Mesmo sem ter ainda a mesma quantidade de usuários que o Facebook, o Twitter é tão reconhecido quando a rede social nos EUA. O que comprova essa afirmação é um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela Edison Research, que recebeu o nome de “Twitter Usage in America 2010”.
A pesquisa revelou que, neste ano, 87% da população local conhece o microblog. A marca encosta no patamar alcançado pelo Facebook, que é de 88%. Há um assunto abordado pela pesquisa que também envolve o mercado publicitário.
De acordo com o levantamento, 50% dos usuários acreditam que a publicidade não teria efeito nenhum no seu modo de usar o serviço e 16% o usariam ainda mais. Em contrapartida, 19% dos pesquisados afirmaram que diminuiriam o uso do Twitter, enquanto 15% pretendem interromper o uso, caso este comece a veicular anúncios.
O estudo revela ainda que cerca de dois terços dos usuários do microblog utilizam seu serviço de postagens através de telefones celulares. Esse estudo foi formulado a partir de entrevistas telefônicas realizadas com 1.753 norte-americanos e depois comparado com dados coletados nos últimos três anos.
No Brasil
A disputa entre os dois sites também acontece em território tupiniquim. Por aqui, eles ainda não chegam nem perto da audiência do Orkut, mas brigam ferozmente entre si, no que se trata de preferência dos usuários. Uma pesquisa recente da Serasa revelou que o Facebook cresceu 804% a partir de abril do ano passado, enquanto o Twitter subiu 768%.
No entanto, essa pesquisa ressaltou que “o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente”.
Na audiência dentre as redes sociais, porém, os dois não chegam nem perto da rede social do Google. O Orkut responde por 62,14% do número de usuários. O Facebook segue com 2,35% e o Twitter com apenas 1,91% do total.
Fonte: Gogojob com informações da AdNews
Mostrando postagens com marcador Pesquisa. Mostrar todas as postagens
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5.03.2010
Internet novamente é destaque
Resultado divulgado pelo Projeto Inter-Meios revela que Internet cresceu 33,9% em janeiro e fevereiro
A internet faturou R$ 144,7 milhões no bimestre. Esse número foi divulgado pelo Projeto Inter-Meios relativo a janeiro e fevereiro. A verba publicitária investida em mídia chegou a R$ 3,245 bilhões, contra R$ 2,597 bilhões do mesmo período de 2009, aumento de 24,96% em comparação aos dois primeiros meses do ano passado. Assim ficou o crescimento: internet (33,9%), TV aberta (32,7%) e TV por assinatura (33%). A TV aberta teve R$ 2 bilhões de faturamento e a TV Paga registrou R$ 106,4 milhões.
Segundo os resultados divulgados, a internet conclui o primeiro bimestre do ano com participação de 4,46% do mercado publicitário brasileiro, à frente da TV por assinatura, com 3,28%. A TV aberta permanece na ponta, com 63,19% dos investimentos nacionais.
Os meios revista, rádio e mídia exterior também se saíram bem no período. As revistas faturaram R$ 197,3 milhões, valor 17,6% superior ao de janeiro e fevereiro de 2009. O rádio registrou incremento de 19%, atingindo R$ 149,8 milhões. E a mídia exterior ampliou seu faturamento em 22,1%, com R$ 119 milhões. Os jornais tiveram R$ 428 milhões faturado no bimestre e foi apenas 1,7% maior que o do ano passado. Já os meios cinema ficou com -8,9% e Guias e Listas teve -4,3%, com R$ 8,4 milhões e R$ 40,7 milhões, respectivamente.
Confira aqui o site do Projeto Inter-Meios com todas as informações
Fonte: Proxxima News
A internet faturou R$ 144,7 milhões no bimestre. Esse número foi divulgado pelo Projeto Inter-Meios relativo a janeiro e fevereiro. A verba publicitária investida em mídia chegou a R$ 3,245 bilhões, contra R$ 2,597 bilhões do mesmo período de 2009, aumento de 24,96% em comparação aos dois primeiros meses do ano passado. Assim ficou o crescimento: internet (33,9%), TV aberta (32,7%) e TV por assinatura (33%). A TV aberta teve R$ 2 bilhões de faturamento e a TV Paga registrou R$ 106,4 milhões.
Segundo os resultados divulgados, a internet conclui o primeiro bimestre do ano com participação de 4,46% do mercado publicitário brasileiro, à frente da TV por assinatura, com 3,28%. A TV aberta permanece na ponta, com 63,19% dos investimentos nacionais.
Os meios revista, rádio e mídia exterior também se saíram bem no período. As revistas faturaram R$ 197,3 milhões, valor 17,6% superior ao de janeiro e fevereiro de 2009. O rádio registrou incremento de 19%, atingindo R$ 149,8 milhões. E a mídia exterior ampliou seu faturamento em 22,1%, com R$ 119 milhões. Os jornais tiveram R$ 428 milhões faturado no bimestre e foi apenas 1,7% maior que o do ano passado. Já os meios cinema ficou com -8,9% e Guias e Listas teve -4,3%, com R$ 8,4 milhões e R$ 40,7 milhões, respectivamente.
Confira aqui o site do Projeto Inter-Meios com todas as informações
Fonte: Proxxima News
4.29.2010
Google é a marca mais valiosa do mundo
Das marcas brasileiras, o Bradesco era a única representante desde o ano passado, quando estreou no BrandZ, na 98ª posição. Neste ano, porém, a Petrobras também garantiu a sua vaga e, mais, ultrapassou o banco, ficando com o 73º lugar – com valor estimado em US$ 9,675 bilhões.
O Top 5 do ranking passou por mudanças significativas: a IBM, antes quarta colocada, agora ocupa a vice-liderança com US$ 86,3 bilhões. A Apple pulou da sexta para a terceira posição, com valor estimado em US$ 76,344 bilhões; depois dela, aparecem Microsoft (US$ 76,344 bi) e Coca Cola (US$ 67,983 bi) – as duas empresas caíram duas posições cada em relação a 2009.
Nota-se que as empresas de tecnologia ganharam maior relevância neste ano, com quatro representantes ocupando as primeiras posições do ranking. Somados os valores das 100 marcas mais bem avaliadas, o número ultrapassa os US$ 2 trilhões, o que revela um crescimento de 4% desde o quarto ano do BandZ – que tem cinco de existência.
Confira a lista das 10 marcas mais valiosas:
1ª Google, US$ 114,260 bi
2ª IBM, US$ 86,383 bi
3ª Apple, US$ 83,153 bi
4ª Microsoft, US$ 76,344 bi
5ª Coca-Cola, US$ 67,983 bi
6ª McDonald’s, US$ 66,005 bi
7ª Marlboro, US$ 57,047 bi
8ª China Móbile, R$ 52,616 bi
9ª GE, US$ 45,054 bi
10ª Vodafone, US$ 44,404 bi
Fonte: Gogojob com informações da AdNews
4.28.2010
Facebook e Twitter crescem nas redes sociais; Orkut continua líder
As visitas dos internautas brasileiros ao Facebook e ao Twitter aumentaram desde abril de 2009, mas o Orkut segue na liderança de acessos no país, segundo mostrou pesquisa da Serasa Experian Hitwise, obtida pela Folha. A Serasa fornece informações sobre a interação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites no país.
O Facebook cresceu 804% em acessos desde abril de 2009 e o Twitter subiu 768%. "O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", afirma a pesquisa.
Apesar do crescimento, a porcentagem de visitas aos sites segue baixa em comparação ao todo: o Facebook tem 2,35% dos acessos da categoria Redes sociais e Fóruns da pesquisa e Twitter tem 1,91% da mesma categoria. O Orkut lidera a categoria com folga --tem 62,14% dos acessos-- e quem mais se aproxima dele é o YouTube, com 17,23% das visitas.
Quando são contados todos os sites mais acessados pelos brasileiros, o Orkut ficou em segundo lugar, atrás apenas do Google Brasil (serviço de busca), informou o estudo. Apesar disso, no período das férias escolares (entre o final de novembro de 2009 e o começo de fevereiro de 2010), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.
Quadro geral
As redes sociais e os fóruns só perdem em acesso para os mecanismos de busca, segundo a pesquisa do Serasa Experian Hitwise. Em seguida, estão serviços como portais, serviços de e-mail e games. As páginas menos acessadas são as de bancos e instituições financeiras.
Mas, em tempo médio de visita, as redes sociais ficam na liderança, com 22 minutos e 51 gastos nesses sites.
O Facebook cresceu 804% em acessos desde abril de 2009 e o Twitter subiu 768%. "O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente", afirma a pesquisa.
Apesar do crescimento, a porcentagem de visitas aos sites segue baixa em comparação ao todo: o Facebook tem 2,35% dos acessos da categoria Redes sociais e Fóruns da pesquisa e Twitter tem 1,91% da mesma categoria. O Orkut lidera a categoria com folga --tem 62,14% dos acessos-- e quem mais se aproxima dele é o YouTube, com 17,23% das visitas.
Quando são contados todos os sites mais acessados pelos brasileiros, o Orkut ficou em segundo lugar, atrás apenas do Google Brasil (serviço de busca), informou o estudo. Apesar disso, no período das férias escolares (entre o final de novembro de 2009 e o começo de fevereiro de 2010), o Orkut chegou a ultrapassar o Google.
Quadro geral
As redes sociais e os fóruns só perdem em acesso para os mecanismos de busca, segundo a pesquisa do Serasa Experian Hitwise. Em seguida, estão serviços como portais, serviços de e-mail e games. As páginas menos acessadas são as de bancos e instituições financeiras.
Mas, em tempo médio de visita, as redes sociais ficam na liderança, com 22 minutos e 51 gastos nesses sites.

Editoria de Arte/Folha Imagem
Fonte: Folha Online ~ Informática
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4.23.2010
28% das empresas fazem publicidade online
Associação Comercial de São Paulo realizou 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos
Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo mapeou a Internet e descobriu que 28% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micros e pequenas empresas, sendo realizadas 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo. As ações mais utilizadas foram links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.
Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, revela que o internauta recorre aos buscadores, principalmente o Google, para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. "Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página", ressalta.
Segundo a pesquisa, as peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas. "Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente", finaliza Sandra.
Fonte: Proxxima
Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo mapeou a Internet e descobriu que 28% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micros e pequenas empresas, sendo realizadas 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo. As ações mais utilizadas foram links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.
Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, revela que o internauta recorre aos buscadores, principalmente o Google, para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. "Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página", ressalta.
Segundo a pesquisa, as peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas. "Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente", finaliza Sandra.
Fonte: Proxxima
Twitter tem mais tráfego que YouTube e Orkut no Brasil
Fenômeno do momento na internet, o Twitter é sucesso no Brasil. Atualmente o microblog responde por 56% do tráfego de dados do país em mídias sociais, seguido de longe por Facebook, com 20%, e YouTube, que possui 16% do total. Os dados analisam apenas os sete maiores sites de mídia social no Brasil, que também incluem o StumbleUpon, Digg e Delicious.
Os dados da StatCounter mostram não só o quanto o Twitter possui de tráfego nacional, mas também revela o quanto o site, nascido em 2006, tem se mantido na preferência aos olhos dos usuários daqui; e apesar de estar bem longe do segundo colocado, o site já obteve marcas ainda mais expressivas – em agosto de 2009, por exemplo, o Twitter tinha 67% do volume de tráfego.
Recentemente, o microblog anunciou a abertura de suas portas à publicidade – que será feita por meio de mensagens enviadas aos usuários. Agora, seguindo os dados da StatCounter, ganha ainda mais notoriedade para os que aguardavam ansiosamente pelo modelo de anúncio a ser disponibilizado no site.
O YouTube, por sua vez, já não vive dias tão gloriosos com os internautas brasileiros. O site chegou a mostrar números expressivos em setembro, quando ainda era o segundo colocado, com 30% do tráfego. Porém, a partir desse pico, o site só se fez cair, e chegou este mês ao seu recorde negativo, cedendo sua posição de vez para o site de Mark Zuckerberg.
Além da queda do site de vídeos, o Google também vê sua rede social – preferida pelos brasileiros – despencar em volume de tráfego. Desde janeiro, o Orkut já caiu de 37% para apenas 1,66% do volume nacional.
O crescimento
A ascensão do Twitter pode ter várias explicações. O site, por exemplo, vem sendo amplamente divulgado pela mídia, com personalidades como apresentadores e jornalistas ativos no site. Outro aspecto pode explicar também o crescimento de tráfego do Facebook, relacionando-o inclusive com o microblog, já que, através da rede social, pode-se postar tweets sem ter de mudar de site.
Porém, como boa parte dos tuiteiros utiliza programas ou aplicativos de outros sites para acessá-lo, o volume de tráfego nacional do Twitter pode ser ainda maior do que os 56% que demostra atualmente.
Redação AdNews
Os dados da StatCounter mostram não só o quanto o Twitter possui de tráfego nacional, mas também revela o quanto o site, nascido em 2006, tem se mantido na preferência aos olhos dos usuários daqui; e apesar de estar bem longe do segundo colocado, o site já obteve marcas ainda mais expressivas – em agosto de 2009, por exemplo, o Twitter tinha 67% do volume de tráfego.
Recentemente, o microblog anunciou a abertura de suas portas à publicidade – que será feita por meio de mensagens enviadas aos usuários. Agora, seguindo os dados da StatCounter, ganha ainda mais notoriedade para os que aguardavam ansiosamente pelo modelo de anúncio a ser disponibilizado no site.
O YouTube, por sua vez, já não vive dias tão gloriosos com os internautas brasileiros. O site chegou a mostrar números expressivos em setembro, quando ainda era o segundo colocado, com 30% do tráfego. Porém, a partir desse pico, o site só se fez cair, e chegou este mês ao seu recorde negativo, cedendo sua posição de vez para o site de Mark Zuckerberg.
Além da queda do site de vídeos, o Google também vê sua rede social – preferida pelos brasileiros – despencar em volume de tráfego. Desde janeiro, o Orkut já caiu de 37% para apenas 1,66% do volume nacional.
O crescimento
A ascensão do Twitter pode ter várias explicações. O site, por exemplo, vem sendo amplamente divulgado pela mídia, com personalidades como apresentadores e jornalistas ativos no site. Outro aspecto pode explicar também o crescimento de tráfego do Facebook, relacionando-o inclusive com o microblog, já que, através da rede social, pode-se postar tweets sem ter de mudar de site.
Porém, como boa parte dos tuiteiros utiliza programas ou aplicativos de outros sites para acessá-lo, o volume de tráfego nacional do Twitter pode ser ainda maior do que os 56% que demostra atualmente.
Redação AdNews
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Twitter,
Youtube
Web deve bater rádio em publicidade em 2010
Agências, anunciantes e veículos, mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil e concluiu que neste ano o mercado como um todo deverá crescer 11,8% por aqui. O destaque fica por conta da mídia online: o crescimento será de 29,2% e, segundo a Zenith, deve fazer com que o meio ultrapasse o rádio no bolo publicitário.
Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.
No ano passado, os dois meios praticamente empataram: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.
Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da internet pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.
Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.
O Brasil, junto com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.
A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.
Fonte: Redação AdNews
Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.
No ano passado, os dois meios praticamente empataram: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.
Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da internet pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.
Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.
O Brasil, junto com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.
A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.
Fonte: Redação AdNews
4.20.2010
A guerra virtual das redes sociais
Potencial comercial do Twitter e crescimento de Facebook e Formspring colocam Orkut em alerta
Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Ibope Nielsen mostra que o Orkut continua firme na preferência dos internautas brasileiros, com 26,9 milhões de usuários. No entanto, o potencial do Twitter, que já ocupa a segunda posição e se apresenta mais vantajoso para as empresas, devido à rápida capacidade de difusão de mensagens e a interação instantânea, já é uma ameaça ao filho da gigante da internet. Se não bastasse, o Facebook e a rede de perguntas e respostas Formspring têm ganhado cada vez mais espaço.
Pelo formato, o Orkut exige das agências um planejamento mais elaborado do marketing, para que uma campanha renda, de fato, resultados relevante. Já no Twitter, o contato é mais direto e dá resultado por um caminho mais simples. Talvez, por isso, a rede esteja crescendo tanto e mantenha a perspectiva de crescer ainda mais. Há algumas semanas, a empresa responsável pelo site anunciou que criará um sistema de twitts publicitários, o que, caso dê certo, pode abrir concorrência com a rede social do Google.
Além do Twitter, que cresce num ritmo frenético, o Orkut ainda está tendo de disputar as atenções do internauta brasileiro com outras duas novidades que vêm crescendo. A primeira é o Facebook, a maior rede social do mundo e que começa a ganhar espaço no Brasil, sendo já a terceira no ranking do Ibope Nielsen. Em quarto lugar, aparece o Formspring, site de perguntas e respostas que chamou a atenção de empresas e gestores públicos pelo potencial para ser uma espécie de ouvidoria interativa. O governo de São Paulo, por exemplo, já aderiu. Veja no link: http://www.formspring.me/governosp.
Fonte: Administradores
Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Ibope Nielsen mostra que o Orkut continua firme na preferência dos internautas brasileiros, com 26,9 milhões de usuários. No entanto, o potencial do Twitter, que já ocupa a segunda posição e se apresenta mais vantajoso para as empresas, devido à rápida capacidade de difusão de mensagens e a interação instantânea, já é uma ameaça ao filho da gigante da internet. Se não bastasse, o Facebook e a rede de perguntas e respostas Formspring têm ganhado cada vez mais espaço.
Pelo formato, o Orkut exige das agências um planejamento mais elaborado do marketing, para que uma campanha renda, de fato, resultados relevante. Já no Twitter, o contato é mais direto e dá resultado por um caminho mais simples. Talvez, por isso, a rede esteja crescendo tanto e mantenha a perspectiva de crescer ainda mais. Há algumas semanas, a empresa responsável pelo site anunciou que criará um sistema de twitts publicitários, o que, caso dê certo, pode abrir concorrência com a rede social do Google.
Além do Twitter, que cresce num ritmo frenético, o Orkut ainda está tendo de disputar as atenções do internauta brasileiro com outras duas novidades que vêm crescendo. A primeira é o Facebook, a maior rede social do mundo e que começa a ganhar espaço no Brasil, sendo já a terceira no ranking do Ibope Nielsen. Em quarto lugar, aparece o Formspring, site de perguntas e respostas que chamou a atenção de empresas e gestores públicos pelo potencial para ser uma espécie de ouvidoria interativa. O governo de São Paulo, por exemplo, já aderiu. Veja no link: http://www.formspring.me/governosp.
Fonte: Administradores
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orkut,
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Tendências,
Twitter
E-bit prevê Dia das Mães movimentado
Consultoria estima crescimento de 40% em relação ao ano passado
Uma das datas mais esperadas do ano para o comércio, o Dia das Mães promete - mais uma vez - fazer a alegria das lojas virtuais. Segundo estimativa da consultoria e-Bit, o comércio eletrônico deve faturar cerca de R$ 620 milhões. Isso significa crescimento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.
Entre os presentes mais procurados, os eletrônicos continuam no topo da lista seguidos de eletrodomésticos e telefones celulares.
Fonte: M&M Online
Uma das datas mais esperadas do ano para o comércio, o Dia das Mães promete - mais uma vez - fazer a alegria das lojas virtuais. Segundo estimativa da consultoria e-Bit, o comércio eletrônico deve faturar cerca de R$ 620 milhões. Isso significa crescimento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.
Entre os presentes mais procurados, os eletrônicos continuam no topo da lista seguidos de eletrodomésticos e telefones celulares.
Fonte: M&M Online
4.13.2010
Brasileiros fazem avaliação positiva da publicidade
Estudo do IBOPE Inteligência revela que 71% dos entrevistados acreditam que a propaganda melhorou nos últimos 5 anos, tornando-se mais inovadora e chamativa
O brasileiro é receptivo à propaganda. É o que constata a pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda”, realizada pelo IBOPE Inteligência para a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP). O estudo aponta que 87% do entrevistados revelam gostar da publicidade e 67% consideram que ela tem um importante papel em suas vidas.
De acordo com a pesquisa, 69% dos entrevistados declaram estar expostos à propaganda de produtos ou serviços sempre ou frequentemente. Na percepção dos brasileiros, as principais funções da propaganda tem caráter informativo (66%), persuasivo (25%) e econômico (10%). Eles acreditam que ela atualiza as pessoas (60%), diverte (41%), dá mais escolhas ao consumidor (61%), ajuda a gerar empregos (55%) e contribui para o desenvolvimento econômico (52%). “A pesquisa indica a valorização da propaganda. Ela é tida como positiva pelas pessoas e julgada relevante”, analisa Nelsom Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência.
Boa influência e evolução
A pesquisa indica que apenas 7% das pessoas consideram a influência da propaganda negativa – 71% dos entrevistados acreditam ainda que ela melhorou nos últimos 5 anos, tornando-se mais inovadora, mais chamativa e passando a respeitar mais o consumidor. Questionados sobre a vida sem a propaganda, 42% brasileiros apontam um mundo pior: “mais monótono”, “chato” e “perdido”.
O levantamento destaca ainda que o consumidor não sente-se indefeso perante a propaganda: apenas 16% acreditam que ela estimula a compra do que não é necessário.
A propaganda e as crianças
O estudo aponta que a propaganda voltada para o público infantil é percebida de forma postitiva por 55% dos pais de crianças de até 12 anos, em contrapartida a 46% de indivíduos sem filhos até os 12 anos.
Propaganda eleitoral
Ao contrário do aferido em relação às campanhas de bens e serviços, a propaganda política, eleitoral e partidária não é bem avaliada pela população: 57% dos entrevistados não gostam nada e 19% não gostam muito deste tipo de publicidade.
Atitude restritiva
Apesar da boa avaliação da publicidade, o brasileiro também considera pertinente a existência de alguma restrição. Para 76%, a Lei Cidade Limpa é considerada um pouco ou muito boa. As propagandas de produtos para crianças não sofrem sérias restrições segundo a maioria dos pais, mas estes são menos liberais em relação a bebidas. Quando analisadas as restrições em relação às categorias de produtos, 64% concordam que a propaganda do cigarro seja proibida. A proibição também valeria para as bebidas destiladas, cervejas e vinhos.
Organismos reguladores
O estudo aponta um desconhecimento grande quanto aos organismos reguladores da atividade – apenas 3% dos entrevistados citaram o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e apenas 7% da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon).
O papel do publicitário
A familiaridade do público com o profissional do setor é boa. Cerca de 42% dos entrevistados responderam corretamente quando indagados sobre o responsável pela atividade, descrito como criativo (54%), inteligente (42%) e talentoso (20%).
Metodologia
A pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda” realizou 2.000 entrevistas domiciliares entre 24 de outubro e 2 de novembro de 2009. Foram ouvidos homens e mulheres de 16 a 69 anos, das classes ABC, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife e Salvador.
Fonte: Gogojob com informações do BlueBus e IBOPE
O brasileiro é receptivo à propaganda. É o que constata a pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda”, realizada pelo IBOPE Inteligência para a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP). O estudo aponta que 87% do entrevistados revelam gostar da publicidade e 67% consideram que ela tem um importante papel em suas vidas.
De acordo com a pesquisa, 69% dos entrevistados declaram estar expostos à propaganda de produtos ou serviços sempre ou frequentemente. Na percepção dos brasileiros, as principais funções da propaganda tem caráter informativo (66%), persuasivo (25%) e econômico (10%). Eles acreditam que ela atualiza as pessoas (60%), diverte (41%), dá mais escolhas ao consumidor (61%), ajuda a gerar empregos (55%) e contribui para o desenvolvimento econômico (52%). “A pesquisa indica a valorização da propaganda. Ela é tida como positiva pelas pessoas e julgada relevante”, analisa Nelsom Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência.
Boa influência e evolução
A pesquisa indica que apenas 7% das pessoas consideram a influência da propaganda negativa – 71% dos entrevistados acreditam ainda que ela melhorou nos últimos 5 anos, tornando-se mais inovadora, mais chamativa e passando a respeitar mais o consumidor. Questionados sobre a vida sem a propaganda, 42% brasileiros apontam um mundo pior: “mais monótono”, “chato” e “perdido”.
O levantamento destaca ainda que o consumidor não sente-se indefeso perante a propaganda: apenas 16% acreditam que ela estimula a compra do que não é necessário.
A propaganda e as crianças
O estudo aponta que a propaganda voltada para o público infantil é percebida de forma postitiva por 55% dos pais de crianças de até 12 anos, em contrapartida a 46% de indivíduos sem filhos até os 12 anos.
Propaganda eleitoral
Ao contrário do aferido em relação às campanhas de bens e serviços, a propaganda política, eleitoral e partidária não é bem avaliada pela população: 57% dos entrevistados não gostam nada e 19% não gostam muito deste tipo de publicidade.
Atitude restritiva
Apesar da boa avaliação da publicidade, o brasileiro também considera pertinente a existência de alguma restrição. Para 76%, a Lei Cidade Limpa é considerada um pouco ou muito boa. As propagandas de produtos para crianças não sofrem sérias restrições segundo a maioria dos pais, mas estes são menos liberais em relação a bebidas. Quando analisadas as restrições em relação às categorias de produtos, 64% concordam que a propaganda do cigarro seja proibida. A proibição também valeria para as bebidas destiladas, cervejas e vinhos.
Organismos reguladores
O estudo aponta um desconhecimento grande quanto aos organismos reguladores da atividade – apenas 3% dos entrevistados citaram o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e apenas 7% da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon).
O papel do publicitário
A familiaridade do público com o profissional do setor é boa. Cerca de 42% dos entrevistados responderam corretamente quando indagados sobre o responsável pela atividade, descrito como criativo (54%), inteligente (42%) e talentoso (20%).
Metodologia
A pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda” realizou 2.000 entrevistas domiciliares entre 24 de outubro e 2 de novembro de 2009. Foram ouvidos homens e mulheres de 16 a 69 anos, das classes ABC, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife e Salvador.
Fonte: Gogojob com informações do BlueBus e IBOPE
4.12.2010
Seis passos para potencializar os negócios no meio digital
Conheça os principais recursos utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.
O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.
São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.
Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.
Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.
Site com “usabilidade”: usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada de sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.
Confira seis maneiras de potencializar recursos já existentes na web 2.0 e alavanque seus negócios.
Otimização: é também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa. Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.
Publicidade online: é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.
A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.
As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.
Inteligência de mercado: os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.
Redes Sociais: Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc, assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.
Email Marketing: a propaganda por email é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um email promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um email marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc).
Fonte: HSM
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.
O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.
São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.
Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos
em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter.
Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.
Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.
Site com “usabilidade”: usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada de sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.
Confira seis maneiras de potencializar recursos já existentes na web 2.0 e alavanque seus negócios.
Otimização: é também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa. Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.
Publicidade online: é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.
A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.
As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.
Inteligência de mercado: os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.
Redes Sociais: Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc, assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.
Email Marketing: a propaganda por email é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um email promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um email marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc).
Fonte: HSM
Marcadores:
Comportamento,
Consumo,
Facebook,
Marketing,
Midia Digital,
orkut,
Pesquisa,
Twitter,
Web
4.09.2010
Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo
Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.
A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.
Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.
No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.
Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.
A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.
Fonte: Gogojob com informações da Meio & Mensagem
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.
A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.
Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.
No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.
Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.
A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.
Fonte: Gogojob com informações da Meio & Mensagem
Marcadores:
Comportamento,
Internet,
Midia Digital,
Pesquisa,
Revista
3.26.2010
Internautas não lembram de propaganda online
Levantamento da Millward Brown Brasil reafirma a necessidade de relevância para marcas se relacionarem com consumidores.
Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.
Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.
O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.
Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.
Fonte: M&M Online
Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.
Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.
O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.
Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.
Fonte: M&M Online
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Internet,
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Midia Digital,
Pesquisa,
Propaganda,
TV
TV não perde espaço para internet
Pesquisa do centro de estudos Nielsen aponta que os norte-americanos estão assistindo TV e usando a internet ao mesmo tempo e quase 60% dos telespectadores usam a internet junto com a televisão ao menos uma vez por mês.
Segundo o relatório do Nielsen, os resultados do estudo desmentem temores de que a internet estaria ganhando popularidade em detrimento da televisão tradicional.
"A preocupação inicial era que a internet, vídeos e entretenimento móvel iriam, aos poucos, tirar o público de TV tradicional, mas o aumento contínuo desse público, junto com a expansão do uso, indica algo bem diferente", disse o líder de produtos de mídia do Nielsen, Matt O'Grady.
O relatório sobre o quarto trimestre de 2009, que registrou dados de público de televisão, internet e mídia por celular, mostra um aumento de 35% no tempo que norte-americanos passam em frente à TV e na internet ao mesmo tempo, em comparação com o mesmo período de 2008.
Os norte-americanos passam 3,5 horas por mês assistindo à TV enquanto navegam na web, diz o estudo.
Já o uso de vídeos móveis aumentou 57% no ano, de 11,2 milhões de pessoas para 17,6 milhões. O crescimento é atribuído principalmente ao aumento nas vendas de smartphones.
Fonte: CCSP com informações são da Reuters.
Segundo o relatório do Nielsen, os resultados do estudo desmentem temores de que a internet estaria ganhando popularidade em detrimento da televisão tradicional.
"A preocupação inicial era que a internet, vídeos e entretenimento móvel iriam, aos poucos, tirar o público de TV tradicional, mas o aumento contínuo desse público, junto com a expansão do uso, indica algo bem diferente", disse o líder de produtos de mídia do Nielsen, Matt O'Grady.
O relatório sobre o quarto trimestre de 2009, que registrou dados de público de televisão, internet e mídia por celular, mostra um aumento de 35% no tempo que norte-americanos passam em frente à TV e na internet ao mesmo tempo, em comparação com o mesmo período de 2008.
Os norte-americanos passam 3,5 horas por mês assistindo à TV enquanto navegam na web, diz o estudo.
Já o uso de vídeos móveis aumentou 57% no ano, de 11,2 milhões de pessoas para 17,6 milhões. O crescimento é atribuído principalmente ao aumento nas vendas de smartphones.
Fonte: CCSP com informações são da Reuters.
3.22.2010
Brasil ultrapassa a marca de 176 milhões de celulares
Em fevereiro, mais de 1,1 milhão de novas linhas foram habilitadas no País. Em fevereiro de 2009, País superou a marca de 176 milhões de celulares em operação.
O Brasil ultrapassou a marca dos 176 milhões de telefones celulares em operação no último mês de fevereiro. De acordo com dados revelados nessa quinta-feira 18 pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), um total de 1.171.778 milhões de novas linhas foram habilitadas no País no mês passado, o que totaliza 176.771.038 celulares em território nacional.
Com a nova marca, o Brasil passa a ter uma média de 91,87 telefones para cada grupo de 100 habitantes (de acordo com o critério de "teledensidade" adotado pela Anatel, que visa medir a penetração da telefonia celular entre a população brasileira). Do total de linhas em operação no Brasil, 145.911.676 (82,54%) funcionam pelo sistema pré-pago, enquanto os 17,46% (30.859.362 de aparelhos) operam pelo sistema pós-pago.
Operadoras
A posição das operadoras de telefonia no ranking da Anatel não mudou em relação aos meses anteriores. A Vivo continua sendo a líder do mercado de telefonia móvel nacional, sendo responsável pela operação de 52.904.661 de celulares (29,93% do total).
A Claro continua na vice-liderança, detendo 25,5% do mercado no mês de fevereiro, com 45.071.589 de celulares habilitados. Próxima a esse patamar ficou a TIM, na terceira posição, com um total de 41.798.350 celulares em operação (o que lhe confere a fatia de 23,65% do mercado de telefonia móvel). A Oi se manteve na quarta posição, com 20,56% do mercado e 36.341.230 de linhas em uso.
Fonte: M&M Online
O Brasil ultrapassou a marca dos 176 milhões de telefones celulares em operação no último mês de fevereiro. De acordo com dados revelados nessa quinta-feira 18 pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), um total de 1.171.778 milhões de novas linhas foram habilitadas no País no mês passado, o que totaliza 176.771.038 celulares em território nacional.
Com a nova marca, o Brasil passa a ter uma média de 91,87 telefones para cada grupo de 100 habitantes (de acordo com o critério de "teledensidade" adotado pela Anatel, que visa medir a penetração da telefonia celular entre a população brasileira). Do total de linhas em operação no Brasil, 145.911.676 (82,54%) funcionam pelo sistema pré-pago, enquanto os 17,46% (30.859.362 de aparelhos) operam pelo sistema pós-pago.
Operadoras
A posição das operadoras de telefonia no ranking da Anatel não mudou em relação aos meses anteriores. A Vivo continua sendo a líder do mercado de telefonia móvel nacional, sendo responsável pela operação de 52.904.661 de celulares (29,93% do total).
A Claro continua na vice-liderança, detendo 25,5% do mercado no mês de fevereiro, com 45.071.589 de celulares habilitados. Próxima a esse patamar ficou a TIM, na terceira posição, com um total de 41.798.350 celulares em operação (o que lhe confere a fatia de 23,65% do mercado de telefonia móvel). A Oi se manteve na quarta posição, com 20,56% do mercado e 36.341.230 de linhas em uso.
Fonte: M&M Online
Leitores não querem pagar por notícias online
Apesar disso, estudo na Nielsen já mostra que uma parcela significativa começa a se dispor a aceitar um novo modelo de pagamento
Enquanto os dirigentes e proprietários de grande grupos de mídia em todo o planeta parecem estar cada vez mais inclinados em adotar o padrão de cobrança pelo conteúdo jornalístico oferecido via internet, a maioria dos leitores, entretanto, rejeita a ideia de ter de pagar por algo que, até então, sempre foi oferecido gratuitamente.
A conclusão é fruto de um estudo feito pela Nielsen com 27 mil pessoas, de 52 países de todos os continentes, que tinha o objetivo de descobrir como que o público leitor concebe a possível ideia de mudança no fornecimento de conteúdo. Apesar da imensa maioria ainda ser contra a cobrança pelo acesso online às páginas de jornais e revistas, um número bastante significativo (um terço dos entrevistados) respondeu que aceitaria desembolsar alguma quantia para acessar um conteúdo jornalístico na web.
Entre todos os entrevistados, 58% declararam ser totalmente contra a esse tipo de medida e a grande maioria, 85%, defende que as publicações que atualmente oferecem seu conteúdo de graça na internet devem continuar mantendo esse modelo. Enquanto isso, 8% respondeu que já pagou (ou paga) para acessar sites de publicações na web.
Fonte: M&M Online Com informações da Reuters.
Enquanto os dirigentes e proprietários de grande grupos de mídia em todo o planeta parecem estar cada vez mais inclinados em adotar o padrão de cobrança pelo conteúdo jornalístico oferecido via internet, a maioria dos leitores, entretanto, rejeita a ideia de ter de pagar por algo que, até então, sempre foi oferecido gratuitamente.
A conclusão é fruto de um estudo feito pela Nielsen com 27 mil pessoas, de 52 países de todos os continentes, que tinha o objetivo de descobrir como que o público leitor concebe a possível ideia de mudança no fornecimento de conteúdo. Apesar da imensa maioria ainda ser contra a cobrança pelo acesso online às páginas de jornais e revistas, um número bastante significativo (um terço dos entrevistados) respondeu que aceitaria desembolsar alguma quantia para acessar um conteúdo jornalístico na web.
Entre todos os entrevistados, 58% declararam ser totalmente contra a esse tipo de medida e a grande maioria, 85%, defende que as publicações que atualmente oferecem seu conteúdo de graça na internet devem continuar mantendo esse modelo. Enquanto isso, 8% respondeu que já pagou (ou paga) para acessar sites de publicações na web.
Fonte: M&M Online Com informações da Reuters.
Marcadores:
Comportamento,
Consumo,
Midia Digital,
Pesquisa,
Web
3.16.2010
O que as empresas buscam nas Redes Sociais?
Estudos realizados pela empresa Deloitte com mais de 400 companhias apontam que elas estão buscando participar das comunidades virtuais, principalmente para realizar propaganda espontânea e fidelizar os seus clientes.
Quando o assunto se trata de obstáculos, as empresas acham que fazer com que as pessoas participem e atrair membros para as suas comunidades, estão entre as maiores barreiras encontradas atualmente para conseguir sucesso na mídias sociais
Principais objetivos corporativos do uso de redes sociais.
01. Gerar propaganda boca-a-boca – 38%
02. Aumentar a lealdade dos consumidores – 34%
03. Aumentar a presença do produto/marca – 30%
04. Trazer ideias externas para a empresa – 29%
05. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente – 23%
06. Aumentar as vendas – 22%
07. Melhorar a eficácia das relações públicas – 20%
08. Melhorar a relação com parceiros – 19%
09. Inovar os modelos de negócio – 17%
10. Reduzir gastos com suporte ao cliente – 16%
11. Reduzir gastos com aquisição de clientes – 15%
Os maiores obstáculos para o sucesso nas redes sociais.
01. Conseguir pessoas que participem – 30%
02. Atrair membros para a comunidade – 24%
03. Fazer com que as pessoas voltem – 21%
04. Encontrar tempo para gerenciar a comunidade – 19%
05. Encontrar pessoas para popularizar seu perfil – 14%
06. Conseguir verba para mais funções – 13%
07. Falta de experiência no gerenciamento de comunidades – 12%
08. Conseguir verba para facilitadores – 10%
Fonte: Argoblog que traduziu o texto original em inglês do Information Week.
Quando o assunto se trata de obstáculos, as empresas acham que fazer com que as pessoas participem e atrair membros para as suas comunidades, estão entre as maiores barreiras encontradas atualmente para conseguir sucesso na mídias sociais
Principais objetivos corporativos do uso de redes sociais.
01. Gerar propaganda boca-a-boca – 38%
02. Aumentar a lealdade dos consumidores – 34%
03. Aumentar a presença do produto/marca – 30%
04. Trazer ideias externas para a empresa – 29%
05. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente – 23%
06. Aumentar as vendas – 22%
07. Melhorar a eficácia das relações públicas – 20%
08. Melhorar a relação com parceiros – 19%
09. Inovar os modelos de negócio – 17%
10. Reduzir gastos com suporte ao cliente – 16%
11. Reduzir gastos com aquisição de clientes – 15%
Os maiores obstáculos para o sucesso nas redes sociais.
01. Conseguir pessoas que participem – 30%
02. Atrair membros para a comunidade – 24%
03. Fazer com que as pessoas voltem – 21%
04. Encontrar tempo para gerenciar a comunidade – 19%
05. Encontrar pessoas para popularizar seu perfil – 14%
06. Conseguir verba para mais funções – 13%
07. Falta de experiência no gerenciamento de comunidades – 12%
08. Conseguir verba para facilitadores – 10%
Fonte: Argoblog que traduziu o texto original em inglês do Information Week.
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A metodologia 8 Ps do Marketing Digital
O método de trabalho da Publiweb se apóia em 8 passos bem definidos chamados os “8 Ps do Marketing Digital”. O método foi criado pelo próprio diretor da Publiweb, Conrado Adolpho, e tem sido comprovado pelo mercado dia a dia pelos resultados de nossos clientes.
O método 8 Ps contempla uma série de passos que as empresas devem seguir para que tenham sucesso em sua estratégia de marketing digital e para que saibam o que devem fazer a cada etapa. O modelo 8 Ps baseia-se em explorar de forma sinérgica as melhores ferramentas que a internet oferece hoje para o mercado com o objetivo de estruturar sistematicamente o que atualmente é feito de forma empírica e amadora pela maior parte das empresas.
Nossa metodologia é um processo cíclico que se renova a cada período fazendo com que a empresa tenha um resultado cada vez melhor a cada dia.
Conheça a metodologia dos 8 Ps e entenda porque a Publiweb é a empresa ideal para ser sua parceira em estratégias de marketing digital.
1ºP – PESQUISA
Nesse primeiro passo a Publiweb pesquisa os hábitos de busca no Google, que revelam intenções de compra e necessidades do mercado, e, a partir daí, traça-se um perfil bem mais preciso do público-alvo.
A Publiweb também pesquisa o público-alvo em blog, fóruns e redes sociais para entender suas necessidades e desejos, desse modo, aliando as duas informações, traçamos um perfil mais preciso do consumidor para passarmos para a próxima etapa.
2ºP: PROJETO
A partir do momento que a Publiweb tem as informações sobre os hábitos de busca do público-alvo, foram criadas as condições para que seja desenvolvido um projeto de marketing digital para a empresa.
Tal projeto contempla os aspectos a serem desenvolvidos no site, a estratégia de marketing digital a ser implementada, as palavras-chave a serem otimizadas para o Google e outros aspectos fundamentais para o sucesso do negócio.
3ºP: PRODUÇÃO
Após o desenvolvimento e aprovação do projeto do segundo P, a Publiweb passa para a fase de programação. Nessa etapa transformamos o que antes era uma idéia, em algo tangível.
A Publiweb conta com uma competente equipe de programadores, jornalistas, arquitetos de informação para entregar o projeto com critérios rígidos e custo, qualidade e prazo.
4ºP: PUBLICAÇÃO
Após o site estar com toda a sua estrutura pronta, a Publiweb aloca uma equipe de jornalistas para escrever o conteúdo do site segundo critérios de otimização para o Google e segundo técnicas persuasivas para o consumidor.
Essa etapa é dividida em duas partes: publicação de conteúdo para o site e publicação de conteúdo em outros sites (como YouTube, SlideShare e outros). A Internet sem conteúdo não é nada e é justamente tal estratégia que gera uma imagem de credibilidade muito melhor para a empresa.
5ºP: PROMOÇÃO
Dependendo dos objetivos de marketing da empresa, a etapa da promoção é muito importante para gerar “buzz” no mercado. São essas ações que geram resultados de venda a curto prazo.
A Publiweb confecciona a estratégia e o desenvolvimento de Hotsites promocionais, campanhas em links patrocinados, campanhas de e-mail marketing e outras ações ativas por parte da empresa são necessárias para que aumentar os resultados
6ºP: PROPAGAÇÃO
Uma vez que a empresa tem conteúdo relevante para o consumidor, que foi gerado no quarto P, e ações promocionais, desenvolvidas no quinto P, é importante propagar tais atividades em redes sociais, fóruns, blog e afins.
A Publiweb mantém uma equipe de profissionais responsáveis por divulgação da marca da empresa em ferramentas de web 2.0 para, com isso, transformar o consumidor em veículo e gerar credibilidade.
7ºP: PERSONALIZAÇÃO
A Publiweb tem a consciência de que a empresa deve, não somente atrair continuamente novos clientes, mas vender cada vez mais para clientes antigos, através do marketing de relacionamento.
Desenvolvemos para a empresa estratégias de marketing de relacionamento via web fidelizando e vendendo mais produtos e serviços para clientes que já conhecem a empresa.
8ºP: PRECISÃO
A maior vantagem da internet é a capacidade de mensuração de resultados de toda e qualquer ação realizada. A Publiweb tem profissionais especializados em métricas para que mostre ao cliente o retorno alcançado e direcionar as próximas ações.
A partir do momento que a Publiweb mede tais resultados, conhece-se melhor o público-alvo e volta-se para o primeiro passo melhorando a cada ciclo as ações dos outros Ps.
Fonte: Publiweb
O método 8 Ps contempla uma série de passos que as empresas devem seguir para que tenham sucesso em sua estratégia de marketing digital e para que saibam o que devem fazer a cada etapa. O modelo 8 Ps baseia-se em explorar de forma sinérgica as melhores ferramentas que a internet oferece hoje para o mercado com o objetivo de estruturar sistematicamente o que atualmente é feito de forma empírica e amadora pela maior parte das empresas.
Nossa metodologia é um processo cíclico que se renova a cada período fazendo com que a empresa tenha um resultado cada vez melhor a cada dia.
Conheça a metodologia dos 8 Ps e entenda porque a Publiweb é a empresa ideal para ser sua parceira em estratégias de marketing digital.
1ºP – PESQUISA
Nesse primeiro passo a Publiweb pesquisa os hábitos de busca no Google, que revelam intenções de compra e necessidades do mercado, e, a partir daí, traça-se um perfil bem mais preciso do público-alvo.
A Publiweb também pesquisa o público-alvo em blog, fóruns e redes sociais para entender suas necessidades e desejos, desse modo, aliando as duas informações, traçamos um perfil mais preciso do consumidor para passarmos para a próxima etapa.
2ºP: PROJETO
A partir do momento que a Publiweb tem as informações sobre os hábitos de busca do público-alvo, foram criadas as condições para que seja desenvolvido um projeto de marketing digital para a empresa.
Tal projeto contempla os aspectos a serem desenvolvidos no site, a estratégia de marketing digital a ser implementada, as palavras-chave a serem otimizadas para o Google e outros aspectos fundamentais para o sucesso do negócio.
3ºP: PRODUÇÃO
Após o desenvolvimento e aprovação do projeto do segundo P, a Publiweb passa para a fase de programação. Nessa etapa transformamos o que antes era uma idéia, em algo tangível.
A Publiweb conta com uma competente equipe de programadores, jornalistas, arquitetos de informação para entregar o projeto com critérios rígidos e custo, qualidade e prazo.
4ºP: PUBLICAÇÃO
Após o site estar com toda a sua estrutura pronta, a Publiweb aloca uma equipe de jornalistas para escrever o conteúdo do site segundo critérios de otimização para o Google e segundo técnicas persuasivas para o consumidor.
Essa etapa é dividida em duas partes: publicação de conteúdo para o site e publicação de conteúdo em outros sites (como YouTube, SlideShare e outros). A Internet sem conteúdo não é nada e é justamente tal estratégia que gera uma imagem de credibilidade muito melhor para a empresa.
5ºP: PROMOÇÃO
Dependendo dos objetivos de marketing da empresa, a etapa da promoção é muito importante para gerar “buzz” no mercado. São essas ações que geram resultados de venda a curto prazo.
A Publiweb confecciona a estratégia e o desenvolvimento de Hotsites promocionais, campanhas em links patrocinados, campanhas de e-mail marketing e outras ações ativas por parte da empresa são necessárias para que aumentar os resultados
6ºP: PROPAGAÇÃO
Uma vez que a empresa tem conteúdo relevante para o consumidor, que foi gerado no quarto P, e ações promocionais, desenvolvidas no quinto P, é importante propagar tais atividades em redes sociais, fóruns, blog e afins.
A Publiweb mantém uma equipe de profissionais responsáveis por divulgação da marca da empresa em ferramentas de web 2.0 para, com isso, transformar o consumidor em veículo e gerar credibilidade.
7ºP: PERSONALIZAÇÃO
A Publiweb tem a consciência de que a empresa deve, não somente atrair continuamente novos clientes, mas vender cada vez mais para clientes antigos, através do marketing de relacionamento.
Desenvolvemos para a empresa estratégias de marketing de relacionamento via web fidelizando e vendendo mais produtos e serviços para clientes que já conhecem a empresa.
8ºP: PRECISÃO
A maior vantagem da internet é a capacidade de mensuração de resultados de toda e qualquer ação realizada. A Publiweb tem profissionais especializados em métricas para que mostre ao cliente o retorno alcançado e direcionar as próximas ações.
A partir do momento que a Publiweb mede tais resultados, conhece-se melhor o público-alvo e volta-se para o primeiro passo melhorando a cada ciclo as ações dos outros Ps.
Fonte: Publiweb
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3.10.2010
Nos EUA, meio digital deve superar impresso
Pesquisa de consultora projeta para este ano uma reviravolta no destino dos investimentos publicitários feitos por anunciantes norte-americanos.
Em 2010, pela primeira vez, os meios online e digital receberão mais investimentos de marketing e publicidade do que a mídia impressa, nos Estados Unidos. Ao menos essa é a projeção do instituto de pesquisas e consultora Outsell.
Mais de mil anunciantes norte-americanos foram ouvidos em dezembro de 2009 pela Outsell, que estima em US$ 119,6 bilhões o total de investimentos em publicidade e estratégias digitais neste ano. De acordo com esse estudo, veículos impressos, como jornais e revistas, receberão US$ 111,5 bilhões em verbas publicitárias.
O mesmo trabalho indica que o total de investimentos em publicidade no mercado norte-americano chegue a US$ 368 bilhões em 2010 - um aumento de 1,2% em comparação a 2009.
Fonte: M&M Online
Em 2010, pela primeira vez, os meios online e digital receberão mais investimentos de marketing e publicidade do que a mídia impressa, nos Estados Unidos. Ao menos essa é a projeção do instituto de pesquisas e consultora Outsell.
Mais de mil anunciantes norte-americanos foram ouvidos em dezembro de 2009 pela Outsell, que estima em US$ 119,6 bilhões o total de investimentos em publicidade e estratégias digitais neste ano. De acordo com esse estudo, veículos impressos, como jornais e revistas, receberão US$ 111,5 bilhões em verbas publicitárias.
O mesmo trabalho indica que o total de investimentos em publicidade no mercado norte-americano chegue a US$ 368 bilhões em 2010 - um aumento de 1,2% em comparação a 2009.
Fonte: M&M Online
3.08.2010
Mulheres continuam comprando mais
Pesquisa do Ibope Media aponta que o público feminino dá preferência a itens de vestuários e usa a internet para pesquisar sobre produtos.
Às vésperas do Dia Internacional da mulher - celebrado no dia 8 de março - e diante de uma nova realidade e papel da ala feminina na sociedade, uma pesquisa realizada pelo Ibope Media mostra que um velho hábito das mulheres não mudou: elas continuam comprando - e gastando - mais do que os homens.
Segundo dados obtidos pela ferramenta Target Group Index, utilizada pelo instituto de pesquisas, 67% das mulheres entrevistadas declararam ter feito compras pessoais nos últimos 30 dias. Nesse quesito, estão excluídas a compras de alimentos e de bebidas. A mesma pergunta foi realizada para os homens e, nesse caso, a porcentagem dos que declararam ter comprado um item pessoal nos últimos 30 dias caiu para 58%.
E o vestuário continua sendo uma das maiores preocupações das consumidoras. Do total das entrevistadas que afirma ter feito compras no último mês, 78% assumem ter comprado roupas femininas. Já 43% delas relatam ter adquirido itens de vestuário masculino, enquanto 39% afirmam terem investido seu dinheiro em roupas para crianças e bebês. E, para comprar esses produtos, essas mulheres dão preferências às lojas de rua (48%) e aos shoppings (33%).
As consumidoras também mostram que a internet é uma importante aliada na hora de obter informações sobre algum produto que desejam adquirir. Cerca de 10% das entrevistadas respondeu que recorre à web para tirar dúvidas sobre marcas e produtos, sobretudo a respeito de telefones celulares, equipamentos de TV, vídeo, som, roupas vida saudável, alimentação e exercícios.
A pesquisa realizada pelo ibope foi apurada entre os meses de agosto de 2008 e setembro de 2009 e contou com a participação de 19.456 pessoas.
Fonte: M&M Online
Às vésperas do Dia Internacional da mulher - celebrado no dia 8 de março - e diante de uma nova realidade e papel da ala feminina na sociedade, uma pesquisa realizada pelo Ibope Media mostra que um velho hábito das mulheres não mudou: elas continuam comprando - e gastando - mais do que os homens.
Segundo dados obtidos pela ferramenta Target Group Index, utilizada pelo instituto de pesquisas, 67% das mulheres entrevistadas declararam ter feito compras pessoais nos últimos 30 dias. Nesse quesito, estão excluídas a compras de alimentos e de bebidas. A mesma pergunta foi realizada para os homens e, nesse caso, a porcentagem dos que declararam ter comprado um item pessoal nos últimos 30 dias caiu para 58%.
E o vestuário continua sendo uma das maiores preocupações das consumidoras. Do total das entrevistadas que afirma ter feito compras no último mês, 78% assumem ter comprado roupas femininas. Já 43% delas relatam ter adquirido itens de vestuário masculino, enquanto 39% afirmam terem investido seu dinheiro em roupas para crianças e bebês. E, para comprar esses produtos, essas mulheres dão preferências às lojas de rua (48%) e aos shoppings (33%).
As consumidoras também mostram que a internet é uma importante aliada na hora de obter informações sobre algum produto que desejam adquirir. Cerca de 10% das entrevistadas respondeu que recorre à web para tirar dúvidas sobre marcas e produtos, sobretudo a respeito de telefones celulares, equipamentos de TV, vídeo, som, roupas vida saudável, alimentação e exercícios.
A pesquisa realizada pelo ibope foi apurada entre os meses de agosto de 2008 e setembro de 2009 e contou com a participação de 19.456 pessoas.
Fonte: M&M Online
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