3.16.2010
Twitter @anywhere
A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado (como já é possível fazer aqui no blog do Link, por exemplo). Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.
A tecnologia aberta e a API (Application Programming Interface) do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.
Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.
A @anywhere é uma forma de atrair usuários para o microblog, mas o lançamento frustrou mais uma vez a expectativa de um anúncio sobre uma plataforma de propaganda ou qualquer outra forma de monetizar o Twitter (apesar das recentes parcerias com Google e Microsoft). A ideia é ótima, principalmente para nós e para os sites que não vão perder leitores que mudam de página e não voltam mais. Mas e o Twitter, ganha dinheiro como?
2.25.2010
O futuro é mobile
Charles Darwin, o naturalista inglês, juntou-se a Steve Jobs, o criador da Apple. Johannes Guttenberg, inventor da imprensa, e Rupert Murdoch, o magnata da mídia, também estiverem presentes. Esses nomes ajudaram a explicar o futuro da comunicação, tema da palestra que o consultor, músico e escritor alemão Gerd Leonhard apresentou nesta quarta-feira, 24, em São Paulo.
Leonhard é chamado de futurista da mídia. Seu papel como consultor de marcas é estudar as ideias inovadoras e encontrar maneiras de mantê-las conectadas com as mudanças processadas pela vida digital - ou pela cultura de banda larga, como gosta de dizer. Ele trabalha com uma equipe de futuristas para desenvolver esses projetos para empresas como operadoras de telefonia celular. São formas de planejar o futuro diante do que já acontece hoje.
E um caminho que é preciso estar no planejamento estratégico das marcas é o mobile. Leonhard lembrou que o presidente do Google, Eric Schmidt, comentou durante o recente Mobile World Congress, em Barcelona (em fevereiro), que a empresa está se concentrando no setor com um foco urgente e prioritário. E citou, numa comparação divertida com a CNN, que o futuro é TNN. Ou melhor, Twitter News Network, esclarencendo que as notícias se alastram pelo Twitter, o que é feito perfeitamente pelo celular.
O palestrante mencionou uma frase de Murdoch, que criticou a venda de livros pela Amazon a US$ 9,99 por achar que isso prejudicaria os negócios do setor. "Eu também critico os US$ 9,99. Se fosse por US$ 1,99 venderia muito mais", disse. Como exemplo a ser seguido, Leonhard apontou Steve Jobs.
Com uma longa história na indústria musical (o consultor chegou a ganhar um prêmio Quincy Jones como jazzista), ele recomenda que não se repitam as atitudes das gravadoras frente ao avanço digital: é importante observar as tendências do futuro não para evitá-lo ou proibi-lo. A questão fundamental nesse caso é a adaptação. Para explicar melhor seus argumentos, Leonhard usa a figura de Darwin. Sobreviverá quem souber evoluir. Quem souber se adaptar. "Na internet, não pensem em jardins floridos e fechados por muros. Pensem em ambientes abertos e que permitam a colaboração das pessoas."
Para ele, o que vingará é a comunicação mobile - o que inclui os tablets, que poderiam propiciar a "imersão 2.0", em que o usuário mergulha no conteúdo multimídia oferecido por esses aparelhos -, interativa, cross-media e em tempo real. Tudo isso amarrado com atração e dentro de um contexto.
Nesse cenário absolutamente conectado, a publicidade tem vez? De acordo com Leonhard, sim, mas se ela se tornar conteúdo. Também é fundamental oferecer experiência. Um exemplo é o que a Nike fez ao lançar Nike+. "A estratégia não teve nada a ver com calçados".
O futurista abordou também o que chama de suposições tóxicas. Ou seja, ideias preconcebidas que acabam se transformando em obstáculos para a evolução de qualquer negócio na esfera digital. Uma delas é acreditar que é possível ignorar as necessidades dos consumidores e modelar para eles o que as empresas querem que seja feito.
Outra é imaginar que quanto mais controle, mais dinheiro. Leonhard pondera que o controle não está mais na mão das empresas, e sim na dos usuários. Daí porque essa suposição não resulta em ganhos. Quem persistir nessa postura, acabará perdendo dinheiro mais para a frente porque a companhia será rejeitada pelos consumidores. "Se você é uma marca e quiser controlar a mensagem, está perdido". O dilema dos dias atuais seria algo na linha "internet aberta x mentes fechadas".
Confira abaixo outras análises e comentários feitos por Leonhard no evento:
- O medo da mídia diante da internet - "Gutenberg causou uma revolução. Quando lançou a bíblia em alemão, a Igreja se revoltou. Não queria uma bíblia em alemão. Só poderia ser em latim. Mas depois ela aceitou. A internet perturba as empresas de mídia. Elas não sabiam o que fazer. Agora todas estão buscando fazer negócios na web. Perceberam que essa é a melhor opção. Porém as boas oportunidades não virão dos países desenvolvidos. Lá, os negócios estão estagnados. Nos mercados em desenvolvimento há grandes possibilidades de explorar o mercado conectado."
- Cross-media - "Não é verdade que a mídia de massa vai desaparecer. Ela é importante, mas será preciso ter uma maior convergência. O segredo está em combinar a mídia de massa com a mídia de nicho, que é a internet. Cada jornal está se tornando também um canal de vídeo. Tudo está virando cross-media. A Sports Illustrated não é somente uma revista quando você vê o que ela está fazendo nos tablets. Ela é totalmente cross-media. Hoje, no bar, os homens não ficam mais discutindo sobre carros, mas falando sobre os aplicativos que tem no iPhone. Há esperança para as editoras."
- Mídia social - "A expressão é inútil. O importante é pensar num sistema social. Se a empresa achar que o investimento nessa área se trata de ter uma conta no Facebook, então, ela aposta no caminho errado. Se usarmos a expressão mídia em rede ou mídia engajada é melhor porque o assunto é mais profundo do que estar no Facebook ou no Twitter."
- Pagamento por conteúdo - "As pessoas compram conteúdo quando encontram valor ou quando a embalagem do que se oferece é bonita. Temos de ter influência, ser transparentes e fazer com que o usuário confie em nós. Confiança é algo que não se inventa na internet."
- Conteúdo e contexto - "O conteúdo é rei. Mas o contexto também. Assim como a relevância e a conveniência da informação. Isso já está acontecendo nos dispositivos móveis. Há muito ruído na internet. A web não significa harmonia. O que se busca agora é um filtro de informações. Isso o jornal pode fazer. Ele pode dar sentido a tudo. O mais importante é o papel de curador da informação. Filtrar é muito difícil."
- Livros - "O mercado está passando por um momento Napster. O gratuito está acontecendo agora. Muitas pessoas estão compartilhando as páginas que copiam dos livros e colocam na internet. O futuro do conteúdo é a remuneração e não o controle. Mas o que as empresas vendem não são mais coisas, e sim serviços e experiências."
Fonte: M&M Online
2.22.2010
Dez dicas para uma empresa ter uma boa presença nas redes sociais
Lista com recomendações foi feita a partir de dúvidas levantadas por executivos de companhias que pretendem atuar nas mídias sociais.
Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?
Gustavo Zaiantchick e Diego Monteiro, respectivamente cofundador e consultor de redes sociais da Direct Labs, agência especializada em ações de relacionamento na internet, deparam-se todos os dias com uma série de interrogações levantadas por executivos de empresas. Por isso resolveram compilar as principais dúvidas identificadas nas companhias e fizeram alguns comentários a respeito delas.
A Direct Labs integra o Grupo Direct, formado a partir de investimentos de organizações como Rio Bravo, DGF Investimentos e CRP Companhia de Participações.
1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?
As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.
As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.
2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter. O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.
Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta. Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.
3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?
Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente "aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.
4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?
O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas. Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como "selos" para seu perfil. Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.
Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa. Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.
5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?
Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros. Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações. Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.
A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.
6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?
As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics. Exemplos no contexto de uma ferramenta social são: número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc. As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.
Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado. Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc. Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários "vendem" e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de "invites" para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.
7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?
Sim, com certeza. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.
8 - Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Depende. Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.
9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial? O que é permitido e o que não é?
As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo: consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características. Isto é, pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.
O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo "enganado", o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.
Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio. Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.
10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?
Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.
Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como "mau uso" por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.
Fonte: Idgnow
2.18.2010
Liberar Orkut e Twitter no trabalho é produtivo
É interessante notar como, nesse mundo dito moderno, as empresas minimamente estruturadas já contam com recursos tecnológicos até pouco tempo inimagináveis.
Redes, relatórios com gráficos, planilhas, conexões virtuais e remotas, agendas eletrônicas, e-mail e comunicação em tempo real são apenas alguns dos recursos habitualmente encontrados.
Do outro lado, dos usuários, não é segredo que os brasileiros adoram passar horas a fio em redes sociais favoritas, como Orkut, Facebook, Twitter e daí em diante. São as chamadas redes sociais que, ao lado dos facilitadores já citados acima, agora começam a ganhar espaço também dentro das empresas como instrumento de trabalho.
Vestir o Orkut, o Facebook e o Twitter com terno e gravata, ou seja, a criação de redes sociais próprias dentro das corporações, é uma das formas práticas para aperfeiçoar a troca de informações e de conhecimentos, além de estimular a pró-atividade coletiva entre funcionários – sem a necessidade de custosas ligações telefônicas ou longas trocas de e-mails.
Mesmo assim, a utilização das redes sociais corporativas por parte das empresas brasileiras ainda é tímida, principalmente se comparada à ainda ‘popular’ intranet.
Hoje, o que vemos na intranet da maioria das empresas é um apanhado de informações que teoricamente deveriam interessar a todos da companhia, o que na prática não acontece.
Fosse feito um teste dentro das empresas, garantindo o anonimato dos entrevistados, certamente a menor parte realmente avaliaria os conteúdos de sua intranet como relevantes; e poucos responderiam que encontram informações que verdadeiramente os auxiliam na execução de seus serviços.
Pode-se argumentar que a simples troca de idéias e integração dos funcionários não justifica a adoção de uma rede social corporativa. É verdade. Como também é fato que há outros fatores que, junto a este, deixam claros os benefícios de implantação.
A possibilidade de compartilhar projetos que estão sendo desenvolvidos por diferentes áreas da empresa é um deles. Outro é a possibilidade de aproximação entre os funcionários ditos de “operação” com o alto escalão da companhia.
Na prática, basta lembrar que não é tão comum ver uma equipe receber um elogio ou uma mensagem motivacional de seu presidente, a não ser em eventos de confraternização. Com a rede social, uma simples mensagem pode ser postada a todos os profissionais da empresa de uma só vez ou para profissionais de determinada área específica, em questão de segundos.
A rede social corporativa pode despertar no funcionário o sentimento de participação ativa na empresa. Mesmo que em áreas e assuntos restritos, abre-se um canal para a apresentação de idéias ou críticas, que em última análise podem ser úteis para alavancar o negócio e/ou aperfeiçoar um produto.
Como na aplicação de qualquer novidade no ambiente empresarial, os responsáveis pela rede social corporativa devem tomar determinados e importantes cuidados, principalmente com ações indevidas dos usuários, como conversas nada proveitosas, fofocas, discussões e intrigas, que podem e devem ser fiscalizadas.
Em redes sociais púbicas são comuns experiências negativas como a criação de perfis falsos e, no meio corporativo, quando não se toma o cuidado necessário, isso também pode acontecer.
Com planejamento e tais cuidados, as redes sociais corporativas serão sem dúvida ótimas ferramentas de gestão e de comunicação. O Twitter de terno e gravata chegou para ficar.
Fonte:WebInsider
2.08.2010
7 dicas para melhor gerenciar seus contatos em redes sociais e mensageiros
A popularização das redes sociais trouxe consigo uma enxurrada de contatos para todo mundo. Alguns dizem que esses relacionamentos são superficiais. Outros falam que redes como o Orkut e o MSN encurtam distâncias.
Independente de quem estiver certo, o fato é que não é nada difícil de encontrar pessoas com centenas de contatos diferentes, tanto no Orkut, quanto no MSN. O Twitter, que cada vez mais cai nas graças dos internautas, também é outro aglomerador de contatos.
Mas será que ao manter contato com tanta gente você realmente consegue se relacionar com elas?
150 amigos é o limite do cérebro
Nos anos de 1990 o cientista e professor de antropologia evolucionária britânico Robin Dunbar desenvolveu um estudo com base em ancestrais humanos e em diversos grupos que já habitaram a Terra, e concluiu que 150 é o número máximo de relações sociais estáveis que o cérebro humano é capaz de gerenciar. Isso se deve ao aspecto pouco desenvolvido de nosso neocórtex cerebral.
Em pesquisa recente realizada na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, o mesmo antropólogo afirmou que o surgimento de redes sociais (Orkut, Twitter, Facebook, etc.) não aumentou essa capacidade, ou seja, tanto no real quanto no virtual, o máximo de relações estáveis que temos habilidade para administrar é 150.
7 dicas para gerenciar melhor seus contatos
Então, visto que os pesquisadores apontam 150 como o limite de relações sociais que o cérebro suporta, que tal algumas dicas para administrar melhor as centenas de contatos que você tem em redes sociais e no MSN? Aí vão elas!
Classifique amigos do Orkut
O Orkut é a grande provação de pesquisas como as levadas a cabo por Dunbar, afinal, são milhões de usuários interagindo em comunidades, o que acaba gerando mais e mais contatos para todos.
O próprio serviço possui uma ferramenta bastante útil que permite aos usuários classificar seus amigos em grupos (trabalho, escola, família, etc.). Para acessar, vá até a seção para gerenciamento de amigos em sua página e então verifique no canto superior direito da tela a opção para criar e configurar grupos.
Adicione grupos no Orkut
Feito isso, ainda na página de gerenciamento de amigos, marque todos que deseja reunir em um grupo e vá até o menu em cascata onde se encontra o termo “ações”. Lá, selecione para qual grupo deseja enviar os contatos selecionados e, pronto, seus amigos no Orkut estão melhor organizados agora.
Agrupe seus contatos & Apague fakes
O Orkut é a praia favorita de perfis falsos. Seja de artistas famosos, finados, celebridades de segunda linha, personagens de filmes ou desenhos animados, existe um monte deles em toda a rede. Se você quer deixar tudo mais organizado, pode optar por uma das seguintes alternativas: organize todos os fakes em um grupo único ou então delete-os de seu Orkut.
Apague gente que você não conhece
Se você costuma escrever em muitas comunidades ou é dono delas, é provável que seu perfil seja bastante popular no Orkut. Sendo popular, muitos vão adicionar você sem nenhum motivo além de ser seu amigo na rede.
Além disso, existem desconhecidos que adicionam e nunca falam com você. Vamos organizar melhor as coisas fazendo uma limpa e eliminando desconhecidos que nunca fazem contato produtivo de nossa lista de contatos no Orkut.
Não adicione qualquer um
Além de limpar sua rede, que tal parar de aceitar todo e qualquer convite? Se a intenção é tornar as coisas melhor organizadas, é bom que tenhamos como contato somente gente que realmente faça sentido, afinal, uma grande quantidade de amigos não vai trazer nada além de mais complicação na hora de organizar tudo.
Categorize contatos do MSN
O MSN – ou Windows Live Messenger – é outro lugar que se não cuidamos, vira uma bagunça. Tem gente que possui muito mais que 150 contatos ali e, bem, não deve ser muito produtivo deixar todo mundo no mesmo balaio. O mensageiro mais popular do mundo possui um recurso bastante interessante para esse caso: categorias de contatos.
Crie categorias no MSN
Para criar uma categoria (antigamente chamada de “grupos”), siga o caminho Contatos > Criar uma categoria. Na nova janela que se abre você insere o nome da categoria e basta um clique sobre contatos para adicioná-lo ou removê-los da lista.
Renomeie contatos do MSN
Uma das diferenças do MSN para o ICQ, seu antecessor no posto de mensageiro mais usado no mundo, é a facilidade com que os usuários alteram seu nome de exibição (o nick). Isso permite que as pessoas coloquem ali seu nome, uma frase de música, um pensamento ou até mesmo um amontoado de caracteres que mais parecem hieróglifos.
Para esse caso o programa da Microsoft também possui uma solução prática e rápida: renomeio de contatos. Clique com o botão direito do mouse sobre um contato, selecione a opção “Adicionar um apelido” e defina qual será o nome de exibição daquele usuário dali em diante. Obviamente a modificação só é visível por você.
Crie listas no Twitter
A última dica de hoje é para o Twitter, o caçula das redes citadas no texto. Recentemente o serviço criado por Jack Dorsey em 2006 adotou um sistema que permite a criação de listas. Nelas, você organiza todas as pessoas que segue, facilitando assim a organização por assunto e locais aos quais pertencem cada uma (algo quase igual aos grupos do Orkut e categorias do MSN).
O processo é simples: na aba lateral do Twitter você encontra a opção “New list”. Clicando sobre ela surge uma nova janela, na qual você configura a nova lista. Insira um nome e uma breve descrição para, posteriormente, adicionar quantos contatos desejar a cada lista.
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Essas foram nossas dicas para melhorar a organização dos contatos de suas redes sociais. Se o antropólogo britânico estiver certo, quem sabe um pouco de organização ajude a ter maior controle sobre nossos contatos. Se você tem mais dicas, por favor, compartilhe conosco por meio dos comentários e, claro não deixe de registrar sua opinião.
Fonte: Baixaki
Cadê a criatividade que estava aqui?
Todos nós podemos experimentar um bloqueio criativo de vez em quando. O único problema é que ele geralmente nos acomete nos momentos em que mais precisamos de criatividade. Entretanto, depois que ele acontece, o único jeito é dar um tempo e permitir que a mente volte a funcionar naturalmente, já que não há nada mais infrutífero do que ficar insistindo até entrar em parafuso. Por isso, resolvi trazer aqui dicas para evitar estes bloqueios e minimizar os problemas gerados por eles.
1. Mantenha um caderno de anotações
Quando estamos "fluindo em ideias", por assim dizer, ficamos tão produtivos, que no fim usamos uma quantidade muito pequena delas e o resto se perde em nossa memória. Por isso, se na medida em que for tendo ideias, você for anotando-as, com certeza nos momentos de crise poderá simplesmente resgatá-las e utilizá-las.
2. Inspirar-se com bons livros, bons sites, bons filmes, boas peças de teatro e bons programas de TV
Se preenchermos nossas vidas e mentes com boas referências, fica mais simples manter a criatividade em alta.
3. Fazer uma caminhada
Exercitar-se também traz enormes benefícios. Acalma o corpo e a mente, lhe devolve a conexão com a Natureza. Além disso, ajuda você a colocar as ideias em ordem e a melhorar sua capacidade de observação.
4. Buscar por alternativas
Não se contente em fazer as coisas sempre do mesmo jeito. Busque pela inovação, pela diversidade. Tente novas formas, experimente, sugira. Fazer as coisas de maneira automática pode acabar nos embrutecendo.
5. Não duvidar de si mesmo
Não existe nada mais destruidor para a criatividade do que a insegurança. Como ser verdadeiramente criativo, se duvidamos o tempo toda da nossa própria capacidade? Fique firme e aumente sua confiança pessoal. A tendência será ousar mais e, consequentemente, ser ainda mais capaz de criar.
6. Relaxar de vez em quando
Não dá para bancar o super-homem ou a super-mulher. É preciso buscar sempre pelo equilíbrio e serenidade. Portanto, sempre que tiver oportunidade, tire uns dias de folga, viaje, curta a família, passeie com amigos, durma até mais tarde. Evite viver exclusivamente em função do trabalho.
7. Trabalhar em lugares inusitados
Muitas vezes fazer as coisas no mesmo ambiente nos torna mais apáticos. Por isso, por que não trabalhar num parque ou numa cafeteria de vez em quando? Ou na praia? Ou num sofá? Experimente!
8. Sair com amigos
Nossos amigos são sempre fontes de novidades, pois visualizam o mundo com outros olhos. Imagine a quantidade de histórias, referências, pontos de vista que eles não podem trazer para o seu dia-a-dia? Além disso, com um bom networking, você sempre poderá contar com alguém num momento de desespero.
9. Ouvir música
Quem não gosta de música? Recolha seus artistas preferidos e os escute toda vez que precisar relaxar.
10. Assistir palestras
Não pense que já sabe de tudo. Existe ainda muita coisa a aprender, vindo dos mais diferentes tipos de pessoas. Assistir palestras pode proporcionar aprendizados rápidos e lhe estimular a buscar mais informações sobre assuntos até então desconhecidos para você. Além disso, a vivência e experiência de outras pessoas é sempre motivadora.
Fonte: Revista Personare
2.04.2010
Governo apresenta as novas cédulas do Real
As cédulas de Real que circulam no País ganharão uma roupagem totalmente diferente até o ano de 2012. Nesta quarta-feira, 3, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles e o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, apresentaram a nova família das cédulas nacionais, que ganham tamanhos diferenciados e novos desenhos para facilitar o uso pelos deficientes visuais e dificultar a falsificação.
Ainda no primeiro semestre de 2010, as novas versões das notas de R$ 50 e R$ 100 já começarão a circular. As demais serão colocadas em circulação pelo Banco Central de forma gradativa, até que todas as atuais cédulas sejam substituídas pelas novas. A previsão é de que isso aconteça em 2012.
As cores e animais que decoram cada uma das cédulas brasileiras não terão alteração. A principal diferença, porém, está no tamanho das notas, cuja dimensão irá variar de acordo com o valor. Dessa forma, a nota de R$ 2 será a menor entre as demais cédulas, que aumentarão progressivamente, deixando a de R$ 100 com a maior dimensão.
Outras mudanças são uma barra lateral, que trará o valor da nota e alguns grafismos ao fundo, que remeterão ao hábitat de cada animal desenhado nas cédulas (como o mar, para as cédulas de R$ 2 e R$ 100, que são ilustradas com a tartaruga-marinha e a garopa, respectivamente).
Essa é a primeira alteração de design pela qual a moeda brasileira passa desde a implantação do Plano Real, em julho de 1994. As novas cédulas contarão com recursos gráficos e marcas em alto relevo, para facilitar a identificação e, ao mesmo tempo, criar dificuldades para a reprodução falsificada.
A reformulação do desenho das notas vem sendo estudada em conjunto com a Casa da Moeda do Brasil (CMB) desde o ano de 2003. Para divulgar a nova família de cédulas do Real, o governo deverá lançar uma campanha publicitária com o tema "O Real Ficou ainda Mais Forte". Atualmente, a agência responsável pelo atendimento publicitário do banco Central do Brasil é a Giovanni+DraftFCB.
Fonte: M&M Online com informações da Agência Brasil.
1.28.2010
Como ser “verde” no seu trabalho
Quando as pessoas perceberem que a causa verde é uma opção viável e começarem a se envolver em campanhas contra depredação do meio ambiente e a favor de ações que ajudem a minimizar os danos no planeta, teremos uma sociedade cada vez mais envolvida na questão ambiental e então, poderemos perceber uma mudança significativa de comportamento. Veja como você pode ser verde no seu trabalho e fazer a sua parte nesse processo:
1 Evite imprimir. Se não tiver opção, configure sua impressora para trabalhar no modo econômico. Há também opções de softwares que ajudam o PC a obter a melhor relação entre boa qualidade e pouca tinta.
2 Utilize cartuchos recondicionados. Há lojas que aceitam seus cartuchos velhos e lhe concede descontos na compra de novos.
3 Procure utilizar papéis com o selo de certificação FSC (Forest Stewardship Council ou, no Brasil, Conselho Brasileiro de Manejo Florestal). Esse certificado é identificado pelo desenho de uma árvore e garante que aquele papel é oriundo de manejo sustentável, que respeita os princípios da sustentabilidade: viabilidade econômica, proteção do meio ambiente e respeito à comunidade.
4 Utilize os dois lados da folha. Faça uma caixinha de “papel rascunho” e coloque as folhas que podem ser reutilizadas. Muitas vezes imprimimos errado, ou utilizamos apenas um lado da folha e jogamos no lixo, quando poderíamos reutilizá-la em outros trabalhos.
5 Se você for imprimir um documento com várias páginas, utilize também os dois lados das folhas. Imprima primeiro as páginas pares e depois as ímpares.
6 Conscientize seus colegas de trabalho sobre a importância de ter atitudes verdes e dê o exemplo.
7 Implante a coleta seletiva na sua empresa. Converse com sua equipe e passe a separar os lixos orgânicos dos inorgânicos.
8 Vá para ó trabalho de bicicleta. Bicicletas não poluem as águas, não utilizam combustíveis fósseis, não emitem poluentes, tal como o monóxido de carbono, não aumentam o efeito estufa e não contribuem para os altos índices de problemas respiratórios.
Importante
* A criação de documentos eletrônicos é uma forma de economizar papel utilizado pela Prefeitura de São Paulo. A prefeitura emite suas notas fiscais na Internet e as envia por e-mail. Da mesma forma, a Receita Federal também utiliza documentos que vêm com códigos de verificação: quem os recebe pode checar a autenticidade no site.
Fonte: eco4planet com informações do BemSimples.
1.15.2010
CBS "proíbe" filme polêmico no Super Bowl
O site de empregos dos Estados Unidos CareerBuilder.com apostou em uma ação na qual os consumidores poderiam criar comerciais para a empresa, premiando três deles com um Grand Prix. Agora, o site criou uma votação para indicar qual desses três será transmitido durante o intervalo do Super Bowl, o maior evento da televisão norte-americana, que ocorre em 7 de fevereiro, na Flórida, e que terá transmissão da CBS.
O curioso é que um dos filmes, "Worst Seat", criado pelo produtor free lancer Brian Forrest, já foi considerado pela CBS como "muito quente para passar na televisão". Pelo menos é o que informa o site do próprio concurso. Veja a peça abaixo e tire suas próprias conclusões.
De qualquer forma, a votação continua aberta para o comercial, o que deixa no ar a possibilidade de que a rejeição não passe de uma grande brincadeira. O fato é que o filme vencedor só será descoberto no dia do Super Bowl.
As outras duas peças são "Job Fairy", que mostra o mago do emprego, e "Casual Friday", que para muitos gostos pode ser até mais chocante do que o primeiro. Ou até mais engraçado, dependendo do ponto de vista. Escolha o seu favorito neste site.
A CBS está cobrando até US$ 3 milhões por inserção de 30 segundos durante o Super Bowl. Até a semana passada, somente quatro dos 62 espaços ainda não haviam sido comercializados.
A NBC, responsável pela transmissão em 2009, arrecadou US$ 213 milhões com a venda de espaços comerciais e a expectativa é de que a CBS consiga um valor parecido. Dentre os anunciantes confirmados estão Anheuser-Busch Inbev, Audi, Coca-Cola, Doritos, Dove, Electronic Arts, Honda, Hyundai, Kia, Motorola, Viacom, Universal e Walt Disney.
Confira o filme "proibido" Worst Seat:
"Job Fairy"
"Casual Friday"
Fonte: M&M Online
1.13.2010
Para a criatividade florescer
Ele pondera que criatividade é um pré-requisitivo para a inovação, o que é uma estratégia para levar uma companhia a ganhar mais prestígio e dinheiro. "Não há nada de místico em relação à criatividade. Tudo se trata de criar pensamentos, ideias e produtos úteis, no mais amplo sentido da palavra. E essa novidade pode ser útil agora ou no futuro", declarou em seu trabalho.
Para checar os fatores que auxiliaram a impulsionar o lado criativo, Martinsen buscou características comuns a inventores, artistas, desenvolvedores e cientistas. Ele também investigou o que líderes empresariais podem fazer para incentivar esse lado nas corporações.
O primeiro ponto, segundo Martinsen, é realmente ter desejo de gerar mais criatividade. Em suas palavras, isso é mais fácil de falar do que aplicar. Esse anseio, quando genuíno, tem impacto sobre o papel de liderança em uma companhia. "Obviamente, alguns têm personalidade mais criativa do que os demais. Durante o processo de seleção de pessoal, as empresas devem identificar candidatos que tenham talento criativo", disse.
As características dessas pessoas, em geral, são: inteligência acima da média, flexibilidade, gosto pelas novas ideias e facilidade para tê-las. Pela análise dos traços de personalidade dos quatro perfis que Martinsen estudou, o professor de Business Intelligence afirmou ainda que indivíduos criativos estão mais dispostos a novas experiências, têm imaginação bem vívida e habilidade para associar diversas ideias. Os artistas seriam menos estáveis do ponto de vista emocional, em relação aos outros três tipos (inventores, desenvolvedores e cientistas).
Por outro lado, Martinsen apontou que nenhum dos quatro perfis estudados é de fácil relacionamento. Eles podem ser teimosos ou competitivos. As pessoas criativas com um perfil mais artístico tendem a ser pouco sistemáticos, o oposto do que ocorre com os cientistas e os empreendedores.
Ambiente preparado para a criatividade
Martinsen salientou que contratar profissionais com esse lado mais desenvolvido não é o suficiente para a empresa. Para incentivar a criatividade, ele indicou seis fatores que podem tornar o ambiente mais adequado para isso:
1. Os profissionais devem sentir que as tarefas do trabalho são desafiadoras
2. Eles precisam ter uma experiência positiva ao colaborar com seus colegas
3. Os chefes têm de demonstrar que apóiam fortemente a criatividade
4. Os empregados devem ter um bom relacionamento com seus superiores imediatos
5. Estímulos intelectuais e à variedade precisam ser promovidos
6. É importante haver a vontade de se arriscar e também de ser flexível
1.05.2010
Avatar acumula mais recordes
Filme de James Cameron já é quarta maior bilheteria da história do cinema
Três finais de semana foram o tempo suficiente para que o filme "Avatar" se tornasse um dos maiores sucessos da indústria cinematográfica mundial. Desde que estreou nas telonas, a obra do diretor James Cameron já arrecadou US$ 1,02 bilhão, de acordo com cálculos da distribuidora 20th Century Fox.
Somente no feriado de Ano Novo, o filme teria conseguido arrecadar uma quantia de US$ 202 milhões em todo o planeta. Os números colocam "Avatar" na quarta posição entre as bilheterias mais rentáveis da história do cinema, ficando atrás somente de "Titanic" (filme do próprio Cameron), que arrecadou a maior bilheteria da história - US$ 1,8 bilhão; de "Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei", que arrecadou US$ 1,12 bilhão e de "Piratas do Caribe - O Baú da Morte", que angariou a quantia de US$ 1,07 bilhão.
Considerando somente o público dos Estados Unidos, "Avatar" conseguiu um recorde de US$ 68,3 milhões de dólares em um único final de semana. Os norte-americanos só haviam lotado as salas de cinema de seu país dessa forma em 2002, quando estava em cartaz o filme "Homem Aranha".
Lançado com a bagagem de ser uma das produções mais caras da história do cinema, "Avatar" narra a história da relação entre seres humanos e extraterrestres de um planeta fictício. O longa metragem está em cartaz em praticamente todos os países do mundo. Na Itália, um dos últimos locais a receber a estreia, o filme entrará em cartaz a partir do próximo dia 15 de janeiro.
Com informações da Reuters.
Fonte: M&M Online
12.30.2009
Cartões de Ano novo para um mundo melhor
Uma ideia interessante são os cartões criados pelo Fábio Yabu que trazem mensagens legais onde a sustentabilidade é o foco, saindo do tradicional “Feliz Natal e Próspero Ano Novo" e desejando coisas mais concretas e que podem ser realizadas.
Já tô enviando os meus… Gostaram das mensagens?
Ldois Comunicação"
Rua Ernani Braga, 151, Madalena, Recife - PE
Fone: (81) 4141.3284 9916.7359