1.07.2010

Internet móvel cresce, mas ainda é restrita

Quantcast aponta que navegações feitas por aparelhos móveis correspondem a apenas 1,26% do total dos acessos.

Embora tenha tido um largo crescimento em 2009, a web móvel ainda corresponde a uma parte muito pequena do total de acessos à internet em todo o planeta. O resultado é fruto de uma pesquisa elaborada pela Quantcast, que visa mensurar a difusão das plataformas online em celulares e em outros dispositivos móveis e o seu uso durante o último ano.

De acordo com os dados apurados, em 2009, o uso de dispositivos móveis para acessar a internet cresceu 148% em todo o planeta, algo considerado bastante expressivo. Considerando somente o mercado dos Estados Unidos, o crescimento foi de 110%. A grandiosidade dos números, entretanto, começa a diminuir quando se faz um comparativo entre o acesso a internet móvel com os canais tradicionais de conexão.

Segundo a Quantcast, as plataformas móveis correspondem somente a 1,26% do total de acesso à internet realizado no mundo (sendo 0,99% deles realizados no território dos Estados Unidos).

iPhone e Android

A pesquisa apontou, também, quais os aplicativos mais utilizados pelos usuários de internet móvel no planeta. Em primeiro lugar apareceu o iPhone OS, da Apple, que responde por 41% do total de acessos realizados nos Estados Unidos. Considerando também os acessos móveis feitos através do iPod Touch - outro aparelho da Apple - o share da companhia no mercado de web móvel sobe para 65% nos EUA.

Em segundo lugar a pesquisa apontou a plataforma Android, que roda em diferentes tipos de aparelhos. O aplicativo detém 12% do mercado de internet móvel e seu crescimento no mercado dos Estados Unidos é considerado rápido, embora ainda seja pouco difundido nas demais partes do mundo.

Com informações do TechCrunch.

Fonte: M&M Online

Realidade aumentada irá gerar US$ 700 mi em 2014

Previsão é fruto de um relatório feito pela empresa Juniper Research

O crescimento em 2010 ainda será modesto, mas dentro de alguns anos, o setor da realidade aumentada (RA) passará por uma grande exposição e chegará a movimentar a quantia de US$ 700 milhões em todo o mundo no ano de 2014.

A previsão é fruto de um relatório feito pela empresa Juniper Research, que aponta que o crescimento da área estará alicerçado nos downloads de aplicações pagas, na publicidade e nos serviços de assinatura.

O ano de 2009 foi marcado por um ligeiro aumento do interesse nas plataformas de realidade aumentada, que passaram a ser utilizadas em navegadores para aparelhos móveis com GPS e também em alguns tipos de câmeras. Apesar disso, o relatório aponta que o uso da tecnologia poderá criar uma nova maneira de aproveitamento da interatividade móvel em jogos, redes sociais e outras variedades de aplicativos.

Contudo, os estudos também apontam que a plena difusão - e a conseqüente lucratividade da Realidade Aumentada - ainda estão restritas à baixa quantidade de smartphones e aparelhos eletrônicos que possuem os aplicativos necessários para a aplicação dessa tecnologia. Como isso ainda levará algum tempo para mudar, a consultoria afirma que, nesse ano de 2010, a receita global com RA móvel não deverá superar os US$ 2 milhões.

Com informações do IDGNow.

Fonte: M&M Online

1.05.2010

A força da rede viral

Pesquisa semestral da F/Nazca, que acontece desde 2007, aponta que 69% dos internautas brasileiros compartilham conteúdo.

Realizada pela F/Nazca em parceria com o Datafolha desde 2007, a pesquisa semestral F/Radar veio a confirmar nesta última edição o potencial de viralização do universo online. De acordo com o levantamento, que ouviu 2.344 pessoas em todo o País, mais da metade dos 66 milhões de internautas brasileiros identificados têm o costume de publicar conteúdos na rede.

Cerca de 45,5 milhões de pessoas, ou seja, 69% dos usuários nacionais compartilham conteúdos online, sendo que a maioria utiliza o Orkut como principal canal (54%). Os outros meios preferidos para o compartilhamento são o MSN (45%) e o email (41%). "A força do espalhar fatos na internet sempre foi evidente. Os dados da nossa pesquisa só confirmam a fragilidade das marcas diante deste universo", diz Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca.

Entre os usuários que mais compartilham quando divididos por região do País, os residentes no Nordeste lideram o ranking, sendo que 57% dos internautas publicam algum conteúdo e 77% compartilham.

A região Sul é a que possui os internautas menos atuantes, uma vez que apenas 36% publicam e 55% compartilham conteúdo. De forma geral, os conteúdos mais populares na rede são as fotos - trocadas por 49% dos internautas, seguidas de textos e vídeos, ambos com 30%.
Fonte: M&M Online

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