ela leu todos os guias de mídia social conhecidos pelo homem, numa busca para se tornar “altamente influente” e conquistar o emprego da década.
Buzzwords: Web 2.0, ROI, tweeps, apresentação, conectar, master closer
Tweet típico: “@bigman demais te conhecer e @salesjedi boa noite. Vamos conversar sobre os resultados do monster para sua empresa tomando cerveja hoje à noite”
Fonte: IDG Now!
Descubra seu perfil. =]
A diversidade de tuiteiros no Twitter é justamente o que torna este microblog tão atraente e viciante. Sempre haverá alguém, em algum lugar, com uma mensagem de 140 caracteres que valha a pena ser lida.
Ocorre que, bem ou mal, a maioria de nós pode ser classificada em uma categoria de tuiteiro. Por pura diversão, o IDG Now! tentou criar categorias para os diferentes tipos de usuário: aqueles a quem amamos, aqueles que odiamos, e aqueles a quem amamos odiar. (Sim, eles existem: afinal, você sempre pode parar de seguir alguém, se não gostar de seus tweets.)
Confira a lista e veja se você se enquadra em algum deles.
1::O político
Definição: Você só queria descobrir sobre o que aquela pessoa pensa sobre, digamos, estratégias de marketing ou pacotes de CRM. Aí, a próxima coisa que você recebe em seu Tweetdeck é uma versão mal acabada de Paulo Francis ou Arnaldo Jabor.
Buzzwords: Lula, Serra, Dilma, FHC, Sarney, Collor, Aécio, Ciro
Tweet típico: "Queria o Lula de novo" ou "Isso nunca aconteceria no governo do FHC"
2::O frasista
Definição: Seja ele um "empreendedor sério" ou um apenas um executivo bonachão, este autoproclamado titã nunca leu uma frase ligada a negócios que não pudesse ser tuitada para todo o mundo ler.
Buzzwords: Jack Welch, Constantino Junior, Six Sigma, Steve Jobs, Abílio Diniz, Peter Drucker
Tweet típico: “As oportunidades de negócio são como ônibus, sempre há outra a caminho.” – Richard Branson
3::O egoísta
Definição: Todo tuiteiro a-do-ra quando alguém retuíta (RT) suas mensagens. Mas o RT de RTs vai mais longe: ele gosta é de retuitar as mensagens das pessoas que retuítam seus tweets (pegou?).
Buzzwords: Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu
Tweet típico: RT @zezinho: RT @eueueueu Novo post no blog: “10 blogues fundamentais” incluindo o meu, é claro : ) RT e leia meu blog.
4::O DJ
Definição: Já não era legal quando, antes de o Twitter existir, esse cara enchia os ouvidos do primeiro que surgisse na sua frente com seu conhecimento superior de música e da grandiosidade de artistas que ninguém conhece. Isso ficou muito, mas muito pior com o Twitter.
Buzzwords: Móveis Coloniais de Acaju, LP, Kate Bush, Rufus Wainright, vinil, Elliott Smith
Tweet típico: “Olhe só essa faixa esquecida dos Pixies” ou “Não perca o show do Arcade Fire no Orpheum. Eu estarei lá”
5::O carente
Definição: Este tuiteiro que dispara mensagens em série precisa avisar para todo o mundo que esteve ausente por 15 minutos, e que agora voltou à sua mesa. Se ele estiver longe por, digamos, um dia, vários tweets nos lembrarão da sua ausência. Ótimo. Nós realmente sentimos sua falta.
Buzzwords: almoço, no portão, estacionamento, caminhando, na academia, sala VIP, caféééé
Tweet típico: “Hora de parar, carrinho. Preciso achar uma padaria.”
6::A máquina de tweets
Definição: Para esta pessoa, nunca existiu um pensamento aleatório que não merecesse ser tuitado para a multidão que o segue. Seu lema: “Vale tudo!”
Buzzwords: secador de cabelo, TV, mãe, pão, chefe, unhas, “Lost”
Tweet típico: “Meu cachorro é tãããão lindo!” ou “Qual será a data de vencimento do iogurte que comprei ontem?”
7::O sem-noção
Definição: Você pensou ter descoberto algo interessante nas mensagens daquele novo tuiteiro. Aí decidiu seguir esta pessoa.... E então teve um lampejo: “Meu Deus, o que foi que eu fiz!!”
Buzzwords: aborto, casamento gay, genocídio, pornô, racismo, terrorismo
Tweet típico: Bloqueie este tuiteiro antes que ele escreva algo ainda mais assustador!
8::O fã
Definição: Ela quer fervorosamente ser mencionada ou retuitada por @huckluciano (Luciano Huck, com 1,7 milhão de seguidores) ou @ivetesangalo (Ivete Sangalo, com 670 mil).
Buzzwords: maravilhoso, Lindsey, divertido, bonitão, legal, fantástico, Paris e Britney
Tweet típico: “@huckluciano @ivetesangalo e @claudialeitte estão tuitando neste instante. Legal! @britneyspears: AMEI seu novo visual!”
9::A tímida
Definição: Ela simplesmente levou quatro meses para entrar no Twitter, e suas ruminações com argumentos contra e a favor ocuparam uma dúzia de páginas. (Os a favor superaram por pouco os contra.) Calma, escolher uma imagem ainda vai levar algum tempo. Total de tweets em um ano: 7.
Buzzwords: novela, Jonas Brothers e RT (porque geralmente ela fica muito assustada para tuitar algo original)
Tweet típico: “Algum estudante da faculdade Tal vai assistir ao jogo hoje à noite?”
10::O networker
Definição: Ele ou ela leu todos os guias de mídia social conhecidos pelo homem, numa busca para se tornar “altamente influente” e conquistar o emprego da década.
Buzzwords: Web 2.0, ROI, tweeps, apresentação, conectar, master closer
Tweet típico: “@bigman demais te conhecer e @salesjedi boa noite. Vamos conversar sobre os resultados do monster para sua empresa tomando cerveja hoje à noite”
Fonte: IDG Now!
Marcadores:
Consumo,
Internet,
Midia Digital,
Redes Sociais,
Twitter
"Não subestimem as redes sociais"
Muitas companhias já estão usando as mídias sociais para se relacionar com os consumidores. Mas nem todas da forma correta. Mais um motivo para ouvir o que Charlene Li, uma das maiores especialistas nesta perigosa relação com a internet, tem a dizer.
Em 2009, ela foi apontada pela revista norte-americana Fast Company como uma das mulheres mais influentes na área de tecnologia. É coautora do livro Groundswell: Fenômenos sociais nos negócios, um manual repleto de dicas, exemplos e estatísticas para o bom uso das mídias sociais nos negócios. Ela, que é fundadora do Altimeter Group, especializada em estratégias online, vem ao Brasil falar para mais de 500 executivos em seminário da HSM no final de março. Em entrevista exclusiva à DINHEIRO, Charlene explica por que os empresários não devem subestimar as redes sociais.
DINHEIRO – O que a sra. quer dizer com a expressão “groundswell” (ground-swell, em inglês, quer dizer algo como “forte e profunda ondulação no oceano” ou “repentina acumulação de forças”)?
CHARLENE Li – O groundswell é um movimento espontâneo de pessoas que conseguem o que precisam umas das outras graças às novas tecnologias, como as redes sociais, em vez de irem atrás de empresas, instituições ou governos. Quando nos juntamos online, uma grande força, que é muito difícil de ser parada, se forma. Não víamos isso no passado.
DINHEIRO – Mas por que as empresas devem prestar atenção ao "groundswell"?
CHARLENE – Não se trata apenas da multidão envolvida, mas da possibilidade realmente assustadora de que algum concorrente entenda este fenômeno primeiro e se aproveite dele de uma forma melhor e mais rápida. Mas esta não é a única ameaça. Outra tendência é de que pessoas conectadas e trabalhando de forma colaborativa já podem hoje concorrer com as empresas. E haverá cada vez mais produtos criados dessa maneira que competem com os produzidos pelas grandes empresas. Tudo isso pode ser uma ameaça ou uma oportunidade para as corporações. E para isso ser uma oportunidade é preciso compreendê-la.
DINHEIRO – Qual a importância das redes sociais para os negócios?
CHARLENE – Essencial. E há muitas maneiras de usá-las a favor dos negócios, como divulgação e para estreitar relacionamentos. O que está acontecendo afeta, sobretudo, a maneira como as pessoas conversam umas com as outras. Elas compartilham suas opiniões sobre produtos e marcas. Mesmo os funcionários podem estar falando de suas empresas. Há muitas formas diferentes de redes sociais. Mas seja você uma pequena empresa, seja uma grande companhia, precisa aprender a lidar com as mídias sociais.
DINHEIRO – O que vem primeiro: as pessoas ou a tecnologia?
CHARLENE – As pessoas, sem dúvida. A tecnologia só tem sentido se ela servir para que nos conectemos. Seja lá o que você ou sua empresa queiram, a tecnologia pode ajudar a conseguir. No livro, proponho um método de quatro etapas para desenvolver estratégias online, que chamamos de Post (acrônimo em inglês de pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia). Primeiro, descubra como as pessoas com as quais quer se comunicar usam a tecnologia. Depois, estabeleça os objetivos, como impulsionar o marketing online. A terceira etapa é identificar de que maneira você quer mudar as relações com os clientes. Quer que eles estejam mais comprometidos com a empresa ou prefere que difundam mensagens entre seus conhecidos? Responder a essa pergunta ajuda a planejar a estratégia e medir seus avanços. Por último, vem a tecnologia. Por exemplo: a equipe de marketing da P&G criou uma comunidade no site beinggirl.com, depois de avaliar que meninas entre 12 e 15 anos visitam redes sociais. Assim, conseguiu atingir um público difícil de ser envolvido pelas campanhas tradicionais.
DINHEIRO – Toda empresa precisa ter um blog ou uma conta no Twitter?
CHARLENE – Absolutamente não. Muitas companhias não necessitam ter um blog ou estar em uma rede social. O segredo está em identificar a ferramenta correta, o que vai depender do público com quem você quer falar e do claro entendimento dos objetivos dessa relação. Mas todas as empresas precisam, ao menos, estar atentas ao que as pessoas estão fazendo e dizendo em seus blogs ou perfis do Twitter. Mudar o seu posicionamento e a sua relação pode ser algo muito difícil. Por isso, comece com um plano modesto, mas com potencial de crescimento.
DINHEIRO – Qual o canal mais eficiente para se desenvolver uma marca?
CHARLENE – Entendo que não se trata de um único canal. Alguém pode dizer: “Tenha um blog, essa é a solução. Afinal, todo mundo tem um blog.” Isso não é uma verdade absoluta. O seu caminho talvez passe por um blog, mas talvez passe por uma rede social, se uma boa quantidade de consumidores a estiver usando. No final, tudo depende da relação que as pessoas querem estabelecer. Então, se você está falando em desenvolver a sua marca não há um único caminho. A melhor forma de olhar para isto é pensar em quem quero atingir: são os meus clientes, meus funcionários, meus parceiros ou todos os três?
DINHEIRO – Mas como os executivos que desejam estabelecer um canal de comunicação com os seus clientes e consumidores devem agir?
CHARLENE – Neste caso, a primeira questão a ser respondida é: por que um executivo quer estabelecer um relacionamento com o público? Qual o tipo de relação que ele deseja criar? Clientes, consumidores e a audiência em geral precisam e querem entender qual o motivo para a sua presença online. É por que você quer me vender alguma coisa? Ou então por que você quer saber a nossa opinião sobre algo? Entendo que um objetivo claro é o primeiro passo para um bom canal de comunicação.
DINHEIRO – A sra. pode contar um exemplo de uma grande companhia que soube responder de forma efetiva a uma grave crise online?
CHARLENE – Sim, há muitos exemplos no livro, mas destaco um episódio envolvendo a Johnson & Johnson, que não está lá. Ela criou uma campanha voltada para as mães para divulgar uma linha de remédios para dores musculares. De repente, quase dois meses depois, um monte de gente em blogs e no Twitter começou a protestar. A campanha foi acusada de usar um tom impróprio para divulgar o remédio para mães que carregam seus bebês em suportes junto ao corpo. A peça trazia uma série de frases que tentavam se conectar com as mães ressaltando as dores causadas pelo ato de se carregar uma criança e mostrava o remédio como solução para elas. Alguns críticos notaram que a peça tratava os bebês como acessórios. “Vestir seu bebê parece estar na moda” era a frase que abria um dos vídeos. Em 48 horas, a Johnson & Johnson tirou a campanha do ar e a vice-presidente de marketing da companhia começou a se desculpar com blogueiros pessoalmente. A Johnson & Johnson foi hábil em lidar com essa crise e falar com a imprensa, criando inclusive o seu próprio blog para tratar do assunto. Paralelamente, a empresa encontrou mães que haviam usado o produto e estavam dispostas a dar os seus testemunhos sobre os efeitos positivos do tratamento. Logo, a empresa colocou alguns vídeos no YouTube com depoimentos dessas mães. Essa virada, é claro, só foi possível porque ela já tinha construído previamente sua credibilidade junto ao público. O melhor dos mundos, no entanto, é quando você consegue criar uma relação tão forte com uma parcela do público que ela mesma defenda você.
DINHEIRO – Qual a importância de ouvir nas redes sociais?
CHARLENE – Total. Só assim você pode se antecipar ou ao menos ter conhecimento de uma crise que pode estar se formando. Empresas como a HP e Dell não costumam esperar que o consumidor ligue para a empresa para reclamar de alguma coisa. Ao primeiro sinal, elas costumam entrar em contato com os clientes insatisfeitos em seus blogs ou no Twitter e perguntam: “O que está acontecendo? Como posso lhe ajudá-lo?” Isso é algo que você não poderia fazer no passado. E essa é a forma mais proativa que uma empresa que presta um serviço pode agir. Além disso, a relação que se estabelece entre cliente e empresa é outra.
DINHEIRO – Nos últimos anos vimos a ascensão da web 2.0 e das redes sociais. O que a sra. espera para os próximos anos?
CHARLENE – A internet vai se tornar cada vez mais móvel e interligada, quase tudo que você precisa fazer conseguirá pelo telefone. Dessa forma, poderemos estar conectados a qualquer hora e em qualquer lugar. E as redes sociais vão estar em toda parte. Elas vão se tornar como ar. Estaremos sempre conectados, mas precisamos manter um equilíbrio, não devemos nos tornar escravos da tecnologia. E é assim que lido com ela.
DINHEIRO – Qual a sua principal mensagem para os executivos brasileiros?
CHARLENE – Não subestimem as redes sociais. As comunidades online que você usa na sua vida pessoal, como passatempo, podem e devem ser usadas no seu trabalho, para que a empresa em que você trabalha possa atingir seus objetivos. As companhias que conseguem fazer isso bem estabelecem uma relação de confiança com o público, mas o controle é relativo. A principal razão para muitas empresas não participarem dessa revolução é que elas temem não estar no controle do que as pessoas vão dizer. E o meu ponto é que tudo isso não vai embora de uma hora para outra. Então é preciso aprender a lidar com isso e, se possível, tirar proveito desse movimento.
fonte: ISTOÉ Dinheiro
Em 2009, ela foi apontada pela revista norte-americana Fast Company como uma das mulheres mais influentes na área de tecnologia. É coautora do livro Groundswell: Fenômenos sociais nos negócios, um manual repleto de dicas, exemplos e estatísticas para o bom uso das mídias sociais nos negócios. Ela, que é fundadora do Altimeter Group, especializada em estratégias online, vem ao Brasil falar para mais de 500 executivos em seminário da HSM no final de março. Em entrevista exclusiva à DINHEIRO, Charlene explica por que os empresários não devem subestimar as redes sociais.
DINHEIRO – O que a sra. quer dizer com a expressão “groundswell” (ground-swell, em inglês, quer dizer algo como “forte e profunda ondulação no oceano” ou “repentina acumulação de forças”)?
CHARLENE Li – O groundswell é um movimento espontâneo de pessoas que conseguem o que precisam umas das outras graças às novas tecnologias, como as redes sociais, em vez de irem atrás de empresas, instituições ou governos. Quando nos juntamos online, uma grande força, que é muito difícil de ser parada, se forma. Não víamos isso no passado.
DINHEIRO – Mas por que as empresas devem prestar atenção ao "groundswell"?
CHARLENE – Não se trata apenas da multidão envolvida, mas da possibilidade realmente assustadora de que algum concorrente entenda este fenômeno primeiro e se aproveite dele de uma forma melhor e mais rápida. Mas esta não é a única ameaça. Outra tendência é de que pessoas conectadas e trabalhando de forma colaborativa já podem hoje concorrer com as empresas. E haverá cada vez mais produtos criados dessa maneira que competem com os produzidos pelas grandes empresas. Tudo isso pode ser uma ameaça ou uma oportunidade para as corporações. E para isso ser uma oportunidade é preciso compreendê-la.
DINHEIRO – Qual a importância das redes sociais para os negócios?
CHARLENE – Essencial. E há muitas maneiras de usá-las a favor dos negócios, como divulgação e para estreitar relacionamentos. O que está acontecendo afeta, sobretudo, a maneira como as pessoas conversam umas com as outras. Elas compartilham suas opiniões sobre produtos e marcas. Mesmo os funcionários podem estar falando de suas empresas. Há muitas formas diferentes de redes sociais. Mas seja você uma pequena empresa, seja uma grande companhia, precisa aprender a lidar com as mídias sociais.
DINHEIRO – O que vem primeiro: as pessoas ou a tecnologia?
CHARLENE – As pessoas, sem dúvida. A tecnologia só tem sentido se ela servir para que nos conectemos. Seja lá o que você ou sua empresa queiram, a tecnologia pode ajudar a conseguir. No livro, proponho um método de quatro etapas para desenvolver estratégias online, que chamamos de Post (acrônimo em inglês de pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia). Primeiro, descubra como as pessoas com as quais quer se comunicar usam a tecnologia. Depois, estabeleça os objetivos, como impulsionar o marketing online. A terceira etapa é identificar de que maneira você quer mudar as relações com os clientes. Quer que eles estejam mais comprometidos com a empresa ou prefere que difundam mensagens entre seus conhecidos? Responder a essa pergunta ajuda a planejar a estratégia e medir seus avanços. Por último, vem a tecnologia. Por exemplo: a equipe de marketing da P&G criou uma comunidade no site beinggirl.com, depois de avaliar que meninas entre 12 e 15 anos visitam redes sociais. Assim, conseguiu atingir um público difícil de ser envolvido pelas campanhas tradicionais.
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“A internet vai se tornar mais móvel. Quase tudo o que você precisa fazer conseguirá pelo celular”
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“A internet vai se tornar mais móvel. Quase tudo o que você precisa fazer conseguirá pelo celular”
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DINHEIRO – Toda empresa precisa ter um blog ou uma conta no Twitter?
CHARLENE – Absolutamente não. Muitas companhias não necessitam ter um blog ou estar em uma rede social. O segredo está em identificar a ferramenta correta, o que vai depender do público com quem você quer falar e do claro entendimento dos objetivos dessa relação. Mas todas as empresas precisam, ao menos, estar atentas ao que as pessoas estão fazendo e dizendo em seus blogs ou perfis do Twitter. Mudar o seu posicionamento e a sua relação pode ser algo muito difícil. Por isso, comece com um plano modesto, mas com potencial de crescimento.
DINHEIRO – Qual o canal mais eficiente para se desenvolver uma marca?
CHARLENE – Entendo que não se trata de um único canal. Alguém pode dizer: “Tenha um blog, essa é a solução. Afinal, todo mundo tem um blog.” Isso não é uma verdade absoluta. O seu caminho talvez passe por um blog, mas talvez passe por uma rede social, se uma boa quantidade de consumidores a estiver usando. No final, tudo depende da relação que as pessoas querem estabelecer. Então, se você está falando em desenvolver a sua marca não há um único caminho. A melhor forma de olhar para isto é pensar em quem quero atingir: são os meus clientes, meus funcionários, meus parceiros ou todos os três?
DINHEIRO – Mas como os executivos que desejam estabelecer um canal de comunicação com os seus clientes e consumidores devem agir?
CHARLENE – Neste caso, a primeira questão a ser respondida é: por que um executivo quer estabelecer um relacionamento com o público? Qual o tipo de relação que ele deseja criar? Clientes, consumidores e a audiência em geral precisam e querem entender qual o motivo para a sua presença online. É por que você quer me vender alguma coisa? Ou então por que você quer saber a nossa opinião sobre algo? Entendo que um objetivo claro é o primeiro passo para um bom canal de comunicação.
DINHEIRO – A sra. pode contar um exemplo de uma grande companhia que soube responder de forma efetiva a uma grave crise online?
CHARLENE – Sim, há muitos exemplos no livro, mas destaco um episódio envolvendo a Johnson & Johnson, que não está lá. Ela criou uma campanha voltada para as mães para divulgar uma linha de remédios para dores musculares. De repente, quase dois meses depois, um monte de gente em blogs e no Twitter começou a protestar. A campanha foi acusada de usar um tom impróprio para divulgar o remédio para mães que carregam seus bebês em suportes junto ao corpo. A peça trazia uma série de frases que tentavam se conectar com as mães ressaltando as dores causadas pelo ato de se carregar uma criança e mostrava o remédio como solução para elas. Alguns críticos notaram que a peça tratava os bebês como acessórios. “Vestir seu bebê parece estar na moda” era a frase que abria um dos vídeos. Em 48 horas, a Johnson & Johnson tirou a campanha do ar e a vice-presidente de marketing da companhia começou a se desculpar com blogueiros pessoalmente. A Johnson & Johnson foi hábil em lidar com essa crise e falar com a imprensa, criando inclusive o seu próprio blog para tratar do assunto. Paralelamente, a empresa encontrou mães que haviam usado o produto e estavam dispostas a dar os seus testemunhos sobre os efeitos positivos do tratamento. Logo, a empresa colocou alguns vídeos no YouTube com depoimentos dessas mães. Essa virada, é claro, só foi possível porque ela já tinha construído previamente sua credibilidade junto ao público. O melhor dos mundos, no entanto, é quando você consegue criar uma relação tão forte com uma parcela do público que ela mesma defenda você.
DINHEIRO – Qual a importância de ouvir nas redes sociais?
CHARLENE – Total. Só assim você pode se antecipar ou ao menos ter conhecimento de uma crise que pode estar se formando. Empresas como a HP e Dell não costumam esperar que o consumidor ligue para a empresa para reclamar de alguma coisa. Ao primeiro sinal, elas costumam entrar em contato com os clientes insatisfeitos em seus blogs ou no Twitter e perguntam: “O que está acontecendo? Como posso lhe ajudá-lo?” Isso é algo que você não poderia fazer no passado. E essa é a forma mais proativa que uma empresa que presta um serviço pode agir. Além disso, a relação que se estabelece entre cliente e empresa é outra.
DINHEIRO – Nos últimos anos vimos a ascensão da web 2.0 e das redes sociais. O que a sra. espera para os próximos anos?
CHARLENE – A internet vai se tornar cada vez mais móvel e interligada, quase tudo que você precisa fazer conseguirá pelo telefone. Dessa forma, poderemos estar conectados a qualquer hora e em qualquer lugar. E as redes sociais vão estar em toda parte. Elas vão se tornar como ar. Estaremos sempre conectados, mas precisamos manter um equilíbrio, não devemos nos tornar escravos da tecnologia. E é assim que lido com ela.
DINHEIRO – Qual a sua principal mensagem para os executivos brasileiros?
CHARLENE – Não subestimem as redes sociais. As comunidades online que você usa na sua vida pessoal, como passatempo, podem e devem ser usadas no seu trabalho, para que a empresa em que você trabalha possa atingir seus objetivos. As companhias que conseguem fazer isso bem estabelecem uma relação de confiança com o público, mas o controle é relativo. A principal razão para muitas empresas não participarem dessa revolução é que elas temem não estar no controle do que as pessoas vão dizer. E o meu ponto é que tudo isso não vai embora de uma hora para outra. Então é preciso aprender a lidar com isso e, se possível, tirar proveito desse movimento.
fonte: ISTOÉ Dinheiro
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3.08.2010
Mulheres continuam comprando mais
Pesquisa do Ibope Media aponta que o público feminino dá preferência a itens de vestuários e usa a internet para pesquisar sobre produtos.
Às vésperas do Dia Internacional da mulher - celebrado no dia 8 de março - e diante de uma nova realidade e papel da ala feminina na sociedade, uma pesquisa realizada pelo Ibope Media mostra que um velho hábito das mulheres não mudou: elas continuam comprando - e gastando - mais do que os homens.
Segundo dados obtidos pela ferramenta Target Group Index, utilizada pelo instituto de pesquisas, 67% das mulheres entrevistadas declararam ter feito compras pessoais nos últimos 30 dias. Nesse quesito, estão excluídas a compras de alimentos e de bebidas. A mesma pergunta foi realizada para os homens e, nesse caso, a porcentagem dos que declararam ter comprado um item pessoal nos últimos 30 dias caiu para 58%.
E o vestuário continua sendo uma das maiores preocupações das consumidoras. Do total das entrevistadas que afirma ter feito compras no último mês, 78% assumem ter comprado roupas femininas. Já 43% delas relatam ter adquirido itens de vestuário masculino, enquanto 39% afirmam terem investido seu dinheiro em roupas para crianças e bebês. E, para comprar esses produtos, essas mulheres dão preferências às lojas de rua (48%) e aos shoppings (33%).
As consumidoras também mostram que a internet é uma importante aliada na hora de obter informações sobre algum produto que desejam adquirir. Cerca de 10% das entrevistadas respondeu que recorre à web para tirar dúvidas sobre marcas e produtos, sobretudo a respeito de telefones celulares, equipamentos de TV, vídeo, som, roupas vida saudável, alimentação e exercícios.
A pesquisa realizada pelo ibope foi apurada entre os meses de agosto de 2008 e setembro de 2009 e contou com a participação de 19.456 pessoas.
Fonte: M&M Online
Às vésperas do Dia Internacional da mulher - celebrado no dia 8 de março - e diante de uma nova realidade e papel da ala feminina na sociedade, uma pesquisa realizada pelo Ibope Media mostra que um velho hábito das mulheres não mudou: elas continuam comprando - e gastando - mais do que os homens.
Segundo dados obtidos pela ferramenta Target Group Index, utilizada pelo instituto de pesquisas, 67% das mulheres entrevistadas declararam ter feito compras pessoais nos últimos 30 dias. Nesse quesito, estão excluídas a compras de alimentos e de bebidas. A mesma pergunta foi realizada para os homens e, nesse caso, a porcentagem dos que declararam ter comprado um item pessoal nos últimos 30 dias caiu para 58%.
E o vestuário continua sendo uma das maiores preocupações das consumidoras. Do total das entrevistadas que afirma ter feito compras no último mês, 78% assumem ter comprado roupas femininas. Já 43% delas relatam ter adquirido itens de vestuário masculino, enquanto 39% afirmam terem investido seu dinheiro em roupas para crianças e bebês. E, para comprar esses produtos, essas mulheres dão preferências às lojas de rua (48%) e aos shoppings (33%).
As consumidoras também mostram que a internet é uma importante aliada na hora de obter informações sobre algum produto que desejam adquirir. Cerca de 10% das entrevistadas respondeu que recorre à web para tirar dúvidas sobre marcas e produtos, sobretudo a respeito de telefones celulares, equipamentos de TV, vídeo, som, roupas vida saudável, alimentação e exercícios.
A pesquisa realizada pelo ibope foi apurada entre os meses de agosto de 2008 e setembro de 2009 e contou com a participação de 19.456 pessoas.
Fonte: M&M Online
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