Ultimamente muito se fala de mídias sociais, da importância das empresas participarem das redes sociais, e como ações nas redes sociais podem ajudar as empresas em suas estratégias de marketing digital. Prova disso é a enorme quantidade de palestras, cursos, eventos e seminários sobre marketing digital e mídias sociais, além das campanhas nas mídias sociais disparadas pelas grandes empresas na Internet, criando uma demanda enorme dentro das agências digitais, e departamentos de Internet das agências de publicidade.
Muitas dessas campanhas têm sido bem sucedidas, e outras têm naufragado na falta de planejamento, mas o fato é que a maioria das empresas e agências só tem feito isto: campanhas publicitárias ou promocionais.
A visão das organizações e empresas sobre as mídias sociais ainda se restringe a campanhas publicitárias e ações promocionais, em geral com algum componente viral, para promover a marca, um produto ou uma mensagem. Isso é importante? Lógico que é, mas mostra que as empresas ainda não perceberam o real valor das mídias sociais, o que realmente elas têm de melhor a oferecer para sua marca e empresa.
Mas qual o real valor que as mídias sociais agregam aos negócios?
É esta questão que vou responder neste artigo.
Entenda as mídias sociais
As mídias e redes sociais são criadas pelo relacionamento contínuo e duradouro das pessoas e das comunidades que dela participam, e têm um valor intrínseco ao criarem uma enorme rede de relacionamento e de propagação de informações. Nelas, cada indivíduo influencia não um grupo de amigos, mas vários grupos de comunidades às quais pertence, com várias pessoas que influenciam outras comunidades, em uma progressão geométrica, que leva ao chamado efeito viral, que multiplica e amplifica qualquer mensagem de interesse coletivo. Esse fenômeno viral e coletivo é o que dá real visibilidade às mídias sociais.
O conteúdo colaborativo cria um resultado muito mais atrativo e adequado para as pessoas do que o conteúdo individual. Isso fica claro, porque o conteúdo coletivo e colaborativo tem absorvido fatias significativas da audiência dos meios de comunicação. A imprensa já sentiu esse efeito, a ponto de criar matérias jornalísticas baseadas em informações e comentários originados nos blogs dos jornais.
O conteúdo gerado por blogs, pelo YouTube e pelo Twitter tem criado interesse e fidelidade de seu público, gerando uma visibilidade maior do que muitas mídias convencionais. Mas toda essa exposição só é gerada pelo relacionamento contínuo e duradouro das pessoas envolvidas nas mídias e nas redes sociais.
Este é o conceito fundamental. O que gera exposição e audiência nas mídias sociais não é a mensagem, mas o relacionamento. Embora a mensagem seja muito importante para sua propagação, ela só acontece se há um relacionamento bem fundamentado entre os emissores e os receptores.
Isso fica evidente quando observamos o trabalho de blogueiros e twitters mais ativos nas mídias sociais. Eles conseguem rápida propagação de suas mensagens pelo fato de exercerem o relacionamento com os internautas, de forma contínua e duradoura. Na contra-mão do que muitas empresas têm feito em suas campanhas, criando contas e perfis específicos, nunca antes usados. O grande poder das mídias sociais está em criar uma base forte de relacionamento que permita que as mensagens e as campanhas fluam com mais facilidade, dando real visibilidade à mensagem e à marca.
Visibilidade e relacionamento nas mídias sociais
Essa visibilidade das mídias sociais faz com que elas sejam, do ponto de vista da comunicação e do marketing, uma bênção e uma maldição. A boa notícia é que você tem uma mídia forte, com boa audiência, segmentada e que pode ser usada por um custo muito baixo. A má notícia é que ela tem vida própria. Você não pode simplesmente produzir um comercial e veicular nela: você tem que interagir com ela e ter uma estratégia de comunicação eficiente.
Outra boa notícia é que você pode utilizar o seu dia-a-dia, o seu conteúdo e suas ideias como matéria-prima para produzir um efeito favorável nessa mídia. A má notícia é que você não tem muita escolha, pois se não fizer isso, se não se comunicar por essa mídia, ela produzirá comunicação e informações espontâneas sobre seus produtos e seu negócio, mesmo que você não queira.
Ao contrário de muitas ações de marketing, em que se você não fizer nada, embora esteja perdendo uma excelente oportunidade, nada acontece, no caso do marketing nas mídias sociais não há muita escolha: ou ela faz parte de sua estratégia de marketing ou você fica alheio à comunicação que está acontecendo sobre seu negócio e seus produtos. A única coisa certa é que vão falar de você, seja qual for o seu negócio.
O Capital Social como único ativo
As mídias sociais têm enorme visibilidade, uma forte rede de comunicação baseada em relacionamentos, um conteúdo poderoso e em grande volume. Ou você participa e se envolve ou será envolvido. Não há escolha: a única coisa certa é que estão falando e vão continuar falando sobre sua empresa e seus produtos e serviços, queira você ou não.
Em muitos casos, sua mensagem publicitária se torna irrelevante, pois sua marca tem pouco ou nenhum relacionamento com as redes sociais. Isso explica por que muitas campanhas de grandes empresas não decolam, não produzem resultados significativos, apesar do investimento e da criatividade da agência de publicidade.
O valor das mídias sociais está na visibilidade criada pelo relacionamento, e a este conjunto de relacionamentos duradouros que produzem visibilidade constante chama-se Capital Social.
O grande valor que as mídias sociais agregam à marca é o Capital Social que elas podem produzir. As campanhas publicitárias e promocionais só funcionam com a eficiência e a abrangência sonhada, quando a marca tem Capital Social suficiente, adquirido pela empresa ao longo de seu relacionamento com as mídias e redes sociais.
O Capital Social é o único ativo que a empresa pode adquirir para conseguir trabalhar nas mídias sociais gerando resultado para sua marca e seus negócios. Assim, não adianta pensar em grandes idéias, na chamada ativação das redes, ou qualquer outra ação nas mídias sociais, se você não estiver preparado para trabalhar seriamente com seus consumidores, interagindo com eles a curto, médio e longo prazos, formando assim um relacionamento contínuo e duradouro, e acumulando, com o tempo, Capital Social.
O Marketing nas Mídias Sociais
Portanto, a melhor forma de utilizar as mídias sociais para as ações de marketing e publicidade de sua empresa é através da criação de valor, de relacionamento e de capital social nas redes.
Não existe uma palavra melhor para descrever o que você deve fazer no marketing nas mídias sociais do que relacionamento. Relacionamento para adquirir e ampliar seu Capital Social.
O marketing nas mídias sociais permite criar um relacionamento direto com os clientes, com baixo investimento e alto impacto, se comparado às outras formas de implementá-lo. Ele permite que você mergulhe no mundo do cliente, conheça-o profundamente, mostre seu compromisso com ele e descubra suas necessidades de forma rápida e ágil.
É disso que vamos falar agora. Do que você pode e deve fazer para implementar sua estratégia de marketing nas mídias sociais. São basicamente cinco ações, que seguem as ideias do marketing de relacionamento, adaptadas ao marketing digital:
* Assuma um compromisso com seu cliente e mostre isso.
* Conheça seu cliente.
* Entenda as necessidades dele.
* Ouça atentamente o cliente.
* Ofereça atividades e recursos exclusivos.
Essas ações, quando implementadas nas mídias sociais, criam uma força positiva que ajuda sua empresa a se projetar no mercado. Veremos cada uma delas.
Assumindo o compromisso
Uma das primeiras ações para conseguir a confiança de seu cliente por meio do relacionamento é assumindo de forma clara e pública seu compromisso com o relacionamento entre sua empresa e seu cliente.
Como já foi dito, as mídias sociais estão repletas de consumidores e comunidades relacionadas a seu negócio. Assim, quando você decide participar aberta e ativamente dessas comunidades, colocando o nome de sua empresa como um membro ativo, você está mostrando para seu cliente o seu compromisso em se relacionar efetivamente com ele.
No início, é algo assustador ter um perfil no Orkut ou no Twitter com o nome de sua empresa, marca ou produto, e permitir que os consumidores falem diretamente com a empresa por meio dele. Mas com o tempo isso é libertador. Não vejo palavra melhor para definir isso. Você está ali, com seu cliente, frente a frente, sem intermediários. O consumidor sabe disso, e valoriza sua empresa pela atitude.
Conhecendo seu cliente
Para se relacionar com alguém, você tem que conhecer essa pessoa. E as mídias sociais permitem que você conheça profundamente seu cliente. Não estamos falando aqui de pesquisas diretas, questionários ou coisas parecidas, mas de usar uma das grandes forças das mídias sociais a seu favor: a persistência do conteúdo.
As mídias sociais, por seu caráter aberto e colaborativo, mantêm a maior parte do conteúdo gerado pelos membros armazenada e disponível para os outros membros. Embora alguma coisa possa ser fechada, a maioria das comunicações e opiniões está ali, pronta para ser lida por outros membros. Se houve uma discussão em uma comunidade sobre o refrigerante preferido, ou sobre a melhor marca de sabonete, essas mensagens estão todas armazenadas e acessíveis a qualquer membro.
Assim, participando das mídias sociais, é possível pesquisar a opinião de seu cliente utilizando o material existente e conhecê-lo como você jamais imaginou. Com um pouco de disciplina e esforço, você pode ter quase todo o tipo de informação de que precisa.
Entendendo suas necessidades
Muitos autores falam da necessidade de se questionar constantemente sobre o que fazer para facilitar e melhorar a vida de seus clientes. Isso parece fácil, mas na prática é muito difícil de ser implementado. Quando você pergunta diretamente a alguém como você pode facilitar sua vida, muitas vezes a pessoa tem dificuldade de se expressar ou organizar as ideias. Além disso, a proximidade física de um entrevistador, ou a pressão do tempo, faz com que abordar um cliente por telefone, na rua ou em um supermercado não seja tão fácil e eficiente quanto parece.
Entretanto, na Internet, essa situação se inverte. Quando estão protegidas por uma tela e um teclado, as pessoas têm muito mais facilidade de se expressar e estão muito mais abertas a falar do que no mundo real. Por isso, os fóruns de discussão e os chats estão lotados.
As mídias sociais representam um terreno fértil para encontrar respostas para essa necessidade constante de entender, achar ideias e sugestões de como facilitar e melhorar a vida de seu cliente.
Ouvindo seu cliente
Ouvir o cliente tem sido uma obsessão de muitas empresas. Os call centers cresceram muito nos últimos anos, impulsionados pela necessidade de se criar serviços de atendimento ao cliente (SAC) e ouvidorias. Em ambos os casos, porém, a dúvida, sugestão ou reclamação se restringe a um grupo pequeno de clientes mais ativos que de fato têm disposição de ligar e a paciência para aguentar a espera e os menus eletrônicos.
Quando você se relaciona com seus clientes por meio das mídias sociais, você expande muito sua capacidade de ouvir o cliente. Primeiro, pelo simples fato de dar mais alternativas do que um número 0800; depois, por abrir um canal direto em que o cliente já está ambientado e pode fazer seu contato com um clique. Aliados a isso, a participação aberta nas comunidades e nos fóruns e os comentários nos blogs ajudam muito na tarefa de ouvir seu cliente em relação a suas dúvidas, sugestões e reclamações.
Oferecendo atividades e recursos
Os programas de fidelidade e os clubes de consumidores estão por todos os lugares. Mas quando levamos nossas atividades e recursos para dentro das mídias sociais podemos oferecer a nossos clientes outro tipo de vantagem. Uma vantagem menos tangível, mas que pode ser mais valorizada pelo cliente.
Você pode criar um serviço de informações, um aplicativo gratuito para seus clientes ou atividades que facilitem o relacionamento de seus clientes na comunidade. Diversas atividades podem ser desenvolvidas nas mídias sociais que ajudam os membros e criam identificação com sua marca.
No Twitter, muitas empresas criaram serviços para seus clientes. A Dell faz promoções exclusivas para seus seguidores no Twitter, e o UOL criou um serviço de notícias on-line. Nos dois casos, milhares de consumidores seguem as empresas no Twitter, criando um canal de relacionamento poderoso.
O Marketing nas Mídias Sociais
Enfim, trabalhando essas cinco ações de forma contínua, sua empresa criará o Capital Social necessário para agir nas mídias sociais. Você verá que não só sua empresa irá crescer com esse processo, mas criará uma legião de fãs e consumidores com uma imagem positiva de sua empresa.
Portanto, para de pensar somente em campanhas, e comece a pensar em relacionamentos, contínuos e duradouros, e em Capital Social, o melhor ativo que sua empresa pode construir nos dias de hoje.
Fonte: iMasters
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5.03.2010
4.28.2010
Facebook e Twitter crescem nas redes sociais; Orkut continua líder
As visitas dos internautas brasileiros ao Facebook e ao Twitter aumentaram desde abril de 2009, mas o Orkut segue na liderança de acessos no país, segundo mostrou pesquisa da Serasa Experian Hitwise, obtida pela Folha. A Serasa fornece informações sobre a interação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites no país.
O Facebook cresceu 804% em acessos desde abril de 2009 e o Twitter subiu 768%. "O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", afirma a pesquisa.
Apesar do crescimento, a porcentagem de visitas aos sites segue baixa em comparação ao todo: o Facebook tem 2,35% dos acessos da categoria Redes sociais e Fóruns da pesquisa e Twitter tem 1,91% da mesma categoria. O Orkut lidera a categoria com folga --tem 62,14% dos acessos-- e quem mais se aproxima dele é o YouTube, com 17,23% das visitas.
Quando são contados todos os sites mais acessados pelos brasileiros, o Orkut ficou em segundo lugar, atrás apenas do Google Brasil (serviço de busca), informou o estudo. Apesar disso, no período das férias escolares (entre o final de novembro de 2009 e o começo de fevereiro de 2010), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.
Quadro geral
As redes sociais e os fóruns só perdem em acesso para os mecanismos de busca, segundo a pesquisa do Serasa Experian Hitwise. Em seguida, estão serviços como portais, serviços de e-mail e games. As páginas menos acessadas são as de bancos e instituições financeiras.
Mas, em tempo médio de visita, as redes sociais ficam na liderança, com 22 minutos e 51 gastos nesses sites.
O Facebook cresceu 804% em acessos desde abril de 2009 e o Twitter subiu 768%. "O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", afirma a pesquisa.
Apesar do crescimento, a porcentagem de visitas aos sites segue baixa em comparação ao todo: o Facebook tem 2,35% dos acessos da categoria Redes sociais e Fóruns da pesquisa e Twitter tem 1,91% da mesma categoria. O Orkut lidera a categoria com folga --tem 62,14% dos acessos-- e quem mais se aproxima dele é o YouTube, com 17,23% das visitas.
Quando são contados todos os sites mais acessados pelos brasileiros, o Orkut ficou em segundo lugar, atrás apenas do Google Brasil (serviço de busca), informou o estudo. Apesar disso, no período das férias escolares (entre o final de novembro de 2009 e o começo de fevereiro de 2010), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.
Quadro geral
As redes sociais e os fóruns só perdem em acesso para os mecanismos de busca, segundo a pesquisa do Serasa Experian Hitwise. Em seguida, estão serviços como portais, serviços de e-mail e games. As páginas menos acessadas são as de bancos e instituições financeiras.
Mas, em tempo médio de visita, as redes sociais ficam na liderança, com 22 minutos e 51 gastos nesses sites.

Editoria de Arte/Folha Imagem
Fonte: Folha Online ~ Informática
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4.12.2010
Seis passos para potencializar os negócios no meio digital
Conheça os principais recursos utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.
O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.
São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.
Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.
Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.
Site com “usabilidade”: usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada de sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.
Confira seis maneiras de potencializar recursos já existentes na web 2.0 e alavanque seus negócios.
Otimização: é também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa. Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.
Publicidade online: é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.
A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.
As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.
Inteligência de mercado: os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.
Redes Sociais: Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc, assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.
Email Marketing: a propaganda por email é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um email promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um email marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc).
Fonte: HSM
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.
O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.
São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.
Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos
em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter.
Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.
Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.
Site com “usabilidade”: usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada de sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.
Confira seis maneiras de potencializar recursos já existentes na web 2.0 e alavanque seus negócios.
Otimização: é também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa. Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.
Publicidade online: é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.
A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.
As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.
Inteligência de mercado: os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.
Redes Sociais: Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc, assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.
Email Marketing: a propaganda por email é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um email promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um email marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc).
Fonte: HSM
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4.09.2010
Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo
Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.
A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.
Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.
No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.
Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.
A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.
Fonte: Gogojob com informações da Meio & Mensagem
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.
A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.
Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.
No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.
Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.
A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.
Fonte: Gogojob com informações da Meio & Mensagem
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Comportamento,
Internet,
Midia Digital,
Pesquisa,
Revista
4.07.2010
Como usar as mídias sociais no jornalismo?
Para ir onde o povo está, os veículos participam do Twitter e demais ambientes colaborativos abertos a conversas. É justo. Veja como jornais e revistas online devem agir e os benefícios que podem encontrar. Lembro de ter feito esta pergunta aos alunos do 3° ano de jornalismo da Cásper Líbero, em junho de 2008. Também lembro da inquietação nos rostos, quebrada por lampejos de ousadia: “divulgando notícias no Orkut?”, “caçando fontes?”, “buscando pautas”?
Eram pistas para o que hoje vemos em boa parte das redações daqui e lá de fora: a preocupação em como aproveitar as mídias sociais no processo editorial.
Depois do Daily News contratar um gestor de mídias sociais, do Guardian anunciar a vaga para “keyword manager” e do exemplo ser seguido por redações brasileiras como Estadão e UOL, posicionar jornalistas para gerenciar espaços em plataformas colaborativas é um movimento em ascensão.
Bom para as redações – que ganham um manancial de informações e oportunidades para atingir novos públicos. Bom para os jornalistas – que desbravam uma nova área de atuação.
Investir neste campo, porém, é algo delicado e que requer uma estratégia. Mídia social é gente. Jornalismo é gente. E lidar com gente é um desafio constante. Portanto, nada de ser “moderninho” e sair criando perfis em tudo quanto é mídia social. Entendê-las é o primeiro passo para traçar um bom plano de exploração.
O DNA de cada mídia social
Antes de mais nada, vamos entender por “mídias sociais” aqueles ambientes em que o público produz e compartilha conteúdo, com possibilidades de diálogo público, e não apenas “redes sociais” como Orkut e Facebook.
Mídias sociais, assim, se estendem a video-audio-image-slide-texto-sharing como YouTube, Vimeo, Flickr, Slideshare, Ning, SoundCloud, Scribd, Twitter, Wikipedia, Ask500People, RSS Readers, widgets e afins.
Apesar de todos eles se sustentarem pelo UGC (user generated content), o cerne destes serviços varia drasticamente. Suas aplicações, portanto, também podem variar.
Ao passo em que o YouTube e o Flickr são reconhecidos pela veiculação de vídeos e fotos, os sites de relacionamento estão ligados ao diálogo pessoal. Isso pode representar um problema se o veículo pretende criar um perfil no Orkut com o logo da marca e não mostrar a “cara” de quem está por trás, operando.
Discussões em comunidades pedem espontaneidade e não pronunciamentos oficiais. Por outro lado, já é normal que empresas de conteúdo tenham seus próprios canais no YouTube, afinal, o que interessa é muito mais o vídeo publicado do que a conversa que segue nos comentários.
Já o Twitter tem outras peculiaridades. Ele se presta tanto para diálogo quanto para veiculação unidirecional. Se o dono de um perfil deseja utilizá-lo apenas para divulgar conteúdo do site, então o jeito é avisar seus seguidores para não gerar frustração diante de um reply.
Mas há casos curiosíssimos como o @coloneltribune, do Chicago Tribune: trata-se de um avatar criado pela redação para ser o perfil “conversador” do jornal no Twitter. Enquanto o Chicago apenas divulga manchetes, o Colonel conversa com os seguidores. Tudo em nome da redação.
Entender cada um destes espaços faz com que estimemos quem está presente neles. Daí a pergunta que cada editor de mídias sociais deve se fazer: se o meu veículo fosse uma pessoa, por quais destas mídias ele navegaria?
Obviamente é necessário conhecer o público do veículo para fazer esta estimativa. Mas nada que um perfil básico de faixa etária, renda familiar, hábitos digitais e profissão não resolva. Afinal, uma das riquezas das mídias sociais é justamente fazer com que o nosso veículo conheça melhor o seu público.
O que dá para fazer?
Muitas coisas, sem dúvida! Mas é melhor eleger prioridades. Caso contrário, a sedução de aproveitar todas as possibilidades destas plataformas fica maior do que os braços que a redação tem para executar o serviço. A propósito: que baita serviço!
Mídias sociais dão trabalho, especialmente porque requerem um tempo de leitura de um conteúdo amplo e nada organizado.
Outro foco é a atenção pessoal que o público presente nestas redes exige de quem está lá. Não se trata de respostas automáticas, de atendimento massivo. O grupo pode ser numeroso, mas o feedback que ele espera da redação é tão individual quanto um amigo responde aos seus scraps. Afinal, todos habitam o mesmo ambiente e podem, tecnicamente, se comportar de maneira igual.
Algumas possibilidades que podem nortear uma estratégia editorial em mídias sociais são:
Assim que as redes sociais estouraram no mundo digital, a Der Spiegel resolveu investir na criação da própria rede, tentando mobilizar seus leitores online. Ao invés ou além de acessarem o Facebook, podiam encontrar as mesmas funcionalidades na rede da Der Spiegel! Fail!!
O dia continua tendo 24 horas para acessarmos todas as redes a que fazemos parte. E “fazer parte” não significa ter perfil criado. Significa conversar, produzir conteúdo, trocar. Se já participo de uma rede bem resolvida, onde meus amigos já estão presentes, por que migrar ou guardar mais uma senha de uma rede nova? Daí que o alarme deve soar toda a vez que ouvirmos “quero criar uma rede social para o meu site”.
A história não é nova, mas abre exceções quando vemos públicos altamente especializados à procura de espaços diferenciados para interagir. É o caso de redes como CasaPRO, dedicada somente a arquitetos, decoradores e demais profissionais deste setor.
Além de analisar cada demanda de público antes de criar uma rede nova, outros cuidados devem ser tomados ao traçar a estratégia de atuação jornalística em mídias sociais:
Mas estas são conversas longas que a gente deixa para outra hora…
Fonte: Webinsider
Eram pistas para o que hoje vemos em boa parte das redações daqui e lá de fora: a preocupação em como aproveitar as mídias sociais no processo editorial.
Depois do Daily News contratar um gestor de mídias sociais, do Guardian anunciar a vaga para “keyword manager” e do exemplo ser seguido por redações brasileiras como Estadão e UOL, posicionar jornalistas para gerenciar espaços em plataformas colaborativas é um movimento em ascensão.
Bom para as redações – que ganham um manancial de informações e oportunidades para atingir novos públicos. Bom para os jornalistas – que desbravam uma nova área de atuação.
Investir neste campo, porém, é algo delicado e que requer uma estratégia. Mídia social é gente. Jornalismo é gente. E lidar com gente é um desafio constante. Portanto, nada de ser “moderninho” e sair criando perfis em tudo quanto é mídia social. Entendê-las é o primeiro passo para traçar um bom plano de exploração.
O DNA de cada mídia social
Antes de mais nada, vamos entender por “mídias sociais” aqueles ambientes em que o público produz e compartilha conteúdo, com possibilidades de diálogo público, e não apenas “redes sociais” como Orkut e Facebook.
Mídias sociais, assim, se estendem a video-audio-image-slide-texto-sharing como YouTube, Vimeo, Flickr, Slideshare, Ning, SoundCloud, Scribd, Twitter, Wikipedia, Ask500People, RSS Readers, widgets e afins.
Apesar de todos eles se sustentarem pelo UGC (user generated content), o cerne destes serviços varia drasticamente. Suas aplicações, portanto, também podem variar.
Ao passo em que o YouTube e o Flickr são reconhecidos pela veiculação de vídeos e fotos, os sites de relacionamento estão ligados ao diálogo pessoal. Isso pode representar um problema se o veículo pretende criar um perfil no Orkut com o logo da marca e não mostrar a “cara” de quem está por trás, operando.
Discussões em comunidades pedem espontaneidade e não pronunciamentos oficiais. Por outro lado, já é normal que empresas de conteúdo tenham seus próprios canais no YouTube, afinal, o que interessa é muito mais o vídeo publicado do que a conversa que segue nos comentários.
Já o Twitter tem outras peculiaridades. Ele se presta tanto para diálogo quanto para veiculação unidirecional. Se o dono de um perfil deseja utilizá-lo apenas para divulgar conteúdo do site, então o jeito é avisar seus seguidores para não gerar frustração diante de um reply.
Mas há casos curiosíssimos como o @coloneltribune, do Chicago Tribune: trata-se de um avatar criado pela redação para ser o perfil “conversador” do jornal no Twitter. Enquanto o Chicago apenas divulga manchetes, o Colonel conversa com os seguidores. Tudo em nome da redação.
Entender cada um destes espaços faz com que estimemos quem está presente neles. Daí a pergunta que cada editor de mídias sociais deve se fazer: se o meu veículo fosse uma pessoa, por quais destas mídias ele navegaria?
Obviamente é necessário conhecer o público do veículo para fazer esta estimativa. Mas nada que um perfil básico de faixa etária, renda familiar, hábitos digitais e profissão não resolva. Afinal, uma das riquezas das mídias sociais é justamente fazer com que o nosso veículo conheça melhor o seu público.
O que dá para fazer?
Muitas coisas, sem dúvida! Mas é melhor eleger prioridades. Caso contrário, a sedução de aproveitar todas as possibilidades destas plataformas fica maior do que os braços que a redação tem para executar o serviço. A propósito: que baita serviço!
Mídias sociais dão trabalho, especialmente porque requerem um tempo de leitura de um conteúdo amplo e nada organizado.
Outro foco é a atenção pessoal que o público presente nestas redes exige de quem está lá. Não se trata de respostas automáticas, de atendimento massivo. O grupo pode ser numeroso, mas o feedback que ele espera da redação é tão individual quanto um amigo responde aos seus scraps. Afinal, todos habitam o mesmo ambiente e podem, tecnicamente, se comportar de maneira igual.
Algumas possibilidades que podem nortear uma estratégia editorial em mídias sociais são:
- inspiração para pautas;
- coleta de feedbacks sobre materiais já publicados;
- busca por fontes;
- aproximação com o público (e isso deve ser compartilhado com o depto. de marketing – peça instruções sobre SMO – Social Media Optimization);
- auxílio na apuração de fatos com quem está mais próximo dos fatos;
- divulgação de conteúdo publicado;
- busca por novos públicos (especialmente os mais jovens, que não têm o hábito de visitar sites noticiosos e passam a maior parte do tempo online em mídias sociais. Como essa galerinha vai consumir notícia? Os widgets como o NYT bem explora no Facebook podem ser um caminho);
- identificar conteúdos que possam ser associados ao veículo mediante permissão do autor;
- aumentar a visitação ao site da marca;
- busca pelo “outro lado” da informação – afinal, o que não falta nestas mídias é opinião e visões variadas!
- conquistar novos públicos para a marca.
Assim que as redes sociais estouraram no mundo digital, a Der Spiegel resolveu investir na criação da própria rede, tentando mobilizar seus leitores online. Ao invés ou além de acessarem o Facebook, podiam encontrar as mesmas funcionalidades na rede da Der Spiegel! Fail!!
O dia continua tendo 24 horas para acessarmos todas as redes a que fazemos parte. E “fazer parte” não significa ter perfil criado. Significa conversar, produzir conteúdo, trocar. Se já participo de uma rede bem resolvida, onde meus amigos já estão presentes, por que migrar ou guardar mais uma senha de uma rede nova? Daí que o alarme deve soar toda a vez que ouvirmos “quero criar uma rede social para o meu site”.
A história não é nova, mas abre exceções quando vemos públicos altamente especializados à procura de espaços diferenciados para interagir. É o caso de redes como CasaPRO, dedicada somente a arquitetos, decoradores e demais profissionais deste setor.
Além de analisar cada demanda de público antes de criar uma rede nova, outros cuidados devem ser tomados ao traçar a estratégia de atuação jornalística em mídias sociais:
- como irei me identificar? (sim, isso lembra os recentes comunicados internos da AP, da Globo e da Folha orientando seus jornalistas a utilizarem ambientes colaborativos);
- tem como fazer cross-media?
- como lidar com as críticas?
- e se a concorrência estiver lá?
- quais métricas utilizar para medir este projeto?
Mas estas são conversas longas que a gente deixa para outra hora…
Fonte: Webinsider
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Políticos preparam as armas para ganhar eleição via internet
Redes sociais, comunidades e blogs serão usados ao máximo nas eleições
Políticos vão martelar a cabeça do eleitor com a internet
Mesmo faltando alguns meses para a próxima eleição no Brasil, cresce a demanda por empresas especializadas em internet para a elaboração de campanhas virtuais. Atualmente, já são mais de 62 milhões de brasileiros acessando a internet, sendo 38,2 milhões fazendo isso de casa. O Brasil lidera o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, registrando cerca de 44 horas e 59 minutos.
A web setornou o 3º veículo de maior alcance nacional, atrás somente do rádio eda televisão. Segundo Leonardo Bortoletto, diretor de marketing da WebConsult, termos como Orkut, Twitter, Facebook, YouTube, comunidadesvirtuais e blogs para invadir o cotidiano do brasileiro e se tornarcada vez mais conhecidos e utilizados.
Nesse contexto, as campanhas políticas já começaram e a internet fará toda a diferença na conquista de votos e disseminação de informações, tanto positivas, quanto negativas. A reforma eleitoral, já aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados, liberou internet para campanhas eleitorais.
A utilização cada vez maior da internet mostra a políticos a necessidade de ingressarem no mundo digital. A proliferação de blogs de candidatos já é uma mostra desse processo. Atualmente, o governador José Serra, por exemplo, é um dos políticos mais populares na rede e o seu endereço no twitter registra a incrível marca de mais de 70 mil seguidores.
Nos EUA, o uso da internet está cada vez mais disseminado na realização de campanhas eleitorais. E, não somente para arrecadar contribuições como ocorreu na campanha de Barack Obama, que recolheu cerca de US$ 300 milhões, ou também para a divulgação de imagem e propostas de atuação.
Partidos como o PT saíram na frente ao manter um portal e um verdadeiro exército de colaboradores para alimentarem ferramentas como blog, twitter, vídeos com matérias positivas dos possíveis candidatos, além de um eficiente planejamento para que ocorra a exibição somente de notícias positivas quando internautas fazem pesquisas em sites de busca.
Fonte: MSN Tecnologia
Políticos vão martelar a cabeça do eleitor com a internet
Mesmo faltando alguns meses para a próxima eleição no Brasil, cresce a demanda por empresas especializadas em internet para a elaboração de campanhas virtuais. Atualmente, já são mais de 62 milhões de brasileiros acessando a internet, sendo 38,2 milhões fazendo isso de casa. O Brasil lidera o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, registrando cerca de 44 horas e 59 minutos.
A web setornou o 3º veículo de maior alcance nacional, atrás somente do rádio eda televisão. Segundo Leonardo Bortoletto, diretor de marketing da WebConsult, termos como Orkut, Twitter, Facebook, YouTube, comunidadesvirtuais e blogs para invadir o cotidiano do brasileiro e se tornarcada vez mais conhecidos e utilizados.
Nesse contexto, as campanhas políticas já começaram e a internet fará toda a diferença na conquista de votos e disseminação de informações, tanto positivas, quanto negativas. A reforma eleitoral, já aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados, liberou internet para campanhas eleitorais.
A utilização cada vez maior da internet mostra a políticos a necessidade de ingressarem no mundo digital. A proliferação de blogs de candidatos já é uma mostra desse processo. Atualmente, o governador José Serra, por exemplo, é um dos políticos mais populares na rede e o seu endereço no twitter registra a incrível marca de mais de 70 mil seguidores.
Nos EUA, o uso da internet está cada vez mais disseminado na realização de campanhas eleitorais. E, não somente para arrecadar contribuições como ocorreu na campanha de Barack Obama, que recolheu cerca de US$ 300 milhões, ou também para a divulgação de imagem e propostas de atuação.
Partidos como o PT saíram na frente ao manter um portal e um verdadeiro exército de colaboradores para alimentarem ferramentas como blog, twitter, vídeos com matérias positivas dos possíveis candidatos, além de um eficiente planejamento para que ocorra a exibição somente de notícias positivas quando internautas fazem pesquisas em sites de busca.
Fonte: MSN Tecnologia
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3.31.2010
Sua empresa precisa de uma política de uso das mídias sociais, ou vai acabar como a Locaweb.
Artigo de Cláudio Torres, consultor em marketing digital e mídias sociais, autor do livro A Bíblia do Marketing Digital, publicado originalmente em 30-03-2010
Tudo bem que sou Corinthiano, e no último jogo entre Corinthians e São Paulo ( 4×3 ) no Pacaembú, tive o prazer de zoar todos os amigos São Paulinos que assistiram ao jogo comigo. Tudo bem que este blog é hospedado na Locaweb, com quem tenho uma relação muito tumultuada em função da quantidade de problemas que tenho com a hospedagem deste blog. Tudo bem que o Twitter é uma mídia nova, e que as empresas ainda estão se preparando para a nova realidade do consumidor, embora no meu livro "A Bíblia do Marketing Digital", já no seu primeiro capítulo, falo da importância das empresa preocuparem com isso e agirem JÁ, e não no “futuro”. Mas o que o Diretor Comercial da Locaweb, Alex Glikas, fez no seu tuiter ( imagem abaixo ) durante o jogo no Pacaembú, transcende todas as possíveis considerações que eu possa fazer sobre o tema, e se torna um excelente exemplo da falta de preparo das empresas no trato com as mídias sociais.
O Twitter do Diretor Comercial da Locaweb Alex Glikas
A Locaweb não é um exemplo de atendimento ao consumidor, muito menos um exemplo de vanguarda nas mídias sociais e no marketing digital. Mas recentemente tem criado alguns novos mecanismos para melhorar o seu atendimento, e tem ampliado em muito sua exposição de mídia, principalmente através de patrocínios, inclusive fechando com o São Paulo Futebol Clube um acordo por duas partidas (a do Pacaembú e a partida contra o Monterrey, do México) a fim de exibir o logotipo nas mangas da camisa do clube e reforçar a estratégia de divulgação da marca.
A questão aqui não é a de um torcedor apaixonado se expressando de forma agressiva contra a torcida adversária, isso é comum no futebol, mas sim o fato de ele próprio se identificar no Twitter como Diretor Comercial da Locaweb, e ter sido claro nas suas apaixonadas colocações com tuits como “Vamos LOCAWEB!!!!!!!! Chupaaaaaa bambizada!!!!!!!!TIMÃO eoooooo!!!!!!!”.
Mas como toda bobagem nas mídias sociais pode ser piorada, a Locaweb tomou uma atitude pior que o próprio fato. Em resposta ( imagem abaixo ), a Locaweb e o Alex Glika apagaram as mensagens e escreveram: “Parabéns São Paulo e parabéns Corinthians pelo belo clássico!”. Pior, retiraram a foto do perfil, apagaram a Bio ( descrição do membro ), e concluiram com uma sequencia de tuits “Minhas sinceras desculpas à torcida e ao time do SPFC. No calor do clássico, o torcedor tomou conta do profissional. Não acontecerá de novo.”
Alex Glikas após a censura da Locaweb
As empresas, não só a Locaweb, estão completamente perdidas no que se refere a Internet, às mídias sociais e ao marketing digital. É difícil ver uma boa ação de marketing ou de marca na Internet, e quando algo sai errado fica claro que as empresas nunca pensaram em como agiriam. A Locaweb tirou as mensagens agressivas do Twitter, como faziam os ditadores e os censores de plantão quando algo os incomodava, a Locaweb apagou o perfil de um de seus diretores no Twitter, como faziam os Soviéticos, que apagava, das fotos e dos registros históricos, os personagens que tinham se tornado inimigos do regime, e finalmente, a Locaweb desprezou tanto os Corinthianos, pois crucificou um de seus torcedores sem dó, quanto os São paulinos, pois chamou-os de idiotas ao acreditar que um assunto destes morre sem repercussão, simplesmente apagando as mensagens.
O fato é que quando algo dá errado as empresas não podem fugir ou se esconder. Elas tem que se mostrar, e ter uma conversa sincera com seus consumidores. Abrir as portas e os canais de comunicação e responder com sinceridade e honestidade o que elas realmente acham do fato ocorrido. Apagar as pistas, e crucificar os interlocutores, não resolve nada. Só piora a situação, pois deixa a todos livres para tirarem suas conclusões e continuar debatendo o tema, sem a presença do interessado : A marca.
O que fazer então? Como as empresas podem agir nestes caso? Este é o ponto onde queria chegar. O que fazer?
No ano passado escrevi um artigo intitulado “Comunicação empresarial e as mídias sociais“, que tenho certeza, que se a Locaweb e seus Diretores tivessem lido e aplicado, a situação agora seria bem diferente. Neste artigo comento alguns casos emblemáticos nas mídias sociais americanas, entre eles o caso da Domino Pizzas, que soube agir com transparência perante o consumidor, e da Amazon, que agiu de forma similar a Locaweb, e até hoje tem problemas com uma parcela dos seus consumidores.
Dos sete conselhos que dou neste artigo, dois eu gostaria de retomar aqui, pois resumem o que a Locaweb deveria ter feito, e não fez neste caso :
O primeiro conselho, que é na verdade o último de uma lista de sete, é :
Ou seja, as empresas tem que encarar este desafio de uma vez por todas, e parar de se esconder atrás de ideias absurda de que as mídias sociais vão ser importantes no futuro, ou de que ainda não é hora de entrar nas mídias sociais. Seja pela empresa, seja por seus colaboradores, ela tem que planejar sua vida nas mídias sociais, treinar seus colaboradores, e discutir este tema, aberta e exaustivamente, com seus gestores e colaboradores. Todos na empresa tem que saber o que fazer, quais são os riscos envolvidos, e principalmente, o que fazer quando algo sai errado.
O segundo conselho, que é de fato o segundo da lista é :
A empresa e a marca tem que saber o que elas de fato são. Ter uma identidade clara e bem definida é fundamental nos dias de hoje. Saber se sua empresa é uma ditadora marxista que vai desaparecer com qualquer colaborador corinthiano que ataque a torcida São Paulina, ou se ela é uma empresa aberta, que vai transformar isso em uma"boa briga" (no bom sentido da palavra) entre o Diretor Corinthiano e outro fanático Diretor São Paulino, é fundamental para saber que atitude tomar na crise.
Não subestime o consumidor, muito menos aquele que é ativo usuário das mídias sociais. Se eu fosse a Locaweb, encontraria um Diretor São Paulino, apaixonado, e deixaria que ele defendesse o seu time, e transformaria o incidente em uma verdadeira “briga de torcidas”, novamente no bom sentido da palavra. Na verdade se eu fosse a Locaweb, teria treinado minha diretoria e todos os níveis gerenciais, para saber como agir nas mídias sociais, na importância de entender que não há mais divisão entre o profissional e o pessoal, e que para tudo que você escreve sempre haverá uma reação.
Para todas as empresas e gestores recomendo que leiam, ou encaminhem para quem ainda não leu, o meu artigo "Comunicação empresarial e as mídias sociais", antes que seja tarde e sua empresa acabe como a Locaweb.
Em tempo : O ridículo aconteceu, e a Locaweb demitiu o Diretor Alex Glikas. Assim a empresa não se prepara para usar as mídias sociais, não treina seus colaboradores, e depois os usa para apagar o incêndio. E o pior, não adianta nada, pois continuar se escondendo atrás de atitudes do início do século passado, não resolvem, nem melhoram o relacionamento com o mercado.
Fonte: ClaudioTorres.com
Tudo bem que sou Corinthiano, e no último jogo entre Corinthians e São Paulo ( 4×3 ) no Pacaembú, tive o prazer de zoar todos os amigos São Paulinos que assistiram ao jogo comigo. Tudo bem que este blog é hospedado na Locaweb, com quem tenho uma relação muito tumultuada em função da quantidade de problemas que tenho com a hospedagem deste blog. Tudo bem que o Twitter é uma mídia nova, e que as empresas ainda estão se preparando para a nova realidade do consumidor, embora no meu livro "A Bíblia do Marketing Digital", já no seu primeiro capítulo, falo da importância das empresa preocuparem com isso e agirem JÁ, e não no “futuro”. Mas o que o Diretor Comercial da Locaweb, Alex Glikas, fez no seu tuiter ( imagem abaixo ) durante o jogo no Pacaembú, transcende todas as possíveis considerações que eu possa fazer sobre o tema, e se torna um excelente exemplo da falta de preparo das empresas no trato com as mídias sociais.
O Twitter do Diretor Comercial da Locaweb Alex Glikas
A Locaweb não é um exemplo de atendimento ao consumidor, muito menos um exemplo de vanguarda nas mídias sociais e no marketing digital. Mas recentemente tem criado alguns novos mecanismos para melhorar o seu atendimento, e tem ampliado em muito sua exposição de mídia, principalmente através de patrocínios, inclusive fechando com o São Paulo Futebol Clube um acordo por duas partidas (a do Pacaembú e a partida contra o Monterrey, do México) a fim de exibir o logotipo nas mangas da camisa do clube e reforçar a estratégia de divulgação da marca.
A questão aqui não é a de um torcedor apaixonado se expressando de forma agressiva contra a torcida adversária, isso é comum no futebol, mas sim o fato de ele próprio se identificar no Twitter como Diretor Comercial da Locaweb, e ter sido claro nas suas apaixonadas colocações com tuits como “Vamos LOCAWEB!!!!!!!! Chupaaaaaa bambizada!!!!!!!!TIMÃO eoooooo!!!!!!!”.
Mas como toda bobagem nas mídias sociais pode ser piorada, a Locaweb tomou uma atitude pior que o próprio fato. Em resposta ( imagem abaixo ), a Locaweb e o Alex Glika apagaram as mensagens e escreveram: “Parabéns São Paulo e parabéns Corinthians pelo belo clássico!”. Pior, retiraram a foto do perfil, apagaram a Bio ( descrição do membro ), e concluiram com uma sequencia de tuits “Minhas sinceras desculpas à torcida e ao time do SPFC. No calor do clássico, o torcedor tomou conta do profissional. Não acontecerá de novo.”
Alex Glikas após a censura da Locaweb
As empresas, não só a Locaweb, estão completamente perdidas no que se refere a Internet, às mídias sociais e ao marketing digital. É difícil ver uma boa ação de marketing ou de marca na Internet, e quando algo sai errado fica claro que as empresas nunca pensaram em como agiriam. A Locaweb tirou as mensagens agressivas do Twitter, como faziam os ditadores e os censores de plantão quando algo os incomodava, a Locaweb apagou o perfil de um de seus diretores no Twitter, como faziam os Soviéticos, que apagava, das fotos e dos registros históricos, os personagens que tinham se tornado inimigos do regime, e finalmente, a Locaweb desprezou tanto os Corinthianos, pois crucificou um de seus torcedores sem dó, quanto os São paulinos, pois chamou-os de idiotas ao acreditar que um assunto destes morre sem repercussão, simplesmente apagando as mensagens.
O fato é que quando algo dá errado as empresas não podem fugir ou se esconder. Elas tem que se mostrar, e ter uma conversa sincera com seus consumidores. Abrir as portas e os canais de comunicação e responder com sinceridade e honestidade o que elas realmente acham do fato ocorrido. Apagar as pistas, e crucificar os interlocutores, não resolve nada. Só piora a situação, pois deixa a todos livres para tirarem suas conclusões e continuar debatendo o tema, sem a presença do interessado : A marca.
O que fazer então? Como as empresas podem agir nestes caso? Este é o ponto onde queria chegar. O que fazer?
No ano passado escrevi um artigo intitulado “Comunicação empresarial e as mídias sociais“, que tenho certeza, que se a Locaweb e seus Diretores tivessem lido e aplicado, a situação agora seria bem diferente. Neste artigo comento alguns casos emblemáticos nas mídias sociais americanas, entre eles o caso da Domino Pizzas, que soube agir com transparência perante o consumidor, e da Amazon, que agiu de forma similar a Locaweb, e até hoje tem problemas com uma parcela dos seus consumidores.
Dos sete conselhos que dou neste artigo, dois eu gostaria de retomar aqui, pois resumem o que a Locaweb deveria ter feito, e não fez neste caso :
O primeiro conselho, que é na verdade o último de uma lista de sete, é :
“Planeje : Planeje para uma crise. Crie uma
estratégia de mídias sociais que prepare sua empresa para se comunicar, mas também para enfrentar uma eventual crise de comunicação e imagem. Ela é inevitável, então esteja preparado e discuta o que fazer.”
O segundo conselho, que é de fato o segundo da lista é :
“Se conheça melhor : Defina as suas reais prioridades e o que mais importa para a sua empresa. Seja sincero e pergunte o que a sua organização realmente valoriza. Esteja preparado para expor isso para as mídias sociais.”
Não subestime o consumidor, muito menos aquele que é ativo usuário das mídias sociais. Se eu fosse a Locaweb, encontraria um Diretor São Paulino, apaixonado, e deixaria que ele defendesse o seu time, e transformaria o incidente em uma verdadeira “briga de torcidas”, novamente no bom sentido da palavra. Na verdade se eu fosse a Locaweb, teria treinado minha diretoria e todos os níveis gerenciais, para saber como agir nas mídias sociais, na importância de entender que não há mais divisão entre o profissional e o pessoal, e que para tudo que você escreve sempre haverá uma reação.
Para todas as empresas e gestores recomendo que leiam, ou encaminhem para quem ainda não leu, o meu artigo "Comunicação empresarial e as mídias sociais", antes que seja tarde e sua empresa acabe como a Locaweb.
Em tempo : O ridículo aconteceu, e a Locaweb demitiu o Diretor Alex Glikas. Assim a empresa não se prepara para usar as mídias sociais, não treina seus colaboradores, e depois os usa para apagar o incêndio. E o pior, não adianta nada, pois continuar se escondendo atrás de atitudes do início do século passado, não resolvem, nem melhoram o relacionamento com o mercado.
Fonte: ClaudioTorres.com
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Charlene Li diz que empresas devem incentivar funcionário a usar redes sociais
Para especialista em mídias sociais, essa é uma boa medida para despertar o interesse pelo tema dentro das corporações.
O que muitas empresas quebram a cabeça atualmente é como ter uma estratégia bem-sucedida nas redes sociais. Por onde começar, que ferramentas devem ser usadas e que maneira? O primeiro passo para uma empresa iniciar uma atuação em mídias sociais é definir seus objetivos com esse tipo e - isso é muito importante – ir com calma, diz Para Charlene Li, uma das principais especialistas em redes sociais do mundo, em videochat organizado pela HSM na manhã desta quinta-feira (25/3).
Autora do livro “Groundswell: fenômenos sociais nos negócios – vença em um mundo transformado pelas redes sociais” , Charlene afirma que um bom ponto de partida é incentivar os colaboradores a interagir nas mídias sociais, ainda que em caráter pessoal. Assim, eles saberão como funciona esse ambiente e o que lá se diz da empresa. “Assim, eles se interessar pelas redes sociais”.
Outra dúvida recorrentes a muitas empresas é sobre a cração ou não de uma eequipe interna para lidar com as redes sociais.
Para Charlene, no começo de uma estratégia não é necessário, pois é um período de experimentação e a demanda por ações será pequena. Num segundo momento é adequado designar algum colaborador para a empreitada. "Na terceira etapa as redes sociais estarão tão integradas que as todas as equipes estarão, de alguma forma, ligadas a esse trabalho", afirmou.
Sobre o perfil do profissional ideal para lidar com as redes sociais, Charlene é enfática em sua recomendação. "Tem de ser alguém que seja fanático por construir relacionamentos. Não adianta chamar um colaborador que não tenha essa característica".
Fonte: IDGNow
O que muitas empresas quebram a cabeça atualmente é como ter uma estratégia bem-sucedida nas redes sociais. Por onde começar, que ferramentas devem ser usadas e que maneira? O primeiro passo para uma empresa iniciar uma atuação em mídias sociais é definir seus objetivos com esse tipo e - isso é muito importante – ir com calma, diz Para Charlene Li, uma das principais especialistas em redes sociais do mundo, em videochat organizado pela HSM na manhã desta quinta-feira (25/3).
Autora do livro “Groundswell: fenômenos sociais nos negócios – vença em um mundo transformado pelas redes sociais” , Charlene afirma que um bom ponto de partida é incentivar os colaboradores a interagir nas mídias sociais, ainda que em caráter pessoal. Assim, eles saberão como funciona esse ambiente e o que lá se diz da empresa. “Assim, eles se interessar pelas redes sociais”.
Outra dúvida recorrentes a muitas empresas é sobre a cração ou não de uma eequipe interna para lidar com as redes sociais.
Para Charlene, no começo de uma estratégia não é necessário, pois é um período de experimentação e a demanda por ações será pequena. Num segundo momento é adequado designar algum colaborador para a empreitada. "Na terceira etapa as redes sociais estarão tão integradas que as todas as equipes estarão, de alguma forma, ligadas a esse trabalho", afirmou.
Sobre o perfil do profissional ideal para lidar com as redes sociais, Charlene é enfática em sua recomendação. "Tem de ser alguém que seja fanático por construir relacionamentos. Não adianta chamar um colaborador que não tenha essa característica".
Fonte: IDGNow
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3.26.2010
Internautas não lembram de propaganda online
Levantamento da Millward Brown Brasil reafirma a necessidade de relevância para marcas se relacionarem com consumidores.
Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.
Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.
O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.
Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.
Fonte: M&M Online
Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.
Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.
O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.
Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.
Fonte: M&M Online
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3.22.2010
Leitores não querem pagar por notícias online
Apesar disso, estudo na Nielsen já mostra que uma parcela significativa começa a se dispor a aceitar um novo modelo de pagamento
Enquanto os dirigentes e proprietários de grande grupos de mídia em todo o planeta parecem estar cada vez mais inclinados em adotar o padrão de cobrança pelo conteúdo jornalístico oferecido via internet, a maioria dos leitores, entretanto, rejeita a ideia de ter de pagar por algo que, até então, sempre foi oferecido gratuitamente.
A conclusão é fruto de um estudo feito pela Nielsen com 27 mil pessoas, de 52 países de todos os continentes, que tinha o objetivo de descobrir como que o público leitor concebe a possível ideia de mudança no fornecimento de conteúdo. Apesar da imensa maioria ainda ser contra a cobrança pelo acesso online às páginas de jornais e revistas, um número bastante significativo (um terço dos entrevistados) respondeu que aceitaria desembolsar alguma quantia para acessar um conteúdo jornalístico na web.
Entre todos os entrevistados, 58% declararam ser totalmente contra a esse tipo de medida e a grande maioria, 85%, defende que as publicações que atualmente oferecem seu conteúdo de graça na internet devem continuar mantendo esse modelo. Enquanto isso, 8% respondeu que já pagou (ou paga) para acessar sites de publicações na web.
Fonte: M&M Online Com informações da Reuters.
Enquanto os dirigentes e proprietários de grande grupos de mídia em todo o planeta parecem estar cada vez mais inclinados em adotar o padrão de cobrança pelo conteúdo jornalístico oferecido via internet, a maioria dos leitores, entretanto, rejeita a ideia de ter de pagar por algo que, até então, sempre foi oferecido gratuitamente.
A conclusão é fruto de um estudo feito pela Nielsen com 27 mil pessoas, de 52 países de todos os continentes, que tinha o objetivo de descobrir como que o público leitor concebe a possível ideia de mudança no fornecimento de conteúdo. Apesar da imensa maioria ainda ser contra a cobrança pelo acesso online às páginas de jornais e revistas, um número bastante significativo (um terço dos entrevistados) respondeu que aceitaria desembolsar alguma quantia para acessar um conteúdo jornalístico na web.
Entre todos os entrevistados, 58% declararam ser totalmente contra a esse tipo de medida e a grande maioria, 85%, defende que as publicações que atualmente oferecem seu conteúdo de graça na internet devem continuar mantendo esse modelo. Enquanto isso, 8% respondeu que já pagou (ou paga) para acessar sites de publicações na web.
Fonte: M&M Online Com informações da Reuters.
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Dicas para fazer um profile "profissional" em uma rede social
Além de conhecer comunidades online onde você pode procurar emprego, é importante criar um perfil "profissional", adequado para encontrar um trabalho. Confira algumas dicas:
Mantenha seu perfil sempre atualizado. Coloque os últimos trabalhos, cursos e promoções.
Entre em comunidades relacionadas ao trabalho e/ou área de interesse e faça contato com as pessoas. Discuta assuntos de interesse, divulgue vagas, seja participativo. Quanto mais você conhece pessoas com os mesmos objetivos, mais fácil será conseguir um emprego.
Evite fotos com pouca roupa, em situações constrangedoras ou consumindo bebidas alcoólicas.
Atenção ao português: um erro pode estragar suas possibilidades de conquistar uma vaga.
Não participe de comunidades que indiquem maus comportamentos, como "Eu já trabalhei bêbado" ou "Eu odeio trabalhar".
Fonte: OUL Tecnologia
Mantenha seu perfil sempre atualizado. Coloque os últimos trabalhos, cursos e promoções.
Entre em comunidades relacionadas ao trabalho e/ou área de interesse e faça contato com as pessoas. Discuta assuntos de interesse, divulgue vagas, seja participativo. Quanto mais você conhece pessoas com os mesmos objetivos, mais fácil será conseguir um emprego.
Evite fotos com pouca roupa, em situações constrangedoras ou consumindo bebidas alcoólicas.
Atenção ao português: um erro pode estragar suas possibilidades de conquistar uma vaga.
Não participe de comunidades que indiquem maus comportamentos, como "Eu já trabalhei bêbado" ou "Eu odeio trabalhar".
Fonte: OUL Tecnologia
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Twitter completa quatro anos
Primeira mensagem do site foi enviada por Jack Dorsey no dia 21/03/2006. Depois de terminar 2009 estagnado, Twitter voltou a crescer em janeiro
Neste domingo (21), o Twitter completa quatro anos. Jack Dorsey - ou @jack -, um dos criadores do site, enviou a seguinte mensagem, o primeiro tweet, no dia 21 de março de 2006: just setting up my twttr. Depois, Evan Willians (@ev) e Biz Stone (@biz), as outras duas cabeças por trás da invenção Twitter, enviaram a mesma mensagem, configurando meu twttr. O site, que viria a ser um fenômeno da internet mundial, ainda não tinha vogais no nome e pelos próximos meses funcionaria em uma versão fechada para testes.
Já como Twitter, ganhou prêmios e ficou famoso entre usuários assíduos de internet, mas nada que preparasse para o crescimento absurdo de 2009: de 5 milhões de usuários no começo do ano para 65 milhões no fim. Segundo dados divulgados no começo desse ano pela RJ Metrics, apenas 17% desses perfis são ativos e 40% nunca foram atualizados. Mesmo com todos funcionando, esse seria um número pequeno se comparado ao Facebook - há mais pessoas jogando FarmVille no Facebook do que pessoas no Twitter -, mas grande o suficiente para criar uma discussão sobre a forma como difundimos e consumimos informação.
Foram essas pessoas que usam o site - mesmo que poucas - que o tornaram relevante para a comunicação. Os usuários inventaram o RT, por exemplo, o retweet, quando você reenvia uma mensagem dando o crédito para o perfil do autor. O Twitter incorporou a ideia em uma ferramenta própria. As pessoas, pela forma como usaram o site, mudaram até o propósito do Twitter: de o que estamos fazendo agora, um uso trivial, para o que está acontecendo agora, um uso informativo. O número de usuários do Twitter voltou a crescer em janeiro de 2010, depois de terminar 2009 estagnado. A pergunta é: para onde o Twitter vai agora?
Fonte: Época
Neste domingo (21), o Twitter completa quatro anos. Jack Dorsey - ou @jack -, um dos criadores do site, enviou a seguinte mensagem, o primeiro tweet, no dia 21 de março de 2006: just setting up my twttr. Depois, Evan Willians (@ev) e Biz Stone (@biz), as outras duas cabeças por trás da invenção Twitter, enviaram a mesma mensagem, configurando meu twttr. O site, que viria a ser um fenômeno da internet mundial, ainda não tinha vogais no nome e pelos próximos meses funcionaria em uma versão fechada para testes.
Já como Twitter, ganhou prêmios e ficou famoso entre usuários assíduos de internet, mas nada que preparasse para o crescimento absurdo de 2009: de 5 milhões de usuários no começo do ano para 65 milhões no fim. Segundo dados divulgados no começo desse ano pela RJ Metrics, apenas 17% desses perfis são ativos e 40% nunca foram atualizados. Mesmo com todos funcionando, esse seria um número pequeno se comparado ao Facebook - há mais pessoas jogando FarmVille no Facebook do que pessoas no Twitter -, mas grande o suficiente para criar uma discussão sobre a forma como difundimos e consumimos informação.
Foram essas pessoas que usam o site - mesmo que poucas - que o tornaram relevante para a comunicação. Os usuários inventaram o RT, por exemplo, o retweet, quando você reenvia uma mensagem dando o crédito para o perfil do autor. O Twitter incorporou a ideia em uma ferramenta própria. As pessoas, pela forma como usaram o site, mudaram até o propósito do Twitter: de o que estamos fazendo agora, um uso trivial, para o que está acontecendo agora, um uso informativo. O número de usuários do Twitter voltou a crescer em janeiro de 2010, depois de terminar 2009 estagnado. A pergunta é: para onde o Twitter vai agora?
Fonte: Época
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5 sites que ajudam a preservar sua reputação online
Comentários impensados e fotos mal escolhidas podem arruinar um negócio ou um emprego, mas ferramentas da web ajudam a evitar isso.
Basta entrar com seu nome no Google para conferir: todo mundo tem uma reputação online. Se é assim, é melhor que você tome conta dela, sob risco de ter seus dados bisbilhotados e julgados por professores, empregadores, parentes e quem mais se interessar.
Conferir o que há publicado sobre você por aí parece trabalhoso. Mas a boa notícia é que não existe apenas o Google. Diversos sites especializados permitem que a pessoa avalie o que existe sobre ela em blogs, listas de discussão, redes sociais como o Facebook e microblogs como o Twitter.
Com tais informações, o internauta pode reconsiderar as informações que mantêm publicadas nesses serviços, ou talvez alterá-las para que reflitam melhor a postura que deseja ter diante das pessoas com quem se importa.
De tão badalada, a reputação online rendeu até uma carreira: a de gerente de reputação online – ORM, na sigla em inglês. Sua função é lidar com conteúdo gerado por amadores na internet, seja em blogs particulares ou em fóruns e redes sociais.
Quer se manter atualizado sobre o que blogueiros, tuiteiros e outros estão dizendo sobre você online? Conheça cinco ferramentas gratuitas que fazem mais para ajudá-lo a defender sua reputação na internet.
::Addict-o-matic: digite seu nome no site, e você verá as citações mais recentes, organizadas em caixas, a partir dos sites Bing, Google Blog Search, Twitter, YouTube, Digg, Flickr, FriendFeed, Bloglinks e outros. O Addict-o-matic também deixa que você personalize sua página de resultados adicionando, eliminando ou rearranjando as caixas na tela.
::SocialMention: O SocialMention é uma plataforma de análise e busca em redes sociais que reúne e apresenta conteúdo gerado por usuários. Ele permite acompanhar e medir o que as pessoas estão dizendo sobre você, sua empresa, seu produto, etc, em tempo real. O site combina informações de mais de 100 sites de mídia social, incluindo Twitter, Facebook, FriendFeed, YouTube, Digg e Google. Você também pode programar alertas para uma palavra-chave – o SocialMention vai entregar os resultados diariamente em sua caixa postal.
::Technorati: É uma ferramenta de busca para blogs. Você tem duas opções de busca: por menção do nome de alguém, ou por blogs que pertencem a alguém em específico. Outros sites para busca em blogs são o BlogPulse e o BackType.
::TweetBeep: é como um Alerta Google para o Twitter. O site manda um e-mail a você sempre que alguém tuitar seu nome, empresa ou produto (você também pode rastrear quem está tuitando seu site ou blog, mesmo se estiver usando uma URL como ow.ly ou bit.ly). Experimente também o Twitter Search.
::Yasni: o Yasni é um motor de busca de pessoas que oferece uma visão das redes associadas de alguém, incluindo contatos, fotos e outras informações publicamente disponíveis. Na busca por um nome, o Yasni agrega citações de sites como o LinkedIn, o Google, a Amazon, o Technorati e outros.
Fonte: IDGnow (com CIO/EUA)
Basta entrar com seu nome no Google para conferir: todo mundo tem uma reputação online. Se é assim, é melhor que você tome conta dela, sob risco de ter seus dados bisbilhotados e julgados por professores, empregadores, parentes e quem mais se interessar.
Conferir o que há publicado sobre você por aí parece trabalhoso. Mas a boa notícia é que não existe apenas o Google. Diversos sites especializados permitem que a pessoa avalie o que existe sobre ela em blogs, listas de discussão, redes sociais como o Facebook e microblogs como o Twitter.
Com tais informações, o internauta pode reconsiderar as informações que mantêm publicadas nesses serviços, ou talvez alterá-las para que reflitam melhor a postura que deseja ter diante das pessoas com quem se importa.
De tão badalada, a reputação online rendeu até uma carreira: a de gerente de reputação online – ORM, na sigla em inglês. Sua função é lidar com conteúdo gerado por amadores na internet, seja em blogs particulares ou em fóruns e redes sociais.
Quer se manter atualizado sobre o que blogueiros, tuiteiros e outros estão dizendo sobre você online? Conheça cinco ferramentas gratuitas que fazem mais para ajudá-lo a defender sua reputação na internet.
::Addict-o-matic: digite seu nome no site, e você verá as citações mais recentes, organizadas em caixas, a partir dos sites Bing, Google Blog Search, Twitter, YouTube, Digg, Flickr, FriendFeed, Bloglinks e outros. O Addict-o-matic também deixa que você personalize sua página de resultados adicionando, eliminando ou rearranjando as caixas na tela.
::SocialMention: O SocialMention é uma plataforma de análise e busca em redes sociais que reúne e apresenta conteúdo gerado por usuários. Ele permite acompanhar e medir o que as pessoas estão dizendo sobre você, sua empresa, seu produto, etc, em tempo real. O site combina informações de mais de 100 sites de mídia social, incluindo Twitter, Facebook, FriendFeed, YouTube, Digg e Google. Você também pode programar alertas para uma palavra-chave – o SocialMention vai entregar os resultados diariamente em sua caixa postal.
::Technorati: É uma ferramenta de busca para blogs. Você tem duas opções de busca: por menção do nome de alguém, ou por blogs que pertencem a alguém em específico. Outros sites para busca em blogs são o BlogPulse e o BackType.
::TweetBeep: é como um Alerta Google para o Twitter. O site manda um e-mail a você sempre que alguém tuitar seu nome, empresa ou produto (você também pode rastrear quem está tuitando seu site ou blog, mesmo se estiver usando uma URL como ow.ly ou bit.ly). Experimente também o Twitter Search.
::Yasni: o Yasni é um motor de busca de pessoas que oferece uma visão das redes associadas de alguém, incluindo contatos, fotos e outras informações publicamente disponíveis. Na busca por um nome, o Yasni agrega citações de sites como o LinkedIn, o Google, a Amazon, o Technorati e outros.
Fonte: IDGnow (com CIO/EUA)
3.16.2010
Twitter @anywhere
Com tantas empresas, jornais e personalidades usando o Twitter para divulgar conteúdo, imagine poder continuar ligado nas twittadas de seu site preferido sem ter que sair dele. Pois é. É isso que a @anywhere, nova plataforma anunciada durante a SXSW por Evan Williams, CEO do Twitter, promete.
A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado (como já é possível fazer aqui no blog do Link, por exemplo). Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.
A tecnologia aberta e a API (Application Programming Interface) do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.
Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.
A @anywhere é uma forma de atrair usuários para o microblog, mas o lançamento frustrou mais uma vez a expectativa de um anúncio sobre uma plataforma de propaganda ou qualquer outra forma de monetizar o Twitter (apesar das recentes parcerias com Google e Microsoft). A ideia é ótima, principalmente para nós e para os sites que não vão perder leitores que mudam de página e não voltam mais. Mas e o Twitter, ganha dinheiro como?
A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado (como já é possível fazer aqui no blog do Link, por exemplo). Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.
A tecnologia aberta e a API (Application Programming Interface) do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.
Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.
A @anywhere é uma forma de atrair usuários para o microblog, mas o lançamento frustrou mais uma vez a expectativa de um anúncio sobre uma plataforma de propaganda ou qualquer outra forma de monetizar o Twitter (apesar das recentes parcerias com Google e Microsoft). A ideia é ótima, principalmente para nós e para os sites que não vão perder leitores que mudam de página e não voltam mais. Mas e o Twitter, ganha dinheiro como?
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O que as empresas buscam nas Redes Sociais?
Estudos realizados pela empresa Deloitte com mais de 400 companhias apontam que elas estão buscando participar das comunidades virtuais, principalmente para realizar propaganda espontânea e fidelizar os seus clientes.
Quando o assunto se trata de obstáculos, as empresas acham que fazer com que as pessoas participem e atrair membros para as suas comunidades, estão entre as maiores barreiras encontradas atualmente para conseguir sucesso na mídias sociais
Principais objetivos corporativos do uso de redes sociais.
01. Gerar propaganda boca-a-boca – 38%
02. Aumentar a lealdade dos consumidores – 34%
03. Aumentar a presença do produto/marca – 30%
04. Trazer ideias externas para a empresa – 29%
05. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente – 23%
06. Aumentar as vendas – 22%
07. Melhorar a eficácia das relações públicas – 20%
08. Melhorar a relação com parceiros – 19%
09. Inovar os modelos de negócio – 17%
10. Reduzir gastos com suporte ao cliente – 16%
11. Reduzir gastos com aquisição de clientes – 15%
Os maiores obstáculos para o sucesso nas redes sociais.
01. Conseguir pessoas que participem – 30%
02. Atrair membros para a comunidade – 24%
03. Fazer com que as pessoas voltem – 21%
04. Encontrar tempo para gerenciar a comunidade – 19%
05. Encontrar pessoas para popularizar seu perfil – 14%
06. Conseguir verba para mais funções – 13%
07. Falta de experiência no gerenciamento de comunidades – 12%
08. Conseguir verba para facilitadores – 10%
Fonte: Argoblog que traduziu o texto original em inglês do Information Week.
Quando o assunto se trata de obstáculos, as empresas acham que fazer com que as pessoas participem e atrair membros para as suas comunidades, estão entre as maiores barreiras encontradas atualmente para conseguir sucesso na mídias sociais
Principais objetivos corporativos do uso de redes sociais.
01. Gerar propaganda boca-a-boca – 38%
02. Aumentar a lealdade dos consumidores – 34%
03. Aumentar a presença do produto/marca – 30%
04. Trazer ideias externas para a empresa – 29%
05. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente – 23%
06. Aumentar as vendas – 22%
07. Melhorar a eficácia das relações públicas – 20%
08. Melhorar a relação com parceiros – 19%
09. Inovar os modelos de negócio – 17%
10. Reduzir gastos com suporte ao cliente – 16%
11. Reduzir gastos com aquisição de clientes – 15%
Os maiores obstáculos para o sucesso nas redes sociais.
01. Conseguir pessoas que participem – 30%
02. Atrair membros para a comunidade – 24%
03. Fazer com que as pessoas voltem – 21%
04. Encontrar tempo para gerenciar a comunidade – 19%
05. Encontrar pessoas para popularizar seu perfil – 14%
06. Conseguir verba para mais funções – 13%
07. Falta de experiência no gerenciamento de comunidades – 12%
08. Conseguir verba para facilitadores – 10%
Fonte: Argoblog que traduziu o texto original em inglês do Information Week.
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A metodologia 8 Ps do Marketing Digital
O método de trabalho da Publiweb se apóia em 8 passos bem definidos chamados os “8 Ps do Marketing Digital”. O método foi criado pelo próprio diretor da Publiweb, Conrado Adolpho, e tem sido comprovado pelo mercado dia a dia pelos resultados de nossos clientes.
O método 8 Ps contempla uma série de passos que as empresas devem seguir para que tenham sucesso em sua estratégia de marketing digital e para que saibam o que devem fazer a cada etapa. O modelo 8 Ps baseia-se em explorar de forma sinérgica as melhores ferramentas que a internet oferece hoje para o mercado com o objetivo de estruturar sistematicamente o que atualmente é feito de forma empírica e amadora pela maior parte das empresas.
Nossa metodologia é um processo cíclico que se renova a cada período fazendo com que a empresa tenha um resultado cada vez melhor a cada dia.
Conheça a metodologia dos 8 Ps e entenda porque a Publiweb é a empresa ideal para ser sua parceira em estratégias de marketing digital.
1ºP – PESQUISA
Nesse primeiro passo a Publiweb pesquisa os hábitos de busca no Google, que revelam intenções de compra e necessidades do mercado, e, a partir daí, traça-se um perfil bem mais preciso do público-alvo.
A Publiweb também pesquisa o público-alvo em blog, fóruns e redes sociais para entender suas necessidades e desejos, desse modo, aliando as duas informações, traçamos um perfil mais preciso do consumidor para passarmos para a próxima etapa.
2ºP: PROJETO
A partir do momento que a Publiweb tem as informações sobre os hábitos de busca do público-alvo, foram criadas as condições para que seja desenvolvido um projeto de marketing digital para a empresa.
Tal projeto contempla os aspectos a serem desenvolvidos no site, a estratégia de marketing digital a ser implementada, as palavras-chave a serem otimizadas para o Google e outros aspectos fundamentais para o sucesso do negócio.
3ºP: PRODUÇÃO
Após o desenvolvimento e aprovação do projeto do segundo P, a Publiweb passa para a fase de programação. Nessa etapa transformamos o que antes era uma idéia, em algo tangível.
A Publiweb conta com uma competente equipe de programadores, jornalistas, arquitetos de informação para entregar o projeto com critérios rígidos e custo, qualidade e prazo.
4ºP: PUBLICAÇÃO
Após o site estar com toda a sua estrutura pronta, a Publiweb aloca uma equipe de jornalistas para escrever o conteúdo do site segundo critérios de otimização para o Google e segundo técnicas persuasivas para o consumidor.
Essa etapa é dividida em duas partes: publicação de conteúdo para o site e publicação de conteúdo em outros sites (como YouTube, SlideShare e outros). A Internet sem conteúdo não é nada e é justamente tal estratégia que gera uma imagem de credibilidade muito melhor para a empresa.
5ºP: PROMOÇÃO
Dependendo dos objetivos de marketing da empresa, a etapa da promoção é muito importante para gerar “buzz” no mercado. São essas ações que geram resultados de venda a curto prazo.
A Publiweb confecciona a estratégia e o desenvolvimento de Hotsites promocionais, campanhas em links patrocinados, campanhas de e-mail marketing e outras ações ativas por parte da empresa são necessárias para que aumentar os resultados
6ºP: PROPAGAÇÃO
Uma vez que a empresa tem conteúdo relevante para o consumidor, que foi gerado no quarto P, e ações promocionais, desenvolvidas no quinto P, é importante propagar tais atividades em redes sociais, fóruns, blog e afins.
A Publiweb mantém uma equipe de profissionais responsáveis por divulgação da marca da empresa em ferramentas de web 2.0 para, com isso, transformar o consumidor em veículo e gerar credibilidade.
7ºP: PERSONALIZAÇÃO
A Publiweb tem a consciência de que a empresa deve, não somente atrair continuamente novos clientes, mas vender cada vez mais para clientes antigos, através do marketing de relacionamento.
Desenvolvemos para a empresa estratégias de marketing de relacionamento via web fidelizando e vendendo mais produtos e serviços para clientes que já conhecem a empresa.
8ºP: PRECISÃO
A maior vantagem da internet é a capacidade de mensuração de resultados de toda e qualquer ação realizada. A Publiweb tem profissionais especializados em métricas para que mostre ao cliente o retorno alcançado e direcionar as próximas ações.
A partir do momento que a Publiweb mede tais resultados, conhece-se melhor o público-alvo e volta-se para o primeiro passo melhorando a cada ciclo as ações dos outros Ps.
Fonte: Publiweb
O método 8 Ps contempla uma série de passos que as empresas devem seguir para que tenham sucesso em sua estratégia de marketing digital e para que saibam o que devem fazer a cada etapa. O modelo 8 Ps baseia-se em explorar de forma sinérgica as melhores ferramentas que a internet oferece hoje para o mercado com o objetivo de estruturar sistematicamente o que atualmente é feito de forma empírica e amadora pela maior parte das empresas.
Nossa metodologia é um processo cíclico que se renova a cada período fazendo com que a empresa tenha um resultado cada vez melhor a cada dia.
Conheça a metodologia dos 8 Ps e entenda porque a Publiweb é a empresa ideal para ser sua parceira em estratégias de marketing digital.
1ºP – PESQUISA
Nesse primeiro passo a Publiweb pesquisa os hábitos de busca no Google, que revelam intenções de compra e necessidades do mercado, e, a partir daí, traça-se um perfil bem mais preciso do público-alvo.
A Publiweb também pesquisa o público-alvo em blog, fóruns e redes sociais para entender suas necessidades e desejos, desse modo, aliando as duas informações, traçamos um perfil mais preciso do consumidor para passarmos para a próxima etapa.
2ºP: PROJETO
A partir do momento que a Publiweb tem as informações sobre os hábitos de busca do público-alvo, foram criadas as condições para que seja desenvolvido um projeto de marketing digital para a empresa.
Tal projeto contempla os aspectos a serem desenvolvidos no site, a estratégia de marketing digital a ser implementada, as palavras-chave a serem otimizadas para o Google e outros aspectos fundamentais para o sucesso do negócio.
3ºP: PRODUÇÃO
Após o desenvolvimento e aprovação do projeto do segundo P, a Publiweb passa para a fase de programação. Nessa etapa transformamos o que antes era uma idéia, em algo tangível.
A Publiweb conta com uma competente equipe de programadores, jornalistas, arquitetos de informação para entregar o projeto com critérios rígidos e custo, qualidade e prazo.
4ºP: PUBLICAÇÃO
Após o site estar com toda a sua estrutura pronta, a Publiweb aloca uma equipe de jornalistas para escrever o conteúdo do site segundo critérios de otimização para o Google e segundo técnicas persuasivas para o consumidor.
Essa etapa é dividida em duas partes: publicação de conteúdo para o site e publicação de conteúdo em outros sites (como YouTube, SlideShare e outros). A Internet sem conteúdo não é nada e é justamente tal estratégia que gera uma imagem de credibilidade muito melhor para a empresa.
5ºP: PROMOÇÃO
Dependendo dos objetivos de marketing da empresa, a etapa da promoção é muito importante para gerar “buzz” no mercado. São essas ações que geram resultados de venda a curto prazo.
A Publiweb confecciona a estratégia e o desenvolvimento de Hotsites promocionais, campanhas em links patrocinados, campanhas de e-mail marketing e outras ações ativas por parte da empresa são necessárias para que aumentar os resultados
6ºP: PROPAGAÇÃO
Uma vez que a empresa tem conteúdo relevante para o consumidor, que foi gerado no quarto P, e ações promocionais, desenvolvidas no quinto P, é importante propagar tais atividades em redes sociais, fóruns, blog e afins.
A Publiweb mantém uma equipe de profissionais responsáveis por divulgação da marca da empresa em ferramentas de web 2.0 para, com isso, transformar o consumidor em veículo e gerar credibilidade.
7ºP: PERSONALIZAÇÃO
A Publiweb tem a consciência de que a empresa deve, não somente atrair continuamente novos clientes, mas vender cada vez mais para clientes antigos, através do marketing de relacionamento.
Desenvolvemos para a empresa estratégias de marketing de relacionamento via web fidelizando e vendendo mais produtos e serviços para clientes que já conhecem a empresa.
8ºP: PRECISÃO
A maior vantagem da internet é a capacidade de mensuração de resultados de toda e qualquer ação realizada. A Publiweb tem profissionais especializados em métricas para que mostre ao cliente o retorno alcançado e direcionar as próximas ações.
A partir do momento que a Publiweb mede tais resultados, conhece-se melhor o público-alvo e volta-se para o primeiro passo melhorando a cada ciclo as ações dos outros Ps.
Fonte: Publiweb
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Pesquisa,
Publicações
3.15.2010
'Twitter de voz' que faz sucesso na Índia prepara chegada ao Brasil
Com o Bubbly, as pessoas se conectam por meio do número de celular; recados chegam por voz e podem ser enviados de uma só vez para os seguidores.
Uma empresa com escritórios na Califórnia e em Cingapura prepara a chegada ao Brasil de um serviço que ela classifica como "Twitter de voz" onde, em vez de texto, os seguidores recebem mensagens gravadas no celular.
Trata-se do Bubbly, um serviço de blog de voz da Bubble Motion que, mesmo estando ainda em testes, já arrebatou cerca de 500 mil usuários na Índia, onde começou a operar em fevereiro.
"O Bubbly permite que pessoas se conectem socialmente via celular, apenas com a voz", resume o presidente e CEO da Bubble Motion, Tom Clayton, em comunicado.
Os planos de crescimento rumo ao Brasil foram detalhados por Clayton à Advertising Age e incluem também o Japão, o Oriente Médio e a Europa. Mas o executivo não especificou quando esses lançamentos poderão ocorrer.
Parceria
O Bubbly é oferecido em parceria com operadoras de telefonia. Para usar o blog de voz, basta que a pessoa envie um código numérico para sua operadora e começar a gravar as mensagens, que atualmente podem ter no máximo um minuto de duração.
Para tornar-se seguidor de alguém no Bubbly, basta enviar para o serviço o número do celular de quem você quer seguir. O envio da mensagem é gratuito, mas o recebimento é pago. Os lucros são divididos entre a operadora e a Bubble Motion.
Entre as aplicações sugeridas pela empresa para o Bubbly estão a comunicação de astros do cinema e da TV com seus fãs, e o envio de mensagens por líderes espirituais e religiosos a seus seguidores.
Na Índia, por exemplo, a adesão dos astros de cinema de Bollywood Kareena Kapoor e Aamir Khan ao serviço fez com que em duas semanas de atividade o número de usuários alcançasse 500 mil. O número real dos celulares das celebridades é preservado.
No entanto, também é possível criar redes baseadas em famílias, escolas e amizades, o que permite a comunicação imediata em massa por recados de voz entre múltiplos grupos.
Fonte: IDG Now!
Uma empresa com escritórios na Califórnia e em Cingapura prepara a chegada ao Brasil de um serviço que ela classifica como "Twitter de voz" onde, em vez de texto, os seguidores recebem mensagens gravadas no celular.
Trata-se do Bubbly, um serviço de blog de voz da Bubble Motion que, mesmo estando ainda em testes, já arrebatou cerca de 500 mil usuários na Índia, onde começou a operar em fevereiro.
"O Bubbly permite que pessoas se conectem socialmente via celular, apenas com a voz", resume o presidente e CEO da Bubble Motion, Tom Clayton, em comunicado.
Os planos de crescimento rumo ao Brasil foram detalhados por Clayton à Advertising Age e incluem também o Japão, o Oriente Médio e a Europa. Mas o executivo não especificou quando esses lançamentos poderão ocorrer.
Parceria
O Bubbly é oferecido em parceria com operadoras de telefonia. Para usar o blog de voz, basta que a pessoa envie um código numérico para sua operadora e começar a gravar as mensagens, que atualmente podem ter no máximo um minuto de duração.
Para tornar-se seguidor de alguém no Bubbly, basta enviar para o serviço o número do celular de quem você quer seguir. O envio da mensagem é gratuito, mas o recebimento é pago. Os lucros são divididos entre a operadora e a Bubble Motion.
Entre as aplicações sugeridas pela empresa para o Bubbly estão a comunicação de astros do cinema e da TV com seus fãs, e o envio de mensagens por líderes espirituais e religiosos a seus seguidores.
Na Índia, por exemplo, a adesão dos astros de cinema de Bollywood Kareena Kapoor e Aamir Khan ao serviço fez com que em duas semanas de atividade o número de usuários alcançasse 500 mil. O número real dos celulares das celebridades é preservado.
No entanto, também é possível criar redes baseadas em famílias, escolas e amizades, o que permite a comunicação imediata em massa por recados de voz entre múltiplos grupos.
Fonte: IDG Now!
Marcadores:
Branding,
Bubbly,
Midia Digital,
Mobile,
Redes Sociais,
Tecnologia,
Tendências,
Twitter
Bubbly – a nova “bomba” do social media
Ladies and Gentlemen… aqui está Bubbly, a nova “bomba” do social media.
Ganha o status de “bomba”, porque em quatro semanas, o Bubbly, conseguiu captar 500 mil utilizadores na Índia sem qualquer investimento em comunicação.
O Bubbly pode ser descrito como uma espécie de Twitter em versão voz.
O serviço permite seguir amigos e celebridades que partilham mensagens sonoras que, em geral, duram 30 segundos. Qualquer utilizador pode divulgar as suas mensagens gratuitamente, mas os seguidores, caso as queiram ouvir, têm de pagar. Na Índia, a adesão de estrelas de Bollywood ajudou a popularizar o serviço. A BBC foi a primeira grande marca de media a aderir ao projecto, aproveitando o Bubbly para divulgar notícias de última hora.
O projecto é detido pela americana Bubble Motion, que tem escritórios em Silicon Valley e Singapura, e que já disse que o projecto irá alargar-se ao projecto ao Japão, às Filipinas, à Indonésia e ao Brasil.
O primeiro serviço da empresa consistiu no BubbleTalk, que permite enviar mensagens de voz entre telemóveis e que tem cerca de cem mil utilizadores.
Fonte: Web Marketing Tuga
Ganha o status de “bomba”, porque em quatro semanas, o Bubbly, conseguiu captar 500 mil utilizadores na Índia sem qualquer investimento em comunicação.
O Bubbly pode ser descrito como uma espécie de Twitter em versão voz.
O serviço permite seguir amigos e celebridades que partilham mensagens sonoras que, em geral, duram 30 segundos. Qualquer utilizador pode divulgar as suas mensagens gratuitamente, mas os seguidores, caso as queiram ouvir, têm de pagar. Na Índia, a adesão de estrelas de Bollywood ajudou a popularizar o serviço. A BBC foi a primeira grande marca de media a aderir ao projecto, aproveitando o Bubbly para divulgar notícias de última hora.
O projecto é detido pela americana Bubble Motion, que tem escritórios em Silicon Valley e Singapura, e que já disse que o projecto irá alargar-se ao projecto ao Japão, às Filipinas, à Indonésia e ao Brasil.
O primeiro serviço da empresa consistiu no BubbleTalk, que permite enviar mensagens de voz entre telemóveis e que tem cerca de cem mil utilizadores.
Fonte: Web Marketing Tuga
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Internet é principal fonte para decisão de compra da mulher brasileira
Público feminino já passa mais tempo no PC do que na TV e usa web para pesquisar características de produtos e preços, informa pesquisa.
A internet já é a principal mídia usada pelo público feminino no Brasil, ultrapassando a TV, de acordo com estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 6 mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.
Em janeiro, as mulheres representaram 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira – aumento de um ponto percentual em relação a dezembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online. Elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV.
Entre as categorias mais navegadas pelo público feminino, estão sites de livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos, informa o analista do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
Para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, destaca a pesquisa da Sophia Mind. Das entrevistadas, 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.
A web também é usada para pesquisas de preços – 70% das mulheres procuram em sites de busca de preço as melhores oportunidades para economizar na hora de adquirir produtos.
Mídias sociais
As redes sociais são usadas por 60% das mulheres para comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas. A opinião de outras mulheres sobre determinado produto é fundamental para elas – mais da metade já comprou algo por indicação em rede social.
A compra pela internet é uma prática cada vez mais comum entre o público feminino. Mais da metade das entrevistadas afirmaram ter feitos compras pela web, sendo os principais produtos livros e revistas (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%).
Publicidade na web parece não incomodar as mulheres. Das entrevistadas, 97% não se importam de receber banners ou e-mail marketing com produtos de interesse, promoções ou cupons de desconto.
Uso pessoal
As mulheres também usam a internet para ganhar mais tempo para si mesma e para a família. Enquanto observam seus filhos brincando, por exemplo, pelo laptop, lêem conteúdos de interesse (80%), notícias (78%) ou algum tipo de diversão (68%).
Já as redes sociais são uma boa maneira de manter contato com familiares e amigos (97%). Muitas internautas também acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos (75% das mães usam as redes para mostrarem fotos dos filhos a parentes).
Entre as redes sociais, o Orkut é a mais popular, sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de visitação.
Fonte: IDG Now
A internet já é a principal mídia usada pelo público feminino no Brasil, ultrapassando a TV, de acordo com estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 6 mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.
Em janeiro, as mulheres representaram 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira – aumento de um ponto percentual em relação a dezembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online. Elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV.
Entre as categorias mais navegadas pelo público feminino, estão sites de livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos, informa o analista do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
Para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, destaca a pesquisa da Sophia Mind. Das entrevistadas, 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.
A web também é usada para pesquisas de preços – 70% das mulheres procuram em sites de busca de preço as melhores oportunidades para economizar na hora de adquirir produtos.
Mídias sociais
As redes sociais são usadas por 60% das mulheres para comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas. A opinião de outras mulheres sobre determinado produto é fundamental para elas – mais da metade já comprou algo por indicação em rede social.
A compra pela internet é uma prática cada vez mais comum entre o público feminino. Mais da metade das entrevistadas afirmaram ter feitos compras pela web, sendo os principais produtos livros e revistas (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%).
Publicidade na web parece não incomodar as mulheres. Das entrevistadas, 97% não se importam de receber banners ou e-mail marketing com produtos de interesse, promoções ou cupons de desconto.
Uso pessoal
As mulheres também usam a internet para ganhar mais tempo para si mesma e para a família. Enquanto observam seus filhos brincando, por exemplo, pelo laptop, lêem conteúdos de interesse (80%), notícias (78%) ou algum tipo de diversão (68%).
Já as redes sociais são uma boa maneira de manter contato com familiares e amigos (97%). Muitas internautas também acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos (75% das mães usam as redes para mostrarem fotos dos filhos a parentes).
Entre as redes sociais, o Orkut é a mais popular, sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de visitação.
Fonte: IDG Now
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Comportamento,
Internet,
Midia Digital,
Mulher,
Redes Sociais
3.12.2010
Que tipo de tuiteiro você é?
A maioria dos que usam o Twitter pode ser classificada em 10 categorias.
Descubra seu perfil. =]
A diversidade de tuiteiros no Twitter é justamente o que torna este microblog tão atraente e viciante. Sempre haverá alguém, em algum lugar, com uma mensagem de 140 caracteres que valha a pena ser lida.
Ocorre que, bem ou mal, a maioria de nós pode ser classificada em uma categoria de tuiteiro. Por pura diversão, o IDG Now! tentou criar categorias para os diferentes tipos de usuário: aqueles a quem amamos, aqueles que odiamos, e aqueles a quem amamos odiar. (Sim, eles existem: afinal, você sempre pode parar de seguir alguém, se não gostar de seus tweets.)
Confira a lista e veja se você se enquadra em algum deles.
1::O político
Definição: Você só queria descobrir sobre o que aquela pessoa pensa sobre, digamos, estratégias de marketing ou pacotes de CRM. Aí, a próxima coisa que você recebe em seu Tweetdeck é uma versão mal acabada de Paulo Francis ou Arnaldo Jabor.
Buzzwords: Lula, Serra, Dilma, FHC, Sarney, Collor, Aécio, Ciro
Tweet típico: "Queria o Lula de novo" ou "Isso nunca aconteceria no governo do FHC"
2::O frasista
Definição: Seja ele um "empreendedor sério" ou um apenas um executivo bonachão, este autoproclamado titã nunca leu uma frase ligada a negócios que não pudesse ser tuitada para todo o mundo ler.
Buzzwords: Jack Welch, Constantino Junior, Six Sigma, Steve Jobs, Abílio Diniz, Peter Drucker
Tweet típico: “As oportunidades de negócio são como ônibus, sempre há outra a caminho.” – Richard Branson
3::O egoísta
Definição: Todo tuiteiro a-do-ra quando alguém retuíta (RT) suas mensagens. Mas o RT de RTs vai mais longe: ele gosta é de retuitar as mensagens das pessoas que retuítam seus tweets (pegou?).
Buzzwords: Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu
Tweet típico: RT @zezinho: RT @eueueueu Novo post no blog: “10 blogues fundamentais” incluindo o meu, é claro : ) RT e leia meu blog.
4::O DJ
Definição: Já não era legal quando, antes de o Twitter existir, esse cara enchia os ouvidos do primeiro que surgisse na sua frente com seu conhecimento superior de música e da grandiosidade de artistas que ninguém conhece. Isso ficou muito, mas muito pior com o Twitter.
Buzzwords: Móveis Coloniais de Acaju, LP, Kate Bush, Rufus Wainright, vinil, Elliott Smith
Tweet típico: “Olhe só essa faixa esquecida dos Pixies” ou “Não perca o show do Arcade Fire no Orpheum. Eu estarei lá”
5::O carente
Definição: Este tuiteiro que dispara mensagens em série precisa avisar para todo o mundo que esteve ausente por 15 minutos, e que agora voltou à sua mesa. Se ele estiver longe por, digamos, um dia, vários tweets nos lembrarão da sua ausência. Ótimo. Nós realmente sentimos sua falta.
Buzzwords: almoço, no portão, estacionamento, caminhando, na academia, sala VIP, caféééé
Tweet típico: “Hora de parar, carrinho. Preciso achar uma padaria.”
6::A máquina de tweets
Definição: Para esta pessoa, nunca existiu um pensamento aleatório que não merecesse ser tuitado para a multidão que o segue. Seu lema: “Vale tudo!”
Buzzwords: secador de cabelo, TV, mãe, pão, chefe, unhas, “Lost”
Tweet típico: “Meu cachorro é tãããão lindo!” ou “Qual será a data de vencimento do iogurte que comprei ontem?”
7::O sem-noção
Definição: Você pensou ter descoberto algo interessante nas mensagens daquele novo tuiteiro. Aí decidiu seguir esta pessoa.... E então teve um lampejo: “Meu Deus, o que foi que eu fiz!!”
Buzzwords: aborto, casamento gay, genocídio, pornô, racismo, terrorismo
Tweet típico: Bloqueie este tuiteiro antes que ele escreva algo ainda mais assustador!
8::O fã
Definição: Ela quer fervorosamente ser mencionada ou retuitada por @huckluciano (Luciano Huck, com 1,7 milhão de seguidores) ou @ivetesangalo (Ivete Sangalo, com 670 mil).
Buzzwords: maravilhoso, Lindsey, divertido, bonitão, legal, fantástico, Paris e Britney
Tweet típico: “@huckluciano @ivetesangalo e @claudialeitte estão tuitando neste instante. Legal! @britneyspears: AMEI seu novo visual!”
9::A tímida
Definição: Ela simplesmente levou quatro meses para entrar no Twitter, e suas ruminações com argumentos contra e a favor ocuparam uma dúzia de páginas. (Os a favor superaram por pouco os contra.) Calma, escolher uma imagem ainda vai levar algum tempo. Total de tweets em um ano: 7.
Buzzwords: novela, Jonas Brothers e RT (porque geralmente ela fica muito assustada para tuitar algo original)
Tweet típico: “Algum estudante da faculdade Tal vai assistir ao jogo hoje à noite?”
10::O networker
Definição: Ele ou ela leu todos os guias de mídia social conhecidos pelo homem, numa busca para se tornar “altamente influente” e conquistar o emprego da década.
Buzzwords: Web 2.0, ROI, tweeps, apresentação, conectar, master closer
Tweet típico: “@bigman demais te conhecer e @salesjedi boa noite. Vamos conversar sobre os resultados do monster para sua empresa tomando cerveja hoje à noite”
Fonte: IDG Now!
Descubra seu perfil. =]
A diversidade de tuiteiros no Twitter é justamente o que torna este microblog tão atraente e viciante. Sempre haverá alguém, em algum lugar, com uma mensagem de 140 caracteres que valha a pena ser lida.
Ocorre que, bem ou mal, a maioria de nós pode ser classificada em uma categoria de tuiteiro. Por pura diversão, o IDG Now! tentou criar categorias para os diferentes tipos de usuário: aqueles a quem amamos, aqueles que odiamos, e aqueles a quem amamos odiar. (Sim, eles existem: afinal, você sempre pode parar de seguir alguém, se não gostar de seus tweets.)
Confira a lista e veja se você se enquadra em algum deles.
1::O político
Definição: Você só queria descobrir sobre o que aquela pessoa pensa sobre, digamos, estratégias de marketing ou pacotes de CRM. Aí, a próxima coisa que você recebe em seu Tweetdeck é uma versão mal acabada de Paulo Francis ou Arnaldo Jabor.
Buzzwords: Lula, Serra, Dilma, FHC, Sarney, Collor, Aécio, Ciro
Tweet típico: "Queria o Lula de novo" ou "Isso nunca aconteceria no governo do FHC"
2::O frasista
Definição: Seja ele um "empreendedor sério" ou um apenas um executivo bonachão, este autoproclamado titã nunca leu uma frase ligada a negócios que não pudesse ser tuitada para todo o mundo ler.
Buzzwords: Jack Welch, Constantino Junior, Six Sigma, Steve Jobs, Abílio Diniz, Peter Drucker
Tweet típico: “As oportunidades de negócio são como ônibus, sempre há outra a caminho.” – Richard Branson
3::O egoísta
Definição: Todo tuiteiro a-do-ra quando alguém retuíta (RT) suas mensagens. Mas o RT de RTs vai mais longe: ele gosta é de retuitar as mensagens das pessoas que retuítam seus tweets (pegou?).
Buzzwords: Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu
Tweet típico: RT @zezinho: RT @eueueueu Novo post no blog: “10 blogues fundamentais” incluindo o meu, é claro : ) RT e leia meu blog.
4::O DJ
Definição: Já não era legal quando, antes de o Twitter existir, esse cara enchia os ouvidos do primeiro que surgisse na sua frente com seu conhecimento superior de música e da grandiosidade de artistas que ninguém conhece. Isso ficou muito, mas muito pior com o Twitter.
Buzzwords: Móveis Coloniais de Acaju, LP, Kate Bush, Rufus Wainright, vinil, Elliott Smith
Tweet típico: “Olhe só essa faixa esquecida dos Pixies” ou “Não perca o show do Arcade Fire no Orpheum. Eu estarei lá”
5::O carente
Definição: Este tuiteiro que dispara mensagens em série precisa avisar para todo o mundo que esteve ausente por 15 minutos, e que agora voltou à sua mesa. Se ele estiver longe por, digamos, um dia, vários tweets nos lembrarão da sua ausência. Ótimo. Nós realmente sentimos sua falta.
Buzzwords: almoço, no portão, estacionamento, caminhando, na academia, sala VIP, caféééé
Tweet típico: “Hora de parar, carrinho. Preciso achar uma padaria.”
6::A máquina de tweets
Definição: Para esta pessoa, nunca existiu um pensamento aleatório que não merecesse ser tuitado para a multidão que o segue. Seu lema: “Vale tudo!”
Buzzwords: secador de cabelo, TV, mãe, pão, chefe, unhas, “Lost”
Tweet típico: “Meu cachorro é tãããão lindo!” ou “Qual será a data de vencimento do iogurte que comprei ontem?”
7::O sem-noção
Definição: Você pensou ter descoberto algo interessante nas mensagens daquele novo tuiteiro. Aí decidiu seguir esta pessoa.... E então teve um lampejo: “Meu Deus, o que foi que eu fiz!!”
Buzzwords: aborto, casamento gay, genocídio, pornô, racismo, terrorismo
Tweet típico: Bloqueie este tuiteiro antes que ele escreva algo ainda mais assustador!
8::O fã
Definição: Ela quer fervorosamente ser mencionada ou retuitada por @huckluciano (Luciano Huck, com 1,7 milhão de seguidores) ou @ivetesangalo (Ivete Sangalo, com 670 mil).
Buzzwords: maravilhoso, Lindsey, divertido, bonitão, legal, fantástico, Paris e Britney
Tweet típico: “@huckluciano @ivetesangalo e @claudialeitte estão tuitando neste instante. Legal! @britneyspears: AMEI seu novo visual!”
9::A tímida
Definição: Ela simplesmente levou quatro meses para entrar no Twitter, e suas ruminações com argumentos contra e a favor ocuparam uma dúzia de páginas. (Os a favor superaram por pouco os contra.) Calma, escolher uma imagem ainda vai levar algum tempo. Total de tweets em um ano: 7.
Buzzwords: novela, Jonas Brothers e RT (porque geralmente ela fica muito assustada para tuitar algo original)
Tweet típico: “Algum estudante da faculdade Tal vai assistir ao jogo hoje à noite?”
10::O networker
Definição: Ele ou ela leu todos os guias de mídia social conhecidos pelo homem, numa busca para se tornar “altamente influente” e conquistar o emprego da década.
Buzzwords: Web 2.0, ROI, tweeps, apresentação, conectar, master closer
Tweet típico: “@bigman demais te conhecer e @salesjedi boa noite. Vamos conversar sobre os resultados do monster para sua empresa tomando cerveja hoje à noite”
Fonte: IDG Now!
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