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4.20.2010

E-bit prevê Dia das Mães movimentado

Consultoria estima crescimento de 40% em relação ao ano passado

Uma das datas mais esperadas do ano para o comércio, o Dia das Mães promete - mais uma vez - fazer a alegria das lojas virtuais. Segundo estimativa da consultoria e-Bit, o comércio eletrônico deve faturar cerca de R$ 620 milhões. Isso significa crescimento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre os presentes mais procurados, os eletrônicos continuam no topo da lista seguidos de eletrodomésticos e telefones celulares.

Fonte: M&M Online

4.12.2010

Seis passos para potencializar os negócios no meio digital

Conheça os principais recursos utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet

O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.

O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.

São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.


Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos
em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter.


Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.

Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.

Site com “usabilidade”: usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada de sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.

Confira seis maneiras de potencializar recursos já existentes na web 2.0 e alavanque seus negócios.

Otimização: é também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa. Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.

Publicidade online: é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.

A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.

As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.

Inteligência de mercado: os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.

Redes Sociais: Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc, assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.

Email Marketing: a propaganda por email é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um email promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um email marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc).

Fonte: HSM

3.22.2010

Leitores não querem pagar por notícias online

Apesar disso, estudo na Nielsen já mostra que uma parcela significativa começa a se dispor a aceitar um novo modelo de pagamento

Enquanto os dirigentes e proprietários de grande grupos de mídia em todo o planeta parecem estar cada vez mais inclinados em adotar o padrão de cobrança pelo conteúdo jornalístico oferecido via internet, a maioria dos leitores, entretanto, rejeita a ideia de ter de pagar por algo que, até então, sempre foi oferecido gratuitamente.

A conclusão é fruto de um estudo feito pela Nielsen com 27 mil pessoas, de 52 países de todos os continentes, que tinha o objetivo de descobrir como que o público leitor concebe a possível ideia de mudança no fornecimento de conteúdo. Apesar da imensa maioria ainda ser contra a cobrança pelo acesso online às páginas de jornais e revistas, um número bastante significativo (um terço dos entrevistados) respondeu que aceitaria desembolsar alguma quantia para acessar um conteúdo jornalístico na web.

Entre todos os entrevistados, 58% declararam ser totalmente contra a esse tipo de medida e a grande maioria, 85%, defende que as publicações que atualmente oferecem seu conteúdo de graça na internet devem continuar mantendo esse modelo. Enquanto isso, 8% respondeu que já pagou (ou paga) para acessar sites de publicações na web.

Fonte: M&M Online Com informações da Reuters.

3.12.2010

Que tipo de tuiteiro você é?

A maioria dos que usam o Twitter pode ser classificada em 10 categorias.

Descubra seu perfil. =]

A diversidade de tuiteiros no Twitter é justamente o que torna este microblog tão atraente e viciante. Sempre haverá alguém, em algum lugar, com uma mensagem de 140 caracteres que valha a pena ser lida.

Ocorre que, bem ou mal, a maioria de nós pode ser classificada em uma categoria de tuiteiro. Por pura diversão, o IDG Now! tentou criar categorias para os diferentes tipos de usuário: aqueles a quem amamos, aqueles que odiamos, e aqueles a quem amamos odiar. (Sim, eles existem: afinal, você sempre pode parar de seguir alguém, se não gostar de seus tweets.)

Confira a lista e veja se você se enquadra em algum deles.

1::O político
Definição: Você só queria descobrir sobre o que aquela pessoa pensa sobre, digamos, estratégias de marketing ou pacotes de CRM. Aí, a próxima coisa que você recebe em seu Tweetdeck é uma versão mal acabada de Paulo Francis ou Arnaldo Jabor.

Buzzwords: Lula, Serra, Dilma, FHC, Sarney, Collor, Aécio, Ciro

Tweet típico: "Queria o Lula de novo" ou "Isso nunca aconteceria no governo do FHC"

2::O frasista
Definição: Seja ele um "empreendedor sério" ou um apenas um executivo bonachão, este autoproclamado titã nunca leu uma frase ligada a negócios que não pudesse ser tuitada para todo o mundo ler.

Buzzwords: Jack Welch, Constantino Junior, Six Sigma, Steve Jobs, Abílio Diniz, Peter Drucker

Tweet típico: “As oportunidades de negócio são como ônibus, sempre há outra a caminho.” – Richard Branson

3::O egoísta
Definição: Todo tuiteiro a-do-ra quando alguém retuíta (RT) suas mensagens. Mas o RT de RTs vai mais longe: ele gosta é de retuitar as mensagens das pessoas que retuítam seus tweets (pegou?).

Buzzwords: Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu

Tweet típico: RT @zezinho: RT @eueueueu Novo post no blog: “10 blogues fundamentais” incluindo o meu, é claro : ) RT e leia meu blog.

4::O DJ
Definição: Já não era legal quando, antes de o Twitter existir, esse cara enchia os ouvidos do primeiro que surgisse na sua frente com seu conhecimento superior de música e da grandiosidade de artistas que ninguém conhece. Isso ficou muito, mas muito pior com o Twitter.

Buzzwords: Móveis Coloniais de Acaju, LP, Kate Bush, Rufus Wainright, vinil, Elliott Smith

Tweet típico: “Olhe só essa faixa esquecida dos Pixies” ou “Não perca o show do Arcade Fire no Orpheum. Eu estarei lá”

5::O carente
Definição: Este tuiteiro que dispara mensagens em série precisa avisar para todo o mundo que esteve ausente por 15 minutos, e que agora voltou à sua mesa. Se ele estiver longe por, digamos, um dia, vários tweets nos lembrarão da sua ausência. Ótimo. Nós realmente sentimos sua falta.

Buzzwords: almoço, no portão, estacionamento, caminhando, na academia, sala VIP, caféééé

Tweet típico: “Hora de parar, carrinho. Preciso achar uma padaria.”

6::A máquina de tweets
Definição: Para esta pessoa, nunca existiu um pensamento aleatório que não merecesse ser tuitado para a multidão que o segue. Seu lema: “Vale tudo!”

Buzzwords: secador de cabelo, TV, mãe, pão, chefe, unhas, “Lost”

Tweet típico: “Meu cachorro é tãããão lindo!” ou “Qual será a data de vencimento do iogurte que comprei ontem?”

7::O sem-noção
Definição: Você pensou ter descoberto algo interessante nas mensagens daquele novo tuiteiro. Aí decidiu seguir esta pessoa.... E então teve um lampejo: “Meu Deus, o que foi que eu fiz!!”

Buzzwords: aborto, casamento gay, genocídio, pornô, racismo, terrorismo

Tweet típico: Bloqueie este tuiteiro antes que ele escreva algo ainda mais assustador!

8::O fã
Definição: Ela quer fervorosamente ser mencionada ou retuitada por @huckluciano (Luciano Huck, com 1,7 milhão de seguidores) ou @ivetesangalo (Ivete Sangalo, com 670 mil).

Buzzwords: maravilhoso, Lindsey, divertido, bonitão, legal, fantástico, Paris e Britney

Tweet típico: “@huckluciano @ivetesangalo e @claudialeitte estão tuitando neste instante. Legal! @britneyspears: AMEI seu novo visual!”

9::A tímida
Definição: Ela simplesmente levou quatro meses para entrar no Twitter, e suas ruminações com argumentos contra e a favor ocuparam uma dúzia de páginas. (Os a favor superaram por pouco os contra.) Calma, escolher uma imagem ainda vai levar algum tempo. Total de tweets em um ano: 7.

Buzzwords: novela, Jonas Brothers e RT (porque geralmente ela fica muito assustada para tuitar algo original)

Tweet típico: “Algum estudante da faculdade Tal vai assistir ao jogo hoje à noite?”

10::O networker
Definição: Ele ou ela leu todos os guias de mídia social conhecidos pelo homem, numa busca para se tornar “altamente influente” e conquistar o emprego da década.

Buzzwords: Web 2.0, ROI, tweeps, apresentação, conectar, master closer

Tweet típico: “@bigman demais te conhecer e @salesjedi boa noite. Vamos conversar sobre os resultados do monster para sua empresa tomando cerveja hoje à noite”

Fonte: IDG Now!

3.08.2010

Mulheres continuam comprando mais

Pesquisa do Ibope Media aponta que o público feminino dá preferência a itens de vestuários e usa a internet para pesquisar sobre produtos.

Às vésperas do Dia Internacional da mulher - celebrado no dia 8 de março - e diante de uma nova realidade e papel da ala feminina na sociedade, uma pesquisa realizada pelo Ibope Media mostra que um velho hábito das mulheres não mudou: elas continuam comprando - e gastando - mais do que os homens.

Segundo dados obtidos pela ferramenta Target Group Index, utilizada pelo instituto de pesquisas, 67% das mulheres entrevistadas declararam ter feito compras pessoais nos últimos 30 dias. Nesse quesito, estão excluídas a compras de alimentos e de bebidas. A mesma pergunta foi realizada para os homens e, nesse caso, a porcentagem dos que declararam ter comprado um item pessoal nos últimos 30 dias caiu para 58%.

E o vestuário continua sendo uma das maiores preocupações das consumidoras. Do total das entrevistadas que afirma ter feito compras no último mês, 78% assumem ter comprado roupas femininas. Já 43% delas relatam ter adquirido itens de vestuário masculino, enquanto 39% afirmam terem investido seu dinheiro em roupas para crianças e bebês. E, para comprar esses produtos, essas mulheres dão preferências às lojas de rua (48%) e aos shoppings (33%).

As consumidoras também mostram que a internet é uma importante aliada na hora de obter informações sobre algum produto que desejam adquirir. Cerca de 10% das entrevistadas respondeu que recorre à web para tirar dúvidas sobre marcas e produtos, sobretudo a respeito de telefones celulares, equipamentos de TV, vídeo, som, roupas vida saudável, alimentação e exercícios.

A pesquisa realizada pelo ibope foi apurada entre os meses de agosto de 2008 e setembro de 2009 e contou com a participação de 19.456 pessoas.

Fonte: M&M Online

3.05.2010

Terceira idade muda hábitos de consumo

Eles vão ao shopping, mudam de marca e estão mais ligados em tecnologia


Eles dispõem de tempo para se dedicar às compras, vão ao supermercado pelo menos cinco vezes por semana e, segundo pesquisa feita pela GFK, possuem potencial de consumo de R$ 7,5 bilhões, o dobro da média nacional. Mesmo com todas essas características, os consumidores da terceira idade ainda passam despercebidos diante dos olhos do mercado, que não costuma traçar estratégias específicas para atrair esse perfil que, ao contrário do que se pensa, não é nada conservador em seus hábitos de consumo.

O Brasil conta hoje com 19 milhões de idosos, faixa etária que mais cresce no país, segundo pesquisa realizada em 2009 pelo IBGE. Eles despontam como um novo filão para empresas de produtos e serviços, pois 80% desse grupo recebe aposentadorias e pensões, além de ter obtido uma melhoria de renda nos últimos 10 anos. O perfil do idoso brasileiro mostra que ele está mais planejado em relação às compras. Pesquisa do Datafolha publicada em 2008 revela que 72% dos idosos saem de casa todos os dias. Além disso, eles sempre pedem uma segunda opinião antes de escolher determinado produto.

“Muitos dados vêm mostrando que o idoso de todas as classes está com um maior poder de compra, além de querer aproveitar mais a vida. Isso se vê principalmente nas classes mais abastadas. A indústria automobilística, por exemplo, tem notado esse crescimento e investiu em profissionais treinados para atender esses clientes”, conta Gilberto Cavicchioli, professor do Núcleo de Gestão de Pessoas da ESPM, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O segredo está no acompanhante

O mercado de cosméticos, o setor bancário e as instituições de ensino já começam a ver um mercado promissor no público acima dos 65 anos. Tanto que estão investindo mais nos pontos-de-venda e nos programas de fidelização, pois sabem que os idosos gostam de ser reconhecidos como bons clientes.

Na hora de comprar, muitos deles não escolhem sozinhos o que vão colocar na sacola. Por isso, é preciso, de acordo com especialista da ESPM, traçar uma estratégia que inclua nas ações de marketing aqueles que influenciam na tomada de decisão. “O idoso não é esbanjador e, em geral, gosta de companhia. É preciso identificar quem o acompanha no momento da escolha do produto e incluí-lo no planejamento da ação. Muitas vezes é o amigo, neto ou filho, por exemplo, quem vai diz se ele deve ou não levar o produto, diz Cavicchioli.

Mas é preciso tomar cuidado na abordagem. A aproximação de venda deve valorizar o produto ou serviço que priorize sua liberdade. É importante que a loja entenda a terceira idade no contato visual. “O banco é um acontecimento importante na rotina do idoso. Ele gosta de estar inserido na modernidade, embora ainda tenha certo temor. O lazer, muitas vezes, é sair para realizar serviços cotidianos como o pagamento de contas e compras no supermercado. Mas para lançar estratégias para esse público é preciso levar em consideração algumas especificidades. Não é ressaltando suas deficiências que uma marca vai conseguir conquistá-lo”, ressalta o pesquisador.

Internet muda perfil

Os números divulgados pela Datafolha em 2008 mostram que apenas 5% dos idosos têm acesso a internet no Brasil. Entretanto, a rede mundial de computadores tem sido responsável por uma mudança no ponto de vista dessa classe. O consenso de lealdade às marcas que antes era atribuído a essa faixa etária vem se quebrando ao longo do tempo, embora grande parte da população acima dos 65 anos ainda mantenha preferência por determinados produtos. O que se vê é que quanto mais acesso à informação tem o idoso, mais aberto ele se torna a novas experiências.

“Os que se informam mais estão mais dispostos a mudanças. Conhecer as necessidades deste público é a peça chave para uma iniciativa mercadológica eficaz”, analisa Claudio Felisoni, especialista em comportamento de consumo da Fia, em entrevista ao site, ressaltando que a expectativa de vida desse segmento subiu de 63 anos na década de 80 para 72 anos. Hoje, eles já representam 20% da população economicamente ativa.

O Programa de Administração e Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (Fia) e a Canal Varejo levantaram dados sobre essa mudança de comportamento. A pesquisa Perfil e Hábitos de Consumo na Terceira Idade, atualizada no último ano, ouviu 500 paulistanos de cinco diferentes regiões da cidade e comprovou que 54% dos entrevistados admitiram experimentar novas marcas. Além disso, 20% desses idosos associaram as compras a uma atividade de lazer.

Personagens fora do comum

“Uma das coisas que mais me surpreendeu foi o fato de os idosos não estarem mais tão conservadores. Além disso, o mercado está, pouco a pouco, percebendo o grande potencial de consumo desse grupo etário, que também é um agente modificador. As filas preferenciais nos bancos, os pacotes de turismo especializados para a terceira idade são um sinal de que o comércio em geral já está começando a ver os idosos com outros olhos”, conta o especialista da FIA.

A aposentada Maria Alice Botelho, de 62 anos, se encaixa no perfil pesquisado pela instituição paulistana. Ela vai ao supermercado pelo menos seis vezes na semana e revela que sempre procura experimentar novas marcas. Além disso, é frequentadora assídua de shopping centers, que ela afirma ser uma boa distração para os momentos de ócio.

“Minha ocupação hoje em dia é passear e curtir a vida porque eu já trabalhei muito. Venho ao shopping com certa frequência, não só para comprar roupas, calçados e livros como também para me distrair, ver pessoas. Ele é um ponto de referência pra mim. Minha última compra foi um par de sapatos para minha sobrinha. Ele estava com um ótimo preço e quem comprasse dois ganhava desconto. Acabei levando um para mim”, resume a aposentada, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Já Nelson Pereira garante que 70% das funções que realiza hoje em dia estão relacionadas a operações bancárias e que geralmente usa os bancos de shopping centers por achar mais cômodos e seguros. Mas o aposentado de 70 anos confessa que, entre o pagamento de uma conta e outra, sempre confere os lançamentos das livrarias, além de ver as vitrines das lojas de produtos eletrônicos.

“Gosto muito de livros e também tenho interesse em tecnologia. Mas a gente acaba não tendo tempo para aprender tanta coisa nova que aparece por aí em termos de eletrônicos. O nosso HD já está meio ocupado com filhos e netos”, resume o engenheiro químico.

Fonte: Mundo do Marketing

3.01.2010

Datafolha e Data Popular apontam 10 tendências na baixa renda

Os dados se baseiam em mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras.

A Data Popular e Datafolha divulgaram os primeiros resultados da parceria que resultou na ferramenta "Mercados da Maioria", que estuda as classes C, D e E. Motivados por dados que apontam que esse público responde por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado, os dois institutos identificaram dez tendências entre os consumidores de baixa renda.

Os dados se baseiam em mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras, inclusive com profissionais que lidam com esse público, como manicure, professores, cobradores de ônibus, ou mesmo antropólogos e economistas. Também foi analisada a cultura popular, através de ditados populares, músicas, novelas e revistas, por exemplo.

10 TENDÊNCIAS QUE IMPACTAM UM MERCADO DE R$ 760 BILHÕES

1 – CONSUMO DE INCLUSÃO
Diferente do cliente tradicional, a descoberta do consumo faz com que o mercado emergente desenvolva um jeito próprio e inclusivo de comprar. As marcas que forem didáticas e apresentarem esse novo universo de consumo terão a fidelidade das classes C, D e E

“Agora, eu escolho”

2 – IDENTIDADE E AUTO-ESTIMA

A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizarão cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características.

“Agora, eu tenho orgulho”

3 – ACESSO E QUALIDADE

Com maior poder de consumo exigirão cada vez mais. Melhores produtos, melhores governos, melhor qualidade de vida. As marcas que se souberem conjugar a melhor relação custo-benefício será recompensado com sua fidelidade.

“Agora, eu Posso”

4 – EDUCAÇÃO COMO INVESTIMENTO

As famílias de baixa renda se conscientizaram que através da educação podem mais. De maneira muito funcional investirão cada vez mais na educação dos filhos pensando no próprio futuro.

“Agora, eu sei, faço e aconteço”

5 – JUVENTUDE E GERAÇÃO C

Os atuais jovens da baixa renda são mais escolarizados, mais informados e mais economicamente ativos que seus pais. Formarão um novo perfil de cidadãos e consumidores que serão a maioria da população brasileira. O Brasil de amanhã terá mais as características dos jovens da atual baixa renda.

“Agora, tudo é do meu jeito”

6 – VAIDADE E BELEZA COMO INCLUSÃO

Estar bem arrumada diminui as barreiras sociais que dificultam a inclusão da base da pirâmide. Com maior acesso aos produtos de beleza e aos tratamentos estéticos novos padrões de beleza serão mais abrangentes e as marcas deverão estar atentas as novas tendências dessa maioria.

“Agora, eu sou mais eu.”

7 – NOVOS PAPÉIS, NOVA FAMÍLIA

Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.

“Agora eu não dependo de ninguém”

8 – REDES, DICAS E BOCA A BOCA

As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada as novas tecnologias e a disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.

“Agora, eu tenho mais meus amigos.”

9 – CAPILARIDADE E SEGMENTAÇÃO

A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixas renda, exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das cias. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade, e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.

“Agora, tem mais do jeito que eu quero.”

10 – TECNOLOGIA COMO INVESTIMENTO

A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens populares. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso as informações antes restritas a minoria da população brasileira

“Agora, eu me conecto.”


Fonte: Mundo do Marketing

2.25.2010

Como será a agência de publicidade de 2015?

Analista do Advertising Age aponta três possibilidades para o futuro modelo de agências
Por Al DiGuido, CEO da Zeta Interactive, para o Advertising Age

Dizer que o mundo da publicidade está em fluxo é pouco. Podemos chamar esta nova realidade de mudança de paradigma e ela está deixando anunciantes e agências com a cabeça cheia, imaginando o futuro do mercado. Estamos vendo shops digitais assumindo como agências de publicidade de grandes marcas, enquanto agências organizadas sob o legado da mídia, tecnologias analógicas e estruturas organizacionais de confinamento tentando manter seu lugar.

Ao mesmo tempo, as shops digitais percebem suas limitações, no ponto em que o anunciante busca mais do que apenas soluções tecnológicas. Eles ainda querem algo grande, ideias criativas que podem ser aplicadas a uma ampla gama de canais.

Portanto, como serão as agências daqui a alguns anos? Essas são as minhas apostas:

Agências enxutas, com novos cargos

Com fees menores para mídia e produção, além de margens de lucro mais apertadas, o modelo de agências será muito mais enxuto, com no máximo 100 pessoas. Na era do imediatismo, ser pequeno será uma vantagem de mercado, possibilitando às equipes agir de maneira mais rápida e serem mais flexíveis, além de trabalhar de maneira mais colaborativa.

Além do tamanho menor, as agências terão mudanças na composição do poder e nas prioridades. Diretores de criação serão suplantados por experts no mundo da nova mídia. De especialistas em estratégias e canais à execução e análise da campanha. Os nomes de cargos de hoje não serão os mesmos. O expert em convergência, ou Diretor de Coreografia - a pessoa que poderá orquestrar a estratégia de experiência do consumidor pelos diversos canais e mídias - crescerá rapidamente.

Análise no lugar de sala de troféus

As premiadas e laureadas agências investem agora muito tempo e dinheiro em lobbies para ganhar premiações, mas eles serão menos importantes para agências e clientes. Resultados e ROI's serão a única medida de sucesso. Aquele que controlar os dados e entendê-los e analisá-los irá comandar. Os dados dominarão todas as atividades das agências - mensagens em tempo real, resultados em tempo real, etc...

Chegará o dia em que os planejadores não poderão trabalhar sem entender as métricas do sucesso. Os times de criação não trabalharão sem entender a relação entre execução, engajamento e retorno. Na agência do futuro, a análise de dados comandará a estratégia, e não o contrário.

Tecnologia não será "terceirizada"

A tecnologia não terá mais um papel tangencial. Tecnologias terceirizadas, de serviços de e-mail e plataformas de marketing de buscas, até redes sociais e soluções mobile, não serão o suficiente. Independente de a agência ser uma shop de criação, mídia, marketing direto ou interatividade, a relação de ser dono ao invés de "alugar" as tecnologias assegurará receitas e estabilizará os lucros. A alternativa, uma parceria com fornecedores, diluirá as margens de lucro.

Sem contar que será absolutamente necessário sob o ponto de vista da experiência do consumidor. Atecnologia proprietária seja um grande diferencial e as agências que tiverem os melhores desenvolvedores serão as novas líderes.

Fonte: M&M Online

1.28.2010

Como ser “verde” no seu trabalho

Você sabia que os congestionamentos, apenas na cidade de São Paulo, acarretam em um gasto estimado de R$34 bilhões por ano? Optar por outros meios de locomoção, que carregam atitudes e pensamentos verdes é uma excelente forma de contribuir para um mundo melhor! É extremamente importante que as organizações exercitem a responsabilidade sócio-ambiental, se preocupem com a qualidade de visa, a preservação e a harmonia social.

Quando as pessoas perceberem que a causa verde é uma opção viável e começarem a se envolver em campanhas contra depredação do meio ambiente e a favor de ações que ajudem a minimizar os danos no planeta, teremos uma sociedade cada vez mais envolvida na questão ambiental e então, poderemos perceber uma mudança significativa de comportamento. Veja como você pode ser verde no seu trabalho e fazer a sua parte nesse processo:

1 Evite imprimir. Se não tiver opção, configure sua impressora para trabalhar no modo econômico. Há também opções de softwares que ajudam o PC a obter a melhor relação entre boa qualidade e pouca tinta.

2 Utilize cartuchos recondicionados. Há lojas que aceitam seus cartuchos velhos e lhe concede descontos na compra de novos.

3 Procure utilizar papéis com o selo de certificação FSC (Forest Stewardship Council ou, no Brasil, Conselho Brasileiro de Manejo Florestal). Esse certificado é identificado pelo desenho de uma árvore e garante que aquele papel é oriundo de manejo sustentável, que respeita os princípios da sustentabilidade: viabilidade econômica, proteção do meio ambiente e respeito à comunidade.

4 Utilize os dois lados da folha. Faça uma caixinha de “papel rascunho” e coloque as folhas que podem ser reutilizadas. Muitas vezes imprimimos errado, ou utilizamos apenas um lado da folha e jogamos no lixo, quando poderíamos reutilizá-la em outros trabalhos.

5 Se você for imprimir um documento com várias páginas, utilize também os dois lados das folhas. Imprima primeiro as páginas pares e depois as ímpares.

6 Conscientize seus colegas de trabalho sobre a importância de ter atitudes verdes e dê o exemplo.

7 Implante a coleta seletiva na sua empresa. Converse com sua equipe e passe a separar os lixos orgânicos dos inorgânicos.

8 Vá para ó trabalho de bicicleta. Bicicletas não poluem as águas, não utilizam combustíveis fósseis, não emitem poluentes, tal como o monóxido de carbono, não aumentam o efeito estufa e não contribuem para os altos índices de problemas respiratórios.

Importante

* A criação de documentos eletrônicos é uma forma de economizar papel utilizado pela Prefeitura de São Paulo. A prefeitura emite suas notas fiscais na Internet e as envia por e-mail. Da mesma forma, a Receita Federal também utiliza documentos que vêm com códigos de verificação: quem os recebe pode checar a autenticidade no site.

Fonte: eco4planet com informações do BemSimples.

1.20.2010

Brasil bate recorde de novos celulares em dezembro

De acordo com a Anatel, foram habilitadas mais de 4 milhões de novas linhas no último mês do ano.

O mês de dezembro foi o melhor período do ano de 2009 para a indústria de telefones móveis. No último mês do ano foram habilitadas 4.205.459 novas linhas de celular, um número 2,48% superior ao total de linhas registradas em novembro.

Com o montante do final do ano, o Brasil encerrou 2009 com um total de 173.959.368 de telefones móveis em uso. O desempenho de dezembro superou em 44% a marca do mês de maio, que havia sido a maior do ano, até então - quando foram habilitadas 2.905.170 novas linhas móveis.

O último mês do ano passado também marcou um novo panorama para a telefonia móvel do País. Agora, já são cinco Estados brasilerios que possuem mais de um celular por habitante. Rio Grande do Sul também subiu no índice de teledensidade - que mede a quantidade de telefones móveis existentes para cada grupo de 100 habitantes - e juntou-se a Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

Operadoras

A Vivo encerrou o ano de 2009 na liderança do ranking das operadoras de telefonia móvel. Em dezembro, a companhia detinha 29,75% do mercado de celulares do país, operando um total de 51.744.426 aparelhos.
A Claro permaneceu na segunda colocação, com 25,5% de participação no mercado e 44.400.900 linhas habilitadas.
Em terceiro ligar ficou a TIM, com 23,6% da fatia do mercado (41.114.714 aparelhos).
Em quarto ficou a Oi, com 20,7% de participação e 36.054.398 linhas habilitadas.
Fonte: M&M Online

1.19.2010

Por que assistimos menos televisão?

Nos meios de comunicação de massa (broadcast), como TV, Rádio e jornais impressos, a variedade de assuntos abordados não pode ser muito grande. Por conta dos limites no espaço físico das páginas, ou pelo tempo da programação (que, no máximo, pode ter 24h), e ainda considerando a necessidade de intervalos comerciais, aos editores cabe a árdua tarefa de escolher o que é notícia. O que vai ter a oportunidade de chegar ao público.

Como diz Chris Anderson em seu livro The Long Tail (A Cauda Longa, Editora Campus, 2006), esse fato baseia-se no conceito de “economia da escassez”. Como o tempo e o espaço são escassos, é preciso deixar muitos conteúdos de fora. O mesmo fenômeno pode ser observado nas gôndolas dos supermercados e nas prateleiras das lojas em geral. Assim, o comprador de uma grande rede nada mais é que um “editor” de produtos, que é o “conteúdo” do mercado.

Com o advento das novas tecnologias baseadas em web, isso mudou. A Amazon pode oferecer milhares de livros, coisa que nenhuma loja física no mundo pode comportar, nem o poderoso Wal Mart, por onde passam mais de 200 milhões de pessoas. Por semana.

Com os meios de comunicação, o impacto foi igualmente arrasador. Mas talvez não pelos motivos que geralmente são apresentados, como se os consumidores de informação estivessem simplesmente abandonando os meios tradicionais. A questão gira em torno de dois eixos: o tipo de conteúdo, e a forma como é difundido.

O conteúdo de qualquer meio de comunicação limitado pela escassez de espaço (físico e/ou tempo) buscará atingir o máximo de pessoas. Sem audiência, não há receita publicitária. As pessoas têm interesses comuns, como previsão do tempo, notícias de economia (macro e micro), eleições e grandes eventos esportivos (Copa do Mundo e Olimpíadas), para citar alguns. Mas têm também interesses muito específicos, como a criação de poodles, charutos cubanos, vinhos da Borgonha, bijuterias, alimentos orgânicos, futsal, seriados dos anos 60, autorama, e por aí vai.

O que a midia tradicional faz é tentar difundir os interesses comuns, deixando de lado os particulares.

Mas as plataformas baseadas em web trouxeram justamente a tecnologia e a oportunidade de divulgar esses conteúdos de natureza específica, o que Chris Anderson chama de “conteúdo de nicho”.

Não creio ser correto afirmar que a midia tradicional será substituída pelas novas mídias. A Copa do Mundo de Futebol continuará a ser transmitida pela televisão, e atingirá, em 2010, provavelmente uns 3 bilhões de habitantes, quase meio planeta.

Quanto à forma de difusão, a tecnologia viabilizou blogs, redes sociais e diversas outras possibilidades de interação e produção de conteúdo colaborativo, como a Wikipedia. Todas elas acessíveis pelo computador e, mais recentemente, também pelo celular, o grande responsável pela “inclusão” de várias pessoas no universo digital. Afinal, segundo a Anatel, eram quase 170 milhões de celulares habilitados em dezembro de 2009, número muito superior ao de computadores ligados à internet.

Ou seja, o sucesso desses novos meios está justamente em oferecer conteúdos específicos, e de forma instantânea, pois o público para eles sempre existiu, só estava abandonado pela tirania das grades de programação.

Fonte: CavernaWeb

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