4.23.2010
28% das empresas fazem publicidade online
Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo mapeou a Internet e descobriu que 28% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micros e pequenas empresas, sendo realizadas 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo. As ações mais utilizadas foram links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.
Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, revela que o internauta recorre aos buscadores, principalmente o Google, para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. "Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página", ressalta.
Segundo a pesquisa, as peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas. "Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente", finaliza Sandra.
Fonte: Proxxima
4.13.2010
Brasileiros fazem avaliação positiva da publicidade
O brasileiro é receptivo à propaganda. É o que constata a pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda”, realizada pelo IBOPE Inteligência para a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP). O estudo aponta que 87% do entrevistados revelam gostar da publicidade e 67% consideram que ela tem um importante papel em suas vidas.
De acordo com a pesquisa, 69% dos entrevistados declaram estar expostos à propaganda de produtos ou serviços sempre ou frequentemente. Na percepção dos brasileiros, as principais funções da propaganda tem caráter informativo (66%), persuasivo (25%) e econômico (10%). Eles acreditam que ela atualiza as pessoas (60%), diverte (41%), dá mais escolhas ao consumidor (61%), ajuda a gerar empregos (55%) e contribui para o desenvolvimento econômico (52%). “A pesquisa indica a valorização da propaganda. Ela é tida como positiva pelas pessoas e julgada relevante”, analisa Nelsom Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência.
Boa influência e evolução
A pesquisa indica que apenas 7% das pessoas consideram a influência da propaganda negativa – 71% dos entrevistados acreditam ainda que ela melhorou nos últimos 5 anos, tornando-se mais inovadora, mais chamativa e passando a respeitar mais o consumidor. Questionados sobre a vida sem a propaganda, 42% brasileiros apontam um mundo pior: “mais monótono”, “chato” e “perdido”.
O levantamento destaca ainda que o consumidor não sente-se indefeso perante a propaganda: apenas 16% acreditam que ela estimula a compra do que não é necessário.
A propaganda e as crianças
O estudo aponta que a propaganda voltada para o público infantil é percebida de forma postitiva por 55% dos pais de crianças de até 12 anos, em contrapartida a 46% de indivíduos sem filhos até os 12 anos.
Propaganda eleitoral
Ao contrário do aferido em relação às campanhas de bens e serviços, a propaganda política, eleitoral e partidária não é bem avaliada pela população: 57% dos entrevistados não gostam nada e 19% não gostam muito deste tipo de publicidade.
Atitude restritiva
Apesar da boa avaliação da publicidade, o brasileiro também considera pertinente a existência de alguma restrição. Para 76%, a Lei Cidade Limpa é considerada um pouco ou muito boa. As propagandas de produtos para crianças não sofrem sérias restrições segundo a maioria dos pais, mas estes são menos liberais em relação a bebidas. Quando analisadas as restrições em relação às categorias de produtos, 64% concordam que a propaganda do cigarro seja proibida. A proibição também valeria para as bebidas destiladas, cervejas e vinhos.
Organismos reguladores
O estudo aponta um desconhecimento grande quanto aos organismos reguladores da atividade – apenas 3% dos entrevistados citaram o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e apenas 7% da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon).
O papel do publicitário
A familiaridade do público com o profissional do setor é boa. Cerca de 42% dos entrevistados responderam corretamente quando indagados sobre o responsável pela atividade, descrito como criativo (54%), inteligente (42%) e talentoso (20%).
Metodologia
A pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda” realizou 2.000 entrevistas domiciliares entre 24 de outubro e 2 de novembro de 2009. Foram ouvidos homens e mulheres de 16 a 69 anos, das classes ABC, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife e Salvador.
Fonte: Gogojob com informações do BlueBus e IBOPE
3.16.2010
Twitter @anywhere
A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado (como já é possível fazer aqui no blog do Link, por exemplo). Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.
A tecnologia aberta e a API (Application Programming Interface) do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.
Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.
A @anywhere é uma forma de atrair usuários para o microblog, mas o lançamento frustrou mais uma vez a expectativa de um anúncio sobre uma plataforma de propaganda ou qualquer outra forma de monetizar o Twitter (apesar das recentes parcerias com Google e Microsoft). A ideia é ótima, principalmente para nós e para os sites que não vão perder leitores que mudam de página e não voltam mais. Mas e o Twitter, ganha dinheiro como?
2.25.2010
Publicidade interativa e democrática
Desde que começou a ganhar espaço nos orçamentos publicitários, a internet sempre foi conhecida pelo seu poder de democratizar o acesso das marcas aos consumidores em razão dos preços acessíveis e formatos diferenciados.
Até mesmo as mídias sociais - vedetes do momento - entraram na onda e passaram a receber investimentos de empresas de pequeno. Na rede social de moda byMK, por exemplo, marcas menos conhecidas da grande massa conseguem - com investimentos relativamente baixos - atingir a uma audiência altamente segmentada e de extrema importância para seus negócios.
Seja para apresentar uma única peça da nova coleção ou uma gama maior de novidades, essas empresas contam com a exposição de suas marcas para os mais de 60 mil usuários cadastrados e os cerca de 250 mil visitantes únicos contabilizados mensalmente pela byMK.
Usando a plataforma Produtos em Destaque - que coloca em evidência as peças dos anunciantes -, a marca de roupas femininas Suiane Maria, por exemplo, teve mais de 70 looks criados com seus produtos e triplicou o número de visitas em sua loja virtual. "A ação foi extremamente positiva. Nossas peças são direcionadas para as mulheres que prezam por um estilo retrô e 96% dos internautas do byMK são formados pelo sexo feminino. O perfil de usuários do site é bem definido: mulheres que gostam de moda" , conta Suiane Oliveira Cardoso, designer da Suiane Maria.
Outro exemplo é o da Lidia López Acessórios que, fazendo uso do mesmo formato de anúncio, obteve resultados em forma de vendas, além de manter contato constante com internautas. Segundo Lidia Analy López, proprietária da marca, um dos pontos altos do investimento no byMK foi a oportunidade de aumentar a fidelização. "A questão aqui não é o valor financeiro e sim o resultado. Sei que depois de fechar a venda com um lojista que viu a marca na rede social, ele seguirá sendo um cliente fiel", explica.
Fonte: M&M Online
O futuro é mobile
Charles Darwin, o naturalista inglês, juntou-se a Steve Jobs, o criador da Apple. Johannes Guttenberg, inventor da imprensa, e Rupert Murdoch, o magnata da mídia, também estiverem presentes. Esses nomes ajudaram a explicar o futuro da comunicação, tema da palestra que o consultor, músico e escritor alemão Gerd Leonhard apresentou nesta quarta-feira, 24, em São Paulo.
Leonhard é chamado de futurista da mídia. Seu papel como consultor de marcas é estudar as ideias inovadoras e encontrar maneiras de mantê-las conectadas com as mudanças processadas pela vida digital - ou pela cultura de banda larga, como gosta de dizer. Ele trabalha com uma equipe de futuristas para desenvolver esses projetos para empresas como operadoras de telefonia celular. São formas de planejar o futuro diante do que já acontece hoje.
E um caminho que é preciso estar no planejamento estratégico das marcas é o mobile. Leonhard lembrou que o presidente do Google, Eric Schmidt, comentou durante o recente Mobile World Congress, em Barcelona (em fevereiro), que a empresa está se concentrando no setor com um foco urgente e prioritário. E citou, numa comparação divertida com a CNN, que o futuro é TNN. Ou melhor, Twitter News Network, esclarencendo que as notícias se alastram pelo Twitter, o que é feito perfeitamente pelo celular.
O palestrante mencionou uma frase de Murdoch, que criticou a venda de livros pela Amazon a US$ 9,99 por achar que isso prejudicaria os negócios do setor. "Eu também critico os US$ 9,99. Se fosse por US$ 1,99 venderia muito mais", disse. Como exemplo a ser seguido, Leonhard apontou Steve Jobs.
Com uma longa história na indústria musical (o consultor chegou a ganhar um prêmio Quincy Jones como jazzista), ele recomenda que não se repitam as atitudes das gravadoras frente ao avanço digital: é importante observar as tendências do futuro não para evitá-lo ou proibi-lo. A questão fundamental nesse caso é a adaptação. Para explicar melhor seus argumentos, Leonhard usa a figura de Darwin. Sobreviverá quem souber evoluir. Quem souber se adaptar. "Na internet, não pensem em jardins floridos e fechados por muros. Pensem em ambientes abertos e que permitam a colaboração das pessoas."
Para ele, o que vingará é a comunicação mobile - o que inclui os tablets, que poderiam propiciar a "imersão 2.0", em que o usuário mergulha no conteúdo multimídia oferecido por esses aparelhos -, interativa, cross-media e em tempo real. Tudo isso amarrado com atração e dentro de um contexto.
Nesse cenário absolutamente conectado, a publicidade tem vez? De acordo com Leonhard, sim, mas se ela se tornar conteúdo. Também é fundamental oferecer experiência. Um exemplo é o que a Nike fez ao lançar Nike+. "A estratégia não teve nada a ver com calçados".
O futurista abordou também o que chama de suposições tóxicas. Ou seja, ideias preconcebidas que acabam se transformando em obstáculos para a evolução de qualquer negócio na esfera digital. Uma delas é acreditar que é possível ignorar as necessidades dos consumidores e modelar para eles o que as empresas querem que seja feito.
Outra é imaginar que quanto mais controle, mais dinheiro. Leonhard pondera que o controle não está mais na mão das empresas, e sim na dos usuários. Daí porque essa suposição não resulta em ganhos. Quem persistir nessa postura, acabará perdendo dinheiro mais para a frente porque a companhia será rejeitada pelos consumidores. "Se você é uma marca e quiser controlar a mensagem, está perdido". O dilema dos dias atuais seria algo na linha "internet aberta x mentes fechadas".
Confira abaixo outras análises e comentários feitos por Leonhard no evento:
- O medo da mídia diante da internet - "Gutenberg causou uma revolução. Quando lançou a bíblia em alemão, a Igreja se revoltou. Não queria uma bíblia em alemão. Só poderia ser em latim. Mas depois ela aceitou. A internet perturba as empresas de mídia. Elas não sabiam o que fazer. Agora todas estão buscando fazer negócios na web. Perceberam que essa é a melhor opção. Porém as boas oportunidades não virão dos países desenvolvidos. Lá, os negócios estão estagnados. Nos mercados em desenvolvimento há grandes possibilidades de explorar o mercado conectado."
- Cross-media - "Não é verdade que a mídia de massa vai desaparecer. Ela é importante, mas será preciso ter uma maior convergência. O segredo está em combinar a mídia de massa com a mídia de nicho, que é a internet. Cada jornal está se tornando também um canal de vídeo. Tudo está virando cross-media. A Sports Illustrated não é somente uma revista quando você vê o que ela está fazendo nos tablets. Ela é totalmente cross-media. Hoje, no bar, os homens não ficam mais discutindo sobre carros, mas falando sobre os aplicativos que tem no iPhone. Há esperança para as editoras."
- Mídia social - "A expressão é inútil. O importante é pensar num sistema social. Se a empresa achar que o investimento nessa área se trata de ter uma conta no Facebook, então, ela aposta no caminho errado. Se usarmos a expressão mídia em rede ou mídia engajada é melhor porque o assunto é mais profundo do que estar no Facebook ou no Twitter."
- Pagamento por conteúdo - "As pessoas compram conteúdo quando encontram valor ou quando a embalagem do que se oferece é bonita. Temos de ter influência, ser transparentes e fazer com que o usuário confie em nós. Confiança é algo que não se inventa na internet."
- Conteúdo e contexto - "O conteúdo é rei. Mas o contexto também. Assim como a relevância e a conveniência da informação. Isso já está acontecendo nos dispositivos móveis. Há muito ruído na internet. A web não significa harmonia. O que se busca agora é um filtro de informações. Isso o jornal pode fazer. Ele pode dar sentido a tudo. O mais importante é o papel de curador da informação. Filtrar é muito difícil."
- Livros - "O mercado está passando por um momento Napster. O gratuito está acontecendo agora. Muitas pessoas estão compartilhando as páginas que copiam dos livros e colocam na internet. O futuro do conteúdo é a remuneração e não o controle. Mas o que as empresas vendem não são mais coisas, e sim serviços e experiências."
Fonte: M&M Online
2.22.2010
“Twitter é uma faca de dois gumes”
Zero Hora O uso das redes sociais é um modismo da internet?
Alex Primo Certamente, não é modismo. O que há é uma tendência de abandono do e-mail para certos usos. Muitos internautas, quando têm assuntos urgentes para resolver, mandam mensagens pelo Twitter.
ZH O fenômeno Obama deve se reproduzir nas eleições brasileiras de outubro?
Primo Esta vai ser a eleição do Twitter no Brasil, especialmente pelo histórico do Obama, que teve um bom uso do microblog ainda antes de se lançar candidato a presidente. Em 2006, podemos dizer que foi a eleição dos blogs, por conta da influência dos americanos. Ainda que o Obama tenha inovado com o Twitter, hoje, a maioria dos políticos já conhece muito bem essa rede. Portanto, os candidatos terão de encontrar maneiras de se diferenciarem na multidão.
ZH Qual é o potencial dessas redes sociais?
Primo O Twitter ainda tem sido mal aproveitado no Brasil. Quando os políticos usam o microblog apenas para divulgação de agenda, costuma não ter força. Foi a mesma coisa com os blogs nas eleições passadas: todos tinham seu diário na internet, mas eram muito sisudos ou institucionalizados. O potencial do Twitter é justamente o de ir além daquela imagem que os políticos acabam tendo, de alguém que só quer o teu voto.
ZH É possível se criar uma rede social apenas para funcionar durante o período de campanha eleitoral?
Primo É possível usar métodos artificiais para ampliar a rede de seguidores. Entretanto, essa estratégia é conhecida por todos os candidatos. Todos os candidatos irão ter sucesso no Twitter? Evidentemente, não. Hoje, o eleitor é diferente, ele acompanha, segue, conhece as estratégias. Ainda que alguns caiam no conto do vigário, outros são mais críticos. Tem de ficar bem claro para os candidatos que o Twitter é uma faca de dois gumes.
ZH O que faz a diferença para alguém se tornar um sucesso nas redes sociais?
Primo Conteúdo. Se o candidato tem uma boa plataforma, se realmente está dizendo o que o eleitor quer ouvir, aquilo vai ter sucesso. No entanto, quando se percebe facilmente que a estratégia é apenas para ganhar uma eleição, pode se voltar contra o candidato.
Dez dicas para uma empresa ter uma boa presença nas redes sociais
Lista com recomendações foi feita a partir de dúvidas levantadas por executivos de companhias que pretendem atuar nas mídias sociais.
Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?
Gustavo Zaiantchick e Diego Monteiro, respectivamente cofundador e consultor de redes sociais da Direct Labs, agência especializada em ações de relacionamento na internet, deparam-se todos os dias com uma série de interrogações levantadas por executivos de empresas. Por isso resolveram compilar as principais dúvidas identificadas nas companhias e fizeram alguns comentários a respeito delas.
A Direct Labs integra o Grupo Direct, formado a partir de investimentos de organizações como Rio Bravo, DGF Investimentos e CRP Companhia de Participações.
1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?
As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.
As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.
2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter. O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.
Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta. Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.
3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?
Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente "aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.
4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?
O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas. Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como "selos" para seu perfil. Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.
Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa. Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.
5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?
Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros. Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações. Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.
A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.
6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?
As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics. Exemplos no contexto de uma ferramenta social são: número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc. As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.
Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado. Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc. Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários "vendem" e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de "invites" para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.
7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?
Sim, com certeza. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.
8 - Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Depende. Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.
9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial? O que é permitido e o que não é?
As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo: consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características. Isto é, pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.
O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo "enganado", o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.
Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio. Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.
10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?
Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.
Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como "mau uso" por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.
Fonte: Idgnow
2.18.2010
Liberar Orkut e Twitter no trabalho é produtivo
É interessante notar como, nesse mundo dito moderno, as empresas minimamente estruturadas já contam com recursos tecnológicos até pouco tempo inimagináveis.
Redes, relatórios com gráficos, planilhas, conexões virtuais e remotas, agendas eletrônicas, e-mail e comunicação em tempo real são apenas alguns dos recursos habitualmente encontrados.
Do outro lado, dos usuários, não é segredo que os brasileiros adoram passar horas a fio em redes sociais favoritas, como Orkut, Facebook, Twitter e daí em diante. São as chamadas redes sociais que, ao lado dos facilitadores já citados acima, agora começam a ganhar espaço também dentro das empresas como instrumento de trabalho.
Vestir o Orkut, o Facebook e o Twitter com terno e gravata, ou seja, a criação de redes sociais próprias dentro das corporações, é uma das formas práticas para aperfeiçoar a troca de informações e de conhecimentos, além de estimular a pró-atividade coletiva entre funcionários – sem a necessidade de custosas ligações telefônicas ou longas trocas de e-mails.
Mesmo assim, a utilização das redes sociais corporativas por parte das empresas brasileiras ainda é tímida, principalmente se comparada à ainda ‘popular’ intranet.
Hoje, o que vemos na intranet da maioria das empresas é um apanhado de informações que teoricamente deveriam interessar a todos da companhia, o que na prática não acontece.
Fosse feito um teste dentro das empresas, garantindo o anonimato dos entrevistados, certamente a menor parte realmente avaliaria os conteúdos de sua intranet como relevantes; e poucos responderiam que encontram informações que verdadeiramente os auxiliam na execução de seus serviços.
Pode-se argumentar que a simples troca de idéias e integração dos funcionários não justifica a adoção de uma rede social corporativa. É verdade. Como também é fato que há outros fatores que, junto a este, deixam claros os benefícios de implantação.
A possibilidade de compartilhar projetos que estão sendo desenvolvidos por diferentes áreas da empresa é um deles. Outro é a possibilidade de aproximação entre os funcionários ditos de “operação” com o alto escalão da companhia.
Na prática, basta lembrar que não é tão comum ver uma equipe receber um elogio ou uma mensagem motivacional de seu presidente, a não ser em eventos de confraternização. Com a rede social, uma simples mensagem pode ser postada a todos os profissionais da empresa de uma só vez ou para profissionais de determinada área específica, em questão de segundos.
A rede social corporativa pode despertar no funcionário o sentimento de participação ativa na empresa. Mesmo que em áreas e assuntos restritos, abre-se um canal para a apresentação de idéias ou críticas, que em última análise podem ser úteis para alavancar o negócio e/ou aperfeiçoar um produto.
Como na aplicação de qualquer novidade no ambiente empresarial, os responsáveis pela rede social corporativa devem tomar determinados e importantes cuidados, principalmente com ações indevidas dos usuários, como conversas nada proveitosas, fofocas, discussões e intrigas, que podem e devem ser fiscalizadas.
Em redes sociais púbicas são comuns experiências negativas como a criação de perfis falsos e, no meio corporativo, quando não se toma o cuidado necessário, isso também pode acontecer.
Com planejamento e tais cuidados, as redes sociais corporativas serão sem dúvida ótimas ferramentas de gestão e de comunicação. O Twitter de terno e gravata chegou para ficar.
Fonte:WebInsider
2.05.2010
Video explica a vida digital do brasileiro
Você já tentou explicar ao seu cliente ou seu chefe o real poder das redes sociais? Ou mesmo da internet? Às vezes, não adianta despejar dados. Uma boa imagem ou um belo dado comparativo pode funcionar muito mais. É o que deixa claro um trabalho feito pela AgênciaClick que está disponível no YouTube.
"Todos os dias temos reuniões com pessoas que captam os números, mas não compreendem a relevância do que está acontecendo. Não percebem que não se trata do que será, mas do que já é. Então, pensamos por que não comparar esses dados com a vida real, com informações que facilitem esse entendimento? Foi o que fizemos", explica Ana Maria Nubié, vice-presidente de atendimento da AgênciaClick.
Os dados foram coletados ao longo de um ano. No final de 2009, esse material foi concluído e o resultado da pesquisa foi utilizado para a criação de um vídeo que explica principalmente a importância das redes sociais para os brasileiros. Ele está disponível desde 29 de janeiro e já soma mais de 8,5 mil exibições.
Uma das comparações feitas é: se o Orkut fosse um estado do País, seria o maior de todos. Ana Maria destaca, entre os dados, a quantidade de horas de conteúdo publicadas no YouTube em um ano. São 492.750. Para se ter ideia do que isso representa, basta informar a quantidade de horas de conteúdo produzidas pela Globo no mesmo período: 4.500.
Confira o vídeo abaixo. A criação é de André Pinheiro, Estêvão Queiroga e Diego Araújo, com direção de Juliana Constantino. A direção de vídeo é de Steve ePonto, com edição de Fernando Colares e animação de Fabrício Lúcio e também Fernando Colares. A assinatura da trilha e dos efeitos sonoros é da Angels. Planejamento, pesquisa e concepção: Douglas Mello, Marina Pires. E locução: Estêvão Queiroga.
Fonte: M&M Online
2.04.2010
Governo apresenta as novas cédulas do Real
As cédulas de Real que circulam no País ganharão uma roupagem totalmente diferente até o ano de 2012. Nesta quarta-feira, 3, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles e o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, apresentaram a nova família das cédulas nacionais, que ganham tamanhos diferenciados e novos desenhos para facilitar o uso pelos deficientes visuais e dificultar a falsificação.
Ainda no primeiro semestre de 2010, as novas versões das notas de R$ 50 e R$ 100 já começarão a circular. As demais serão colocadas em circulação pelo Banco Central de forma gradativa, até que todas as atuais cédulas sejam substituídas pelas novas. A previsão é de que isso aconteça em 2012.
As cores e animais que decoram cada uma das cédulas brasileiras não terão alteração. A principal diferença, porém, está no tamanho das notas, cuja dimensão irá variar de acordo com o valor. Dessa forma, a nota de R$ 2 será a menor entre as demais cédulas, que aumentarão progressivamente, deixando a de R$ 100 com a maior dimensão.
Outras mudanças são uma barra lateral, que trará o valor da nota e alguns grafismos ao fundo, que remeterão ao hábitat de cada animal desenhado nas cédulas (como o mar, para as cédulas de R$ 2 e R$ 100, que são ilustradas com a tartaruga-marinha e a garopa, respectivamente).
Essa é a primeira alteração de design pela qual a moeda brasileira passa desde a implantação do Plano Real, em julho de 1994. As novas cédulas contarão com recursos gráficos e marcas em alto relevo, para facilitar a identificação e, ao mesmo tempo, criar dificuldades para a reprodução falsificada.
A reformulação do desenho das notas vem sendo estudada em conjunto com a Casa da Moeda do Brasil (CMB) desde o ano de 2003. Para divulgar a nova família de cédulas do Real, o governo deverá lançar uma campanha publicitária com o tema "O Real Ficou ainda Mais Forte". Atualmente, a agência responsável pelo atendimento publicitário do banco Central do Brasil é a Giovanni+DraftFCB.
Fonte: M&M Online com informações da Agência Brasil.
2.02.2010
Justiça // Curso ensina juízes a lidar com a mídia
Depois do treinamento com a empresa de comunicação social Oficina da Palavra, de Brasília, os juízes conheceram as redações do Diario, TV Clube, Aqui PE, Rádio Clube e o parque gráfico dos Diários Associados. Os juízes confessaram ter uma certa cautela para falar com a imprensa, mas disseram que, após o curso, estão mais preparados. "Antes, me sentia diante da personagem comunicóloga de Jô Soares. Agora estou mais tranquilo", disse Paulo Torres. A personagem, da década de 1970, era uma sátira aos estudantes de jornalismo da PUC de São Paulo, onde Jô Soares assumia o papel de uma jovem inconveniente que fazia perguntas atrapalhadas aos entrevistados.
Já o juiz Ailton Alfredo de Souza comentou que o Poder Judiciario precisa ser mais pró-ativo diante da impresa, a exemplo do MPPE, que tem se destacado na mídia com notícias institucionais. Enquanto isso, a juíza Mariana Vargas ressaltou que a realização do curso só foi possível porque os magistrados ficaram dispostos a voltar para a sala de aula. Somente no último triênio, a Esmape promoveu 52 cursos de aperfeiçoamento e especialização.
1.27.2010
O poder da mídia social
Tárcio Fonseca tarcio@folhape.com.br
A mídia, há alguns anos, vem passando por um processo de transformação. Velhas táticas de comunicação e objetivos, como oferecer um conteúdo generalizado para atingir o maior número de pessoas possível, estão dividindo espaço com o ato de falar para um público específico, um nicho. A internet, com seus blogs, redes sociais e espaços colaborativos possibilitou que esse público aparecesse e passasse a consumir mais ativamente este conteúdo diferenciado.
E, a partir daí, novos agentes comunicativos também apareceram, concorrendo com a chamada mídia tradicional e ganhando cada vez mais seguidores. Neste cenário de tantas mudanças, onde o pessoal vem ganhando cada vez mais força sobre o institucional e sobre os conglomerados de comunicação, novos profissionais estão surgindo para analisar, estudar e criar ações envolvendo esta nova mídia.
Hoje, cerca de 40 milhões de brasileiros estão no Orkut, o que representa mais de 50% do total de usuários mundiais da rede. No Twitter, o Brasil já representa a segunda maior população, só perdendo para os EUA. No Facebook, a participação também só faz aumentar. Tudo isso somado às dezenas de milhares de blogueiros espalhados por todos os estados, comentando sobre uma infinidade de assuntos. Todo este grupo de pessoas se comunicando, trocando informações, experiências e opiniões fez surgir o profissional de mídia social. O problema é que, no geral, pouco se sabe sobre o que esse profissional realmente faz.
O profissional de mídia social usa o poder da rede e dos relacionamentos nela criados para comunicar, vender, repassar opiniões, criar comentários, gerar falatórios e influenciar outras pessoas através de ações de impacto e da relevância da informação com a qual está trabalhando.
No meio de centenas (ou até mesmo milhares) de perfis do Twitter que se dizem analistas, especialistas ou estudiosos de mídias/redes sociais, fica difícil saber em quem acreditar, quem tem o know-how para trabalhar na área. “Cerca de 15 mil pessoas no Twitter dizem que são analistas de social media (mídia social)”, afirma o publicitário, blogueiro e twitteiro Eden Wiedemann. O problema para ele é que estas pessoas podem simplesmente saber muito de internet e achar que isso basta para virar um profissional da área. “O ideal é que a pessoa que vai trabalhar nessa área tenha um conhecimento teórico e prático dentro de comunicação social, como um publicitário ou jornalista. E mídia social não se resume ao analista. Tem que existir a pessoa do planejamento, a que vai ter o contato com os blogs e Twitter, a do atendimento, a da criação...”, comenta Eden.
Em setembro de 2009, Eden, em parceria com outros profissionais de mídias sociais, realizou a ação Porto Cai na Rede, que trouxe blogueiros influentes de todo o Brasil para Porto de Galinhas com a finalidade de gerar publicidade espontânea na web através dos comentários, posts, vídeos e fotos gerados por esses agentes. A ação deu tão certo e a aposta de Eden é tão grande neste novo filão de mercado que agora em janeiro ele deu início à empresa de publicidade em mídia social Dani Mirella (www.dani.com.vc) que, segundo ele, será a “Amélia 2.0”, que “lava, passa, cozinha e trabalha com Social Media”.
Outra agência que trabalha focando mídia social aqui em Pernambuco é a Le Fil. Levando mais para o lado do jornalismo, a Le Fil oferece três serviços aos seus clientes: elaboração de estratégias em mídias sociais, produção de conteúdos (alimentação das mídias, como blogs e Twitter) e monitoramento, com pesquisas tanto quantitativas quanto qualitativas. “Muitos clientes não querem entrar imediatamente nas mídias sociais, mas, sim, saber o que está sendo falado sobre suas marcas. Outros vêm até nós para saber a melhor forma de integrar e ganhar algo com a rede”, explica Rosário de Pompéia, uma das sócias da Le Fil.
Um fato que é decorrente do ainda pouco tempo de existência desse tipo de mídia é o receio de se investir capital na área. “Muitos clientes querem fazer uma ação de marketing tradicional com grandes recursos em mídia de massa, mas destinam só uma pequena porcentagem à mídia social. Não é assim que funciona”, afirma Eden. Entretanto, para Rosário, “a maioria das empresas e clientes já conhecem a importância da mídia. E os que não conhecem, estão buscando entender”.
Tanto Eden como Rosário acreditam que este será um ano importante para a mídia social por conta das campanhas políticas. Dentro das novas regras eleitorais, os candidatos terão maior liberdade em utilizar as redes a favor da campanha. Neste momento, os profissionais de mídias sociais estarão a postos para oferecer o suporte.
Fonte: Folha de Pernambuco
1.15.2010
CBS "proíbe" filme polêmico no Super Bowl
O site de empregos dos Estados Unidos CareerBuilder.com apostou em uma ação na qual os consumidores poderiam criar comerciais para a empresa, premiando três deles com um Grand Prix. Agora, o site criou uma votação para indicar qual desses três será transmitido durante o intervalo do Super Bowl, o maior evento da televisão norte-americana, que ocorre em 7 de fevereiro, na Flórida, e que terá transmissão da CBS.
O curioso é que um dos filmes, "Worst Seat", criado pelo produtor free lancer Brian Forrest, já foi considerado pela CBS como "muito quente para passar na televisão". Pelo menos é o que informa o site do próprio concurso. Veja a peça abaixo e tire suas próprias conclusões.
De qualquer forma, a votação continua aberta para o comercial, o que deixa no ar a possibilidade de que a rejeição não passe de uma grande brincadeira. O fato é que o filme vencedor só será descoberto no dia do Super Bowl.
As outras duas peças são "Job Fairy", que mostra o mago do emprego, e "Casual Friday", que para muitos gostos pode ser até mais chocante do que o primeiro. Ou até mais engraçado, dependendo do ponto de vista. Escolha o seu favorito neste site.
A CBS está cobrando até US$ 3 milhões por inserção de 30 segundos durante o Super Bowl. Até a semana passada, somente quatro dos 62 espaços ainda não haviam sido comercializados.
A NBC, responsável pela transmissão em 2009, arrecadou US$ 213 milhões com a venda de espaços comerciais e a expectativa é de que a CBS consiga um valor parecido. Dentre os anunciantes confirmados estão Anheuser-Busch Inbev, Audi, Coca-Cola, Doritos, Dove, Electronic Arts, Honda, Hyundai, Kia, Motorola, Viacom, Universal e Walt Disney.
Confira o filme "proibido" Worst Seat:
"Job Fairy"
"Casual Friday"
Fonte: M&M Online
1.13.2010
Para a criatividade florescer
Ele pondera que criatividade é um pré-requisitivo para a inovação, o que é uma estratégia para levar uma companhia a ganhar mais prestígio e dinheiro. "Não há nada de místico em relação à criatividade. Tudo se trata de criar pensamentos, ideias e produtos úteis, no mais amplo sentido da palavra. E essa novidade pode ser útil agora ou no futuro", declarou em seu trabalho.
Para checar os fatores que auxiliaram a impulsionar o lado criativo, Martinsen buscou características comuns a inventores, artistas, desenvolvedores e cientistas. Ele também investigou o que líderes empresariais podem fazer para incentivar esse lado nas corporações.
O primeiro ponto, segundo Martinsen, é realmente ter desejo de gerar mais criatividade. Em suas palavras, isso é mais fácil de falar do que aplicar. Esse anseio, quando genuíno, tem impacto sobre o papel de liderança em uma companhia. "Obviamente, alguns têm personalidade mais criativa do que os demais. Durante o processo de seleção de pessoal, as empresas devem identificar candidatos que tenham talento criativo", disse.
As características dessas pessoas, em geral, são: inteligência acima da média, flexibilidade, gosto pelas novas ideias e facilidade para tê-las. Pela análise dos traços de personalidade dos quatro perfis que Martinsen estudou, o professor de Business Intelligence afirmou ainda que indivíduos criativos estão mais dispostos a novas experiências, têm imaginação bem vívida e habilidade para associar diversas ideias. Os artistas seriam menos estáveis do ponto de vista emocional, em relação aos outros três tipos (inventores, desenvolvedores e cientistas).
Por outro lado, Martinsen apontou que nenhum dos quatro perfis estudados é de fácil relacionamento. Eles podem ser teimosos ou competitivos. As pessoas criativas com um perfil mais artístico tendem a ser pouco sistemáticos, o oposto do que ocorre com os cientistas e os empreendedores.
Ambiente preparado para a criatividade
Martinsen salientou que contratar profissionais com esse lado mais desenvolvido não é o suficiente para a empresa. Para incentivar a criatividade, ele indicou seis fatores que podem tornar o ambiente mais adequado para isso:
1. Os profissionais devem sentir que as tarefas do trabalho são desafiadoras
2. Eles precisam ter uma experiência positiva ao colaborar com seus colegas
3. Os chefes têm de demonstrar que apóiam fortemente a criatividade
4. Os empregados devem ter um bom relacionamento com seus superiores imediatos
5. Estímulos intelectuais e à variedade precisam ser promovidos
6. É importante haver a vontade de se arriscar e também de ser flexível
Estudo da JWT: As dez tendências do mercado para 2010
São elas:
• Busca pela estabilidade: consumidores esperam para ver sinais mais fortes de estabilidade para voltar a gastar.
• Transparência máxima: pessoas demandarão informações sobre ingredientes, calorias, emissão de carbono por causa da produção e fontes dos produtos.
• Fluência do visual: o processo de mudança das palavras para as imagens irá acelerar, e veremos novas maneiras de explicar e dar luz a assuntos complexos.
1.11.2010
Nokia incentiva a criação de aplicativos sustentáveis
Nesta quinta-feira, 7, o Forum Nokia anunciou a criação do concurso Calling All Innovators 2010, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento de projetos globais de aplicativos que prezem pela criatividade e sustentabilidade. AS inscrições acontecem no período de 1º de fevereiro a 18 de maio.
O concurso é dividido nas seguintes categorias: "seja verde" - aplicativos ligados à ecologia; "produtividade" - projetos com o intuito de facilitar a vida dos usuários; "aperfeiçoamento da vida" - voltado para os softwares de educação e saúde; e "entretenimento" - canal destinado para música, entretenimento e jogos.
O Forum Nokia, que privilegia o segmento de aperfeiçoamento da vida, fechou parceria com o Sesame Workshop, produtor da Vila Sésamo, com a finalidade de estimular a criação e a oferta de aplicativos para alfabetização por meio dos aparelhos Nokia.
Esse acordo irá permitir a criação de ferramentas educacionais para todo o mundo e poderá até mesmo desenvolver aplicativos utilizando os personagens da Vila Sésamo, que comemora seu 40º aniversário.
Mais informações no site oficial.
Knnor e Nokia lançam o serviço "O que cozinhar hoje?"
O aplicativo "O que cozinhar hoje?", criado pela agência Cubo CC em parceria com a Super Digital, chega ao mercado com objetivo de acabar com os momentos de dúvidas no momento de decidir qual será o prato do dia. A iniciativa, resultado de uma parceria entre a Knorr, marca presente no portfólio da Unilever, e a Nokia, disponibiliza mais de 500 receitas, dicas, soluções e outras ferramentas presentes no cotidiano do universo gastronômico.
Uma das vantagens do serviço é o fato de integrar o aparelho, o que elimina a necessidade de conexão com a internet. Em um primeiro momento o serviço estará presente em uma versão especial do Nokia 5530, à venda nas lojas da rede Carrefour. Outros modelos de aparelhos, com o aplicativo, serão comercializados a partir de fevereiro no Nokia Store SP e na loja virtual da marca, além da principais redes varejistas do País.
Funcionalidades do aplicativo Knorr, como lista de compras, criação de galeria de receitas favoritas e busca de pratos por ingredientes, ocasião e perfil poderão ser acessados de qualquer aparelho. Já os celulares mais sofisticados ainda oferecerão os serviços de timer, calendário de receitas e buscas por custo ou valor calórico dos pratos sugeridos.
Os jovens chefs gastronômicos em destaque no cenário brasileiro foram prestigiados e contribuíram com quatro receitas exclusivas para o aplicativo Knnor
1.07.2010
3D na TV
Com o sucesso do filme Avatar, de James Cameron, a tecnologia 3D ganhou todos os holofotes da mídia recentemente. E agora esses holofotes estão ainda mais intensos. Nesta terça-feira, 5, o canal ESPN dos Estados Unidos anunciou que irá transmitir os jogos da Copa do Mundo da África do Sul e da NBA, a liga nacional de basquete, a partir de junho.
Segundo a ESPN, o canal poderá exibir cerca de 85 eventos por meio do 3D. Em entrevista ao jornal The New York Times, Sean Bratches, vice-presidente executivo da ESPN, disse que o esporte é provavelmente o gênero mais indicado para explorar essa tecnologia. A empresa manteve contatos com a Comcast e outras operadoras para discutir o uso e a distribuição das imagens em três dimensões. O novo serviço deverá se transformar em um custo extra para os assinantes.
No mesmo dia, os canais Discovery, Imax e Sony informaram que formaram uma joint-venture para criar um canal específico para entretenimento em 3D que pode começar a operar no próximo ano. Nesse caso, a emissora estaria totalmente dedicada à tecnologia com programação focada em história natural, esportes, música e cinema, entre outras atrações.
Esses anúncios foram feitos às vésperas do Consumer Eletronics Shows (CES), evento que acontece em Las Vegas e que deverá ter as TVs com tecnologia 3D como grandes chamarizes - disputando atenção com o burburinho provocado pelo celular do Google (Nexus One) e por novidades da Apple. Por sinal, é esperado que a DirecTV comunique no CES que também terá seu canal 3D.
Os aparelhos capazes de transmitir em 3D dependem de óculos especiais para que o consumidor possa viver a experiência. No futuro, esses acessórios poderão ser dispensados.
1.05.2010
A força da rede viral
Realizada pela F/Nazca em parceria com o Datafolha desde 2007, a pesquisa semestral F/Radar veio a confirmar nesta última edição o potencial de viralização do universo online. De acordo com o levantamento, que ouviu 2.344 pessoas em todo o País, mais da metade dos 66 milhões de internautas brasileiros identificados têm o costume de publicar conteúdos na rede.
Cerca de 45,5 milhões de pessoas, ou seja, 69% dos usuários nacionais compartilham conteúdos online, sendo que a maioria utiliza o Orkut como principal canal (54%). Os outros meios preferidos para o compartilhamento são o MSN (45%) e o email (41%). "A força do espalhar fatos na internet sempre foi evidente. Os dados da nossa pesquisa só confirmam a fragilidade das marcas diante deste universo", diz Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca.
Entre os usuários que mais compartilham quando divididos por região do País, os residentes no Nordeste lideram o ranking, sendo que 57% dos internautas publicam algum conteúdo e 77% compartilham.
A região Sul é a que possui os internautas menos atuantes, uma vez que apenas 36% publicam e 55% compartilham conteúdo. De forma geral, os conteúdos mais populares na rede são as fotos - trocadas por 49% dos internautas, seguidas de textos e vídeos, ambos com 30%.
Rádio digital: definição até fevereiro
Por enquanto estão sendo testados dois sistemas: o americano IBOC (In-Band-On-Chanel) e o europeu DRM (Digital Radio Mondiale). Dentro de poucas semanas serão realizados testes com transmissões digitais da Rádio Cultura e da CBN de São Paulo, além de emissoras de Belo Horizonte.
A rádio digital permitirá a realização de transmissão em ondas curtas com maior qualidade de som. Regiões distantes da Amazônia, cujas comunidades hoje são servidas apenas pela Rádio Nacional da Amazônia, também receberão o sistema.
De acordo com Hélio Costa, a digitalização do rádio vai trazer novos serviços ao povo brasileiro, como acesso à transmissão de dados, fotos, gravações e até mesmo a impressão de dados.
Ldois Comunicação"
Rua Ernani Braga, 151, Madalena, Recife - PE
Fone: (81) 4141.3284 9916.7359