Ultimamente muito se fala de mídias sociais, da importância das empresas participarem das redes sociais, e como ações nas redes sociais podem ajudar as empresas em suas estratégias de marketing digital. Prova disso é a enorme quantidade de palestras, cursos, eventos e seminários sobre marketing digital e mídias sociais, além das campanhas nas mídias sociais disparadas pelas grandes empresas na Internet, criando uma demanda enorme dentro das agências digitais, e departamentos de Internet das agências de publicidade.
Muitas dessas campanhas têm sido bem sucedidas, e outras têm naufragado na falta de planejamento, mas o fato é que a maioria das empresas e agências só tem feito isto: campanhas publicitárias ou promocionais.
A visão das organizações e empresas sobre as mídias sociais ainda se restringe a campanhas publicitárias e ações promocionais, em geral com algum componente viral, para promover a marca, um produto ou uma mensagem. Isso é importante? Lógico que é, mas mostra que as empresas ainda não perceberam o real valor das mídias sociais, o que realmente elas têm de melhor a oferecer para sua marca e empresa.
Mas qual o real valor que as mídias sociais agregam aos negócios?
É esta questão que vou responder neste artigo.
Entenda as mídias sociais
As mídias e redes sociais são criadas pelo relacionamento contínuo e duradouro das pessoas e das comunidades que dela participam, e têm um valor intrínseco ao criarem uma enorme rede de relacionamento e de propagação de informações. Nelas, cada indivíduo influencia não um grupo de amigos, mas vários grupos de comunidades às quais pertence, com várias pessoas que influenciam outras comunidades, em uma progressão geométrica, que leva ao chamado efeito viral, que multiplica e amplifica qualquer mensagem de interesse coletivo. Esse fenômeno viral e coletivo é o que dá real visibilidade às mídias sociais.
O conteúdo colaborativo cria um resultado muito mais atrativo e adequado para as pessoas do que o conteúdo individual. Isso fica claro, porque o conteúdo coletivo e colaborativo tem absorvido fatias significativas da audiência dos meios de comunicação. A imprensa já sentiu esse efeito, a ponto de criar matérias jornalísticas baseadas em informações e comentários originados nos blogs dos jornais.
O conteúdo gerado por blogs, pelo YouTube e pelo Twitter tem criado interesse e fidelidade de seu público, gerando uma visibilidade maior do que muitas mídias convencionais. Mas toda essa exposição só é gerada pelo relacionamento contínuo e duradouro das pessoas envolvidas nas mídias e nas redes sociais.
Este é o conceito fundamental. O que gera exposição e audiência nas mídias sociais não é a mensagem, mas o relacionamento. Embora a mensagem seja muito importante para sua propagação, ela só acontece se há um relacionamento bem fundamentado entre os emissores e os receptores.
Isso fica evidente quando observamos o trabalho de blogueiros e twitters mais ativos nas mídias sociais. Eles conseguem rápida propagação de suas mensagens pelo fato de exercerem o relacionamento com os internautas, de forma contínua e duradoura. Na contra-mão do que muitas empresas têm feito em suas campanhas, criando contas e perfis específicos, nunca antes usados. O grande poder das mídias sociais está em criar uma base forte de relacionamento que permita que as mensagens e as campanhas fluam com mais facilidade, dando real visibilidade à mensagem e à marca.
Visibilidade e relacionamento nas mídias sociais
Essa visibilidade das mídias sociais faz com que elas sejam, do ponto de vista da comunicação e do marketing, uma bênção e uma maldição. A boa notícia é que você tem uma mídia forte, com boa audiência, segmentada e que pode ser usada por um custo muito baixo. A má notícia é que ela tem vida própria. Você não pode simplesmente produzir um comercial e veicular nela: você tem que interagir com ela e ter uma estratégia de comunicação eficiente.
Outra boa notícia é que você pode utilizar o seu dia-a-dia, o seu conteúdo e suas ideias como matéria-prima para produzir um efeito favorável nessa mídia. A má notícia é que você não tem muita escolha, pois se não fizer isso, se não se comunicar por essa mídia, ela produzirá comunicação e informações espontâneas sobre seus produtos e seu negócio, mesmo que você não queira.
Ao contrário de muitas ações de marketing, em que se você não fizer nada, embora esteja perdendo uma excelente oportunidade, nada acontece, no caso do marketing nas mídias sociais não há muita escolha: ou ela faz parte de sua estratégia de marketing ou você fica alheio à comunicação que está acontecendo sobre seu negócio e seus produtos. A única coisa certa é que vão falar de você, seja qual for o seu negócio.
O Capital Social como único ativo
As mídias sociais têm enorme visibilidade, uma forte rede de comunicação baseada em relacionamentos, um conteúdo poderoso e em grande volume. Ou você participa e se envolve ou será envolvido. Não há escolha: a única coisa certa é que estão falando e vão continuar falando sobre sua empresa e seus produtos e serviços, queira você ou não.
Em muitos casos, sua mensagem publicitária se torna irrelevante, pois sua marca tem pouco ou nenhum relacionamento com as redes sociais. Isso explica por que muitas campanhas de grandes empresas não decolam, não produzem resultados significativos, apesar do investimento e da criatividade da agência de publicidade.
O valor das mídias sociais está na visibilidade criada pelo relacionamento, e a este conjunto de relacionamentos duradouros que produzem visibilidade constante chama-se Capital Social.
O grande valor que as mídias sociais agregam à marca é o Capital Social que elas podem produzir. As campanhas publicitárias e promocionais só funcionam com a eficiência e a abrangência sonhada, quando a marca tem Capital Social suficiente, adquirido pela empresa ao longo de seu relacionamento com as mídias e redes sociais.
O Capital Social é o único ativo que a empresa pode adquirir para conseguir trabalhar nas mídias sociais gerando resultado para sua marca e seus negócios. Assim, não adianta pensar em grandes idéias, na chamada ativação das redes, ou qualquer outra ação nas mídias sociais, se você não estiver preparado para trabalhar seriamente com seus consumidores, interagindo com eles a curto, médio e longo prazos, formando assim um relacionamento contínuo e duradouro, e acumulando, com o tempo, Capital Social.
O Marketing nas Mídias Sociais
Portanto, a melhor forma de utilizar as mídias sociais para as ações de marketing e publicidade de sua empresa é através da criação de valor, de relacionamento e de capital social nas redes.
Não existe uma palavra melhor para descrever o que você deve fazer no marketing nas mídias sociais do que relacionamento. Relacionamento para adquirir e ampliar seu Capital Social.
O marketing nas mídias sociais permite criar um relacionamento direto com os clientes, com baixo investimento e alto impacto, se comparado às outras formas de implementá-lo. Ele permite que você mergulhe no mundo do cliente, conheça-o profundamente, mostre seu compromisso com ele e descubra suas necessidades de forma rápida e ágil.
É disso que vamos falar agora. Do que você pode e deve fazer para implementar sua estratégia de marketing nas mídias sociais. São basicamente cinco ações, que seguem as ideias do marketing de relacionamento, adaptadas ao marketing digital:
* Assuma um compromisso com seu cliente e mostre isso.
* Conheça seu cliente.
* Entenda as necessidades dele.
* Ouça atentamente o cliente.
* Ofereça atividades e recursos exclusivos.
Essas ações, quando implementadas nas mídias sociais, criam uma força positiva que ajuda sua empresa a se projetar no mercado. Veremos cada uma delas.
Assumindo o compromisso
Uma das primeiras ações para conseguir a confiança de seu cliente por meio do relacionamento é assumindo de forma clara e pública seu compromisso com o relacionamento entre sua empresa e seu cliente.
Como já foi dito, as mídias sociais estão repletas de consumidores e comunidades relacionadas a seu negócio. Assim, quando você decide participar aberta e ativamente dessas comunidades, colocando o nome de sua empresa como um membro ativo, você está mostrando para seu cliente o seu compromisso em se relacionar efetivamente com ele.
No início, é algo assustador ter um perfil no Orkut ou no Twitter com o nome de sua empresa, marca ou produto, e permitir que os consumidores falem diretamente com a empresa por meio dele. Mas com o tempo isso é libertador. Não vejo palavra melhor para definir isso. Você está ali, com seu cliente, frente a frente, sem intermediários. O consumidor sabe disso, e valoriza sua empresa pela atitude.
Conhecendo seu cliente
Para se relacionar com alguém, você tem que conhecer essa pessoa. E as mídias sociais permitem que você conheça profundamente seu cliente. Não estamos falando aqui de pesquisas diretas, questionários ou coisas parecidas, mas de usar uma das grandes forças das mídias sociais a seu favor: a persistência do conteúdo.
As mídias sociais, por seu caráter aberto e colaborativo, mantêm a maior parte do conteúdo gerado pelos membros armazenada e disponível para os outros membros. Embora alguma coisa possa ser fechada, a maioria das comunicações e opiniões está ali, pronta para ser lida por outros membros. Se houve uma discussão em uma comunidade sobre o refrigerante preferido, ou sobre a melhor marca de sabonete, essas mensagens estão todas armazenadas e acessíveis a qualquer membro.
Assim, participando das mídias sociais, é possível pesquisar a opinião de seu cliente utilizando o material existente e conhecê-lo como você jamais imaginou. Com um pouco de disciplina e esforço, você pode ter quase todo o tipo de informação de que precisa.
Entendendo suas necessidades
Muitos autores falam da necessidade de se questionar constantemente sobre o que fazer para facilitar e melhorar a vida de seus clientes. Isso parece fácil, mas na prática é muito difícil de ser implementado. Quando você pergunta diretamente a alguém como você pode facilitar sua vida, muitas vezes a pessoa tem dificuldade de se expressar ou organizar as ideias. Além disso, a proximidade física de um entrevistador, ou a pressão do tempo, faz com que abordar um cliente por telefone, na rua ou em um supermercado não seja tão fácil e eficiente quanto parece.
Entretanto, na Internet, essa situação se inverte. Quando estão protegidas por uma tela e um teclado, as pessoas têm muito mais facilidade de se expressar e estão muito mais abertas a falar do que no mundo real. Por isso, os fóruns de discussão e os chats estão lotados.
As mídias sociais representam um terreno fértil para encontrar respostas para essa necessidade constante de entender, achar ideias e sugestões de como facilitar e melhorar a vida de seu cliente.
Ouvindo seu cliente
Ouvir o cliente tem sido uma obsessão de muitas empresas. Os call centers cresceram muito nos últimos anos, impulsionados pela necessidade de se criar serviços de atendimento ao cliente (SAC) e ouvidorias. Em ambos os casos, porém, a dúvida, sugestão ou reclamação se restringe a um grupo pequeno de clientes mais ativos que de fato têm disposição de ligar e a paciência para aguentar a espera e os menus eletrônicos.
Quando você se relaciona com seus clientes por meio das mídias sociais, você expande muito sua capacidade de ouvir o cliente. Primeiro, pelo simples fato de dar mais alternativas do que um número 0800; depois, por abrir um canal direto em que o cliente já está ambientado e pode fazer seu contato com um clique. Aliados a isso, a participação aberta nas comunidades e nos fóruns e os comentários nos blogs ajudam muito na tarefa de ouvir seu cliente em relação a suas dúvidas, sugestões e reclamações.
Oferecendo atividades e recursos
Os programas de fidelidade e os clubes de consumidores estão por todos os lugares. Mas quando levamos nossas atividades e recursos para dentro das mídias sociais podemos oferecer a nossos clientes outro tipo de vantagem. Uma vantagem menos tangível, mas que pode ser mais valorizada pelo cliente.
Você pode criar um serviço de informações, um aplicativo gratuito para seus clientes ou atividades que facilitem o relacionamento de seus clientes na comunidade. Diversas atividades podem ser desenvolvidas nas mídias sociais que ajudam os membros e criam identificação com sua marca.
No Twitter, muitas empresas criaram serviços para seus clientes. A Dell faz promoções exclusivas para seus seguidores no Twitter, e o UOL criou um serviço de notícias on-line. Nos dois casos, milhares de consumidores seguem as empresas no Twitter, criando um canal de relacionamento poderoso.
O Marketing nas Mídias Sociais
Enfim, trabalhando essas cinco ações de forma contínua, sua empresa criará o Capital Social necessário para agir nas mídias sociais. Você verá que não só sua empresa irá crescer com esse processo, mas criará uma legião de fãs e consumidores com uma imagem positiva de sua empresa.
Portanto, para de pensar somente em campanhas, e comece a pensar em relacionamentos, contínuos e duradouros, e em Capital Social, o melhor ativo que sua empresa pode construir nos dias de hoje.
Fonte: iMasters
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5.03.2010
4.23.2010
Twitter tem mais tráfego que YouTube e Orkut no Brasil
Fenômeno do momento na internet, o Twitter é sucesso no Brasil. Atualmente o microblog responde por 56% do tráfego de dados do país em mídias sociais, seguido de longe por Facebook, com 20%, e YouTube, que possui 16% do total. Os dados analisam apenas os sete maiores sites de mídia social no Brasil, que também incluem o StumbleUpon, Digg e Delicious.
Os dados da StatCounter mostram não só o quanto o Twitter possui de tráfego nacional, mas também revela o quanto o site, nascido em 2006, tem se mantido na preferência aos olhos dos usuários daqui; e apesar de estar bem longe do segundo colocado, o site já obteve marcas ainda mais expressivas – em agosto de 2009, por exemplo, o Twitter tinha 67% do volume de tráfego.
Recentemente, o microblog anunciou a abertura de suas portas à publicidade – que será feita por meio de mensagens enviadas aos usuários. Agora, seguindo os dados da StatCounter, ganha ainda mais notoriedade para os que aguardavam ansiosamente pelo modelo de anúncio a ser disponibilizado no site.
O YouTube, por sua vez, já não vive dias tão gloriosos com os internautas brasileiros. O site chegou a mostrar números expressivos em setembro, quando ainda era o segundo colocado, com 30% do tráfego. Porém, a partir desse pico, o site só se fez cair, e chegou este mês ao seu recorde negativo, cedendo sua posição de vez para o site de Mark Zuckerberg.
Além da queda do site de vídeos, o Google também vê sua rede social – preferida pelos brasileiros – despencar em volume de tráfego. Desde janeiro, o Orkut já caiu de 37% para apenas 1,66% do volume nacional.
O crescimento
A ascensão do Twitter pode ter várias explicações. O site, por exemplo, vem sendo amplamente divulgado pela mídia, com personalidades como apresentadores e jornalistas ativos no site. Outro aspecto pode explicar também o crescimento de tráfego do Facebook, relacionando-o inclusive com o microblog, já que, através da rede social, pode-se postar tweets sem ter de mudar de site.
Porém, como boa parte dos tuiteiros utiliza programas ou aplicativos de outros sites para acessá-lo, o volume de tráfego nacional do Twitter pode ser ainda maior do que os 56% que demostra atualmente.
Redação AdNews
Os dados da StatCounter mostram não só o quanto o Twitter possui de tráfego nacional, mas também revela o quanto o site, nascido em 2006, tem se mantido na preferência aos olhos dos usuários daqui; e apesar de estar bem longe do segundo colocado, o site já obteve marcas ainda mais expressivas – em agosto de 2009, por exemplo, o Twitter tinha 67% do volume de tráfego.
Recentemente, o microblog anunciou a abertura de suas portas à publicidade – que será feita por meio de mensagens enviadas aos usuários. Agora, seguindo os dados da StatCounter, ganha ainda mais notoriedade para os que aguardavam ansiosamente pelo modelo de anúncio a ser disponibilizado no site.
O YouTube, por sua vez, já não vive dias tão gloriosos com os internautas brasileiros. O site chegou a mostrar números expressivos em setembro, quando ainda era o segundo colocado, com 30% do tráfego. Porém, a partir desse pico, o site só se fez cair, e chegou este mês ao seu recorde negativo, cedendo sua posição de vez para o site de Mark Zuckerberg.
Além da queda do site de vídeos, o Google também vê sua rede social – preferida pelos brasileiros – despencar em volume de tráfego. Desde janeiro, o Orkut já caiu de 37% para apenas 1,66% do volume nacional.
O crescimento
A ascensão do Twitter pode ter várias explicações. O site, por exemplo, vem sendo amplamente divulgado pela mídia, com personalidades como apresentadores e jornalistas ativos no site. Outro aspecto pode explicar também o crescimento de tráfego do Facebook, relacionando-o inclusive com o microblog, já que, através da rede social, pode-se postar tweets sem ter de mudar de site.
Porém, como boa parte dos tuiteiros utiliza programas ou aplicativos de outros sites para acessá-lo, o volume de tráfego nacional do Twitter pode ser ainda maior do que os 56% que demostra atualmente.
Redação AdNews
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4.07.2010
Políticos preparam as armas para ganhar eleição via internet
Redes sociais, comunidades e blogs serão usados ao máximo nas eleições
Políticos vão martelar a cabeça do eleitor com a internet
Mesmo faltando alguns meses para a próxima eleição no Brasil, cresce a demanda por empresas especializadas em internet para a elaboração de campanhas virtuais. Atualmente, já são mais de 62 milhões de brasileiros acessando a internet, sendo 38,2 milhões fazendo isso de casa. O Brasil lidera o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, registrando cerca de 44 horas e 59 minutos.
A web setornou o 3º veículo de maior alcance nacional, atrás somente do rádio eda televisão. Segundo Leonardo Bortoletto, diretor de marketing da WebConsult, termos como Orkut, Twitter, Facebook, YouTube, comunidadesvirtuais e blogs para invadir o cotidiano do brasileiro e se tornarcada vez mais conhecidos e utilizados.
Nesse contexto, as campanhas políticas já começaram e a internet fará toda a diferença na conquista de votos e disseminação de informações, tanto positivas, quanto negativas. A reforma eleitoral, já aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados, liberou internet para campanhas eleitorais.
A utilização cada vez maior da internet mostra a políticos a necessidade de ingressarem no mundo digital. A proliferação de blogs de candidatos já é uma mostra desse processo. Atualmente, o governador José Serra, por exemplo, é um dos políticos mais populares na rede e o seu endereço no twitter registra a incrível marca de mais de 70 mil seguidores.
Nos EUA, o uso da internet está cada vez mais disseminado na realização de campanhas eleitorais. E, não somente para arrecadar contribuições como ocorreu na campanha de Barack Obama, que recolheu cerca de US$ 300 milhões, ou também para a divulgação de imagem e propostas de atuação.
Partidos como o PT saíram na frente ao manter um portal e um verdadeiro exército de colaboradores para alimentarem ferramentas como blog, twitter, vídeos com matérias positivas dos possíveis candidatos, além de um eficiente planejamento para que ocorra a exibição somente de notícias positivas quando internautas fazem pesquisas em sites de busca.
Fonte: MSN Tecnologia
Políticos vão martelar a cabeça do eleitor com a internet
Mesmo faltando alguns meses para a próxima eleição no Brasil, cresce a demanda por empresas especializadas em internet para a elaboração de campanhas virtuais. Atualmente, já são mais de 62 milhões de brasileiros acessando a internet, sendo 38,2 milhões fazendo isso de casa. O Brasil lidera o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, registrando cerca de 44 horas e 59 minutos.
A web setornou o 3º veículo de maior alcance nacional, atrás somente do rádio eda televisão. Segundo Leonardo Bortoletto, diretor de marketing da WebConsult, termos como Orkut, Twitter, Facebook, YouTube, comunidadesvirtuais e blogs para invadir o cotidiano do brasileiro e se tornarcada vez mais conhecidos e utilizados.
Nesse contexto, as campanhas políticas já começaram e a internet fará toda a diferença na conquista de votos e disseminação de informações, tanto positivas, quanto negativas. A reforma eleitoral, já aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados, liberou internet para campanhas eleitorais.
A utilização cada vez maior da internet mostra a políticos a necessidade de ingressarem no mundo digital. A proliferação de blogs de candidatos já é uma mostra desse processo. Atualmente, o governador José Serra, por exemplo, é um dos políticos mais populares na rede e o seu endereço no twitter registra a incrível marca de mais de 70 mil seguidores.
Nos EUA, o uso da internet está cada vez mais disseminado na realização de campanhas eleitorais. E, não somente para arrecadar contribuições como ocorreu na campanha de Barack Obama, que recolheu cerca de US$ 300 milhões, ou também para a divulgação de imagem e propostas de atuação.
Partidos como o PT saíram na frente ao manter um portal e um verdadeiro exército de colaboradores para alimentarem ferramentas como blog, twitter, vídeos com matérias positivas dos possíveis candidatos, além de um eficiente planejamento para que ocorra a exibição somente de notícias positivas quando internautas fazem pesquisas em sites de busca.
Fonte: MSN Tecnologia
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3.22.2010
Dicas para fazer um profile "profissional" em uma rede social
Além de conhecer comunidades online onde você pode procurar emprego, é importante criar um perfil "profissional", adequado para encontrar um trabalho. Confira algumas dicas:
Mantenha seu perfil sempre atualizado. Coloque os últimos trabalhos, cursos e promoções.
Entre em comunidades relacionadas ao trabalho e/ou área de interesse e faça contato com as pessoas. Discuta assuntos de interesse, divulgue vagas, seja participativo. Quanto mais você conhece pessoas com os mesmos objetivos, mais fácil será conseguir um emprego.
Evite fotos com pouca roupa, em situações constrangedoras ou consumindo bebidas alcoólicas.
Atenção ao português: um erro pode estragar suas possibilidades de conquistar uma vaga.
Não participe de comunidades que indiquem maus comportamentos, como "Eu já trabalhei bêbado" ou "Eu odeio trabalhar".
Fonte: OUL Tecnologia
Mantenha seu perfil sempre atualizado. Coloque os últimos trabalhos, cursos e promoções.
Entre em comunidades relacionadas ao trabalho e/ou área de interesse e faça contato com as pessoas. Discuta assuntos de interesse, divulgue vagas, seja participativo. Quanto mais você conhece pessoas com os mesmos objetivos, mais fácil será conseguir um emprego.
Evite fotos com pouca roupa, em situações constrangedoras ou consumindo bebidas alcoólicas.
Atenção ao português: um erro pode estragar suas possibilidades de conquistar uma vaga.
Não participe de comunidades que indiquem maus comportamentos, como "Eu já trabalhei bêbado" ou "Eu odeio trabalhar".
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3.16.2010
Twitter @anywhere
Com tantas empresas, jornais e personalidades usando o Twitter para divulgar conteúdo, imagine poder continuar ligado nas twittadas de seu site preferido sem ter que sair dele. Pois é. É isso que a @anywhere, nova plataforma anunciada durante a SXSW por Evan Williams, CEO do Twitter, promete.
A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado (como já é possível fazer aqui no blog do Link, por exemplo). Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.
A tecnologia aberta e a API (Application Programming Interface) do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.
Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.
A @anywhere é uma forma de atrair usuários para o microblog, mas o lançamento frustrou mais uma vez a expectativa de um anúncio sobre uma plataforma de propaganda ou qualquer outra forma de monetizar o Twitter (apesar das recentes parcerias com Google e Microsoft). A ideia é ótima, principalmente para nós e para os sites que não vão perder leitores que mudam de página e não voltam mais. Mas e o Twitter, ganha dinheiro como?
A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado (como já é possível fazer aqui no blog do Link, por exemplo). Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.
A tecnologia aberta e a API (Application Programming Interface) do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.
Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.
A @anywhere é uma forma de atrair usuários para o microblog, mas o lançamento frustrou mais uma vez a expectativa de um anúncio sobre uma plataforma de propaganda ou qualquer outra forma de monetizar o Twitter (apesar das recentes parcerias com Google e Microsoft). A ideia é ótima, principalmente para nós e para os sites que não vão perder leitores que mudam de página e não voltam mais. Mas e o Twitter, ganha dinheiro como?
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3.02.2010
50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site [parte 4]
Saiba como criar, organizar, administrar e divulgar a sua marca virtualmente – além de atrair clientes e vender mais pela internet.
31>>>FIQUE DE OLHO NAS COMUNIDADES
São muitas as redes colaborativas na internet hoje em dia. Estar atento ao que falam sobre sua empresa e aproveitar para angariar visitantes para o seu site é fundamental. No entanto, é preciso tomar cuidado na hora de participar dessas redes. Nunca tente esconder a sua ligação com a empresa. As pessoas percebem e rejeitam elogios anônimos e gratuitos, alerta Raquel Horta, da Mapa Digital.
32>>>ENTRE NO ORKUT E NO FACEBOOK
Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, tem um perfil no site de relacionamento Orkut no nome da empresa. Segundo ele, 30% dos contatos feitos por intermédio do Orkut acabam em negócio. O empresário considera a ferramenta tão eficiente que vai contratar nos próximos meses um profissional apenas para ficar explorando as comunidades do site. "O segmento de casamento é muito envolvido com internet. As pessoas nos conhecem pelo Orkut e depois nos procuram", diz Karam. Com o objetivo de atrair público para o site da La Passione Doces, ele mantém no seu perfil dados da empresa e fotos dos produtos. O Facebook ainda não faz tanto sucesso no Brasil como o Orkut, mas já tem uma massa crítica que não pode ser desprezada. "O Orkut já está estabelecido, mas o Facebook tem um público mais antenado e moderno", explica Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. Dependendo do perfil da marca, pode ser interessante usar o Facebook para atrair stakeholders para o site.
33>>>CRIE UM BLOG
Quanto mais transparente for a sua empresa, melhor. Um blog corporativo é uma ótima ferramenta, mas, se não houver transparência, perde a credibilidade. Além disso, é importante saber o que os usuários querem ver no blog. Por meio dos e-mails que chegavam à empresa, Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, por exemplo, percebeu que existia uma demanda por um diário virtual. A empresa vai disponibilizar a partir deste mês um blog em que os usuários poderão enviar perguntas e dúvidas a serem respondidas pelos advogados da Visto Brasil.
34>>>DISPONIBILIZE RSS FEEDS
Hoje em dia, na internet, toda empresa deve tentar ao máximo divulgar o conteúdo do seu site. Uma forma eficiente de fazer isso é utilizar o RSS feeds - listas de renovação de conteúdo de um determinado site em que os usuários incluem o link dos arquivos em seu programa agregador e recebem as atualizações sem precisar visitar o site. O recurso fideliza o público e ainda atrai consumidores interessados, diz Pedro Caldas, da Full Haus.
35>>>ABUSE DO YOUTUBE
Vídeos de empresas no YouTube, quando caem no gosto do público, são acessados por milhões de pessoas ao redor do mundo e funcionam como uma barata e eficiente maneira de divulgação e atração de público para o site. "Não é necessária uma superprodução. Tem que ser algo curioso, relevante, que tenha a ver com o que o seu público quer", diz Pedro Caldas, da Full Haus. Para conseguir levar as pessoas do YouTube para o seu site, é importante colocar o endereço tanto no vídeo quanto no perfil da página da empresa.
36>>>PENSE NO FLICKR
No final do ano passado, a fabricante de automóveis Troller, da Ford, optou por uma nova estratégia de atração de internautas para sua página na internet: a utilização do Flickr, site de compartilhamento de fotos, para divulgar imagens de ralis e de carros. Um mês depois, o número de visitantes novos havia aumentado 15% e o número de page views crescera 80%. "Pensamos na ferramenta para trazer as pessoas do Flickr para o nosso site", diz Thiago Chan, analista de marketing da empresa.
37>>>DESENVOLVA UM SITE PARA CELULAR
O Brasil fechou o mês de abril com 154,6 milhões de celulares e uma densidade de 80,98 aparelhos por grupo de 100 habitantes. Desse total, existem 4,95 milhões de celulares 3G, de acordo com dados de abril da consultoria Teleco. Diante desses números, os grandes portais já desenvolveram sites específicos para serem acessados do celular, mas, com a base de smart phones que o Brasil tem, torna-se viável para pequenas e médias empresas. Segundo Juliana Constantino, da agência Click , os custos de produção são menores para desenvolver um site para celular.
38>>>MANDE NEWSLETTERS E E-MAILMARKETING
Na hora de efetuar uma compra na loja virtual Calumax, o consumidor escolhe se gostaria de receber ou não uma newsletter com ofertas. Hoje, cerca de 30 mil pessoas recebem o boletim cada vez que a empresa decide fazer promoções. "Desse total, 25% interagem com o nosso site", explica Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax. Segundo Raquel Horta, da Mapa Digital, usar newsletter ou e-mailmarketing para atrair usuários exige cuidados. É preciso que seja de fato uma informação relevante. "Não se pode ficar lotando a caixa de e-mails das pessoas com qualquer coisa", alerta.
39>>>EXPLORE A PÁGINA DE CADASTRO
Se a intenção é vender pela rede, uma ficha de cadastro é necessária. Mas registrar dados de visitantes pode também ser uma ferramenta interessante para fazer um banco de dados e, posteriormente, utilizá-lo em estratégias de divulgação. De acordo com Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus, o usuário do site precisa ter a possibilidade de se cadastrar sem precisar comprar, mas nunca se deve exigir informações para ter acesso ao conteúdo. "Isso espanta as pessoas", diz Caldas.
40>>>DIVULGUE CLIENTES SATISFEITOS
Não são poucas as vezes que Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa especializada na regularização de estrangeiros no Brasil, ouviu de um cliente que a decisão em optar pelos serviços da empresa foi baseada nas referências disponibilizadas no site. "É sempre saudável apresentar casos de sucesso. Colocamos no nosso site depoimentos de antigos clientes. Isso sempre serve de indicação para os futuros interessados", explica Silva, que afirma já ter conseguido fechar negócios por conta desse tipo de divulgação.
Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.
31>>>FIQUE DE OLHO NAS COMUNIDADES
São muitas as redes colaborativas na internet hoje em dia. Estar atento ao que falam sobre sua empresa e aproveitar para angariar visitantes para o seu site é fundamental. No entanto, é preciso tomar cuidado na hora de participar dessas redes. Nunca tente esconder a sua ligação com a empresa. As pessoas percebem e rejeitam elogios anônimos e gratuitos, alerta Raquel Horta, da Mapa Digital.
32>>>ENTRE NO ORKUT E NO FACEBOOK
Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, tem um perfil no site de relacionamento Orkut no nome da empresa. Segundo ele, 30% dos contatos feitos por intermédio do Orkut acabam em negócio. O empresário considera a ferramenta tão eficiente que vai contratar nos próximos meses um profissional apenas para ficar explorando as comunidades do site. "O segmento de casamento é muito envolvido com internet. As pessoas nos conhecem pelo Orkut e depois nos procuram", diz Karam. Com o objetivo de atrair público para o site da La Passione Doces, ele mantém no seu perfil dados da empresa e fotos dos produtos. O Facebook ainda não faz tanto sucesso no Brasil como o Orkut, mas já tem uma massa crítica que não pode ser desprezada. "O Orkut já está estabelecido, mas o Facebook tem um público mais antenado e moderno", explica Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. Dependendo do perfil da marca, pode ser interessante usar o Facebook para atrair stakeholders para o site.
33>>>CRIE UM BLOG
Quanto mais transparente for a sua empresa, melhor. Um blog corporativo é uma ótima ferramenta, mas, se não houver transparência, perde a credibilidade. Além disso, é importante saber o que os usuários querem ver no blog. Por meio dos e-mails que chegavam à empresa, Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, por exemplo, percebeu que existia uma demanda por um diário virtual. A empresa vai disponibilizar a partir deste mês um blog em que os usuários poderão enviar perguntas e dúvidas a serem respondidas pelos advogados da Visto Brasil.
34>>>DISPONIBILIZE RSS FEEDS
Hoje em dia, na internet, toda empresa deve tentar ao máximo divulgar o conteúdo do seu site. Uma forma eficiente de fazer isso é utilizar o RSS feeds - listas de renovação de conteúdo de um determinado site em que os usuários incluem o link dos arquivos em seu programa agregador e recebem as atualizações sem precisar visitar o site. O recurso fideliza o público e ainda atrai consumidores interessados, diz Pedro Caldas, da Full Haus.
35>>>ABUSE DO YOUTUBE
Vídeos de empresas no YouTube, quando caem no gosto do público, são acessados por milhões de pessoas ao redor do mundo e funcionam como uma barata e eficiente maneira de divulgação e atração de público para o site. "Não é necessária uma superprodução. Tem que ser algo curioso, relevante, que tenha a ver com o que o seu público quer", diz Pedro Caldas, da Full Haus. Para conseguir levar as pessoas do YouTube para o seu site, é importante colocar o endereço tanto no vídeo quanto no perfil da página da empresa.
36>>>PENSE NO FLICKR
No final do ano passado, a fabricante de automóveis Troller, da Ford, optou por uma nova estratégia de atração de internautas para sua página na internet: a utilização do Flickr, site de compartilhamento de fotos, para divulgar imagens de ralis e de carros. Um mês depois, o número de visitantes novos havia aumentado 15% e o número de page views crescera 80%. "Pensamos na ferramenta para trazer as pessoas do Flickr para o nosso site", diz Thiago Chan, analista de marketing da empresa.
37>>>DESENVOLVA UM SITE PARA CELULAR
O Brasil fechou o mês de abril com 154,6 milhões de celulares e uma densidade de 80,98 aparelhos por grupo de 100 habitantes. Desse total, existem 4,95 milhões de celulares 3G, de acordo com dados de abril da consultoria Teleco. Diante desses números, os grandes portais já desenvolveram sites específicos para serem acessados do celular, mas, com a base de smart phones que o Brasil tem, torna-se viável para pequenas e médias empresas. Segundo Juliana Constantino, da agência Click , os custos de produção são menores para desenvolver um site para celular.
38>>>MANDE NEWSLETTERS E E-MAILMARKETING
Na hora de efetuar uma compra na loja virtual Calumax, o consumidor escolhe se gostaria de receber ou não uma newsletter com ofertas. Hoje, cerca de 30 mil pessoas recebem o boletim cada vez que a empresa decide fazer promoções. "Desse total, 25% interagem com o nosso site", explica Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax. Segundo Raquel Horta, da Mapa Digital, usar newsletter ou e-mailmarketing para atrair usuários exige cuidados. É preciso que seja de fato uma informação relevante. "Não se pode ficar lotando a caixa de e-mails das pessoas com qualquer coisa", alerta.
39>>>EXPLORE A PÁGINA DE CADASTRO
Se a intenção é vender pela rede, uma ficha de cadastro é necessária. Mas registrar dados de visitantes pode também ser uma ferramenta interessante para fazer um banco de dados e, posteriormente, utilizá-lo em estratégias de divulgação. De acordo com Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus, o usuário do site precisa ter a possibilidade de se cadastrar sem precisar comprar, mas nunca se deve exigir informações para ter acesso ao conteúdo. "Isso espanta as pessoas", diz Caldas.
40>>>DIVULGUE CLIENTES SATISFEITOS
Não são poucas as vezes que Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa especializada na regularização de estrangeiros no Brasil, ouviu de um cliente que a decisão em optar pelos serviços da empresa foi baseada nas referências disponibilizadas no site. "É sempre saudável apresentar casos de sucesso. Colocamos no nosso site depoimentos de antigos clientes. Isso sempre serve de indicação para os futuros interessados", explica Silva, que afirma já ter conseguido fechar negócios por conta desse tipo de divulgação.
Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.
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3.01.2010
Como as 100 maiores empresas do mundo utilizam as mídias sociais?
A Burson-Marsteller lançou recentemente a edição 2010 do estudo que descreve a maneira como as 100 maiores empresas do mundo (em receita) segundo o ranking da revista Fortune utilizam as mídias sociais. Foram 48 empresas da Europa, 29 dos Estados Unidos, 20 da Ásia e 3 da América Latina. Os dados foram coletados entre novembro de 2009 e janeiro de 2010. O resultado é bem interessante.
Segundo a pesquisa:
• 79% das empresas utilizam pelo menos uma plataforma de mídia social. A maior incidência é na Europa, com 88%, seguida pelos EUA, com 86%. A Oceania é onde houve a menor incidência, com a presença de apenas 50% das empresas. Apenas 20% utilizam as 4 plataformas avaliadas (Twitter, Facebook, Youtube e blogs corporativos).
• A plataforma mais utilizada é o Twitter, com presença de 65%. Logo em seguida, vem o Facebook (54%), Youtube (50%) e blogs corporativos (33%).
Twitter
• Das empresas que utilizam a ferramenta (65%), a média é de 4,2 contas, sendo que empresas como AT&T, Nokia e Samsung possuem pelo menos 15.
• Das européias e norte-americanas, mais de 70% utilizam o serviço de microblogging. A menor afinidade está entre os asiáticos (40%), que utilizam, principalmente, para se comunicar com seus stakeholders ocidentais.
• A média de tweets é de 27 por semana e 38% das empresas reponde às micropostagens de outros usuários.
• A média de seguidores por empresa é de 1.489, e a de pessoas seguidas é de 731.
Facebook
• Menos popular do que o Twitter (54%), o Facebook tem maior aderência nos EUA, onde 69% das empresas possuem uma fan page.
• Apenas 59% das empresas presentes no Facebook mantém suas páginas ativas, com uma média de 3,8 posts por semana.
• O números de seguidores é maior do que o do Twitter. A média é de 41.000 seguidores nas fan pages das 100 maiores empresas.
YouTube
• Metade da amostra tem um canal no YouTube. Entre as norte-americanas, 59%, e entre latino americanas apenas 33%.
• 68% das que possuem um canal possuem atividade freqüente. A média é de 10 vídeos ao mês.
• Os vídeos postados por essas empresas tem, em média, 40.000 views por mês.
Blogs Corporativos
• Apenas 1/3 das 100 maiores possui blog corporativo. O número cresce entre as asiáticas, com 50% e cai entre as européias, com apenas 25%.
• A média de posts mensais é de 7. Entre os asiáticos – que mais utilizam o serviço – é de 14.
Fonte: CHmkt
Segundo a pesquisa:
• 79% das empresas utilizam pelo menos uma plataforma de mídia social. A maior incidência é na Europa, com 88%, seguida pelos EUA, com 86%. A Oceania é onde houve a menor incidência, com a presença de apenas 50% das empresas. Apenas 20% utilizam as 4 plataformas avaliadas (Twitter, Facebook, Youtube e blogs corporativos).
• A plataforma mais utilizada é o Twitter, com presença de 65%. Logo em seguida, vem o Facebook (54%), Youtube (50%) e blogs corporativos (33%).
• Das empresas que utilizam a ferramenta (65%), a média é de 4,2 contas, sendo que empresas como AT&T, Nokia e Samsung possuem pelo menos 15.
• Das européias e norte-americanas, mais de 70% utilizam o serviço de microblogging. A menor afinidade está entre os asiáticos (40%), que utilizam, principalmente, para se comunicar com seus stakeholders ocidentais.
• A média de tweets é de 27 por semana e 38% das empresas reponde às micropostagens de outros usuários.
• A média de seguidores por empresa é de 1.489, e a de pessoas seguidas é de 731.
• Menos popular do que o Twitter (54%), o Facebook tem maior aderência nos EUA, onde 69% das empresas possuem uma fan page.
• Apenas 59% das empresas presentes no Facebook mantém suas páginas ativas, com uma média de 3,8 posts por semana.
• O números de seguidores é maior do que o do Twitter. A média é de 41.000 seguidores nas fan pages das 100 maiores empresas.
YouTube
• Metade da amostra tem um canal no YouTube. Entre as norte-americanas, 59%, e entre latino americanas apenas 33%.
• 68% das que possuem um canal possuem atividade freqüente. A média é de 10 vídeos ao mês.
• Os vídeos postados por essas empresas tem, em média, 40.000 views por mês.
Blogs Corporativos
• Apenas 1/3 das 100 maiores possui blog corporativo. O número cresce entre as asiáticas, com 50% e cai entre as européias, com apenas 25%.
• A média de posts mensais é de 7. Entre os asiáticos – que mais utilizam o serviço – é de 14.
Fonte: CHmkt
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2.02.2010
O Youtube pode se tornar um Google?
Site pode ter receitas significativas com publicidade em buscas, mas precisa buscar pequenos anunciantes
O Youtube é o segundo maior site de buscas do mundo, atrás apenas do mecanismo da empresa à qual pertence - o Google. Mas será que ele pode ganhar tanto dinheiro quanto o líder?
A estratégia do site poderá definir se o Youtube quer se tornar uma empresa razoavelmente lucrativa baseada em anúncios na homepage e em campanhas em vídeos, ou se pode ter uma escala gigante como a do Google, atraindo uma série de pequenos anunciantes.
No ano passado, a home Page do Youtube foi disputada por anunciantes do ramo de entretenimento, ao mesmo tempo em que o site tentou com limitado sucesso fazer acordos com os estúdios para exibições Premium de TV e filmes. Além disso, um acordo com a Sony Music e a Universal Musica deu força ao Vevo, que pode poderá trazer mais dólares das marcas relacionadas a vídeos musicais.
Mas embora estes possam ser bons nichos, não parece ser essa a cara do Google, que construiu sua fortuna com a publicidade em buscas. A grande parte da receita de US$ 23,6 bilhões do Google em 2008 veio de buscas. Ao mesmo tempo, um analista do Barclay, Douglas Anmuth, estima que o Youtube pode se tornar lucrativo em 2010, sob uma receita de US$ 700 milhões.
A modalidade de promoção de vídeos (Promoted Videos), o que seria o equivalente à publicidade de buscas dentro do Youtube, foi lançado em 2008 e integrado ao AdWords do Google em outubro, o que deu vazão para que os anunciantes pudessem levar facilmente suas campanhas para o site de vídeos.
Enquanto no Google a proposta é gerar um clique no link patrocinado, no Youtube a ideia é gerar uma visualização do vídeo, o que pode inclusive levar a um clique para entrar em um site. Por causa disso, diz o Youtube, dezenas de milhões de buscas ocorrem por dia no site.
"Achamos que o Promoted Video é uma grande forma de pequenas empresas contarem sua história e atingirem consumidores com um vídeo","afirmou Shishir Mehotra, diretor financeiro do Youtube.
A empresa tem trabalhado duro para ativar essas ferramentas e muitos anunciantes de busca compram campanhas no site de vídeos. O Youtube não revela os número, mas diz que já há milhares de anunciantes que usam ferramentas "self-service" para anunciar no site. Os cliques pagos no Promoted Videos duplicou no quarto trimestre de 2009 em relação aos três meses anteriores.
"É mais do que gerar vendas diretas, e tem um caráter mais de campanha de branding", analisa Steve Groenier, vice-presidente de marketing da ArtBeads.com, empresa que fornece peças artísticas. Ele começou comprando termos como "como comprar jóias".
Mas mesmo com Google e Youtube buscando vender publicidade para gigantes como a Procter&Gamble, o ato de fazer do Youtube um negócio voltado também para buscas significa também ir atrás de anunciantes como a pequena Orabrush, que faz uma pastilha que auxilia a melhorar a respiração. Com a decisão de rodar infomerciais no Youtube, localizados por termos como "má respiração", a peça foi vista 7,8 milhões de vezes, sendo 6 mi delas a partir de links pagos.
Fonte M&M Online com informações do Advertising Age.
O Youtube é o segundo maior site de buscas do mundo, atrás apenas do mecanismo da empresa à qual pertence - o Google. Mas será que ele pode ganhar tanto dinheiro quanto o líder?
A estratégia do site poderá definir se o Youtube quer se tornar uma empresa razoavelmente lucrativa baseada em anúncios na homepage e em campanhas em vídeos, ou se pode ter uma escala gigante como a do Google, atraindo uma série de pequenos anunciantes.
No ano passado, a home Page do Youtube foi disputada por anunciantes do ramo de entretenimento, ao mesmo tempo em que o site tentou com limitado sucesso fazer acordos com os estúdios para exibições Premium de TV e filmes. Além disso, um acordo com a Sony Music e a Universal Musica deu força ao Vevo, que pode poderá trazer mais dólares das marcas relacionadas a vídeos musicais.
Mas embora estes possam ser bons nichos, não parece ser essa a cara do Google, que construiu sua fortuna com a publicidade em buscas. A grande parte da receita de US$ 23,6 bilhões do Google em 2008 veio de buscas. Ao mesmo tempo, um analista do Barclay, Douglas Anmuth, estima que o Youtube pode se tornar lucrativo em 2010, sob uma receita de US$ 700 milhões.
A modalidade de promoção de vídeos (Promoted Videos), o que seria o equivalente à publicidade de buscas dentro do Youtube, foi lançado em 2008 e integrado ao AdWords do Google em outubro, o que deu vazão para que os anunciantes pudessem levar facilmente suas campanhas para o site de vídeos.
Enquanto no Google a proposta é gerar um clique no link patrocinado, no Youtube a ideia é gerar uma visualização do vídeo, o que pode inclusive levar a um clique para entrar em um site. Por causa disso, diz o Youtube, dezenas de milhões de buscas ocorrem por dia no site.
"Achamos que o Promoted Video é uma grande forma de pequenas empresas contarem sua história e atingirem consumidores com um vídeo","afirmou Shishir Mehotra, diretor financeiro do Youtube.
A empresa tem trabalhado duro para ativar essas ferramentas e muitos anunciantes de busca compram campanhas no site de vídeos. O Youtube não revela os número, mas diz que já há milhares de anunciantes que usam ferramentas "self-service" para anunciar no site. Os cliques pagos no Promoted Videos duplicou no quarto trimestre de 2009 em relação aos três meses anteriores.
"É mais do que gerar vendas diretas, e tem um caráter mais de campanha de branding", analisa Steve Groenier, vice-presidente de marketing da ArtBeads.com, empresa que fornece peças artísticas. Ele começou comprando termos como "como comprar jóias".
Mas mesmo com Google e Youtube buscando vender publicidade para gigantes como a Procter&Gamble, o ato de fazer do Youtube um negócio voltado também para buscas significa também ir atrás de anunciantes como a pequena Orabrush, que faz uma pastilha que auxilia a melhorar a respiração. Com a decisão de rodar infomerciais no Youtube, localizados por termos como "má respiração", a peça foi vista 7,8 milhões de vezes, sendo 6 mi delas a partir de links pagos.
Fonte M&M Online com informações do Advertising Age.
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