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5.03.2010

Capital Social - é melhor você aprender logo o que é isso

Ultimamente muito se fala de mídias sociais, da importância das empresas participarem das redes sociais, e como ações nas redes sociais podem ajudar as empresas em suas estratégias de marketing digital. Prova disso é a enorme quantidade de palestras, cursos, eventos e seminários sobre marketing digital e mídias sociais, além das campanhas nas mídias sociais disparadas pelas grandes empresas na Internet, criando uma demanda enorme dentro das agências digitais, e departamentos de Internet das agências de publicidade.

Muitas dessas campanhas têm sido bem sucedidas, e outras têm naufragado na falta de planejamento, mas o fato é que a maioria das empresas e agências só tem feito isto: campanhas publicitárias ou promocionais.

A visão das organizações e empresas sobre as mídias sociais ainda se restringe a campanhas publicitárias e ações promocionais, em geral com algum componente viral, para promover a marca, um produto ou uma mensagem. Isso é importante? Lógico que é, mas mostra que as empresas ainda não perceberam o real valor das mídias sociais, o que realmente elas têm de melhor a oferecer para sua marca e empresa.

Mas qual o real valor que as mídias sociais agregam aos negócios?

É esta questão que vou responder neste artigo.

Entenda as mídias sociais

As mídias e redes sociais são criadas pelo relacionamento contínuo e duradouro das pessoas e das comunidades que dela participam, e têm um valor intrínseco ao criarem uma enorme rede de relacionamento e de propagação de informações. Nelas, cada indivíduo influencia não um grupo de amigos, mas vários grupos de comunidades às quais pertence, com várias pessoas que influenciam outras comunidades, em uma progressão geométrica, que leva ao chamado efeito viral, que multiplica e amplifica qualquer mensagem de interesse coletivo. Esse fenômeno viral e coletivo é o que dá real visibilidade às mídias sociais.

O conteúdo colaborativo cria um resultado muito mais atrativo e adequado para as pessoas do que o conteúdo individual. Isso fica claro, porque o conteúdo coletivo e colaborativo tem absorvido fatias significativas da audiência dos meios de comunicação. A imprensa já sentiu esse efeito, a ponto de criar matérias jornalísticas baseadas em informações e comentários originados nos blogs dos jornais.

O conteúdo gerado por blogs, pelo YouTube e pelo Twitter tem criado interesse e fidelidade de seu público, gerando uma visibilidade maior do que muitas mídias convencionais. Mas toda essa exposição só é gerada pelo relacionamento contínuo e duradouro das pessoas envolvidas nas mídias e nas redes sociais.

Este é o conceito fundamental. O que gera exposição e audiência nas mídias sociais não é a mensagem, mas o relacionamento. Embora a mensagem seja muito importante para sua propagação, ela só acontece se há um relacionamento bem fundamentado entre os emissores e os receptores.

Isso fica evidente quando observamos o trabalho de blogueiros e twitters mais ativos nas mídias sociais. Eles conseguem rápida propagação de suas mensagens pelo fato de exercerem o relacionamento com os internautas, de forma contínua e duradoura. Na contra-mão do que muitas empresas têm feito em suas campanhas, criando contas e perfis específicos, nunca antes usados. O grande poder das mídias sociais está em criar uma base forte de relacionamento que permita que as mensagens e as campanhas fluam com mais facilidade, dando real visibilidade à mensagem e à marca.

Visibilidade e relacionamento nas mídias sociais

Essa visibilidade das mídias sociais faz com que elas sejam, do ponto de vista da comunicação e do marketing, uma bênção e uma maldição. A boa notícia é que você tem uma mídia forte, com boa audiência, segmentada e que pode ser usada por um custo muito baixo. A má notícia é que ela tem vida própria. Você não pode simplesmente produzir um comercial e veicular nela: você tem que interagir com ela e ter uma estratégia de comunicação eficiente.

Outra boa notícia é que você pode utilizar o seu dia-a-dia, o seu conteúdo e suas ideias como matéria-prima para produzir um efeito favorável nessa mídia. A má notícia é que você não tem muita escolha, pois se não fizer isso, se não se comunicar por essa mídia, ela produzirá comunicação e informações espontâneas sobre seus produtos e seu negócio, mesmo que você não queira.

Ao contrário de muitas ações de marketing, em que se você não fizer nada, embora esteja perdendo uma excelente oportunidade, nada acontece, no caso do marketing nas mídias sociais não há muita escolha: ou ela faz parte de sua estratégia de marketing ou você fica alheio à comunicação que está acontecendo sobre seu negócio e seus produtos. A única coisa certa é que vão falar de você, seja qual for o seu negócio.

O Capital Social como único ativo

As mídias sociais têm enorme visibilidade, uma forte rede de comunicação baseada em relacionamentos, um conteúdo poderoso e em grande volume. Ou você participa e se envolve ou será envolvido. Não há escolha: a única coisa certa é que estão falando e vão continuar falando sobre sua empresa e seus produtos e serviços, queira você ou não.

Em muitos casos, sua mensagem publicitária se torna irrelevante, pois sua marca tem pouco ou nenhum relacionamento com as redes sociais. Isso explica por que muitas campanhas de grandes empresas não decolam, não produzem resultados significativos, apesar do investimento e da criatividade da agência de publicidade.

O valor das mídias sociais está na visibilidade criada pelo relacionamento, e a este conjunto de relacionamentos duradouros que produzem visibilidade constante chama-se Capital Social.

O grande valor que as mídias sociais agregam à marca é o Capital Social que elas podem produzir. As campanhas publicitárias e promocionais só funcionam com a eficiência e a abrangência sonhada, quando a marca tem Capital Social suficiente, adquirido pela empresa ao longo de seu relacionamento com as mídias e redes sociais.

O Capital Social é o único ativo que a empresa pode adquirir para conseguir trabalhar nas mídias sociais gerando resultado para sua marca e seus negócios. Assim, não adianta pensar em grandes idéias, na chamada ativação das redes, ou qualquer outra ação nas mídias sociais, se você não estiver preparado para trabalhar seriamente com seus consumidores, interagindo com eles a curto, médio e longo prazos, formando assim um relacionamento contínuo e duradouro, e acumulando, com o tempo, Capital Social.

O Marketing nas Mídias Sociais

Portanto, a melhor forma de utilizar as mídias sociais para as ações de marketing e publicidade de sua empresa é através da criação de valor, de relacionamento e de capital social nas redes.

Não existe uma palavra melhor para descrever o que você deve fazer no marketing nas mídias sociais do que relacionamento. Relacionamento para adquirir e ampliar seu Capital Social.

O marketing nas mídias sociais permite criar um relacionamento direto com os clientes, com baixo investimento e alto impacto, se comparado às outras formas de implementá-lo. Ele permite que você mergulhe no mundo do cliente, conheça-o profundamente, mostre seu compromisso com ele e descubra suas necessidades de forma rápida e ágil.

É disso que vamos falar agora. Do que você pode e deve fazer para implementar sua estratégia de marketing nas mídias sociais. São basicamente cinco ações, que seguem as ideias do marketing de relacionamento, adaptadas ao marketing digital:

* Assuma um compromisso com seu cliente e mostre isso.

* Conheça seu cliente.

* Entenda as necessidades dele.

* Ouça atentamente o cliente.

* Ofereça atividades e recursos exclusivos.

Essas ações, quando implementadas nas mídias sociais, criam uma força positiva que ajuda sua empresa a se projetar no mercado. Veremos cada uma delas.

Assumindo o compromisso

Uma das primeiras ações para conseguir a confiança de seu cliente por meio do relacionamento é assumindo de forma clara e pública seu compromisso com o relacionamento entre sua empresa e seu cliente.

Como já foi dito, as mídias sociais estão repletas de consumidores e comunidades relacionadas a seu negócio. Assim, quando você decide participar aberta e ativamente dessas comunidades, colocando o nome de sua empresa como um membro ativo, você está mostrando para seu cliente o seu compromisso em se relacionar efetivamente com ele.

No início, é algo assustador ter um perfil no Orkut ou no Twitter com o nome de sua empresa, marca ou produto, e permitir que os consumidores falem diretamente com a empresa por meio dele. Mas com o tempo isso é libertador. Não vejo palavra melhor para definir isso. Você está ali, com seu cliente, frente a frente, sem intermediários. O consumidor sabe disso, e valoriza sua empresa pela atitude.

Conhecendo seu cliente

Para se relacionar com alguém, você tem que conhecer essa pessoa. E as mídias sociais permitem que você conheça profundamente seu cliente. Não estamos falando aqui de pesquisas diretas, questionários ou coisas parecidas, mas de usar uma das grandes forças das mídias sociais a seu favor: a persistência do conteúdo.

As mídias sociais, por seu caráter aberto e colaborativo, mantêm a maior parte do conteúdo gerado pelos membros armazenada e disponível para os outros membros. Embora alguma coisa possa ser fechada, a maioria das comunicações e opiniões está ali, pronta para ser lida por outros membros. Se houve uma discussão em uma comunidade sobre o refrigerante preferido, ou sobre a melhor marca de sabonete, essas mensagens estão todas armazenadas e acessíveis a qualquer membro.

Assim, participando das mídias sociais, é possível pesquisar a opinião de seu cliente utilizando o material existente e conhecê-lo como você jamais imaginou. Com um pouco de disciplina e esforço, você pode ter quase todo o tipo de informação de que precisa.

Entendendo suas necessidades

Muitos autores falam da necessidade de se questionar constantemente sobre o que fazer para facilitar e melhorar a vida de seus clientes. Isso parece fácil, mas na prática é muito difícil de ser implementado. Quando você pergunta diretamente a alguém como você pode facilitar sua vida, muitas vezes a pessoa tem dificuldade de se expressar ou organizar as ideias. Além disso, a proximidade física de um entrevistador, ou a pressão do tempo, faz com que abordar um cliente por telefone, na rua ou em um supermercado não seja tão fácil e eficiente quanto parece.

Entretanto, na Internet, essa situação se inverte. Quando estão protegidas por uma tela e um teclado, as pessoas têm muito mais facilidade de se expressar e estão muito mais abertas a falar do que no mundo real. Por isso, os fóruns de discussão e os chats estão lotados.

As mídias sociais representam um terreno fértil para encontrar respostas para essa necessidade constante de entender, achar ideias e sugestões de como facilitar e melhorar a vida de seu cliente.

Ouvindo seu cliente

Ouvir o cliente tem sido uma obsessão de muitas empresas. Os call centers cresceram muito nos últimos anos, impulsionados pela necessidade de se criar serviços de atendimento ao cliente (SAC) e ouvidorias. Em ambos os casos, porém, a dúvida, sugestão ou reclamação se restringe a um grupo pequeno de clientes mais ativos que de fato têm disposição de ligar e a paciência para aguentar a espera e os menus eletrônicos.

Quando você se relaciona com seus clientes por meio das mídias sociais, você expande muito sua capacidade de ouvir o cliente. Primeiro, pelo simples fato de dar mais alternativas do que um número 0800; depois, por abrir um canal direto em que o cliente já está ambientado e pode fazer seu contato com um clique. Aliados a isso, a participação aberta nas comunidades e nos fóruns e os comentários nos blogs ajudam muito na tarefa de ouvir seu cliente em relação a suas dúvidas, sugestões e reclamações.

Oferecendo atividades e recursos

Os programas de fidelidade e os clubes de consumidores estão por todos os lugares. Mas quando levamos nossas atividades e recursos para dentro das mídias sociais podemos oferecer a nossos clientes outro tipo de vantagem. Uma vantagem menos tangível, mas que pode ser mais valorizada pelo cliente.

Você pode criar um serviço de informações, um aplicativo gratuito para seus clientes ou atividades que facilitem o relacionamento de seus clientes na comunidade. Diversas atividades podem ser desenvolvidas nas mídias sociais que ajudam os membros e criam identificação com sua marca.

No Twitter, muitas empresas criaram serviços para seus clientes. A Dell faz promoções exclusivas para seus seguidores no Twitter, e o UOL criou um serviço de notícias on-line. Nos dois casos, milhares de consumidores seguem as empresas no Twitter, criando um canal de relacionamento poderoso.

O Marketing nas Mídias Sociais

Enfim, trabalhando essas cinco ações de forma contínua, sua empresa criará o Capital Social necessário para agir nas mídias sociais. Você verá que não só sua empresa irá crescer com esse processo, mas criará uma legião de fãs e consumidores com uma imagem positiva de sua empresa.

Portanto, para de pensar somente em campanhas, e comece a pensar em relacionamentos, contínuos e duradouros, e em Capital Social, o melhor ativo que sua empresa pode construir nos dias de hoje.

Fonte: iMasters

4.07.2010

Políticos preparam as armas para ganhar eleição via internet

Redes sociais, comunidades e blogs serão usados ao máximo nas eleições

Políticos vão martelar a cabeça do eleitor com a internet

Mesmo faltando alguns meses para a próxima eleição no Brasil, cresce a demanda por empresas especializadas em internet para a elaboração de campanhas virtuais. Atualmente, já são mais de 62 milhões de brasileiros acessando a internet, sendo 38,2 milhões fazendo isso de casa. O Brasil lidera o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, registrando cerca de 44 horas e 59 minutos.

A web setornou o 3º veículo de maior alcance nacional, atrás somente do rádio eda televisão. Segundo Leonardo Bortoletto, diretor de marketing da WebConsult, termos como Orkut, Twitter, Facebook, YouTube, comunidadesvirtuais e blogs para invadir o cotidiano do brasileiro e se tornarcada vez mais conhecidos e utilizados.

Nesse contexto, as campanhas políticas já começaram e a internet fará toda a diferença na conquista de votos e disseminação de informações, tanto positivas, quanto negativas. A reforma eleitoral, já aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados, liberou internet para campanhas eleitorais.

A utilização cada vez maior da internet mostra a políticos a necessidade de ingressarem no mundo digital. A proliferação de blogs de candidatos já é uma mostra desse processo. Atualmente, o governador José Serra, por exemplo, é um dos políticos mais populares na rede e o seu endereço no twitter registra a incrível marca de mais de 70 mil seguidores.

Nos EUA, o uso da internet está cada vez mais disseminado na realização de campanhas eleitorais. E, não somente para arrecadar contribuições como ocorreu na campanha de Barack Obama, que recolheu cerca de US$ 300 milhões, ou também para a divulgação de imagem e propostas de atuação.

Partidos como o PT saíram na frente ao manter um portal e um verdadeiro exército de colaboradores para alimentarem ferramentas como blog, twitter, vídeos com matérias positivas dos possíveis candidatos, além de um eficiente planejamento para que ocorra a exibição somente de notícias positivas quando internautas fazem pesquisas em sites de busca.

Fonte: MSN Tecnologia

3.31.2010

Charlene Li diz que empresas devem incentivar funcionário a usar redes sociais

Para especialista em mídias sociais, essa é uma boa medida para despertar o interesse pelo tema dentro das corporações.

O que muitas empresas quebram a cabeça atualmente é como ter uma estratégia bem-sucedida nas redes sociais. Por onde começar, que ferramentas devem ser usadas e que maneira? O primeiro passo para uma empresa iniciar uma atuação em mídias sociais é definir seus objetivos com esse tipo e - isso é muito importante – ir com calma, diz Para Charlene Li, uma das principais especialistas em redes sociais do mundo, em videochat organizado pela HSM na manhã desta quinta-feira (25/3).

Autora do livro “Groundswell: fenômenos sociais nos negócios – vença em um mundo transformado pelas redes sociais” , Charlene afirma que um bom ponto de partida é incentivar os colaboradores a interagir nas mídias sociais, ainda que em caráter pessoal. Assim, eles saberão como funciona esse ambiente e o que lá se diz da empresa. “Assim, eles se interessar pelas redes sociais”.

Outra dúvida recorrentes a muitas empresas é sobre a cração ou não de uma eequipe interna para lidar com as redes sociais.

Para Charlene, no começo de uma estratégia não é necessário, pois é um período de experimentação e a demanda por ações será pequena. Num segundo momento é adequado designar algum colaborador para a empreitada. "Na terceira etapa as redes sociais estarão tão integradas que as todas as equipes estarão, de alguma forma, ligadas a esse trabalho", afirmou.

Sobre o perfil do profissional ideal para lidar com as redes sociais, Charlene é enfática em sua recomendação. "Tem de ser alguém que seja fanático por construir relacionamentos. Não adianta chamar um colaborador que não tenha essa característica".

Fonte: IDGNow

3.22.2010

Brasil ultrapassa a marca de 176 milhões de celulares

Em fevereiro, mais de 1,1 milhão de novas linhas foram habilitadas no País. Em fevereiro de 2009, País superou a marca de 176 milhões de celulares em operação.

O Brasil ultrapassou a marca dos 176 milhões de telefones celulares em operação no último mês de fevereiro. De acordo com dados revelados nessa quinta-feira 18 pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), um total de 1.171.778 milhões de novas linhas foram habilitadas no País no mês passado, o que totaliza 176.771.038 celulares em território nacional.

Com a nova marca, o Brasil passa a ter uma média de 91,87 telefones para cada grupo de 100 habitantes (de acordo com o critério de "teledensidade" adotado pela Anatel, que visa medir a penetração da telefonia celular entre a população brasileira). Do total de linhas em operação no Brasil, 145.911.676 (82,54%) funcionam pelo sistema pré-pago, enquanto os 17,46% (30.859.362 de aparelhos) operam pelo sistema pós-pago.

Operadoras

A posição das operadoras de telefonia no ranking da Anatel não mudou em relação aos meses anteriores. A Vivo continua sendo a líder do mercado de telefonia móvel nacional, sendo responsável pela operação de 52.904.661 de celulares (29,93% do total).

A Claro continua na vice-liderança, detendo 25,5% do mercado no mês de fevereiro, com 45.071.589 de celulares habilitados. Próxima a esse patamar ficou a TIM, na terceira posição, com um total de 41.798.350 celulares em operação (o que lhe confere a fatia de 23,65% do mercado de telefonia móvel). A Oi se manteve na quarta posição, com 20,56% do mercado e 36.341.230 de linhas em uso.

Fonte: M&M Online

3.15.2010

'Twitter de voz' que faz sucesso na Índia prepara chegada ao Brasil

Com o Bubbly, as pessoas se conectam por meio do número de celular; recados chegam por voz e podem ser enviados de uma só vez para os seguidores.

Uma empresa com escritórios na Califórnia e em Cingapura prepara a chegada ao Brasil de um serviço que ela classifica como "Twitter de voz" onde, em vez de texto, os seguidores recebem mensagens gravadas no celular.

Trata-se do Bubbly, um serviço de blog de voz da Bubble Motion que, mesmo estando ainda em testes, já arrebatou cerca de 500 mil usuários na Índia, onde começou a operar em fevereiro.

"O Bubbly permite que pessoas se conectem socialmente via celular, apenas com a voz", resume o presidente e CEO da Bubble Motion, Tom Clayton, em comunicado.

Os planos de crescimento rumo ao Brasil foram detalhados por Clayton à Advertising Age e incluem também o Japão, o Oriente Médio e a Europa. Mas o executivo não especificou quando esses lançamentos poderão ocorrer.

Parceria

O Bubbly é oferecido em parceria com operadoras de telefonia. Para usar o blog de voz, basta que a pessoa envie um código numérico para sua operadora e começar a gravar as mensagens, que atualmente podem ter no máximo um minuto de duração.

Para tornar-se seguidor de alguém no Bubbly, basta enviar para o serviço o número do celular de quem você quer seguir. O envio da mensagem é gratuito, mas o recebimento é pago. Os lucros são divididos entre a operadora e a Bubble Motion.

Entre as aplicações sugeridas pela empresa para o Bubbly estão a comunicação de astros do cinema e da TV com seus fãs, e o envio de mensagens por líderes espirituais e religiosos a seus seguidores.

Na Índia, por exemplo, a adesão dos astros de cinema de Bollywood Kareena Kapoor e Aamir Khan ao serviço fez com que em duas semanas de atividade o número de usuários alcançasse 500 mil. O número real dos celulares das celebridades é preservado.

No entanto, também é possível criar redes baseadas em famílias, escolas e amizades, o que permite a comunicação imediata em massa por recados de voz entre múltiplos grupos.

Fonte: IDG Now!

Bubbly – a nova “bomba” do social media

Ladies and Gentlemen… aqui está Bubbly, a nova “bomba” do social media.

Ganha o status de “bomba”, porque em quatro semanas, o Bubbly, conseguiu captar 500 mil utilizadores na Índia sem qualquer investimento em comunicação.

O Bubbly pode ser descrito como uma espécie de Twitter em versão voz.

O serviço permite seguir amigos e celebridades que partilham mensagens sonoras que, em geral, duram 30 segundos. Qualquer utilizador pode divulgar as suas mensagens gratuitamente, mas os seguidores, caso as queiram ouvir, têm de pagar. Na Índia, a adesão de estrelas de Bollywood ajudou a popularizar o serviço. A BBC foi a primeira grande marca de media a aderir ao projecto, aproveitando o Bubbly para divulgar notícias de última hora.

O projecto é detido pela americana Bubble Motion, que tem escritórios em Silicon Valley e Singapura, e que já disse que o projecto irá alargar-se ao projecto ao Japão, às Filipinas, à Indonésia e ao Brasil.

O primeiro serviço da empresa consistiu no BubbleTalk, que permite enviar mensagens de voz entre telemóveis e que tem cerca de cem mil utilizadores.

Fonte: Web Marketing Tuga

3.12.2010

"Não subestimem as redes sociais"

Muitas companhias já estão usando as mídias sociais para se relacionar com os consumidores. Mas nem todas da forma correta. Mais um motivo para ouvir o que Charlene Li, uma das maiores especialistas nesta perigosa relação com a internet, tem a dizer.

Em 2009, ela foi apontada pela revista norte-americana Fast Company como uma das mulheres mais influentes na área de tecnologia. É coautora do livro Groundswell: Fenômenos sociais nos negócios, um manual repleto de dicas, exemplos e estatísticas para o bom uso das mídias sociais nos negócios. Ela, que é fundadora do Altimeter Group, especializada em estratégias online, vem ao Brasil falar para mais de 500 executivos em seminário da HSM no final de março. Em entrevista exclusiva à DINHEIRO, Charlene explica por que os empresários não devem subestimar as redes sociais.

DINHEIROO que a sra. quer dizer com a expressão “groundswell” (ground-swell, em inglês, quer dizer algo como “forte e profunda ondulação no oceano” ou “repentina acumulação de forças”)?

CHARLENE Li – O groundswell é um movimento espontâneo de pessoas que conseguem o que precisam umas das outras graças às novas tecnologias, como as redes sociais, em vez de irem atrás de empresas, instituições ou governos. Quando nos juntamos online, uma grande força, que é muito difícil de ser parada, se forma. Não víamos isso no passado.

DINHEIROMas por que as empresas devem prestar atenção ao "groundswell"?

CHARLENE – Não se trata apenas da multidão envolvida, mas da possibilidade realmente assustadora de que algum concorrente entenda este fenômeno primeiro e se aproveite dele de uma forma melhor e mais rápida. Mas esta não é a única ameaça. Outra tendência é de que pessoas conectadas e trabalhando de forma colaborativa já podem hoje concorrer com as empresas. E haverá cada vez mais produtos criados dessa maneira que competem com os produzidos pelas grandes empresas. Tudo isso pode ser uma ameaça ou uma oportunidade para as corporações. E para isso ser uma oportunidade é preciso compreendê-la.

DINHEIRO Qual a importância das redes sociais para os negócios?

CHARLENE – Essencial. E há muitas maneiras de usá-las a favor dos negócios, como divulgação e para estreitar relacionamentos. O que está acontecendo afeta, sobretudo, a maneira como as pessoas conversam umas com as outras. Elas compartilham suas opiniões sobre produtos e marcas. Mesmo os funcionários podem estar falando de suas empresas. Há muitas formas diferentes de redes sociais. Mas seja você uma pequena empresa, seja uma grande companhia, precisa aprender a lidar com as mídias sociais.

DINHEIROO que vem primeiro: as pessoas ou a tecnologia?

CHARLENE – As pessoas, sem dúvida. A tecnologia só tem sentido se ela servir para que nos conectemos. Seja lá o que você ou sua empresa queiram, a tecnologia pode ajudar a conseguir. No livro, proponho um método de quatro etapas para desenvolver estratégias online, que chamamos de Post (acrônimo em inglês de pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia). Primeiro, descubra como as pessoas com as quais quer se comunicar usam a tecnologia. Depois, estabeleça os objetivos, como impulsionar o marketing online. A terceira etapa é identificar de que maneira você quer mudar as relações com os clientes. Quer que eles estejam mais comprometidos com a empresa ou prefere que difundam mensagens entre seus conhecidos? Responder a essa pergunta ajuda a planejar a estratégia e medir seus avanços. Por último, vem a tecnologia. Por exemplo: a equipe de marketing da P&G criou uma comunidade no site beinggirl.com, depois de avaliar que meninas entre 12 e 15 anos visitam redes sociais. Assim, conseguiu atingir um público difícil de ser envolvido pelas campanhas tradicionais.
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“A internet vai se tornar mais móvel. Quase tudo o que você precisa fazer conseguirá pelo celular”
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DINHEIROToda empresa precisa ter um blog ou uma conta no Twitter?

CHARLENE – Absolutamente não. Muitas companhias não necessitam ter um blog ou estar em uma rede social. O segredo está em identificar a ferramenta correta, o que vai depender do público com quem você quer falar e do claro entendimento dos objetivos dessa relação. Mas todas as empresas precisam, ao menos, estar atentas ao que as pessoas estão fazendo e dizendo em seus blogs ou perfis do Twitter. Mudar o seu posicionamento e a sua relação pode ser algo muito difícil. Por isso, comece com um plano modesto, mas com potencial de crescimento.

DINHEIROQual o canal mais eficiente para se desenvolver uma marca?

CHARLENE – Entendo que não se trata de um único canal. Alguém pode dizer: “Tenha um blog, essa é a solução. Afinal, todo mundo tem um blog.” Isso não é uma verdade absoluta. O seu caminho talvez passe por um blog, mas talvez passe por uma rede social, se uma boa quantidade de consumidores a estiver usando. No final, tudo depende da relação que as pessoas querem estabelecer. Então, se você está falando em desenvolver a sua marca não há um único caminho. A melhor forma de olhar para isto é pensar em quem quero atingir: são os meus clientes, meus funcionários, meus parceiros ou todos os três?

DINHEIROMas como os executivos que desejam estabelecer um canal de comunicação com os seus clientes e consumidores devem agir?

CHARLENE – Neste caso, a primeira questão a ser respondida é: por que um executivo quer estabelecer um relacionamento com o público? Qual o tipo de relação que ele deseja criar? Clientes, consumidores e a audiência em geral precisam e querem entender qual o motivo para a sua presença online. É por que você quer me vender alguma coisa? Ou então por que você quer saber a nossa opinião sobre algo? Entendo que um objetivo claro é o primeiro passo para um bom canal de comunicação.

DINHEIROA sra. pode contar um exemplo de uma grande companhia que soube responder de forma efetiva a uma grave crise online?

CHARLENE – Sim, há muitos exemplos no livro, mas destaco um episódio envolvendo a Johnson & Johnson, que não está lá. Ela criou uma campanha voltada para as mães para divulgar uma linha de remédios para dores musculares. De repente, quase dois meses depois, um monte de gente em blogs e no Twitter começou a protestar. A campanha foi acusada de usar um tom impróprio para divulgar o remédio para mães que carregam seus bebês em suportes junto ao corpo. A peça trazia uma série de frases que tentavam se conectar com as mães ressaltando as dores causadas pelo ato de se carregar uma criança e mostrava o remédio como solução para elas. Alguns críticos notaram que a peça tratava os bebês como acessórios. “Vestir seu bebê parece estar na moda” era a frase que abria um dos vídeos. Em 48 horas, a Johnson & Johnson tirou a campanha do ar e a vice-presidente de marketing da companhia começou a se desculpar com blogueiros pessoalmente. A Johnson & Johnson foi hábil em lidar com essa crise e falar com a imprensa, criando inclusive o seu próprio blog para tratar do assunto. Paralelamente, a empresa encontrou mães que haviam usado o produto e estavam dispostas a dar os seus testemunhos sobre os efeitos positivos do tratamento. Logo, a empresa colocou alguns vídeos no YouTube com depoimentos dessas mães. Essa virada, é claro, só foi possível porque ela já tinha construído previamente sua credibilidade junto ao público. O melhor dos mundos, no entanto, é quando você consegue criar uma relação tão forte com uma parcela do público que ela mesma defenda você.

DINHEIROQual a importância de ouvir nas redes sociais?

CHARLENE – Total. Só assim você pode se antecipar ou ao menos ter conhecimento de uma crise que pode estar se formando. Empresas como a HP e Dell não costumam esperar que o consumidor ligue para a empresa para reclamar de alguma coisa. Ao primeiro sinal, elas costumam entrar em contato com os clientes insatisfeitos em seus blogs ou no Twitter e perguntam: “O que está acontecendo? Como posso lhe ajudá-lo?” Isso é algo que você não poderia fazer no passado. E essa é a forma mais proativa que uma empresa que presta um serviço pode agir. Além disso, a relação que se estabelece entre cliente e empresa é outra.

DINHEIRONos últimos anos vimos a ascensão da web 2.0 e das redes sociais. O que a sra. espera para os próximos anos?

CHARLENE – A internet vai se tornar cada vez mais móvel e interligada, quase tudo que você precisa fazer conseguirá pelo telefone. Dessa forma, poderemos estar conectados a qualquer hora e em qualquer lugar. E as redes sociais vão estar em toda parte. Elas vão se tornar como ar. Estaremos sempre conectados, mas precisamos manter um equilíbrio, não devemos nos tornar escravos da tecnologia. E é assim que lido com ela.

DINHEIROQual a sua principal mensagem para os executivos brasileiros?

CHARLENE – Não subestimem as redes sociais. As comunidades online que você usa na sua vida pessoal, como passatempo, podem e devem ser usadas no seu trabalho, para que a empresa em que você trabalha possa atingir seus objetivos. As companhias que conseguem fazer isso bem estabelecem uma relação de confiança com o público, mas o controle é relativo. A principal razão para muitas empresas não participarem dessa revolução é que elas temem não estar no controle do que as pessoas vão dizer. E o meu ponto é que tudo isso não vai embora de uma hora para outra. Então é preciso aprender a lidar com isso e, se possível, tirar proveito desse movimento.

fonte: ISTOÉ Dinheiro

3.05.2010

Sua empresa está preparada para fornecer conteúdo para dispositivos móveis?

"Em 2015, 70% das aplicações de colaboração desenhadas para PCs serão remodelados para se aproveitar das lições aprendidas com os usuários de aplicativos de smartphone"

No último Mobile World Congress, considerado a maior feira de telefonia do mundo, por onde passaram, de 15 a 18 de fevereiro em Barcelona, 47 mil pessoas de 182 países, a mídia social realmente foi a grande impulsionadora dos novos aplicativos móveis. Por exemplo, para Joe Belfiore, vice-presidente da área do Windows Phone na Microsoft, “um telefone não é um PC; Eu amo o PC, mas o celular é um dispositivo muito mais íntimo”.

Para se ter uma idéia da força dessa mídia mais íntima e próxima do usuário, em 2014, o e-mail deverá ser substituído pelas redes sociais dentro das empresas. A previsão é do Gartner, divulgada em fevereiro de 2010, que traçou cinco previsões sobre o uso dessa mídia dentro do ambiente corporativo:

1) Nos próximos anos, a maioria das companhias irá construir redes sociais internamente, permitindo que usuários usem contas pessoais no ambiente de negócio;

2) Em 2012, mais de 50% das empresas irão usar ferramentas de microblog como, por exemplo, o Twitter;

3) Em 2012, mais de 70% dos projetos de TI serão dominados por mídias sociais;

4) Em 2015, 70% das aplicações de colaboração desenhadas para PCs serão remodelados para se aproveitar das lições aprendidas com os usuários de aplicativos de smartphone;

5) Em 2015, apenas 25% das empresas utilizarão ferramentas de análise das redes sociais internas para melhorar o desempenho das organizações e a produtividade das equipes;

Para o alemão Gerd Leonhard, consultor em assuntos como conteúdo móvel, mercado de música digital e copyright para mais de quinze empresas de mídia, entre elas Google, BBC e Nokia, que esteve no Brasil na quarta, 24/2, para um evento fechado sobre o futuro da comunicação e conversou com o caderno Link , “o conteúdo será embutido nos contratos de serviço mobile, começando com música. Por exemplo, uma vez que seu telefone ou computador esteja online, muito do uso de conteúdo - baixado ou em streaming- será incluso. Pacotes e taxas únicas - muitas delas financiadas pela propaganda 2.0 - se torna o jeito principal de consumir e interagir com conteúdo”. Vale a pena ler a entrevista na íntegra no Link e se preparar, pois cinco anos passam voando.

Fonte: Aberje
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*grifos nossos.

30% dos usuários de smartphones acessam redes sociais

Estudo da comScore aponta que 30,8% dos usuários de smartphones acessaram redes sociais através de seus aparelhos, 8,3 pontos percentuais a mais que 22,5% obtidos em janeiro de 2009. Quando a análise considera também o acesso feito pelos chamados features phones (aparelho que tem algumas funções multimídia) o índice de usuários que acesaram as redes sociais cai para 11,1%, um aumento de 4,6 pontos percentuais em relação ao ano passado.

De acordo com pesquisa da comScore, a rede social preferida no ambiente móvel é o Facebook, que contabilizou em janeiro 25,1 milhões de usuários móveis, um crescimento de 112% frente a um ano atrás. A rede social cujo acesso móvel mais cresceu, entretanto, foi o Twitter, com 347% de crescimento e 4,7 milhões de usuários móveis. A comScore observa que a audiência móvel do Facebook ultrapassou a do MySpace antes mesmo fenômeno ocorrer com os acessos feitos a partir de conexões fixas. O MySpace teve 11,4 milhões de usuários móveis, número 7% menor do que o auferido em janeiro de 2009.

Fonte: Teletime

3.02.2010

50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site [parte 1]

Saiba como criar, organizar, administrar e divulgar a sua marca virtualmente – além de atrair clientes e vender mais pela internet.

Manter um site bombando é indispensável nos dias de hoje. Uma presença marcante na rede divulga a marca, estreita o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders e impulsiona as vendas. Com a cultura empresarial cada vez mais interativa, estar bem posicionado na internet e saber utilizar as redes sociais torna-se a cada dia mais importante. Pequenas Empresas & Grandes Negócios reuniu 50 dicas para você desenvolver o site dos seus sonhos.

1>>>DELINEIE UMA ESTRATÉGIA

Uma das dicas para ter um bom site está na ponta da língua de todos os especialistas: saiba exatamente o que você espera dele. "Muitas vezes as empresas querem tudo, e isso não é possível", diz Raquel Horta, da Mapa Digital. Se a intenção da empresa for vender pela rede, o site deve ser desenhado de uma maneira; se a ideia for apenas divulgação, de outra. "O empreendedor deve focar no objetivo real do projeto para só então definir recursos e funcionalidades", afirma Alexandre Nucci Soncini, diretor da agência especializada WX7.

2>>> ANALISE A CONCORRÊNCIA

Se você está montando o seu primeiro site, é interessante observar quais são as páginas e os recursos utilizados pelos seus concorrentes. "Não deixe de buscar referências no setor", diz Raquel Horta, da Mapa Digital.

3>>>ESTUDE O PÚBLICO

Invista em pesquisas para saber o que o seu público quer ver em um site. Caso a empresa não possua recursos para contratar uma agência de pesquisa, a ferramenta Google Analytics é uma boa alternativa para identificar o perfil dos seus consumidores. "É importante saber quem acessa o seu site", explica Raquel Horta. A fabricante de preservativos Blowtex, por exemplo, identificou um desejo entre os internautas de ter mais do que informações sobre os seus produtos e resolveu criar uma área com dicas de baladas e shows. Hoje, essa é uma das seções do site com mais acessos, segundo Marco Martinez, diretor da empresa.

4>>>DEFINA QUEM VAI DESENVOLVER O SITE

Com o avanço da tecnologia, ferramentas de criação de sites estão à disposição dos usuários nos grandes portais por preços a partir de R$ 15 por mês. Os recursos são mais limitados do que quando se recorre a uma agência. Neste caso, gasta-se no mínimo R$ 4 mil - dependendo do projeto, o custo pode chegar a R$ 50 mil, segundo Darcy Barbará Filho, da WT11.

5>>>INVESTIGUE AS AGÊNCIAS

Existem diversas formas de desenvolver um site, mas, se optar por uma agência, o ideal é averiguar sua infra-estrutura e recursos. "Precisamos de uma empresa que ofereça forte suporte e equipe para atender à nossa demanda de atualização", diz Thiago Chan, analista de marketing da fabricante de automóveis Troller. Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, afirma que é fundamental avaliar os trabalhos anteriores da agência, além de checar com clientes como ela funciona.

6>>> NÃO ABANDONE O SITE

Se você não pode contar com uma agência para abastecer o seu site, vá com calma na hora de colocar recursos que exijam atualização. "O tamanho do seu site tem que ser proporcional ao seu tempo para gerenciá-lo", alerta Alexandre Nucci Soncini, diretor da WX7. Um site com diversas áreas e conteúdo desatualizado afasta os usuários e acaba com a credibilidade da empresa.

7>>> NÃO SAIA DA ESTRUTURA PADRÃO

Apesar de relativamente jovem, a internet já criou padrões universais. Uma barra de canais e áreas do site na vertical à esquerda ou na parte superior horizontal da tela são comuns no Brasil. Inventar estruturas muito sofisticadas e inovadoras pode ser pouco funcional. "Se revolucionar, muita gente não vai saber mexer", diz Darcy Barbará, da WT11.

8>>> TORNE A NAVEGAÇÃO ROTATIVA

Ao acessar a página da fabricante de doces La Passione, os clientes encontram, além das opções de produtos, um link para agendar uma degustação ou entrar em contato com os proprietários. Esses links não ficam restritos à página inicial. De qualquer ponto do site os consumidores podem mandar mensagens à equipe da La Passione. "O ideal é que o site não tenha fim. Que cada seção tenha um link para a próxima e para fazer contato com a empresa", explica Soncini, da agência WX7. Segundo o empresário, isso também faz com que o tempo de retenção dos usuários no site aumente consideravelmente.

9>>> DIFERENCIE-SE NO CONTEÚDO

Inovação é fundamental para se destacar entre milhões de páginas que surgem todos os dias. "Todo mundo está na web. É preciso fazer com que o público-alvo se identifique com o seu site", diz Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. No caso da fabricante de preservativos Blowtex, além dos produtos e dos dados institucionais, a empresa disponibiliza uma série de informações relacionadas a temas de interesse do seu público, como dicas de sedução e de motéis.

10>>> SAIBA USAR INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS

Se o intuito é vender pela rede, a parte institucional do site deve ser enxuta. "Mas se o objetivo for apenas apresentar o negócio, essa seção pode ser recheada de informações. Principalmente se a empresa prestar serviços e os clientes tiverem a necessidade de entrar em contato com os seus profissionais", diz Raquel Horta, da Mapa Digital. Segundo Juliana Constantino, diretora da agência Click, um erro corriqueiro é tentar reproduzir a estrutura hierárquica da companhia na internet. "O consumidor não precisa saber informações sobre o departamento jurídico ou de contabilidade", exemplifica.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

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11>>> TOME CUIDADO COM AS CORES

O visual do site pode ser decisivo para o sucesso na rede. "Cores muito fortes irritam as pessoas e cores pastel acabam relaxando demais o usuário. O ideal é ter um meio termo", diz Soncini, da agência especializada WX7. Segundo ele, a mescla de tons é importante para não mexer no emocional dos consumidores. "Cores muito escuras, por exemplo, deixam os usuários nervosos e fazem com que eles queiram sair rápido do site", afirma Darcy Barbará Filho, sócio da desenvolvedora de sites WT11. Nos textos, é importante ter contraste. "Nada de site vermelho com letras cor-de-rosa", recomenda Barbará. Uma boa saída é combinar cinza, branco e azul, ou então usar tom sobre tom. "Um laranja mais escuro com um laranja mais claro funciona bem", diz.

12>>> NÃO UTILIZE JARGÕES

Esqueça siglas e termos específicos da área de atuação da sua empresa. Os consumidores não estão acostumados com a terminologia peculiar a um setor. "Isso dificulta a compreensão e acaba restringindo o público", diz Juliana Constantino, da agência Click. O ideal é explicar os conceitos e os serviços do site em linguagem simples, acessível a leigos e especialistas.

13>>>ESCREVA CORRETAMENTE

Nada de "assúcar", "caza" ou "os produto são". Erros gramaticais são capazes de limar a credibilidade de um site. Se o objetivo da página for vender algum produto ou serviço, as chances de concluir o negócio diminuem consideravelmente quando há erros ortográficos, segundo Alexandre Nucci Soncini, diretor da WX7. "Não precisa e nem deve ser um português erudito, mas não pode haver erros. As pessoas ficam receosas em comprar", afirma.

14>>> EVITE MENSAGENS DE FÉ

"Louvado seja Deus", "Jesus Cristo é o senhor", "Deus é amor." Tudo isso pode ser muito importante para você, mas não para os seus clientes. Manifestações de fé costumam restringir o público do site. "Esse é um erro muito comum. Os empresários precisam ter em mente que o site é para os clientes, não para a empresa", afirma Barbará Filho, sócio da desenvolvedora de sites WT11.

15>>>BOLE TEXTOS CURTOS

Não deixe aflorar o José Saramago que existe dentro de você. Parágrafos curtos e diretos são ideais para a internet. "O texto deve ter, no máximo, 30 linhas", diz Alexandre Nucci Soncini, da agência WX7. Além disso, o interesse dos consumidores precisa sempre ser contemplado.

16>>>FUJA DAS MÚSICAS DE FUNDO

Gosto musical varia de pessoa para pessoa. Portanto, em vez de arriscar, é melhor deixar de fora aquela música tão importante para você. Ninguém gosta de abrir um site e ser obrigado a ouvir uma música pré-escolhida. "Isso pode repelir os usuários", afirma Darcy Barbará Filho, sócio da WT11. Exceções são válidas para empresas que trabalham com música e instrumentos.

17>>> DOSE AS ANIMAÇÕES E O FLASH

Você viu o site daquela multinacional cheio de recursos de animação e quer fazer igual? Cuidado, pode ser perigoso. Esse expediente é indicado para sites totalmente institucionais (e, mesmo assim, com cautela). "É preciso ter uma dosagem para não ridicularizar e infantilizar a imagem da empresa", diz Darcy Barbará Filho, da WT11. Sites desenvolvidos em flash podem ser uma ótima alternativa para quem trabalha com produtos de apelo visual, segundo Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus. No entanto, se a sua ideia é ter um site para vendas ou com poucos recursos, o flash deve ser evitado. "Pode ficar pesado em alguns computadores", alerta.

18>>>COLOQUE FOTOS DE PESSOAS

"Ao longo do tempo, percebi que a foto de uma pessoa ajuda a ampliar o número de acessos de um site", conta Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, que trabalha com sites desde 1999. "Quando passamos a utilizar fotos de pessoas no nosso layout, o número de e-mails de interessados subiu muito. Acho que é porque a página fica menos fria", diz.

19>>>INVISTA NA QUALIDADE

Qualquer traço de amadorismo pode comprometer a imagem da sua empresa. Se você vai expor produtos na rede, é fundamental ter fotos feitas por profissionais. Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, pagou entre R$ 200 e R$ 300 por foto exibida em seu site. "Por estarmos no ramo de alimentação, não poderia ser de outra forma. Precisamos despertar o desejo nos consumidores", diz Karam.

20>>>MOSTRE-SE COM CAUTELA

Transparência é uma característica muito valorizada pelos consumidores. Mas cuidado para não dar um tiro no próprio pé. Barbará Filho, da WT11, conta que, certa vez, um cliente orgulhoso de seu processo de produção postou no site fotos dos funcionários nas linhas de montagem. No entanto, eles estavam sem equipamentos de proteção, o que rendeu uma multa ao empresário.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

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Saiba como criar, organizar, administrar e divulgar a sua marca virtualmente – além de atrair clientes e vender mais pela internet.

21>>>DISPONIBILIZE UM JOGO NO SITE

Um jogo no site pode ser um extra interessante para atingir seu público-alvo. A fabricante de preservativos Blowtex disponibiliza quatro jogos no seu site. "Essa ferramenta traz muitos acessos ao site, mas precisa ser renovada com frequência", diz Marco Martinez, diretor de marketing da empresa. Segundo Juliana Constantino, diretora da Agência Click, jogos online são fáceis de desenvolver e atraem os internautas.

22>>>INSIRA "DÚVIDAS FREQUENTES"

Existem muitas etapas no processo de venda dos seus serviços ou produtos? Crie uma seção de "dúvidas frequentes" para o seu site. Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, afirma que essa é uma parte muito acessada do seu site. "Os usuários normalmente não gostam de ler grandes textos. Essa seção facilita o acesso a informações de maneira rápida", diz. Segundo Regina, o recurso facilita o contato futuro, já que o usuário se certifica de que a empresa oferece exatamente o que ele procura.

23>>> NÃO USE CONTADOR

Ninguém precisa saber que mil, duas mil, três mil ou milhões de pessoas acessaram o seu site. "Se o endereço não for muito procurado, a divulgação pode ser muito ruim para a imagem da empresa", diz Barbará Filho, da WT11. Segundo ele, com ferramentas como o Google Analytics, hoje é possível analisar com mais afinco o perfil dos consumidores - uma informação, aliás, que só interessa às empresas.

24>>>OFEREÇA VERSÕES EM OUTROS IDIOMAS

Se a sua empresa busca clientes ou fornecedores estrangeiros, é fundamental ter um site com uma ou mais opções de idiomas. Marco Martinez, da Blowtex, diz que a empresa tem um site em inglês voltado aos clientes externos. Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa de legalização de estrangeiros no país, conta que, apesar de normalmente tratar com o RH das empresas, a versão extra do site ajuda a esclarecer os processos para os executivos de outros países, o que dá mais transparência e credibilidade.

25>>>RESPONDA SEMPRE

Pode ser e-mail, carta, telefone, blog, perfil em comunidade social. O importante mesmo é ter um canal aberto de comunicação com os clientes. Um e-mail com dúvidas ou sugestões deve ser prontamente respondido. Caso contrário, corre-se o risco de perder um futuro negócio. "Todo feedback é muito bem-vindo e visto com bons olhos pelos consumidores", diz Pablo Caldas, da agência Full Haus.

26>>>MODERE OS COMENTÁRIOS

Se você optou por uma área para comentários no site da sua empresa, saiba que opiniões de todos os tipos podem aparecer. É importante deixar um canal aberto com os consumidores, mas toda atenção é necessária com o conteúdo das mensagens. "Vale a pena barrar comentários com palavras de baixo calão, palavrões e conteúdo duvidoso", diz Alexandre Nucci Soncini, diretor da agência especializada WX7. Mas não se deve censurar mensagens críticas. "Nenhuma empresa agrada a 100% das pessoas. Se houver somente mensagens positivas, o site perde a credibilidade", afirma.

27>>>FOQUE NOS CLIENTES

O escritório de arquitetura e gerenciamento de obras Kemp tem clientes espalhados por diversas cidades do Brasil. Por isso, a empresa desenvolveu uma área específica para que eles possam acompanhar, diariamente, o andamento das obras. Além disso, um e-mail é enviado ao cliente avisando que há novas informações no site da empresa. "Antes, eu precisava ligar para avisar que havia enviado um e-mail, mas as fotos eram pesadas e várias informações ficavam de fora", diz Rogério Moraes, sócio do escritório.

28>>>RESERVE UMA ÁREA PARA FUNCIONÁRIOS

Para controlar os funcionários espalhados pelo Brasil, o escritório de arquitetura e gerenciamento de obras Kemp optou por criar uma espécie de ponto eletrônico. Em uma área do site destinada aos funcionários, Rogério Moraes, sócio do Kemp, controla a entrada e saída de cada um, assim como as atividades executadas durante o dia. "Consigo identificar o IP da máquina em que ele bateu o ponto. Não tem como fazer isso de casa", diz Moraes. O executivo ainda recebe um relatório especificando onde cada funcionário trabalhou durante o mês. "Acompanho quanto cada funcionário trabalhou por obra", afirma.

29>>>ESTREITE O RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES

Se a sua empresa trabalha com fornecedores de vários estados do Brasil, uma área para relacionamento com eles pode ser uma boa alternativa. Se a empresa não tiver como manter um contato físico com os fornecedores, é necessário organizar, pelo site, compras e pedidos, afirma Darcy Barbará, da WT11.

30>>>FIRME PARCERIAS

A Livraria Phylos tem fechado parcerias com empresas para ampliar o mix de produtos do site e capitalizar com anúncios. A primeira foi com a Naturalli Dacor, de artigos de decoração, mas Mauro Pereira da Silva, proprietário do site, afirma que está em negociação com outras sete empresas. "Cobramos 5% de comissão pelos produtos vendidos no nosso site", explica. Além de parcerias de vendas, o executivo também firmou um acordo com a WT11, agência desenvolvedora de sites, para disponibilizar um banner na Phylos. O site da livraria atua como revendedor da agência, ficando com 20% dos R$ 6 mil cobrados por uma loja eletrônica a cada cliente que descobre a WT11 pelo site.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

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31>>>FIQUE DE OLHO NAS COMUNIDADES

São muitas as redes colaborativas na internet hoje em dia. Estar atento ao que falam sobre sua empresa e aproveitar para angariar visitantes para o seu site é fundamental. No entanto, é preciso tomar cuidado na hora de participar dessas redes. Nunca tente esconder a sua ligação com a empresa. As pessoas percebem e rejeitam elogios anônimos e gratuitos, alerta Raquel Horta, da Mapa Digital.

32>>>ENTRE NO ORKUT E NO FACEBOOK

Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, tem um perfil no site de relacionamento Orkut no nome da empresa. Segundo ele, 30% dos contatos feitos por intermédio do Orkut acabam em negócio. O empresário considera a ferramenta tão eficiente que vai contratar nos próximos meses um profissional apenas para ficar explorando as comunidades do site. "O segmento de casamento é muito envolvido com internet. As pessoas nos conhecem pelo Orkut e depois nos procuram", diz Karam. Com o objetivo de atrair público para o site da La Passione Doces, ele mantém no seu perfil dados da empresa e fotos dos produtos. O Facebook ainda não faz tanto sucesso no Brasil como o Orkut, mas já tem uma massa crítica que não pode ser desprezada. "O Orkut já está estabelecido, mas o Facebook tem um público mais antenado e moderno", explica Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. Dependendo do perfil da marca, pode ser interessante usar o Facebook para atrair stakeholders para o site.

33>>>CRIE UM BLOG

Quanto mais transparente for a sua empresa, melhor. Um blog corporativo é uma ótima ferramenta, mas, se não houver transparência, perde a credibilidade. Além disso, é importante saber o que os usuários querem ver no blog. Por meio dos e-mails que chegavam à empresa, Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, por exemplo, percebeu que existia uma demanda por um diário virtual. A empresa vai disponibilizar a partir deste mês um blog em que os usuários poderão enviar perguntas e dúvidas a serem respondidas pelos advogados da Visto Brasil.

34>>>DISPONIBILIZE RSS FEEDS

Hoje em dia, na internet, toda empresa deve tentar ao máximo divulgar o conteúdo do seu site. Uma forma eficiente de fazer isso é utilizar o RSS feeds - listas de renovação de conteúdo de um determinado site em que os usuários incluem o link dos arquivos em seu programa agregador e recebem as atualizações sem precisar visitar o site. O recurso fideliza o público e ainda atrai consumidores interessados, diz Pedro Caldas, da Full Haus.

35>>>ABUSE DO YOUTUBE

Vídeos de empresas no YouTube, quando caem no gosto do público, são acessados por milhões de pessoas ao redor do mundo e funcionam como uma barata e eficiente maneira de divulgação e atração de público para o site. "Não é necessária uma superprodução. Tem que ser algo curioso, relevante, que tenha a ver com o que o seu público quer", diz Pedro Caldas, da Full Haus. Para conseguir levar as pessoas do YouTube para o seu site, é importante colocar o endereço tanto no vídeo quanto no perfil da página da empresa.

36>>>PENSE NO FLICKR

No final do ano passado, a fabricante de automóveis Troller, da Ford, optou por uma nova estratégia de atração de internautas para sua página na internet: a utilização do Flickr, site de compartilhamento de fotos, para divulgar imagens de ralis e de carros. Um mês depois, o número de visitantes novos havia aumentado 15% e o número de page views crescera 80%. "Pensamos na ferramenta para trazer as pessoas do Flickr para o nosso site", diz Thiago Chan, analista de marketing da empresa.

37>>>DESENVOLVA UM SITE PARA CELULAR

O Brasil fechou o mês de abril com 154,6 milhões de celulares e uma densidade de 80,98 aparelhos por grupo de 100 habitantes. Desse total, existem 4,95 milhões de celulares 3G, de acordo com dados de abril da consultoria Teleco. Diante desses números, os grandes portais já desenvolveram sites específicos para serem acessados do celular, mas, com a base de smart phones que o Brasil tem, torna-se viável para pequenas e médias empresas. Segundo Juliana Constantino, da agência Click , os custos de produção são menores para desenvolver um site para celular.

38>>>MANDE NEWSLETTERS E E-MAILMARKETING

Na hora de efetuar uma compra na loja virtual Calumax, o consumidor escolhe se gostaria de receber ou não uma newsletter com ofertas. Hoje, cerca de 30 mil pessoas recebem o boletim cada vez que a empresa decide fazer promoções. "Desse total, 25% interagem com o nosso site", explica Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax. Segundo Raquel Horta, da Mapa Digital, usar newsletter ou e-mailmarketing para atrair usuários exige cuidados. É preciso que seja de fato uma informação relevante. "Não se pode ficar lotando a caixa de e-mails das pessoas com qualquer coisa", alerta.

39>>>EXPLORE A PÁGINA DE CADASTRO

Se a intenção é vender pela rede, uma ficha de cadastro é necessária. Mas registrar dados de visitantes pode também ser uma ferramenta interessante para fazer um banco de dados e, posteriormente, utilizá-lo em estratégias de divulgação. De acordo com Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus, o usuário do site precisa ter a possibilidade de se cadastrar sem precisar comprar, mas nunca se deve exigir informações para ter acesso ao conteúdo. "Isso espanta as pessoas", diz Caldas.

40>>>DIVULGUE CLIENTES SATISFEITOS

Não são poucas as vezes que Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa especializada na regularização de estrangeiros no Brasil, ouviu de um cliente que a decisão em optar pelos serviços da empresa foi baseada nas referências disponibilizadas no site. "É sempre saudável apresentar casos de sucesso. Colocamos no nosso site depoimentos de antigos clientes. Isso sempre serve de indicação para os futuros interessados", explica Silva, que afirma já ter conseguido fechar negócios por conta desse tipo de divulgação.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

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Saiba como criar, organizar, administrar e divulgar a sua marca virtualmente – além de atrair clientes e vender mais pela internet.

Manter um site bombando é indispensável nos dias de hoje. Uma presença marcante na rede divulga a marca, estreita o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders e impulsiona as vendas. Com a cultura empresarial cada vez mais interativa, estar bem posicionado na internet e saber utilizar as redes sociais torna-se a cada dia mais importante. Pequenas Empresas & Grandes Negócios reuniu 50 dicas para você desenvolver o site dos seus sonhos.

41>>>BRINQUE COM VÁRIOS DOMÍNIOS

Uma boa alternativa para impulsionar os acessos do seu site é a criação de páginas com funções específicas. Além do site institucional, a empresa pode brincar com páginas promocionais, com novos domínios. "Trata-se de uma ferramenta de marketing muito empregada pelas grandes empresas, mas que pode ser usada também pelas pequenas e médias", conta Erica Saito, gerente regional de estratégia de negócios da VeriSign no Brasil, operadora dos registros para domínios .com e .net mundialmente. Hoje, o preço do registro de um domínio varia de R$ 5 a R$ 20.

42>>>DÊ UMA TWITTADA

No início de junho, a construtora e incorporadora Tecnisa vendeu um apartamento na zona oeste de São Paulo por R$ 500 mil. O que era para ser apenas mais um negócio fechado virou notícia no Brasil inteiro: é que a Tecnisa fez a transação pelo Twitter, rede social para microblogging. O comprador, um gerente de tecnologia de uma empresa não identificada, seguia a empresa pelo site desde janeiro e aproveitou uma promoção que também oferecia R$ 2 mil em vale-compras, além de armários planejados para os quartos e a cozinha. "É importante linkar as pessoas seguidoras no Twitter para o blog ou site da empresa", afirma Pablo Caldas, da Full Haus.

43>>>COMPRE LINKS PATROCINADOS

A Rezende Souza, empresa de gerenciamento de consórcios fundada em 1999, utilizou até 2005 duas formas para divulgar e vender cotas de consórcio: por meio do site e pelas concessionárias. A partir de então, toda a divulgação passou a ser feita na internet, com os links patrocinados do Google. Segundo Regina Rezende, sócia da empresa, enquanto nas concessionárias a venda média ficava em 30 cotas por mês, hoje, com a ajuda do Google, a média é de 250 cotas mensais. Os custos variam e dificilmente ultrapassam R$ 10 por clique.

44>>>REPITA AS PALAVRAS QUE INTERESSAM

Para aparecer entre os primeiros resultados da busca orgânica do Google, a escolha das palavras dos textos é fundamental. No caso de Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, repetir as palavras "doce" e "casamento" foi fundamental para figurar bem no site de busca. Apesar de ser tentadora a oportunidade de aparecer entre os primeiros, a qualidade do texto não deve ser deixada em segundo plano. "É preciso buscar uma forma de repetir as palavras sem afetar a qualidade do texto", alerta Alexandre Nucci Soncini, da agência WX7

45>>>TENHA ESTRUTURA

Regina e Rubens Rezende são sócios da Rezende Santos, empresa de representação de consórcios. Cada uma das fabricantes de automóveis que eles representam exige um site específico para a marca. Além disso, a empresa também tem sites para vender linhas de bancos e casas. No total, a dupla gerencia seis sites. Os dois com maior demanda ficam com Rubens e os outros quatro com Regina. Prestes a fechar contrato com mais uma indústria automotiva, o casal se prepara para contratar uma pessoa que deverá administrar o sétimo site, já que não será possível acumular mais uma função. "Os sites precisam ser profissionais. Qualquer traço de amadorismo afasta os consumidores", alerta Regina.

46>>>ESTABELEÇA UMA PLATAFORMA DE VENDA

Para ter um bom site de vendas, a empresa pode optar por criar ou alugar uma plataforma. O site da loja virtual Calumax, por exemplo, optou inicialmente pelo aluguel. Como o preço varia de acordo com o número de ofertas na loja e page views, a empresa - que atualmente possui 300 opções de produtos e paga cerca de R$ 1 mil por mês - decidiu desenvolver sua própria plataforma este ano. "Vai ser um investimento a longo prazo", diz Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax, que vai gastar cerca de R$ 10 mil no projeto. No entanto, dependendo do tamanho e dos recursos utilizados, a plataforma pode sair por até R$ 70 mil.

47>>>DIVIDA O SITE EM TRÊS MÁQUINAS

Se o seu objetivo é ter um site de vendas, o indicado é ter três máquinas para hospedar a sua página, segundo Adriano Filadoro, consultor de tecnologia de informação especializado em segurança e diretor da Online Brasil. Uma delas será utilizada como banco de dados, para gravar as informações; a segunda será utilizada para rodar o programa de e-commerce; e a terceira ficará com o servidor das páginas. "Dividir a aplicação em camadas é a melhor forma de ampliar a segurança do seu site", diz Filadoro.

48>>>ADOTE O PADRÃO W3C

Na hora de escolher uma agência para desenvolver seu site, certifique-se de que a empresa trabalha com código validado pelo órgão internacional W3C, que regulamenta e padroniza os códigos. Assim, seu site funcionará em todos os navegadores disponíveis. Caso a empresa desenvolva o site com códigos "sujos", a navegabilidade pode ser comprometida em determinados browsers.

49>>>ATUALIZE O SISTEMA

De acordo com o consultor Adriano Filadoro, é muito importante trabalhar sempre com as últimas versões dos sistemas operacionais e dos aplicativos. Uma hora fora do ar pode representar diversos clientes a menos. "Hoje em dia, todo mundo procura as empresas pelo Google. Se o consumidor tentar acessar um link e estiver fora do ar, automaticamente ele clica no de baixo e nunca mais volta", alerta Filadoro.

50>>>CONTRATE UM BOM FIREWALL

Para melhorar a segurança do seu site, é indispensável ter um bom sistema de firewall, segundo o consultor Adriano Filadoro. Bons sistemas custam de R$ 1 mil a R$ 100 mil anualmente e necessitam de atualizações diárias. "Ter um bom firewall é como ter um guarda na porta do site", compara Filadoro.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

3.01.2010

Grandes empresas aderem ao Twitter

Das 100 maiores empresas do mundo segundo a revista Fortune, 47 têm conta ativa no microblog.

Ficou definitivamente para trás o tempo em que o Twitter era apenas a mídia social queridinha dos usuários de Internet. Em 2009, a ferramenta do singelo passarinho azul consolidou-se como uma poderosa arma de relacionamento para gigantes multinacionais.

Segundo estudo da Society New Communications Research, uma em cada três empresas presentes na lista das 500 maiores da revista Fortune tinham uma conta ativa no Twitter no ano passado.

Por conta ativa no Twitter entenda-se alimentar o micro-blog com ao menos um post a cada trinta dias.

A parcela de grandes empresas twitando sobe de 35% para 47% entre as cem primeiras do ranking da Fortune. O índice sobre para impressionantes 80% no topo da lista: dentre as Top 5, apenas a ExxonMobil não aderiu ao Twitter, enquanto o Walmart, a Chevron, a ConocoPhillips e a General Electric atualizam suas contas constantemente.

As companhias da área de seguros são as maiores adeptas do microblog, seguidas pelas do ramo de alimentação.

Ainda em respeito às novas mídias, a pesquisa apontou que 20% das empresas presentes na Fortune 500 mantém um blog corporativo de relacionamento, 19%usam podcast e 31% aderiram ao videoblog.

Fonte: M&M Online

2.26.2010

Quando as redes sociais não afetam notas escolares

Um estudo da Universidade de New Hampshire, dos Estados Unidos, chama a atenção por um assunto recorrente no mundo acadêmico. A entidade realizou uma pesquisa entre estudantes do país e avaliou que o uso intenso de redes sociais não afetam nas notas escolares.

Para chegar a esta conclusão, pesquisadores dividiram alunos em dois grupos: os que acessam plataformas participativas como Facebook e YouTube e pessoas que não têm o costume de usá-las. Em ambos os casos, as notas foram similares: mais da metade dos entrevistados (63% e 65%, respectivamente) tiraram notas A e B, ou seja, acima da média.

A pesquisa vai na contramão do que já foi dito por outra instituição americana. Em abril, a Universidade de Ohio realizou um relatório, no qual constatou que internautas que possuem contas em redes sociais – no caso, o Facebook - estudam menos e tiram notas mais baixas , comparados a seus colegas de classe que não possuem acessos aos ambientes online sociais.

Na ocasião, não faltou lucidez da pesquisadora. Aryn Karpinski mostrou bom senso ao não padronizar ou estabelecer o Facebook como culpado por um possível fracasso em sala de aula, atributo que não pode ser ressaltado.

Se não houvesse o Facebook, pode ser que alguns estudantes continuariam tendo notas baixas, pois eles arrumariam outras maneiras de evitar estudar.

Um ponto que a pesquisa poderia ter entrado envolve a questão da dispersão. O acesso a redes sociais e a tendência de estar a integrado em diversos ambientes em rede promove um cuidado menor com o que é lido, observado. A distração é quase um lugar-comum hoje entre adolescentes de todo o mundo. E o acesso ao computador, com as funcionalidades e estruturas flexíveis, pode ou não ter contribuído para isso. A questão é checar.

Fonte: Veja.com

2.25.2010

O futuro é mobile

O consultor alemão Gerd Leonhard, chamado de futurista da mídia, aponta, em evento organizado pela NBS, que as plataformas móveis representam o grande desafio das marcas

Charles Darwin, o naturalista inglês, juntou-se a Steve Jobs, o criador da Apple. Johannes Guttenberg, inventor da imprensa, e Rupert Murdoch, o magnata da mídia, também estiverem presentes. Esses nomes ajudaram a explicar o futuro da comunicação, tema da palestra que o consultor, músico e escritor alemão Gerd Leonhard apresentou nesta quarta-feira, 24, em São Paulo.

Leonhard é chamado de futurista da mídia. Seu papel como consultor de marcas é estudar as ideias inovadoras e encontrar maneiras de mantê-las conectadas com as mudanças processadas pela vida digital - ou pela cultura de banda larga, como gosta de dizer. Ele trabalha com uma equipe de futuristas para desenvolver esses projetos para empresas como operadoras de telefonia celular. São formas de planejar o futuro diante do que já acontece hoje.

E um caminho que é preciso estar no planejamento estratégico das marcas é o mobile. Leonhard lembrou que o presidente do Google, Eric Schmidt, comentou durante o recente Mobile World Congress, em Barcelona (em fevereiro), que a empresa está se concentrando no setor com um foco urgente e prioritário. E citou, numa comparação divertida com a CNN, que o futuro é TNN. Ou melhor, Twitter News Network, esclarencendo que as notícias se alastram pelo Twitter, o que é feito perfeitamente pelo celular.

O palestrante mencionou uma frase de Murdoch, que criticou a venda de livros pela Amazon a US$ 9,99 por achar que isso prejudicaria os negócios do setor. "Eu também critico os US$ 9,99. Se fosse por US$ 1,99 venderia muito mais", disse. Como exemplo a ser seguido, Leonhard apontou Steve Jobs.

Com uma longa história na indústria musical (o consultor chegou a ganhar um prêmio Quincy Jones como jazzista), ele recomenda que não se repitam as atitudes das gravadoras frente ao avanço digital: é importante observar as tendências do futuro não para evitá-lo ou proibi-lo. A questão fundamental nesse caso é a adaptação. Para explicar melhor seus argumentos, Leonhard usa a figura de Darwin. Sobreviverá quem souber evoluir. Quem souber se adaptar. "Na internet, não pensem em jardins floridos e fechados por muros. Pensem em ambientes abertos e que permitam a colaboração das pessoas."

Para ele, o que vingará é a comunicação mobile - o que inclui os tablets, que poderiam propiciar a "imersão 2.0", em que o usuário mergulha no conteúdo multimídia oferecido por esses aparelhos -, interativa, cross-media e em tempo real. Tudo isso amarrado com atração e dentro de um contexto.

Nesse cenário absolutamente conectado, a publicidade tem vez? De acordo com Leonhard, sim, mas se ela se tornar conteúdo. Também é fundamental oferecer experiência. Um exemplo é o que a Nike fez ao lançar Nike+. "A estratégia não teve nada a ver com calçados".

O futurista abordou também o que chama de suposições tóxicas. Ou seja, ideias preconcebidas que acabam se transformando em obstáculos para a evolução de qualquer negócio na esfera digital. Uma delas é acreditar que é possível ignorar as necessidades dos consumidores e modelar para eles o que as empresas querem que seja feito.

Outra é imaginar que quanto mais controle, mais dinheiro. Leonhard pondera que o controle não está mais na mão das empresas, e sim na dos usuários. Daí porque essa suposição não resulta em ganhos. Quem persistir nessa postura, acabará perdendo dinheiro mais para a frente porque a companhia será rejeitada pelos consumidores. "Se você é uma marca e quiser controlar a mensagem, está perdido". O dilema dos dias atuais seria algo na linha "internet aberta x mentes fechadas".

Confira abaixo outras análises e comentários feitos por Leonhard no evento:

- O medo da mídia diante da internet - "Gutenberg causou uma revolução. Quando lançou a bíblia em alemão, a Igreja se revoltou. Não queria uma bíblia em alemão. Só poderia ser em latim. Mas depois ela aceitou. A internet perturba as empresas de mídia. Elas não sabiam o que fazer. Agora todas estão buscando fazer negócios na web. Perceberam que essa é a melhor opção. Porém as boas oportunidades não virão dos países desenvolvidos. Lá, os negócios estão estagnados. Nos mercados em desenvolvimento há grandes possibilidades de explorar o mercado conectado."

- Cross-media - "Não é verdade que a mídia de massa vai desaparecer. Ela é importante, mas será preciso ter uma maior convergência. O segredo está em combinar a mídia de massa com a mídia de nicho, que é a internet. Cada jornal está se tornando também um canal de vídeo. Tudo está virando cross-media. A Sports Illustrated não é somente uma revista quando você vê o que ela está fazendo nos tablets. Ela é totalmente cross-media. Hoje, no bar, os homens não ficam mais discutindo sobre carros, mas falando sobre os aplicativos que tem no iPhone. Há esperança para as editoras."

- Mídia social - "A expressão é inútil. O importante é pensar num sistema social. Se a empresa achar que o investimento nessa área se trata de ter uma conta no Facebook, então, ela aposta no caminho errado. Se usarmos a expressão mídia em rede ou mídia engajada é melhor porque o assunto é mais profundo do que estar no Facebook ou no Twitter."

- Pagamento por conteúdo - "As pessoas compram conteúdo quando encontram valor ou quando a embalagem do que se oferece é bonita. Temos de ter influência, ser transparentes e fazer com que o usuário confie em nós. Confiança é algo que não se inventa na internet."

- Conteúdo e contexto - "O conteúdo é rei. Mas o contexto também. Assim como a relevância e a conveniência da informação. Isso já está acontecendo nos dispositivos móveis. Há muito ruído na internet. A web não significa harmonia. O que se busca agora é um filtro de informações. Isso o jornal pode fazer. Ele pode dar sentido a tudo. O mais importante é o papel de curador da informação. Filtrar é muito difícil."

- Livros - "O mercado está passando por um momento Napster. O gratuito está acontecendo agora. Muitas pessoas estão compartilhando as páginas que copiam dos livros e colocam na internet. O futuro do conteúdo é a remuneração e não o controle. Mas o que as empresas vendem não são mais coisas, e sim serviços e experiências."

Fonte: M&M Online

Como será a agência de publicidade de 2015?

Analista do Advertising Age aponta três possibilidades para o futuro modelo de agências
Por Al DiGuido, CEO da Zeta Interactive, para o Advertising Age

Dizer que o mundo da publicidade está em fluxo é pouco. Podemos chamar esta nova realidade de mudança de paradigma e ela está deixando anunciantes e agências com a cabeça cheia, imaginando o futuro do mercado. Estamos vendo shops digitais assumindo como agências de publicidade de grandes marcas, enquanto agências organizadas sob o legado da mídia, tecnologias analógicas e estruturas organizacionais de confinamento tentando manter seu lugar.

Ao mesmo tempo, as shops digitais percebem suas limitações, no ponto em que o anunciante busca mais do que apenas soluções tecnológicas. Eles ainda querem algo grande, ideias criativas que podem ser aplicadas a uma ampla gama de canais.

Portanto, como serão as agências daqui a alguns anos? Essas são as minhas apostas:

Agências enxutas, com novos cargos

Com fees menores para mídia e produção, além de margens de lucro mais apertadas, o modelo de agências será muito mais enxuto, com no máximo 100 pessoas. Na era do imediatismo, ser pequeno será uma vantagem de mercado, possibilitando às equipes agir de maneira mais rápida e serem mais flexíveis, além de trabalhar de maneira mais colaborativa.

Além do tamanho menor, as agências terão mudanças na composição do poder e nas prioridades. Diretores de criação serão suplantados por experts no mundo da nova mídia. De especialistas em estratégias e canais à execução e análise da campanha. Os nomes de cargos de hoje não serão os mesmos. O expert em convergência, ou Diretor de Coreografia - a pessoa que poderá orquestrar a estratégia de experiência do consumidor pelos diversos canais e mídias - crescerá rapidamente.

Análise no lugar de sala de troféus

As premiadas e laureadas agências investem agora muito tempo e dinheiro em lobbies para ganhar premiações, mas eles serão menos importantes para agências e clientes. Resultados e ROI's serão a única medida de sucesso. Aquele que controlar os dados e entendê-los e analisá-los irá comandar. Os dados dominarão todas as atividades das agências - mensagens em tempo real, resultados em tempo real, etc...

Chegará o dia em que os planejadores não poderão trabalhar sem entender as métricas do sucesso. Os times de criação não trabalharão sem entender a relação entre execução, engajamento e retorno. Na agência do futuro, a análise de dados comandará a estratégia, e não o contrário.

Tecnologia não será "terceirizada"

A tecnologia não terá mais um papel tangencial. Tecnologias terceirizadas, de serviços de e-mail e plataformas de marketing de buscas, até redes sociais e soluções mobile, não serão o suficiente. Independente de a agência ser uma shop de criação, mídia, marketing direto ou interatividade, a relação de ser dono ao invés de "alugar" as tecnologias assegurará receitas e estabilizará os lucros. A alternativa, uma parceria com fornecedores, diluirá as margens de lucro.

Sem contar que será absolutamente necessário sob o ponto de vista da experiência do consumidor. Atecnologia proprietária seja um grande diferencial e as agências que tiverem os melhores desenvolvedores serão as novas líderes.

Fonte: M&M Online

2.22.2010

Dez dicas para uma empresa ter uma boa presença nas redes sociais

Lista com recomendações foi feita a partir de dúvidas levantadas por executivos de companhias que pretendem atuar nas mídias sociais.

Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?

Gustavo Zaiantchick e Diego Monteiro, respectivamente cofundador e consultor de redes sociais da Direct Labs, agência especializada em ações de relacionamento na internet, deparam-se todos os dias com uma série de interrogações levantadas por executivos de empresas. Por isso resolveram compilar as principais dúvidas identificadas nas companhias e fizeram alguns comentários a respeito delas.

A Direct Labs integra o Grupo Direct, formado a partir de investimentos de organizações como Rio Bravo, DGF Investimentos e CRP Companhia de Participações.

1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?
As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.

As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.

2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter. O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.

Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta. Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.

3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?

Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente "aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.

4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?
O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas. Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como "selos" para seu perfil. Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.

Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa. Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.

5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?
Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros. Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações. Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.

A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.

6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?

As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics. Exemplos no contexto de uma ferramenta social são: número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc. As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.

Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado. Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc. Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários "vendem" e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de "invites" para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.

7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?
Sim, com certeza. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.

8 - Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Depende. Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.

9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial? O que é permitido e o que não é?

As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo: consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características. Isto é, pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.

O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo "enganado", o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.

Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio. Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.

10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?

Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.

Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como "mau uso" por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.

Fonte: Idgnow

2.18.2010

Todos contra Steve Jobs?

No Mobile World Congress, 24 operadoras anunciam projeto de desenvolvimento de aplicativos, uma resposta ao modelo da Apple App Store

Por Leo Xavier (*)

Todo mês de fevereiro é temporada de mobilidade em Barcelona, cidade que sedia pela quinta vez o Mobile World Congress, principal feira do setor no mundo, que começou na segunda-feira 15 e se encerra nesta quinta-feira, 18. Como sempre, estão presentes ao evento as principais operadoras de telefonia, fabricantes de aparelhos, provedores de soluções tecnológicas e toda sorte de empresas ligadas ao mercado móvel.

Dentre os diversos anúncios, um chamou especial atenção: 24 operadoras se uniram para criar uma plataforma internacional aberta de desenvolvimento de aplicativos, movimento que eles chamaram de Wholesale Applications Community. É uma clara resposta (bem tardia, diga-se de passagem) ao modelo revolucionário criado pela Apple há quase dois anos.

Os números da Apple App Store são impressionantes com seus bilhões de downloads de aplicativos e milhares de desenvolvedores espalhados por todo mundo. É em busca desse modelo que correm agora as operadoras. No entanto, a fórmula de sucesso (ou de encanto) da Apple está apoiada em três pontos muito simples e, ao mesmo tempo, extremamente complexos de serem batidos: um único device, estímulo à cadeia de desenvolvedores e fácil acesso do usuário final.

Para a associação de operadoras, os desafios são enormes. Para começar, trata-se da união de operadoras até então concorrentes, que terão de adotar um padrão tecnológico mínimo. O desenvolvimento para diversos e diferentes aparelhos é uma grande barreira para amealhar uma multidão de desenvolvedores. Por fim, ainda não se criou uma interface (web e mobile) tão simples como a loja de aplicativos da Apple.

Contudo, esse é um sinal cristalino de que as operadoras veem nos aplicativos um mercado explosivo nos próximos anos, tornando-se provavelmente a principal linha de receita vinda dos famosos SVAs (Seviços de Valor Adicionado - ou tudo o que não é voz).

Para agências e anunciantes, prenuncia-se uma era com consumidores mais habituados a baixar aplicativos. Afinal, haverá um caminho mais facilitado para desenvolvimento e distribuição. Com isso, abre-se espaço para uma experiência de marca muito mais profundo no ambiente mobile, indo muito além de outras tecnologias hoje correntes, como SMS, Bluetooth ou até mesmo internet móvel.

Por fim, para dar maior graça ao anúncio anti-Apple, a GSMA (associação que organiza o evento) decidiu premiar Steve Jobs como "Mobile Personality of The Year". Curiosamente, o prêmio de melhor aparelho foi para o HTC Hero (e não para o iPhone!), que roda o sistema operacional Android do Google, o mais novo arqui-rival da Apple.Pois é, o mundo da mobilidade não está nada fácil de entender.

(*) Leo Xavier é diretor geral da PontoMobi e está acompanhando in loco o Mobile World Congress, sobre o qual escreve, como colaboração, para a nossa fonte o M&M Online.

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